Eleições estaduais no Brasil em 2014

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Eleições estaduais em 2014
Governadores dos estados do Brasil
5 de outubro de 2014 (1° turno)
26 de outubro de 2014 (2° turno)
PMDB Logotipo.jpg
PMDB 7
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PSDB 5
PT star real version.svg
PT 5
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PSB 3
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PDT 2
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PSD 2
PCdoB logo (red).svg
PC do B 1
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PROS 1
Partido Progressista (Brazil) logo.png
PP 1

As eleições para governador do Brasil de 2014 são realizadas em 5 de outubro, como parte das eleições gerais do país, em todos os 26 estados brasileiros e no Distrito Federal. Nos estados onde nenhum candidato obteve mais da metade do votos válidos, um segundo turno é realizado em 26 de outubro. Segundo a Constituição, os governadores são eleitos diretamente para um mandato de quatro anos, com um limite de dois mandatos.

Canditatos e resultados[editar | editar código-fonte]

Candidato Partido Resultado 1º turno (% VV) Resultado 2º turno (% VV)
Acre Acre [1]
Tião Viana PT 49,7 51,2
Márcio Bittar PSDB 30,1 48,7
Bocalom DEM 19,6
Alagoas Alagoas [2]
Renan Filho PMDB 52,1
Benedito de Lira PP 33,9
Julio Cezar da Silva PSDB 7,9
Amapá Amapá [3]
Waldez PDT 42,1 60,5
Camilo Capiberibe PSB 27,5 39,4
Lucas Barreto PSD 13,8
Amazonas Amazonas [4]
José Melo PROS 43,0 55,5
Eduardo Braga PMDB 43,1 44,4
Marcelo Ramos PSB 10,9
Bahia Bahia [5]
Rui Costa PT 54,5
Paulo Souto DEM 37,3
Lidice da Mata PSB 6,6
Ceará Ceará [6]
Camilo PT 47,8 53,3
Eunício PMDB 46,4 46,6
Eliane Novais PSB 3,3
Distrito Federal (Brasil) Distrito Federal [7]
Rollemberg PSB 45,2 55,5
Jofran Frejat PR 27,9 44,4
Agnelo Queiroz PT 20,0
Espírito Santo (estado) Espírito Santo [8]
Paulo Hartung PMDB 53,4
Casagrande PSB 39,3
Roberto Carlos PT 6,0
Goiás Goiás [9]
Marconi Perillo PSDB 45,8 57,4
Iris Rezende PMDB 28,4 42,5
Vanderlan Cardoso PSB 14,9
Maranhão Maranhão [10]
Flávio Dino PC do B 63,5
Lobão Filho PMDB 33,6
Pedrosa PSOL 1,1
Mato Grosso Mato Grosso [11]
Pedro Taques PDT 57,2
Lúdio Cabral PT 32,4
Janete Riva PSD 9,9
Mato Grosso do Sul Mato Grosso do Sul [12]
Reinaldo Azambuja PSDB 39,0 55,3
Delcídio PT 42,9 44,6
Nelsinho Trad PMDB 16,4
Minas Gerais Minas Gerais [13]
Fernando Pimentel PT 52,9
Pimenta da Veiga PSDB 41,8
Tarcísio Delgado PSB 3,9
Pará Pará [14]
Simão Jatene PSDB 48,4 51,9
Helder Barbalho PMDB 49,8 48,0
Zé Carlos PV 1,2
Paraíba Paraíba [15]
Ricardo Coutinho PSB 46,0 52,6
Cássio Cunha Lima PSDB 47,4 47,4
Vital do Rêgo Filho PMDB 5,2
Paraná Paraná [16]
Beto Richa PSDB 55,6
Requião PMDB 27,5
Gleisi Hoffmann PT 14,8
Pernambuco Pernambuco [17]
Paulo Câmara PSB 68,0
Armando Monteiro PTB 31,0
Zé Gomes PSOL 0,6
Piauí Piauí [18]
Wellington Dias PT 63,0
Zé Filho PMDB 33,2
Mão Santa PSC 1,5
Rio de Janeiro Rio de Janeiro [19]
Luiz Fernando Pezão PMDB 40,5 55,7
Marcelo Crivella PRB 20,2 44,2
Garotinho PR 19,7
Rio Grande do Norte Rio Grande do Norte [20]
Robinson Faria PSD 42,0 54,4
Henrique Eduardo Alves PMDB 47,3 45,5
Robério Paulino PSOL 8,7
Rio Grande do Sul Rio Grande do Sul [21]
José Ivo Sartori PMDB 40,4 61,2
Tarso Genro PT 32,5 38,7
Ana Amélia Lemos PP 21,7
Rondônia Rondônia [22]
Confúcio Moura PMDB 35,8 53,4
Expedito Júnior PSDB 35,4 46,5
Jaqueline Cassol PR 15,1
Roraima Roraima [23]
Suely Campos PP 41,4 54,8
Chico Rodrigues PSB 37,6 45,1
Angela Portela PT 18,0
Santa Catarina Santa Catarina [24]
Raimundo Colombo PSD 51,3
Paulo Bauer PSDB 29,9
Cláudio Vignatti PT 15,5
São Paulo São Paulo [25]
Geraldo Alckmin PSDB 57,3
Skaf PMDB 21,5
Padilha PT 18,2
Sergipe Sergipe [26]
Jackson Barreto PMDB 53,2
Eduardo Amorim PSC 41,3
Sônia Meire PSOL 4,6
Tocantins Tocantins [27]
Marcelo Miranda PMDB 51,3
Sandoval Cardoso SD 44,7
Ataídes Oliveira PROS 3,5
  • Em negrito, os candidatos eleitos no 1º turno.
  • Em itálico, os candidatos que foram para o 2º turno.
  • Em negrito e itálico, os candidatos que foram eleitos no 2º turno.

Por partido[editar | editar código-fonte]

PMDB :
7 / 27
PSDB :
5 / 27
PT :
5 / 27
PSB :
3 / 27
PDT :
2 / 27
PSD :
2 / 27
PC do B :
1 / 27
PROS :
1 / 27
PP :
1 / 27

Governos estaduais: pré-candidaturas e candidaturas[editar | editar código-fonte]

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O Brasil é uma Federação altamente centralizada. Com isso, as datas para as eleições estaduais são determinadas pela Constituição Federal e acontecem nas mesmas datas e anos das eleições federais.

As eleições estaduais brasileiras de 2014 incluirão disputas em todos os estados e no Distrito Federal. Assim como a disputa presidencial, acontece em dois turnos, se nenhum candidato alcança a maioria absoluta dos votos válidos no primeiro turno.

Acre[editar | editar código-fonte]

O quadro político acriano traz algumas singularidades como o fato de o PT ser o único partido a apresentar candidatos ao Palácio Rio Branco desde a volta das eleições diretas para governador em 1982 e além disso em seis dessas oportunidades a legenda foi representada ou por Jorge Viana ou por seu irmão, Tião Viana, este candidato a reeleição.[28] Vitorioso às disputas pelo governo do estado desde 1998, o petismo venceu ainda metade das eleições para prefeito de Rio Branco realizadas desde o começo da Nova República em 1985 e em seus quadros já militaram pessoas como Chico Mendes e Marina Silva. O predomínio dos petistas surgiu após trinta e cinco anos onde o Acre sustentou um bipartidarismo originário do Regime Militar de 1964 no qual o PMDB e o extinto PDS (atual PP) disputavam os espaços políticos do estado.

Alagoas[editar | editar código-fonte]

Com informações oriundas do Tribunal Superior Eleitoral.[28]

Candidatos a governador do estado
Candidatos a vice-governador Número Coligação Votação Percentual
Renan Calheiros Filho
PMDB
Luciano Barbosa
PMDB
15
Com o povo pra Alagoas mudar
(PMDB/PT/PDT/PTB/PCdoB/PSD/PSC/PROS/PV/PTdoB/PHS)
670.310
52,16%
Benedito de Lira
PP
Alexandre Toledo PSB
11
Juntos com o povo pela melhoria de Alagoas
(PP/DEM/PSB/PR/PPS/SD/PSL/PSDC/PRP)
435.827
33,92%
Júlio Cezar da Silva
PSDB
Manoel Vilela (Vô)
PSDB
45
Um novo jeito de fazer
(PSDB/PRB)
101.757
7,92%
Mário Agra
PSOL
Paulo Bob
PSTU
50
Frente de Esquerda de Alagoas
(PSOL/PSTU)
60.816
4,73%
Joathas Albuquerque
PTC
Marineide Messias
PTC
36
PTC
(sem coligação)
7.879
0,61%
Golbery Lessa
PCB
Fernando Medeiros
PCB
21
PCB
(sem coligação)
3.950
0,31%
Coronel Goulart
PEN
Capitão Bulhões
PEN
51
PEN
(sem coligação)
2.732
0,21%
Luciano Balbino
PTN
Péricles Cabral
PTN
19
PTN
(sem coligação)
1.820
0,14%
  Eleito(a)

Amapá[editar | editar código-fonte]

As candidaturas foram oficializadas pelos partidos durante as convenções estaduais, que ocorreram entre os dias 10 e 30 de junho de 2014, todavia os principais partidos políticos do Amapá deram indicações de quem seriam seus candidatos ao governo antes mesmo das convenções:

  • Camilo Capiberibe (PSB): Em 21 de junho de 2014, durante a convenção estadual, o PSB lançou candidatura a reeleição de Camilo Capiberibe,[29] enquanto seu vice será Rinaldo Martins, indicado pelo PSOL.[30] As articulações políticas giram em torno da manutenção do apoio do Partido dos Trabalhadores (PT). Capiberibe quer reforçar seu nome na corrida eleitoral e reverter o desgaste sofrido durante sua gestão.[31]

Após as eleições de 2010, na qual Camilo sagrou-se campeão, os partidos de oposição começaram a articular um bloco único de oposição ao governo. Na Assembleia Legislativa, PDT, PP, PSC e outras legendas se declararam opositoras do governo desde o início de seu mandato. Em outubro de 2012, nas eleições municipais, o PSOL, uma sigla de esquerda, que no Amapá é dirigido por um setor mais moderado (a dissidência da APS), tendo um arco de alianças mais amplo que o habitual, conquistou sua primeira prefeitura (Macapá) no estado e tornou-se uma peça-chave no cenário pré-2014. Entretanto, no interior do estado, as legendas de oposição se fortaleceram. No terceiro maior município do estado, Laranjal do Jari, Zeca Madeireiro (PP) foi eleito prefeito, todavia teve seu mandato cassado e Bode Queiroga (PDT) assumiu o cargo. Em Mazagão, Dilson Borges (PMDB) foi eleito prefeito com mais de 30% dos votos. Na segunda maior cidade do estado, Santana, Robson Rocha do PTB foi eleito, derrotando a candidata da coligação PT-PSB.[32]

  • Waldez Góes (PDT): Em 27 de junho de 2014, o PDT chancelou o nome do ex-governador Waldez Góes como candidato ao governo do estado. Góes, que é o presidente do partido no estado, disse que a Operação Mãos Limpas não deve afetar a opinião do eleitorado no pleito deste ano. O partido recebeu o apoio do Partido Progressista (PP), que indicou Papaléo Paes como vice na chapa. Além deste, o PMDB também declarou apoio à candidatura.[33]

Após a derrota de Roberto Góes (PDT) na capital do estado, o nome de Waldez Góes se fortaleceu como o "potencial candidato" do partido ao governo.[32][34] O pré-candidato criou, ao lado de Gilvam Borges e Jorge Amanajás, a "Caravana do Desenvolvimento". A caravana viajou o estado discutindo os problemas e buscando soluções para os municípios do interior. No entanto, a Procuradoria Regional Eleitoral no Amapá obteve liminar que proíbe a realização das caravanas pois entende que os eventos eram uma forma de angariar eleitores.[35]

  • Lucas Barreto (PSD): Em 28 de junho de 2014, o Partido Social Democrático definiu que o vereador de Macapá será candidato ao Governo. O presidente nacional do partido, Gilberto Kassab, comentou o lançamento da candidatura: "Lucas Barreto, que vive e conhece todos os rincões deste Estado maravilhoso, tem a experiência necessária e está compromissado com as mudanças que a sociedade amapaense quer e merece".[31] O vice é o advogado Wagner Gomes, do Solidariedade.[31]

Paralelamente às articulações de Waldez Góes, Lucas Barreto saiu do PTB e filiou-se ao PSD, visando a candidatura ao governo.[36] Foi eleito vereador de Macapá em 2012 com expressiva votação e passou a compor a Câmara Municipal. Barreto, contudo, informou que sua candidatura ao Palácio do Setentrião só será lançada em meados de Março, no início das desincompatibilizações para as eleições de outubro, a partir de 5 de abril.[37] O candidato busca ainda apoio de partidos tradicionais como o Partido dos Trabalhadores e o Partido do Movimento Democrático Brasileiro e de legendas novas como o Partido Socialismo e Liberdade.[32]

  • Jorge Amanajás (PPS): Em 29 de junho de 2014, o ex-deputado estadual foi escolhido para disputar as eleições deste ano. Amanajás, que já foi deputado estadual por três vezes e concorreu ao governo em 2010 pelo PSDB, filiou-se ao PPS no início de 2013 com o objetivo principal de concorrer novamente ao executivo do Amapá. A vice é Daiana Ramos, do PMN. A coligação recebeu a adesão de oito partidos, dentre eles o PTB, PPL e o PTC.[38][39]

O ex-deputado estadual Jorge Amanajás saiu do PSDB no final de 2012 acusando a direção nacional de ter usado o partido no Amapá como "moeda de troca para viabilizar candidaturas a prefeito em outras capitais". No começo de 2013, Amanajás filiou-se ao PPS e iniciou o diálogo com outras siglas para formar parcerias.[38] Em Março de 2014, em entrevista ao Jornal do Dia, Jorge falou sobre suas articulações políticas: "Temos liberdade de conversar com praticamente todas as vertentes políticas, vemos fazendo isso, nos alinhar com aqueles que tem o posicionamento parecido com o nosso (...). Tudo são fatores que vão converter para a definição em junho."[40]

  • Genival Cruz (PSTU): No dia 27 de julho de 2014 o ex-presidente do Sindicato dos rodoviários foi escolhido para ser candidato ao governo.[41] Cruz saiu fortalecido das eleições municipais de 2012, nas quais recebeu mais de 3% dos votos e superou o então candidato e deputado federal do PC do B Evandro Milhomem.[31] O diretório nacional do partido lançou em seu site um texto de divulgação da candidatura de Genival.[42]
  • Bruno Mineiro (PTdoB): Em 27 de junho de 2014, o deputado estadual Bruno Mineiro foi confirmado como candidato ao governo do estado. Bruno tem o apoio de seis partidos, dentre eles o PV, o PROS, o PRB e o Partido Humanista da Solidariedade (PHS). Segundo o deputado: "Estamos conversando com mais seis legendas. Algumas dessas legendas, para fecharmos a coalizão, dependemos de acertos nacionais".[43] Bruno foi o único candidato a governador filiado ao PTdoB nas eleições estaduais de 2014.
  • Décio Gomes (PCB): O Partido Comunista Brasileiro lança pela primeira vez no Amapá candidatura ao cargo de governador. Décio foi escolhido pela legenda e Paulo Gaia é o vice.
Candidato a governador Candidato a vice-governador Número de
Deputados
Coligação Tempo de horário
eleitoral[44]
CamiloCapiberibe.jpg
Camilo Capiberibe
PSB
Silver - replace this image male.svg
Carlos Rinaldo
PSOL[45]
2
Frente Popular a Favor do Amapá
PSB, PSOL, PT, PC do B
4 minutos e
21 segundos
Waldez2006.jpg
Waldez Góes
PDT
Papaleo paes.JPG
Papaléo Paes
PP
6
A Força do Povo
PDT, PP e PMDB
4 minutos e
19 segundos
Silver - replace this image male.svg
Jorge Amanajás
PPS
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Daiana Ramos
PMN
1
O Futuro Começa Agora
PPS, PMN, PEN,PRP, PTC, PRTB, PSC, PPL, PTB
1 minuto e
59 segundos
Silver - replace this image male.svg
Lucas Barreto
PSD
Silver - replace this image male.svg
Wagner Gomes
SDD
5
Juntos pelo Desenvolvimento, pela Paz e pela Vida
PSD, SDD, DEM, PSDB
4 minutos e
32 segundos
Bruno Mineiro Amapá Oficial.jpg
Bruno Mineiro
PTdoB
Gray - replace this image female.svg
Aline Gurgel
PR[46]
6
Unidos pelo Amapá que Queremos
PTdoB, PR, PROS, PHS, PRB, PV, PSDC, PTN
2 minutos e
52 segundos
Silver - replace this image male.svg
Genival Cruz
PSTU
Silver - replace this image male.svg
Wilamo Barbosa
PSTU[47]
Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado
PSTU
57 segundos
Silver - replace this image male.svg
Décio Gomes
PCB
Silver - replace this image male.svg
Paulo Gaia
PCB
Partido Comunista Brasileiro
PCB
57 segundos

Amazonas[editar | editar código-fonte]

  • PMN: O deputado estadual Chico Preto foi o candidato do partido ao governo do estado. Teve como candidato a vice Gustavo Braz, também do (PMN). Como candidato ao senado apresentou Jonatas Almeida (PMN) e apoiou à presidência Aécio Neves (PSDB).
  • PSOL: O PSOL indicou Abel Alves como candidato ao governo do estado. Ele apoiou ao senado Professor Queiroz e à presidência, Luciana Genro (PSOL).
  • PSTU: Herbert Amazonas foi o candidato do PSTU ao governo estadual. Ele apoiou para presidente José Maria de Almeida (PSTU) e ao senado Júlio Ferraz (PSTU).
  • PCB: Luiz Navarro foi o candidato do PCB ao governo do Amazonas. Ele apoiou Mauro Iasi (PCB) para à presidência.
Candidato a governador Candidato a vice-governador Nº Eleitoral Coligação/Partido Coligações proporcionais/Partido Tempo de horário eleitoral
Eduardobraga28112006.jpg
Eduardo Braga
PMDB
Rebecca Garcia
PP
15
Renovação e Experiência
PMDB, PP, PT, PDT, PTB, PPS, PRB, PSDC, PPL e PCdoB

Renovação e Experiência 1
PMDB, PP, PT, PTB e PRB

Renovação e Experiência 2

PSDC-PPL

Renovação e Coragem

PDT-PPS

Partido Comunista do Brasil
PCdoB
9min51seg
José Melo de Oliveira
PROS
Henrique Oliveira
SD
90
Fazendo mais por nossa gente
PROS, SD, PEN, PSD, PSDB, DEM, PRP, PSL, PSC, PTN, PTC, PHS, PRTB, PV, PR e PT do B

Fazendo mais por nossa gente 1
PROS, PSD, PSDB e PSC

Fazendo mais por nossa gente 2 DEM, PEN e PHS
Fazendo mais por nossa gente 3 PR, PT do B, PSL, SD e PRP
Juntos pelo povo

PV-PTC

Fazendo mais por nossa gente 5 PTN-PRTB
8min11seg
Marcelo Ramos
PSB
Júnior César Brasil
PSB
40
Partido Socialista Brasileiro
PSB
-
1min59seg
Chico Preto
PMN
Gustavo Braz
PMN
33
Partido da Mobilização Nacional
PMN
-
1min17seg
Abel Alves
PSOL
Nelson Junior
PSOL
50
Partido Socialismo e Liberdade
PSOL
-
1min17seg
Herbert Amazonas
PSTU
Gilberto Vasconcelos
PSTU
16
Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado
PSTU
-
1min11seg
Luiz Navarro
PCB
Francisco Castelo
PCB
21
Partido Comunista Brasileiro
PCB
-
1min11seg

Bahia[editar | editar código-fonte]

Segundo dados da Justiça Eleitoral, a campanha dos seis candidatos a governador na Bahia tem a sexta maior estimativa de despesas, dentre as campanhas estaduais em 2014.[48]

Candidaturas do primeiro turno[editar | editar código-fonte]

Seis candidaturas ao governo do estado foram registradas junto à justiça eleitoral, listados pela ordem numérica crescente do números dos candidatos titulares.[49][50][51]

Dos 32 partidos políticos brasileiros em atividade,[52] o Partido da Causa Operária (PCO) e o Partido Comunista Brasileiro (PCB) não apresentaram candidatura própria ou apoio nessa eleição. O Partido Humanista da Solidariedade (PHS) teve todos os registros de candidaturas na Bahia negados, por interferência do diretório nacional na decisão da convenção da seção baiana do partido.[53]

Candidato(a) a governador(a) Candidato(a) a vice-governador(a) Coligação Duração da propaganda eleitoral[54]
13 Posse de Rui Costa - Casa Civil.jpg Rui Costa (PT)
Rui Costa dos Santos
Secretário de Infraestrutura, João Leão toma posse.jpg João Leão (PP)
João Felipe de Souza Leão
"Pra Bahia Mudar Mais"
7min46s
16 Silver - replace this image female.svg Renata Mallet (PSTU)
Renata Mallet Guena
Silver - replace this image male.svg Carlos Nascimento (PSTU)
Carlos José Bispo do Nascimento
Partido não coligado
1min6s
25 Paulo Souto.jpg Paulo Souto (DEM)
Paulo Ganem Souto
Silver - replace this image male.svg Joaci Góes (PSDB)
Joaci Fonseca de Góes
"Unidos pela Bahia"
6min53s
28 DA LUZ.jpg Da Luz (PRTB)
Rogério Tadeu da Luz
Silver - replace this image male.svg Antônio Gomes de Andrade Neto (PRTB) "Por uma Bahia Livre e Justa"
1min9s
40 Lídice da Matta10nov2011.jpg Lídice da Mata (PSB)
Lídice da Mata e Souza
Silver - replace this image male.svg Eduardo Vasconcelos (PSB)
Eduardo Lima Vasconcelos
"Um Novo Caminho para a Bahia"
1min51s
50 Silver - replace this image male.svg Marcos Mendes (PSOL)
Marcos Antonio Guimarães Mendes
Silver - replace this image male.svg Ronaldo Santos (PSOL)
Ronaldo Santos Silva
Partido não coligado
1min11s

Rui Costa[editar | editar código-fonte]

Rui Costa é um dos fundadores do PT na Bahia, de origem sindical foi eleito vereador de Salvador em 2000, sendo reeleito em 2004.[55] Em 2006 participou da coordenação da campanha de Wagner a Governador, se tornando secretario de Relações Institucionais do governo do estado da Bahia em 2007. Em 2010 foi eleito o deputado federal, depois assumiu o comando da secretaria estadual da Casa Civil. Nessa eleição, o candidato lança a coligação "Pra Bahia Mudar Mais", com apoio do PP, PT, PSD, PDT, PR, PCdoB, PTB e PMN.[54] A despeito da sua candidatura, houve um longo processo de escolha do nome que ia concorrer ao governo da Bahia. Quatro nomes foram especulados, além de Rui estavam na disputa: Luiz Caetano (ex-prefeito de Camaçari), Sérgio Gabrielli (ex-presidente da Petrobras) e Walter Pinheiro, atual senador pela Bahia. O partido aprovou o nome de Rui como pré-candidato em 29 de novembro de 2013 e oficializou em 26 de junho de 2014.[56][57][58][59]

Renata Mallet[editar | editar código-fonte]

Renata Mallet é bancária e a atual presidente do PSTU na Bahia. Se candidatou a vereadora de Salvador em 2012, sem sucesso.[60][61] Nessa eleição, a candidata sai para a campanha sem coligação.

Paulo Souto[editar | editar código-fonte]

O candidato Paulo Souto é formado em Geologia pela Universidade Federal da Bahia e foi Secretário de Minas e Energia no segundo governo Antônio Carlos Magalhães e no governo João Durval sendo nomeado para comandar a Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste em 1987 pelo presidente José Sarney. Filiado ao PFL foi eleito vice-governador da Bahia na chapa de Antônio Carlos Magalhães em 1990 e foi eleito governador em 1994 e 2002, além de ter conquistado um mandato de senador em 1998.[51] O candidato lança a coligação "Unidos pela Bahia", que reúne DEM, PSDB, PMDB, SD, PTN, PROS, PRB, PSC, PTC, PV, PPS, PRP, PTdoB e PSDC.[54] O nome da Paulo Souto na escolha pelo governo da Bahia foi fechado em 10 de abril de 2014 após várias discussões, que permitiu incluir na chapa de oposição o PMDB e PSDB que na Bahia eram adversários históricos na época do ex-senador e ex-governador Antônio Carlos Magalhães.[62]

Da Luz[editar | editar código-fonte]

O candidato Da Luz é natural de Jundiaí (SP) e o atual presidente do PRTB no estado. Foi candidato nas eleições de 2002 ao governo da Bahia e a prefeito de Salvador na eleição municipal de 2004 e 2012, não conseguido os pleitos.[60][63] Nessa eleição, o candidato lança a coligação "Por uma Bahia Livre e Justa", formada por PRTB e PEN.

Lídice da Mata[editar | editar código-fonte]

Sobre Lídice da Mata ela é formada em Economia pela Universidade Federal da Bahia e apesar de pertencer ao então clandestino PCdoB estreou na política pelo PMDB em 1982 quando foi eleita vereadora em Salvador e em 1986 foi eleita deputada federal. De volta ao PCdoB foi derrotada ao disputar o governo da Bahia em 1990, mas dois anos depois foi eleita prefeita de Salvador pelo PSDB. Filiada ao PSB após deixar a prefeitura e a atual presidente do partido no estado, foi eleita deputada estadual em 1998 e 2002 e a seguir deputada federal e senadora.[51] Nessa eleição, a senadora lançou candidatura pela coligação "Um Novo Caminho para a Bahia", que conta com PSB, PSL e PPL.

Marcos Mendes[editar | editar código-fonte]

Marcos Mendes é formado em Geologia pela Universidade Federal da Bahia, pós-graduado em Gestão Pública Municipal e Governamental e mestre em Geologia Ambiental. Em 2004 desfiliou-se do PT na Bahia para fundar o PSOL, da qual preside. Foi candidato a deputado federal nas eleições de 2006, a governador da Bahia em 2010 e a vereador nas eleições de 2008 e 2012, todas não conseguindo se eleger.[60][64] Nessa eleição, o PSOL não se coligou a outro partido.

Debates do primeiro turno[editar | editar código-fonte]

Para a eleição de 2014 ao governo do estado, alguns debates entre os candidatos foram realizados. O ciclo de debates eleitorais foi iniciado em 17 de julho de 2014 na Reitoria da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Promovido pelo mestrado em Segurança Pública, Justiça e Cidadania da Faculdade de Direito da UFBA, com exceção do candidato governista Rui Costa, todos os outros cinco candidatos compareceram ao evento. Sob a mediação do vice-diretor da Faculdade de Direito Júlio César de Sá da Rocha, a discussão foi centralizada na questão da segurança pública.[65]

Os candidatos voltaram a se encontrar em 29 de julho. Não foi um debate, por não permitir perguntas dos candidatos entre si, mas uma sabatina feita pela Academia de Letras da Bahia (ALB) e transmitida ao vivo pela TVE Bahia, em televisão aberta, e pelo portal do Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia (IRDEB), na internet. Realizado na sede da ALB, no bairro de Nazaré em Salvador, com mediação do acadêmico e poeta Luís Antonio Cajazeira Ramos, o evento foi no formato de perguntas sobre políticas culturais, em duas áreas: "Estrutura e Funcionamento da Cultura" e "Patrimônio, Memória e Contemporaneidade".[66][67][68]

Em 2 de julho foi iniciada outra sabatina entre os candidatos, promovida pelo jornal A TARDE, Rádio Metrópole e TV Aratu (afiliada do SBT no estado) como parte do projeto Vota Bahia.[69][70] O evento teve como mediador o jornalista Levi Vasconcelos na qual os candidatos foram sabatinados pelos jornalistas e responderam a perguntas de internautas enviadas por e-mail em dois blocos de 20 minutos. O programa foi gravado e exibido na íntegra na internet.[70]

O primeiro debate televisionado iria ser transmitido pela Band Bahia. Marcado anteriormente para 14 de agosto, a morte em acidente aéreo de Eduardo Campos, então presidenciável pelo PSB, e o cancelamento da agenda de campanha da candidata pelo PSB Lídice da Mata por tempo indeterminado provocaram o adiamento.[71] Foi remarcado para às 22h do dia 28 de agosto com todos os candidatos convidados, exceto a candidata Renata Mallet por não possuir representatividade na Câmara Federal.[72][73]

Data Organizador(es) Paulo Souto (DEM) Lídice da Mata (PSB) Rui Costa (PT) Rogério Da Luz (PRTB) Marcos Mendes (PSOL) Renata Mallet (PSTU)
28 de agosto de 2014[74][75][76][77] TV Bandeirantes Salvador Presente Presente Presente Presente Presente Não convidada
26 de setembro de 2014[78][79][80] TV Record Bahia, R7,
Rádio Sociedade da Bahia
Presente Presente Presente Presente Presente Presente
29 de setembro de 2014[81][82] TV Aratu, A Tarde, Rádio Metrópole Presente Presente Presente Presente Presente Não convidada
30 de setembro de 2014[83][84] TV Bahia, G1, CBN Salvador Presente Presente Presente Presente Presente Não convidada

Ceará[editar | editar código-fonte]

Número Candidato
(em ordem alfabética)
Partido Vice-candidato Coligação
50 Ailton Claécio Lopes Dantas PSOL Benedito Oliveira Viana (PCB) Frente de Esquerda Socialista
PSOL / PSTU / PCB
13 Camilo Sobreira de Santana PT Maria Izolda Cela de Arruda Coelho (PROS) Para o Ceará Seguir Mudando
PROS / PT / PRB / PP / PDT / PTB / PSL / PRTB / PHS / PMN / PTC / PV / PEN / PPL / PSD / PCdoB / PTdoB / SD
40 Eliane Novais Eleuterio Teixeira PSB Leonardo de Bayma Rebouças Partido não coligado
15 Eunício Lopes de Oliveira PMDB Roberto Soares Pessoa (PR) Ceará de Todos
PMDB / PR / PSDB / DEM / PPS / PRP / PSC / PSDC / PTN

Distrito Federal[editar | editar código-fonte]

Candidato a governador Candidato a vice-governador Número Eleitoral Coligação Tempo de horário eleitoral
AgneloQueiroz2010.jpg
Agnelo Queiroz
PT
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Tadeu Filippelli
PMDB
13
Respeito por Brasília
(PT/PMDB/PSC/PP/PRB/PCdoB/PV/PPL/PTN/PRP/PTdoB/PROS/PTC/PSL/PHS/PEN)
Luiz Pitiman.JPG
Luiz Pitiman
PSDB
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Adão Cândido
PPS
45
Seriedade para Mudar
(PSDB/PPS/PSDC)
Rodrigo Rollemberg 14maio2012.jpg
Rodrigo Rollemberg
PSB
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Renato Santana
PSD
40
Somos Todos Brasília
(PSB/PSD/PDT/SD)
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Toninho do PSOL
PSOL
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Guillen
PSOL
50
Frente de Esquerda
(PSOL/PCB/PSTU)
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Perci Marrara
PCO
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Gilson Dobbin
PCO
29
Partido da Causa Operária
PCO
Plenariocamara.jpeg
Jofran Frejat
PR
Flávia Peres
PR
22
União e Força
(PR/PTB/PRTB/PMN/DEM)

Caso Arruda[editar | editar código-fonte]

No dia 11 de fevereiro de 2010, numa decisão do Superior Tribunal de Justiça, o então governador José Roberto Arruda teve decretada sua prisão preventiva, junto a mais cinco pessoas, com o objetivo da preservação da ordem pública e da instrução criminal devido as acusações de envolvimento no que ficou conhecido como Mensalão do DEM. Ficou alojado em uma sala da Superintendência da Polícia Federal em Brasília. O motivo da prisão preventiva foi a suposta participação na tentativa de suborno do jornalista Edson Sombra, testemunha do caso. A punição de Arruda foi o primeiro caso na história do Brasil de um governador que teve sua prisão decretada, consequentemente teve o mandato cassado. Neste ano, ele se candidatou ao GDF pelo PR, em primeira instância teve a candidatura impugnada com base na lei da ficha limpa, mas a impugnação da candidatura foi suspensa sob liminar.

No dia 12 de Setembro de 2014, o TSE, seguindo decisão do PGR, optou por manter a suspensão da candidatura de Arruda nas eleições de 2014, tornando o candidato inelegível.[85]

Espírito Santo[editar | editar código-fonte]

Candidato a governador Candidato a
vice-governador
Número
Eleitoral
Coligação Tempo de horário eleitoral
Renato Casagrande.JPG
Renato Casagrande
PSB
Fabrício Gandini
PPS
40
Pra Frente Espírito Santo
PSB/PPS/PRB/PTC/PR/
PTN/PMN/PSL/PTdoB/PRTB/
PV/PCdoB/PSD/PP/PSC/
PPL/PTB/PSDC/PHS
Paulo Hartung.jpg
Paulo Hartung
PMDB
César Colnago
PSDB
15
O Espírito Santo Pode Muito Mais
PMDB/PSDB/PROS/
DEM/PEN/SD/PRP
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Roberto Carlos
PT
Célia Tavares
PDT
13
Com a Força do Povo Capixaba
PT/PDT
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Camila Valadão
PSOL
Wilson Júnior
PSOL
50
Partido Socialismo e Liberdade
PSOL
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Mauro Ribeiro
PCB
Aurélio Carlos
PCB
21
Frente Classista e Socialista
PCB/PSTU

Goiás[86][editar | editar código-fonte]

  • Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB): O governador Marconi Perillo vinha evitando falar sobre as eleições, postergando o debate e alegando foco na administração.[87] No entanto, sempre esteve claro de que ele concorreria pela quarta vez ao cargo de governador, uma vez que era a única opção da base marconista.[87] Com alto índice de rejeição na Região Metropolitana de Goiânia, o governador deve concentrar sua campanha no interior.[88] Entretanto, não deve contar desta vez com o apoio dos anapolinos, visto que o ex-prefeito daquela cidade, Antonio Gomide, deverá lançar sua candidatura.[89] É provável que, pela primeira vez, Perillo não ganhe a disputa em nenhuma das três maiores cidades do estado: Goiânia, Aparecida de Goiânia e Anápolis.[88] Com a maior coligação do Estado, que uniu 17 partidos, Marconi lançou sua candidatura à reeleição em 28 de junho de 2014 no Goiânia Arena.[90]
  • Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB): Iris Rezende sempre foi considerado como candidato por boa parte dos peemedebistas.[87] Contudo, o empresário Júnior da Friboi, que comanda o grupo JBS Friboi – e foi o maior doador para a campanha de Marconi em 2006, quando chegou a ser cogitado pelo governador como seu sucessor[91] –, articulou sua candidatura pelo partido, defendendo a realização de prévias.[87] Em 4 de abril de 2014, mesmo dia em que o PT rompeu com o PMDB, Rezende lançou sua pré-candidatura ao governo do Estado.[92] Com o partido dividido entre dois pré-candidatos, esperava-se que Rezende enfrentasse Friboi em prévias eleitorais.[92][93] No entanto, em 22 de maio de 2014 o empresário publicou um texto no Facebook anunciando sua desistência.[94] Na publicação, Friboi afirmou que estava desistindo da candidatura para não "dividir o PMDB" e que só cogitou a possibilidade de ser candidato após Rezende lhe dizer que não tinha a pretensão de disputar o governo em 2014.[94] Rezende logo começou a articular sua candidatura, recebendo a visita do presidenciável Eduardo Campos (PSB) em seu apartamento (o que gerou especulações que mais tarde se provaram falsas de que poderia receber o apoio de Vanderlan Cardoso),[95] e forjando uma aliança com os ex-rivais Armando Vergílio (SD, candidato a vice) e Ronaldo Caiado (DEM, candidato a senador).[96] A candidatura de Iris Rezende foi homologada pelo PMDB em 30 de junho de 2014.[96]
  • Partido dos Trabalhadores (PT): O nome do PT para a corrida sucessória é o ex-prefeito de Anápolis Antonio Gomide.[97] Em 2012, Gomide e Paulo Garcia estenderam a força do PT em dois municípios estratégicos para a sucessão: Goiânia e Anápolis, cidade na qual o PMDB encontra dificuldades.[98] Gomide foi reeleito com a maior votação proporcional de todo o País, 89% dos votos válidos, tendo mantido altos índices de aprovação até o início de 2014.[97] Garcia pressionou pela aliança com o PMDB de seu padrinho político Iris Rezende.[97] No início de abril de 2014, no entanto, Gomide foi oficializado pelo PT como candidato[99] e renunciou à prefeitura de Anápolis para poder concorrer ao governo estadual, pondo oficialmente um fim à aliança PT-PMDB estabelecida durante as eleições municipais de 2008 em Goiânia.[100] Apesar disso, o PMDB continuou pressionando o PT para que esse último não lançasse candidato; os peemedebistas teriam ameaçado votar em bloco contra a manutenção da coligação nacional entre PT e PMDB durante a convenção nacional do PMDB caso o PT não retirasse a candidatura de Gomide.[101] A candidatura de Gomide foi homologada em 27 de junho, quando foi anunciado que Tayrone Di Martino, também do PT, seria seu candidato a vice-governador.[102] O partido não conseguiu forjar uma coligação e irá lançar uma "chapa pura".[102]
  • Partido Socialista Brasileiro (PSB): O PSB lançou o empresário e ex-prefeito de Senador Canedo Vanderlan Cardoso para a disputa ao Palácio das Esmeraldas.[97] Cardoso, que disputou o governo em 2010 pelo Partido da República (PR) e obteve impressionantes 500 mil votos,[95] teve uma breve passagem pelo PMDB e, após desentendimentos com Iris Rezende, se filiou ao PSB,[103] assumindo, sob as bênçãos do candidato a presidente e dirigente nacional do partido, Eduardo Campos, a presidência do Diretório Regional do PSB em Goiás, com o objetivo de disputar novamente o governo do Estado.[87] Em 14 de junho de 2014, a candidatura de Vanderlan foi homologada pelo PSB, pondo fim às especulações de que ele poderia se aliar à chapa encabeçada por Iris Rezende.[104] A aliança PSB-PMDB foi considerada inviável devido ao fato de que Ronaldo Caiado (DEM) é o candidato a Senador pela chapa do PMDB. Marina Silva, candidata a vice-presidente pelo PSB, teria vetado a articulação de acordos com ruralistas.[95]
  • Partido Comunista Brasileiro (PCB): A professora Marta Jane, que concorreu ao Palácio das Esmeraldas em 2010 pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB), lançou novamente sua candidatura em 2014.[105] Ela buscou o apoio dos outros dois partidos com os quais o PCB compõe a Frente de Esquerda: PSOL e PSTU.[105] No entanto, o PSOL apresentou seus próprios nomes para a disputa sucessória e preferiu não compor com PCB e PSTU.[106] A candidatura de Marta Jane foi homologada em 26 de junho de 2014 pelo PCB.[107] O vice escolhido para a chapa foi Felipe Rodrigo do PSTU.[107]
  • Partido Socialismo e Liberdade (PSOL): O PSOL oficializou a candidatura do professor Weslei Garcia como candidato ao governo do Goiás em 28 de junho de 2014.[108] Também compõem a chapa a socióloga Cíntia Dias, como candidata a vice-governadora, e o advogado Élder Sampaio de Araújo, postulante ao Senado. O PSOL disputará as eleições em Goiás sem nenhuma aliança com qualquer outro partido.[108]
  • Partido Social Democrata Cristão (PSDC): O advogado Alexandre Magalhães foi oficializado como candidato a governador pelo PSDC em 27 de junho de 2014.[109] Ele havia desistido de disputar o governo para apoiar Marconi Perillo, mas voltou atrás.[110]
Candidato a governador[111] Candidato a vice-governador Número eleitoral Coligação Candidato a senador Número eleitoral
Alexandre Magalhães
PSDC
Rodrigo Adorno
PSDC
27
Nenhuma
Aldo Muro
PSDC
271
Antonio Gomide
PT
José do Carmo
PT
13
Nenhuma
Marina Sant'anna
PT
131
Iris Rezende
PMDB
Armando Vergílio
SD
15
Amor por Goiás
PMDB / DEM / SD / PC do B / PRTB / PTN / PPL
Ronaldo Caiado
DEM
251
Marconi Perillo
PSDB
José Eliton Junior
PP
45
Garantia de um Futuro Melhor para Goiás
PRB / PP / PDT / PTB / PSL / PR / PPS / PHS / PMN / PTC / PV / PSDB / PEN / PSD / PT do B / PROS
Vilmar Rocha
PSD
551
Marta Jane
PCB
Felipe Rodrigo
PSTU
21
Construindo o Poder Popular: Goiás para os Trabalhadores
PCB / PSTU
Antônio Neto
PCB
210
Vanderlan Cardoso
PSB
Alcides Ribeiro
PSC
40
Participação Popular
PSB / PSC / PRP
Aguimar Jesuíno
401
Weslei Garcia
PSOL
Cintia Dias
PSOL
50
Nenhuma
Elber Sampaio
PSOL
500

Maranhão[editar | editar código-fonte]

  • Flávio Dino (PCdoB): ex-deputado federal e ex-presidente da Embratur, foi o candidato de oposição ao governo do Maranhão. Foi candidato ao governo também em 2010, e disputou a prefeitura de São Luís em 2008. para as eleições em 2014, conseguiu alianças com o PSDB e o então presidenciável Aécio Neves. Porém, Marina Silva (PSB) também participou nessa chapa por conta da aliança regional. O deputado federal Carlos Brandão (PSDB) foi o candidato a vice-governador e o então vice-prefeito de São Luís, Roberto Rocha (PSB) foi o candidato da chapa ao senado federal, com o apoio do então prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (PTC), do prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira (PSDB), além de outros cabos eleitorais. Formou a coligação "Todos pelo Maranhão", composta por PCdoB, PSDB, PSB, PP, SD, PTC, PPS, PROS e PDT. Apoiou a reeleição de Dilma Rousseff, por conta de algumas de suas alianças locais fazerem parte da coligação nacional, incluindo o próprio PCdoB.[carece de fontes?]
Candidato a governador Candidato a vice-governador Número Eleitoral Coligação/Partido Coligações proporcionais/Partido Tempo de horário eleitoral
Edison Lobão Filho
PMDB
Arnaldo Melo
PMDB
15
Pra Frente Maranhão
PMDB, PT, DEM, PEN, PHS, PMN, PR, PRB, PRP, PRTB, PSC, PSD, PSDC, PSL, PTB, PTdoB, PTN, PV
Pra Frente Maranhão 1
PMDB-PV-PRB-PTB-DEM-PR
Democrata Trabalhista
PRP-PRTB-PTN-PSDC-PSL
Por Um Maranhão Mais Forte
PTdoB-PSC-PEN-PMN-PHS
Pra Seguir em Frente com Muito Mais Mudança
PT-PSD
9 min e 27 s
Flávio Dino
PCdoB
Carlos Brandão
PSDB
65
Todos Pelo Maranhão
PCdoB, PSB, PSDB, PPS, PP, SD, PDT, PTC, PROS
Todos Pelo Maranhão 3
PCdoB-PSB-PSDB-PPS-PP-SD
Todos Pelo Maranhão 2
PDT-PTC-PROS
5 min e 58 s
Luis Antonio Pedrosa
PSOL
Prof. Odivio Neto
PSOL
50
Partido Socialismo e Liberdade
PSOL
-
1 min e 9 s
Prof. Josivaldo Correa
PCB
Francinaldo Leite
PCB
21
Partido Comunista Brasileiro
PCB
-
1 min e 5 s
Saulo Arcangeli
PSTU
Ana Paula Martins
PSTU
16
Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados
PSTU
-
1 min e 5 s
Zeluis Lago
PPL
Cristiana Jansen
PPL
54
Partido Pátria Livre
PPL
-
1 min e 5 s

Mato Grosso[112].[editar | editar código-fonte]

Com informações oriundas do Tribunal Superior Eleitoral.[28]

Candidato a governador e partido Vice-governador Número Coligação Votação Percentual Status
Pedro Taques - PDT Carlos Fávaro

PP

12 CORAGEM E ATITUDE PRA MUDAR (PDT / PP / DEM / PSDB / PSB / PPS / PV / PTB / PSDC / PSC / PRP / PSL / PRB) 833.788 57,25% Eleito no 1º turno
Lúdio Cabral

PT

Tetê Bezerra PMDB 13 AMOR A NOSSA GENTE (PT / PMDB / PROS / PR / PC do B) 472.507 32,45% Não eleito
Janete Riva

PSD

Dr. Aray

PSD

55 VIVA MATO GROSSO (PSD / PTC / PTN / PEN / PRTB / SD) 144.440 9,92% Não eleito
José Roberto Cavalcante

PSOL

Marco Natale

PSOL

50 PSOL 5.570 0,38% Não eleito

Mato Grosso do Sul[113][editar | editar código-fonte]

Candidato a governador Candidato a vice-governador Número Eleitoral Coligação Tempo de horário eleitoral
Nelson Trad Filho
PMDB
Janete Morais

PSB

15
MS Cada Vez Melhor
PMDB, PSB, PSC, PRB, PRTB, PHS e PT do B
04’18”48
Delcídio do Amaral
PT
Londres Machado

PR

13
Mato Grosso do Sul com a Força de Todos
PT, PR, PROS, PDT, PCdoB, PV, PRP, PTC e PTB
06’20”12
Reinaldo Azambuja
PSDB
Rose Modesto
PSDB
45
Novo Tempo
PSDB, PSD, SD, PPS, PMN e DEM
04’55”91
Evander Vendramini
PP
Virgínia Magrini

PP

11
-
PP
02’07”49
Sidney Melo
PSOL
Waldely Vaneli

PSOL

50
-
PSOL
01’11”35
Marco Antônio Monje
PSTU
Suél Ferranti

PSTU

16
-
PSTU
01’06”67

Minas Gerais[editar | editar código-fonte]

Pimenta da Veiga (PSDB): No governo mineiro desde 2003, o partido lança a candidatura do advogado, ex-prefeito de Belo Horizonte e ex-ministro Pimenta da Veiga.

Fernando Pimentel (PT): O PT lança a candidatura do ex-prefeito de Belo Horizonte por dois mandatos e atual ministro do desenvolvimento, Fernando Pimentel.

Tarcisio Delgado (PSB): Partido que comanda a prefeitura de Belo Horizonte há 5 anos lançou o nome do ex-prefeito de Juiz de Fora, Tarcísio Delgado.

Fidélis (PSOL): O PSOL lança o nome do comunicólogo Fidélis Oliveira.

Eduardo Ferreira (PSDC): O candidato do PSDC é Eduardo Ferreira.

Túlio Lopes (PCB): Em candidatura própria, o partido lança o nome do professor Túlio Lopes.

Cleide Donária (PCO): O partido lança o nome da servidora pública Cleide Donária.

André Alves (PHS): O PHS lançou o nome do advogado André Alves para a corrida ao Palácio Tiradentes, porém ainda em agosto, André renunciou a candidatura.

Candidato a governador Candidato a vice-governador Número Eleitoral Coligação Tempo de horário eleitoral
Pimenta da Veiga, 2014.jpg
Pimenta da Veiga
PSDB
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Dinis Pinheiro
PP
45
Todos por Minas
PSDB, PP, DEM, PV, PPS, PTB, PSD, PTN, PR, PMN, SD, PDT, PTC, PSL, PSC
8'18
Fernando pimentel 2011.jpg
Fernando Pimentel
PT
Antonio Andrade 2013.jpg
Antônio Andrade
PMDB
13
Minas Pra Você
PT, PMDB, PCdoB, PRB, PROS
6'03
Raimundo Tarcísio Delgado.jpg
Tarcísio Delgado
PSB
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Síliva Reis
PRTB
40
Minas quer mudança
PSB, PRTB, PPL
1'44
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Fidélis Alcântara
PSOL
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Victória Mello
PSTU
50
Frente de Esquerda Socialista
PSOL, PSTU
1'01
Silver - replace this image male.svg
Eduardo Ferreira
PSDC
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Raimundo Nonato
PSDC
27
Partido Social Democrata Cristão
PSDC
1'02
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Professor Túlio Lopes
PCB
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Roberto Auad
PCB
21
Partido Comunista Brasileiro
PCB
1'02
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Cleide Donária
PCO
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Fabinho
PCO
29
Partido da Causa Operária
PCO
1'02

Pará[114][editar | editar código-fonte]

Simão Jatene (PSDB)[115]: O PSDB anunciou na Convenção Estadual em Belém, o nome do governador Simão Jatene para concorrer à reeleição na votação de outubro. O deputado federal Zequinha Marinho, do PSC, compõe a chapa como candidato a vice-governador. Durante a convenção, Jatene anunciou que pretende continuar os investimentos em saúde, educação e segurança. O governador também disse que é preciso aumentar a atenção básica à saúde e projetos sociais, além de aumentar a confiabilidade do estado para gerar empregos através do investimento de empresas privadas. Simão Robison Oliveira Jatene é economista e atual governador do Pará. Foi secretário de planejamento em duas ocasiões e concorreu pela primeira vez ao governo em 2002, quando foi eleito. Após os quatro anos de mandato, Jatene não disputou reeleição. Em 2010, foi novamente eleito para o cargo.

Helder Barbalho (PMDB)[116]: O PMDB anunciou na Convenção Estadual em Belém, o nome do administrador Helder Barbalho para concorrer ao governo do Pará nas eleições de outubro. O candidato a vice será o deputado Lira Maia, do DEM. De acordo Helder, caso seja eleito, o foco de sua gestão será nas pessoas, para que o Pará cresça e se desenvolva como o restante do país. Helder disse que, se eleito, irá viajar bastante pelo estado para entender as diferenças entre as regiões do Pará, atendendo primariamente demandas de saúde, educação e segurança pública. O candidato anunciou também que o PMDB irá apoiar a candidatura do petista Paulo Rocha ao senado. Helder Zahluth Barbalho é vice-presidente do PMDB, ao qual se filiou em 1997. Antes de concorrer ao governo do estado, Helder foi eleito vereador de Ananindeua em 2000, renunciando ao cargo para disputar como estadual nas eleições de 2002o. Após vencer a disputa, concorreu ao cargo de prefeito de Ananindeua, foi eleito e concorreu novamente em 2008, vencendo pela segunda vez.

Marco Carrera (PSOL)[117]: Inicialmente, a ex-deputada estadual Araceli Lemos havia sido definida pelo diretório estadual do partido em fevereiro de 2014. Porém, acabou desistindo para cuidar de problemas de saúde. No dia 26 de junho, foi definida na Convenção Estadual do PSOL que o sociólogo Marco Carrera concorrerá ao governo estadual. Segundo o partido, o candidato a vice-governador ainda está sendo negociado com o PSTU, que irá compor a coligação Frente de Esquerda. È a primeira vez que Marco Carrera concorre a um cargo eletivo. O professor tem 47 anos, nasceu em Belém e se graduou em sociologia pela Universidade Federal do Pará. Ele é casado e tem dois filhos. O candidato atua como professor na rede pública e exerce cargo técnico na Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), além de ocupar cargo de coordenação no Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras da Gestão Ambiental do Estado do Pará e ser membro do Conselho Estadual de Meio Ambiente.

José Carlos Lima (PV)[118]: O PV confirmou na convenção do partido o nome do advogado José Carlos Lima, o Zé Carlos do PV, para concorrer ao governo do Pará nas eleições de outubro. O candidato a vice, que irá compor a chapa de Zé Carlos, ainda não foi anunciado. Durante o evento, Zé Carlos disse que planeja manter uma relação de parceria com as cadeias produtivas de madeira e minério, gerando emprego e renda de forma sustentável. Ele apontou que uma grande quantidade de paraenses vive abaixo da linha de pobreza ou em situação de encarceramento, e propôs um programa de integração social através do esporte, cultura e educação. O candidato do PV nasceu em 20 de agosto de 1957 e é formado em direito pela Universidade da Amazônia. Na década de 70, trabalhou como tipógrafo e se envolveu com o movimento sindical. Se filiou ao PT em 1981 e chegou a ser vereador pelo partido. Disputou as eleições de 1992 como candidato a prefeito e cumpriu dois mandatos como deputado estadual. Zé Carlos também trabalhou como Chefe da Casa Civil do governo e exerceu o cargo de Secretário Especial de Promoção Social. Recentemente atuou como secretário de meio-ambiente de Belém e membro da Comissão de Meio Ambiente da OAB.

Elton Braga (PRTB)[119]: O PRTB confirmou na convenção do partido o nome do administrador Elton Braga para concorrer ao governo do Pará nas eleições de outubro. O candidato a vice, que irá compor a chapa de do partido, ainda não foi anunciado. Segundo o candidato, o principal problema do Pará é a baixa capacidade de investimento do estado. Elton critiou a Lei Kandir, que concede benefícios fiscais para produtos exportados, e disse que o governador precisa ter coragem para propor uma reforma administrativa em órgãos de administração direta e indireta, já que a estrutura atual do governo gera um alto impacto nas contas públicas por conta do pagamento da folha salarial. Apesar de ter nascido em Belém, Elton se define como um candidato do interior do estado. O administrador tem 44 anos, morou em Tucuruí e atualmente reside em Parauaopebas. Ele já concorreu aos cargos de vereador, deputado estadual e deputado federal, mas nunca foi eleito.

Marco Antônio (PCB)[120]: O PCB anunciou, na convenção estadual do partido, o nome do administrador Marco Antônio Nascimento Ramos para concorrer ao governo do Pará nas eleições de outubro. O candidato ao cargo de vice-governador será Luis Menezes. O anúncio da sua candidatura foi no Distrito Industrial de Ananindeua. Segundo o partido, o PCB não irá realizar coligações, e tem como plataforma uma maior participação popular na gestão, a valorização do trabalhador, a reforma agrária e a diminuição da concentração de renda no estado.

Candidato a governador Candidato a vice-governador Número Eleitoral Coligação Tempo de horário eleitoral
Simao jatene.jpg
Simão Jatene
PSDB
Deputado Zequinha Marinho.jpg
Zequinha Marinho
PSC
45
Juntos Com o Povo
PSDB, PSC, PSD, PSB, PP, PPS, SD, PTB, PRB, PEN, PMN, PTC, PSDC e PRP e PTdoB
07min22seg
Helder Barbalho-2015 03 26.jpg
Helder Barbalho
PMDB
Lira Maia
DEM
15
Todos pelo Pará
PMDB, DEM, PT, PDT, PR, PCdoB, PROS, PPL, PSL, PHS e PTN
07min49seg
Marco Carrera
PSOL
Benedita Amaral
PSTU
50
Frente de Esquerda - Mudança pra valer.
PSOL e PSTU
01min11seg
José Carlos Lima
PV
Raimundo Salame
PV
43
-
PV
01min22seg
Elton Braga
PRTB
Doutor Josenildo
PRTB
28
-
PRTB
01min08seg
Marco Antônio
PCB
Luís Menezes
PCB
21
-
PCB
01min06seg

Paraíba[editar | editar código-fonte]

[121][122][123][124]

Cássio Cunha Lima (PSDB) Ricardo Coutinho (PSB) Vital do Rêgo (PMDB) Major Fábio (PROS) Tárcio Teixeira (PSOL) Antonio Radical (PSTU)

Paraná[editar | editar código-fonte]

[125]

  • Bernardo Pilotto (PSOL):O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) realizou, em Curitiba, a convenção estadual para definir o posicionamento da legenda durante as eleições de outubro. NO encontro, ficou definido o nome do sociólogo Bernardo Pilotto para concorrer ao governo estadual e de Luiz Romeiro Piva, para o senado.[126]
  • Roberto Requião (PMDB): A convenção estadual do PMDB do Paraná decidiu, que terá candidatura própria para o governo do estado na eleição de 2014. O nome apontado pela maioria dos delegados do partido é o do senador Roberto Requião, que já governou o estado por três mandatos. A tese da candidatura de Requião venceu a proposta de coligação do PMDB com o PSDB do atual governador, Beto Richa. O partido ainda lançou Marcelo Almeida como candidato ao Senado.[127] O PMDB junto com o PV e o PPL formou então a coligação Paraná com Governo, sendo que a candidatura de Requião também recebeu o apoio do Polo Comunista Luiz Carlos Prestes (PCLCP),[128] partido sem registro no TSE.
  • Rodrigo Tomazini (PSTU): O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) oficializou a candidatura de Rodrigo Tomazini ao governo do Paraná, em convenção em Curitiba. A legenda definiu que terá chapa única, sem alianças para o primeiro turno.[129]
  • Gionísio Marinho (PRTB): Em convenção realizada em Curitiba, o Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) definiu que o presidente da legenda, Geonísio Marinho, será candidato ao Governo do Paraná nas eleições de outubro. O candidato a vice-governador será Rodrigo Carlo Sottile, que é de Londrina, no norte do Paraná.[130]
  • Beto Richa (PSDB): O governador Beto Richa teve a candidatura à reeleição confirmada em convenção do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). O encontro reuniu lideranças da legenda, como o vice-governador Flávio Arns, o presidente da Assembleia Legislativa Valdir Rossoni, o senador Álvaro Dias, Mário Celso Cunha, Ademar Traiano e ainda de partidos que anunciaram apoio a candidatura de Richa. A convenção foi realizada no clube Paraná Clube, em Curitiba.[131]
  • Ogier Buchi (PRP): O Partido Republicano Progressista (PRP) definiu que terá candidato próprio nas eleições para o Governo do Paraná neste ano. Em convenção realizada em Curitiba, a legenda lançou o nome de Ogier Buchi como postulante ao cargo majoritário do estado. O partido também terá na figura de Mauri Viana o candidato ao Senado.[132]
  • Gleisi Hoffmann (PT): é a candidata de oposição. Teve sua candidatura oficilizada em junho de 2014, durante evento em Curitiba, com a presença do ex-presidente Lula e da presidente Dilma Rousseff. Gleisi foi ministra-chefe da casa civil durante o governo Dilma e é senadora pelo Paraná. Tem o apoio do prefeito de Curitiba Gustavo Fruet, do ex-senador Osmar Dias e de Paulo Bernardo
Candidato a governador Candidato a vice-governador Número
Eleitoral
Coligação Tempo de
horário eleitoral
Beto Richa.jpg
Beto Richa
PSDB
Plenário do Congresso (15642454128).jpg
Cida Borghetti
PROS
45
Todos pelo Paraná
PSDB, PROS, PSD, PSB,
DEM , PPS, PSC, PR,
SD, PSL, PSDC, PMN, PHS
PEN,PP, PTdoB e PTB
8min 42s
Gleisi hoffman 8jun2011senado.jpg
Gleisi Hoffmann
PT
Haroldo Ferreira
PDT
13
Paraná Olhando pra Frente
PT, PDT, PCdoB, PTN e PRB
4min 00s
Roberto Requiao June 2004.jpg
Requião
PMDB
Deputada Federal Rosane Ferreira.jpg
Rosane Ferreira
PV
15
Paraná com Governo
PMDB, PV e PPL
com apoio do PCLCP
2min 56s
Bernardo Pilotto
PSOL
Maicon Palagano
PSOL
50
-
PSOL
0min 54s
Ogier Buchi
PRP
Elson Robas
PRP
44
-
PRP
0min 53s
Tulio Bandeira
PTC
Ulisses Sabino
PTC
36
-
PTC
0min 51s
Gionísio Marinho
PRTB
Rosângela Balduino
PRTB
28
-
PRTB
0min 51s
Rodrigo Tomazini
PSTU
Érika Andreassy
PSTU
16
-
PSTU
0min 50s

Pernambuco[133][editar | editar código-fonte]

[134][135] Armando Monteiro Neto (PTB): O senador Armando Monteiro Neto é considerado favorito nas eleições para governador de Pernambuco. Seu candidato a vice é Paulo Rubem Santiago, filiado ao PDT, a coligação "Pernambuco vai Mais Longe", é integrada ainda por PTB/PDT/PT/PSC/PRB/PTdoB.[136]

Paulo Câmara (PSB): O economista Paulo Câmara, do PSB, faz sua estreia como candidato a governador pela coligação "Frente Popular de Pernambuco", composta ainda por PSB/PMDB/PSDB/DEM/PCdoB/PSD/PR/PPS/SD/PP/PTC/PRP/PTN/PPL/PHS/PSDC/PROS/PEN/PRTB/PSL. Raul Henry, do PMDB, é o candidato a vice.[137]

Zé Gomes (PSOL): Zé Gomes é candidato a governador pelo PSOL, que forma a coligação "Mobilização pelo Poder Popular" com o PMN. Entrou no lugar de Zé Miguel, que teve sua candidatura negada. Aos 35 anos, é o mais jovem entre os seis postulantes ao governo estadual. A advogada Viviane Cruz é sua candidata a vice, e assim como Zé Gomes, é a mais jovem dentre os candidatos a vice (31 anos).[138]

Miguel Anacleto (PCB): O servidor público Miguel Anacleto, formado em Engenharia de Pesca pela Universidade Rural de Pernambuco, é o candidato do PCB ao governo de Pernambuco, fazendo também sua estreia numa eleição. Délio Mendes é o candidato a vice, sendo o mais velho dentre os seis candidatos a vice-governador (74 anos).[139]

Jair Pedro (PSTU): Candidato a governador pelo PSTU, Jair Pedro é servidor público na área de saúde. Tem Kátia Telles como candidata a vice na chapa neutra. [140]

Pantaleão (PCO): A candidatura do servidor público estadual foi deferida com recurso pelo TRE-PE, sendo a única em tal situação. Pantaleão terá Silvio Santos como vice em sua chapa.[141]

Piauí[editar | editar código-fonte]

[142][143][143]

Candidato a governador(a) do estado
Candidato a vice-governador(a) Número Coligação Votação Percentual
Wellington Dias
PT
Margarete Coelho
PP
13
A vitória com a força do povo
(PT, PP, PTB, PR, PHS, PROS, PRP, SD)
1.053.342
63,08%
Moraes Souza Filho
PMDB
Sílvio Mendes
PSDB
15
Piauí no coração
(PMDB, PSDB, PSB, PSD, DEM, PPS, PDT, PCdoB, PV, PRB, PSL, PTN, PSDC, PMN, PTC, PTdoB, PEN)
555.201
33,25%
Mão Santa
PSC
Nilfrânio Nascimento
PSC
20
PSC
(sem coligação)
25.877
1,55%
Maklandel Aquino
PSOL
Romualdo Brasil
PCB
50
O poder popular na construção do socialismo
(PSOL, PCB)
22.480
1,35%
Daniel Solon
PSTU
Solimar Silva
PSTU
16
PSTU
(sem coligação)
6.452
0,39%
Neto Sambaíba
PPL
Rejane Palácio
PPL
54
PPL
(sem coligação)
4.217
0,25%
Lourdes Melo
PCO
Cloves José
PCO
29
PCO
(sem coligação)
2.180
0,13%
  Eleito(a)

Rio de Janeiro[editar | editar código-fonte]

Pezão (PMDB): Luiz Fernando de Souza, conhecido como Pezão, foi vereador e prefeito de Piraí por dois mandatos (1997-2000 e 2001-2004) e foi secretário de estado durante o governo de Rosinha. Em 2006 é eleito vice-governador do estado, assumindo no ano seguinte, também acumulando o cargo de Secretário de Obras durante o governo de Sérgio Cabral, com a renúncia deste, em abril de 2014, assumiu o governo do estado. É candidato à reeleição pela coligação O Rio em Primeiro Lugar, encabeçada pelo PMDB e terá como vice o senador Francisco Dornelles (PP).

Crivella (PRB): Bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus, Crivella foi eleito senador em 2002, assumindo em 2003, assumiu o ministério da pesca em 2012, concorreu duas vezes à prefeitura do Rio - em 2004 e 2008. Concorre ao governo do estado pela segunda vez, sendo a primeira em 2006, quando ficou de fora do segundo turno. No segundo turno de 2014, obteve apoio de Garotinho e Lindbergh Farias contra Pezão.

Anthony Garotinho (PR): Ex-prefeito de Campos dos Goytacazes por dois mandatos, Garotinho foi governador do estado entre 1999 e 2002, ainda em 2002 foi candidato à presidência da república. Em 2010 foi eleito deputado federal com a maior votação do estado do Rio de Janeiro. Tentará a volta ao Palácio Guanabara pela Aliança Republicana e Trabalhista, formada por PR, PTdoB e PROS e terá como vice em sua chapa o vereador e major do Corpo de Bombeiros Márcio Garcia, que foi um dos presos em 2011 devido à invasão do quartel general da corporação em protesto por melhores salários.

Lindberg (PT): Ex-líder estudantil durante o movimento Fora Collor, Lindberg Farias foi deputado federal e prefeito de Nova Iguaçu por dois mandatos consecutivos, Em 2010 deixou a prefeitura de Nova Iguaçu para ser candidato a senador, sendo eleito com a maior votação da história. É candidato pela Frente Popular formada por PT, PSB, PCdoB e PV e tem como vice na chapa Roberto Rocco (PV).

Tarcísio Motta (PSOL): Em candidatura própria, o partido decidiu por lançar o nome de Tarcísio Motta para a concorrida ao Palácio Guanabara, Tarcísio é professor de história do colégio Pedro II e tem como candidato a vice o vigilante José Renato Gomes, conhecido como Renatão do Quilombo.

Dayse Oliveira (PSTU): O partido lança a candidatura da professora da rede estadual e militante socialista e do movimento negro no Rio de Janeiro Dayse Oliveira, ela foi candidata à vice-presidente em 2002, ao senado em 2006, e a prefeitura de São Gonçalo por duas vezes, será a única mulher a disputar a corrida ao Palácio Guanabara.

Ney Nunes (PCB): Novamente lançando candidatura própria, o PCB indicou o nome do Ney Nunes, bancário que trabalha há dez anos no Banco do Brasil, sua história na militância política se iniciou ainda nos tempos da Ditadura Militar. Em 1976/77 participou da reconstrução do movimento estudantil e das primeiras manifestações pela Anistia. No ano de 1978 começa a trabalhar na LIGHT e se dedica a militância sindical, em 1984 ajudou a organizar a primeira greve dos eletricitários no Rio de Janeiro depois do golpe de 64. Foi delegado no Congresso de fundação da CUT em 1983 e integrou sua primeira diretoria no Rio de Janeiro no ano de 1986. Após a eleição de Lula (2002), rompe com a CUT por discordar do seu atrelamento ao governo e sua política de conciliação de classes. Ney Nunes graduou-se em História pela UERJ.

Candidatos a governador e a vice Número
Eleitoral
Coligação Tempo de horário eleitoral Votos no
1º turno
Porcentagem Votos no
2º turno
Porcentagem
Luiz fernando de souza pezao.jpg
Luiz Fernando Pezão (PMDB)
Francisco Dornelles (PP)
15
O Rio em Primeiro Lugar
PMDB, PP, DEM, PSD, PSC,
PSDB, PPS, PSL, SD,
PHS, PTN, PSDC, PMN, PTC,
PRP, PRTB, PPL, PEN e PTB
8'57
3.242.513
40,57%
4.343.298
55,78%
Crivella05122006.jpg
Marcelo Crivella (PRB)
General Abreu (PRB)
10
sem coligação
1'09
1.619.165
20,26%
3.442.713
44,22%
Anthony Garotinho 24559.jpeg
Anthony Garotinho (PR)
Márcio Garcia (PR)
22
Aliança Republicana
e Trabalhista

PR, PROS, PTdoB
2'17
1.576.511
19,73%
Lindbergh Farias 2011.jpg
Lindberg Farias (PT)
Roberto Rocco (PV)
13
Frente Popular
PT, PV, PSB, PCdoB
4'38
798.897
10,00%
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Tarcísio Motta (PSOL)
Renatão do Quilombo (PSOL)
50
sem coligação
1'01
712.734
8,92%
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Dayse Oliveira (PSTU)
Marília Macedo PSTU
16
sem coligação
0'57
33.442
0,42%
NeyNunesBB.jpg
Ney Nunes (PCB)
Heitor César PCB
21
sem coligação
0'57
8.950
0,11%
  Segundo Turno

Rio Grande do Norte[144][145][editar | editar código-fonte]

Henrique Eduardo Alves (PMDB)[146]: O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, é o candidato do PMDB ao Governo do Rio Grande do Norte. A convenção do partido definiu ainda o deputado federal João Maia (PR) como vice na chapa majoritária.

Robinson Faria (PSD)[147]: O PSD lançou o nome do vice-governador Robinson Faria ao cargo de chefe do Executivo estadual nas eleições de 2014. A convenção do partido definiu ainda o nome de Fábio Dantas (PC do B) como vice.

Robério Paulino (PSOL)[148]: O PSOL terá como candidato ao Governo do Rio Grande do Norte o professor Robério Paulino. A convenção do partido definiu ainda o também professor Ronaldo Garcia como vice na chapa majoritária.

Simone Dutra (PSTU)[149]: O PSTU homologou a candidatura da enfermeira Simone Dutra para o Governo do Rio Grande do Norte. A convenção do partido definiu ainda o nome de Socorro Ribeiro como vice na chapa majoritária.

Araken Farias (PSL)[150]: O PSL terá Araken Farias como candidato ao Governo do Rio Grande do Norte nas eleições de 2014. A convenção do partido definiu ainda o nome de Paulo Roberto (PSL), ex-vereador de Caicó, como vice.

Candidato a governador Candidato a vice-governador Número Eleitoral Coligação Tempo de horário eleitoral
Henrique Eduardo Alves.jpg
Henrique Eduardo Alves
PMDB
João Maia
PR
15
União pela Mudança
PMDB, PR, PSB, DEM, PSDB, SD, PROS, PDT, PPS, PTB, PRB, PSC, PV, PHS, PMN, PSDC, PRP e PTN

9 minutos e 18 segundos

Robinson Faria.jpg
Robinson Faria
PSD
Fábio Dantas
PCdoB
55
Liderados pelo Povo
PSD, PCdoB, PT, PP, PTC, PEN, PRTB, PPL e PTdoB

6 minutos e 33 segundos

Robério Paulino
PSOL
Ronaldo Garcia
PSTU
50
PSOL

1 minutos e 24 segundos

Simone Dutra
PSTU
Socorro Ribeiro
PSTU
16
PSTU

1 minuto e 20 segundos

Araken Dantas
PSL
Paulo Roberto
PSL
17
PSL

1 minuto e 20 segundos

Rio Grande do Sul[151][editar | editar código-fonte]

Tarso Genro (PT)[152]: O Partido dos Trabalhadores, que estava no governo desde a eleição passada, lançou a candidatura do atual governador Tarso Genro a reeleição. Contou com o apoio dos seguintes partidos: PTB, PCdoB, PROS, PTC, PPL e PR. Terá como sua vice Abigail Pereira.

Ana Amélia Lemos (PP)[153]: Considerado o maior partido do Estado, o PP lançou a candidatura da senadora Ana Amélia Lemos ao Piratini. O lançamento de sua pré-candidatura ocorreu em 24 de maio de 2014 na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre. Contou com o apoio dos seguintes partidos: PSDB, PRB, SD. Teve como seu vice o deputado estadual Cassiá Carpes (SD).

José Ivo Sartori (PMDB)[154]: Para retornar ao governo do estado, o PMDB lançou o ex-prefeito de Caxias do Sul, José Ivo Sartori. Contou com o apoio dos seguintes partidos: PSD, PSB, PPS, PSDC, PSL, PHS e PTdoB. Teve como vice José Paulo Cairoli, do PSD.

Roberto Robaina (PSOL)[155]: O PSOL lançou Roberto Robaina ao governo do estado. Teve o apoio do PSTU e sua vice foi Gabrielle Tolloti (PSOL).

Vieira da Cunha (PDT)[156]: O PDT lançou a candidatura do Deputado Federal Vieira da Cunha ao governo estadual. Teve o apoio do PSC, do DEM, do PV e do PEN.

Edison Estivalete Bilhalva (PRTB)[157]: Em convenção realizada no dia 14 de junho, o PRTB lançou a candidatura de Edison Estivalete Bilhalva ao governo do Rio Grande do Sul. A vice, foi anunciado Hermes Aloísio.

João Carlos Rodrigues (PMN)[158] Considerado um partido de aluguel, o PMN, que apesar de estar participando em coligações para governador em todos os estados, teve candidatos ao cargo pelo próprio partido apenas no Rio Grande do Sul e no Amazonas. Nos outros estados, o PMN esteve em coligações (geralmente enormes) apoiando 8 candidatos a governador pelo PSDB, 4 pelo PMDB, 2 pelo PT, 2 pelo PSB e o restante por outras siglas. Nacionalmente o partido apoiou Aécio Neves (PSDB). Antes do pleito em primeiro turno o candidato ao Palácio Piratini foi barrado por não apresentar as contas referentes as Eleições de 2010[159].


Candidato a governador Candidato a vice-governador Número Eleitoral Coligação Tempo de horário eleitoral
Tarso Genro2.jpeg
Tarso Genro
PT
Abigail Pereira
PCdoB
13
Unidade popular pelo Rio Grande
PT, PCdoB, PTB, PTC, PROS, PR e PPL

5 minutos e 18 segundos

Ana Amélia Lemos.jpg
Ana Amélia Lemos
PP
Cassiá Carpes

SD

11
A Esperança que Une o Rio Grande
PP, SD, PSDB e PRB

3 minutos e 48 segundos

José Ivo Sartori em outubro de 2014-2.jpg
José Ivo Sartori
PMDB
José Paulo Cairoli

PSD

15
O novo caminho para o Rio Grande
PMDB, PPS, PSD, PSB, PSDC, PSL, PHS e PTdoB

4 minutos e 47 segundos

Vieira da Cunha
PDT
Flávio José Gomes

PSC

12
O Rio Grande Merece Mais
PDT, DEM, PSC, PV, PEN

2 minutos e 33 segundos

Roberto Robaina
PSOL
Gabrielle Tolotti

PSOL

50
Frente de Esquerda
PSOL, PSTU

54 segundos

Estivalete
PRTB
Hermes Aloísio

PRTB

28
-
PRTB

50 segundos

Humberto Carvalho
PCB
Nuberm Medeiros

PCB

21
-
PCB

50 segundos

João Carlos Rodrigues
PMN
Roberto Vilodre de Souza

PMN

33
-
PMN

50 segundos

=== Rondônia === [160] [161] [161] [162] Expedito Júnior (PSDB)[163]: O PSDB de Rondônia anunciou em sua convenção partidária o candidato ao governo, Expedito Júnior, presidente do partido em Rondônia. O vice de Expedito é o deputado estadual Neodi Carlos, indicado pelo PSDC, um dos 11 partidos que formam coligação com o partido. O partido anunciou ainda a coligação com os seguintes partidos: PSDC, PSD, PEN, SD, PHS, PSC, PMN, PTdoB, PRB e DEM.

Confúcio Moura (PMDB)[164]: O PMDB confirmou a candidatura de Confúcio Moura ao governo de Rondônia. O político já é governador do estado desde 2011 e concorrerá à reeleição, no pleito de outubro deste ano. O candidato a vice-governador será Daniel Pereira, do PSB. Os nomes foram definidos durante convenção partidária, em Porto Velho. A legenda anunciou também a coligação com o PDT, PSB, PTB, PCdoB, PRTB, PSL, PRP e PTN.

Jaqueline Cassol (PR)[165]: O PR lançou a candidatura de Jaqueline Cassol ao governo de Rondônia. Em convenção partidária, a legenda escolheu o nome, por 78 votos a 23. No evento, foi confirmada também a coligação com o PP, PPS, PROS, PTC e com o PV. O deputado federal Carlos Magno, do PP, concorrerá a vice-governador pela coligação.

Padre Ton (PT)[166]: O deputado federal Padre Ton é o candidato ao governo de Rondônia pelo Partido dos Trabalhadores (PT). A candidatura ao governo foi confirmada pelo próprio deputado. O candidato a vice será Maria de Fátima Rosilho.

Pimenta de Rondônia (PSOL)[167]: No PSOL, a corrida para o governo do estado foi definida por unanimidade. Pimenta de Rondônia disputará a vaga de governador e terá como candidata a vice a professora Antônia Araújo, de Jacy-Paraná. O concorrente do partido à chefia do Executivo já disputou outras eleições. Nascido no Paraná, Pimenta está em Rondônia desde 1970 e, atualmente, é dirigente e presidente regional do PSOL. O escolhido do PSOL é pastor, professor e psicólogo e já disputou três eleições: uma para deputado, uma para prefeito e outra para senador, em 2010, quando obteve cerca de 44 mil votos.

Candidato a governador Candidato a vice-governador Número Eleitoral Coligação Número de Votos

(1° TURNO)

Número de Votos (2° TURNO)
ExpeditoJunior2008.jpg
Expedito Júnior
PSDB
Neodi Carlos
PSDC
45
Frente Muda Rondônia
PSDB, PSDC, PSD, PEN, SD, PHS, PSC, PMN, PTdoB, PRB e DEM

284.663

(35,42 %)

366.072

(46,57 %)

Confucio moura.jpg
Confúcio Moura
PMDB
Daniel Pereira
PSB
15
Rondônia no caminho certo
PMDB, PSB, PDT, PTB, PCdoB, PRTB, PSL, PRP e PTN

288.228

(35,86 %)

419.928

(53,43 %)

Jaqueline Cassol
PR
Carlos Magno
PP
22
O Respeito está de volta
PR, PP, PPS, PV, PTC e PROS

121.406

(15,11 %)

Padre Ton
PT
Mª de Fátima Rosilho
PT
13
PT

101.612

(12,64 %)

Pimenta de Rondônia
PSOL
Régia Ribeiro
PSOL
50
Frente de Esquerda PSOL/PSTU
PSOL e PSTU

7.757

(0,97 %)

Roraima[168][editar | editar código-fonte]

A eleição foi decidida em dois turnos.[169]

Candidato a governador(a) Candidato à vice-governador(a) Número Coligação Votos Porcentagem
[[Suely Campos[170]]]
PP
Paulo Quartiero
DEM
11
Salve Roraima
PP/PTB/DEM
100.973 41,48%
Chico Rodrigues
PSB
Rodrigo Jucá
PMDB
40
Roraima Unida
PSB/PMDB/PSDB/PR/PRB/PSD/SD/PROS/PPS/PSC/PMN/PSDC/PT do B/PRTB/PHS/PSL/PPL/PTN/PEN/PRP
91.578 37,62%
Ângela Portela
PT
Alexandre Henklain
PDT
13
É pra frente que se anda
PT/PDT/PC do B/PV/PTC
43.897 18,03%
Hamilton
PSOL
Luiz do Nena Brasil
PSOL
50
Alternativa de Esquerda para Roraima
PSOL/PSTU
6.975 2,87%
  Segundo Turno

Santa Catarina[171][editar | editar código-fonte]

Afrânio Tadeu Boppré - nº 50
Vereador
Partido Socialismo e Liberdade
Vice: Armindo Maria
Cláudio Antônio Vignatti - nº 13
Empresário
Partido dos Trabalhadores
Vice: Thiago da Silva Morastoni
Elpídio Ribeiro Neves - nº 44
Servidor público estadual
Partido Republicano Progressista
Vice: Nilton José da Silva
Gilmar Salgado dos Santos - nº 16
Servidor público estadual
Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado
Vice: Cintia dos Santos de Oliveira
Janaina Conceição Deitos (PPL) - nº 54
Servidor público estadual
Coligação Coragem e Compromisso à Santa Catarina (PPL, PMN)
Vice: Norberto Alves Pereira (PMN)
João Raimundo Colombo (PSD) - nº 55
Governador
Coligação Santa Catarina em Primeiro Lugar (PSD, PMDB, DEM, PRB, PR, PSC, PSDC, PROS, PV, PDT, PCdoB, PTB)
Vice: Eduardo Pinho Moreira (PMDB)
Marlene de Souza Soccas Sazan - nº 21
Odontólogo
Partido Comunista Brasileiro
Vice: Valdelir Luiz
Paulo Roberto Bauer (PSDB) - nº 45
Senador
Coligação Muda Brasil, Muda Santa Catarina (PSDB, PP, PSB, PSL, PTN, PPS, PRTB, PHS, PTC, PEN, PTdoB, SD)
Vice: Joares Carlos Ponticelli (PP)

Fonte:[172]

São Paulo[173][editar | editar código-fonte]

Geraldo Alckmin (PSDB): Partido que está no poder há 20 anos, cujo representante é o atual governador Geraldo Alckmin, não precisou fazer nenhuma prévia para definir seu candidato. Como Alckmin pode ser candidato a reeleição, sendo assim o partido o lançou candidato para concorrer a mais 4 anos de mandato. Irá contar com o apoio de diversos partidos: PPS, DEM, PSB, PSC, PRB, SD, PTC, PTN, PSL, PT do B, PEN, PMN e PSDC.

Paulo Skaf (PMDB): O maior partido brasileiro possuía dois pré-candidatos: Paulo Skaf e Gabriel Chalita, mas com denúncias de corrupção que atingiram o segundo, Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), se consolidou dentro do partido e foi lançado candidato oficial. PDT, PROS, PSD e PP farão parte da coligação de Skaf.

Padilha (PT): O Partido dos Trabalhadores, que há anos tenta chegar ao comando do Palácio dos Bandeirantes e consolidar seu poder no país, possuía vários pré-candidatos até o final de 2012, sendo eles: a Senadora Marta Suplicy, o Prefeito de São Bernardo do Campo Luiz Marinho, o Ministro da Justiça José Eduardo Cardozo e o Ministro da Educação Aloizio Mercadante. Mas para tentar igualar o feito de Fernando Haddad, com seu projeto de “Homem Novo, para um novo tempo”, o ex-presidente, Luiz Inácio Lula da Silva decidiu lançar o Ministro da Saúde Alexandre Padilha como candidato. Irá contar com o apoio do PC do B e do PR.

Gilberto Natalini (PV): Novamente o PV apostará em candidatura própria: o vereador da cidade de São Paulo, Gilberto Natalini será o nome do partido.

Gilberto Maringoni (PSOL): Após o cancelamento da candidatura do filósofo e professor da Universidade de São Paulo, Vladimir Safatle, o PSOL decidiu-se por lançar Gilberto Maringoni, professor da Universidade Federal do ABC. Contará com o apoio do PSTU, que fará parte da coligação indicando o candidato ao Senado.

Laércio Benko (PHS): O PHS resolveu apostar na candidatura do vereador Laércio Benko, será a primeira candidatura própria do partido para governador no estado. Contará com o apoio do PRP, que indicará o candidato ao Senado. Ambos os partidos fazem parte da aliança nacional de Marina Silva.

Wagner Farias: (PCB): Seguindo projeto de candidatura própria, o PCB lança Wagner Farias para governador.

Walter Ciglioni (PRTB): O PRTB apostará na candidatura do jornalista Walter Ciglioni.

Raimundo de Jesus (PCO): O integrante do Movimento por Moradia Unifag foi escolhido como candidato do partido ao Governo do Estado. O vice será o Ulisses Coelho.

Candidato a governador Candidato a vice-governador Número Eleitoral Coligação/Partido Coligações proporcionais/Partido Tempo de horário eleitoral
Geraldo Alckmin em 2012.jpg
Alckmin
PSDB
Márcio França
PSB
45
Aqui é São Paulo
PSDB, PSB, PRB, DEM, SD, PSC, PPS, PTC, PTN, PSL, PTdoB, PEN, PMN, PSDC
Coligação
PSDB-DEM-PPS-PRB
Projeto Vitória
PSL-PTN-PMN-PTC-PTdoB
Partido Social Cristão
PSC
Partido Social Democrata Cristão
PSDC
Partido Socialista Brasileiro
PSB
Solidariedade
SD
4min51seg
Pauloskaf.JPG
Skaf
PMDB
José Roberto Batochio

PDT

15
São Paulo Quer o Melhor
PMDB, PDT, PSD, PP, PROS
Coligação
PMDB-PSD-PP
Partido Democrático Trabalhista
PDT
Partido Republicano da Ordem Social
PROS
5min58seg
Alexandre Padilha 2014.jpg
Padilha
PT
Nivaldo Santana

(PCdoB)

13
Pra Mudar de Verdade
PT, PCdoB, PR
-
4min22seg
Gilberto Natalini
PV
Maria Lúcia Haidar

PV

43
Partido Verde
PV
-
57seg
Gilberto Maringoni
PSOL
Hildete Nepomuceno

PSOL

50
Frente de Esquerda
PSOL, PSTU
-
49seg
Laércio Benko
PHS
Sérgio Contente
PHS
31
Unidos por São Paulo
PHS, PRP
-
47seg
Raimundo de Jesus
PCO
Ulisses Coelho

PCO

29
Partido da Causa Operária
PCO
-
44seg
Wagner Farias
PCB
Hermine

PCB

21
Partido Comunista Brasileiro
PCB
-
44seg
Walter Ciglioni
PRTB
Marcelo Ayres Duarte
PRTB
28
Partido Renovador Trabalhista Brasileiro
PRTB
-
44seg

Sergipe[editar | editar código-fonte]

Cinco candidatos disputarão o Governo de Sergipe. O prazo para os partidos políticos registrarem as candidaturas dos nomes que vão concorrer nas eleições deste ano encerrou em 5 de julho.[174] Cinco candidatos vão disputar o Senado; 82 são candidatos a deputado federal e 173 concorrem vaga na Assembleia Legislativa de Sergipe.[175]

Eduardo Amorim (PSC)[176]: O PSC de Sergipe realizou no dia 30 de junho, a Convenção Estadual em Aracaju. Na ocasião, o partido confirmou a candidatura de Eduardo Amorim para concorrer ao cargo de governador do Estado e Augusto Franco Neto (PSDB) como vice na chapa majoritária. Durante o evento, também foi anunciada a coligação “Agora Sim” que é composta pelo PSC, PSDB, DEM, PTB, PR, PP, PV, PTN, PTC, PSL, SD, PTdoB, PPS, PMN, PHS, e PEN.

Jackson Barreto (PMDB)[177]: Durante a convenção do PMDB realizada na manhã do dia 30 de junho no Centro de Aracaju, foi oficializada a candidatura à reeleição do governador de Sergipe, Jackson Barreto, e aliança com 11 partidos: PMDB, PSB, PT, PSD, PDT, PRB, PROS, PCdoB, PRTB, PSDC e PRP. O PSB indicou Belivaldo Chagas como candidato a vice-governador e para compor a chapa majoritária o PT apresentou Rogério Carvalho para disputar o Senado.

Sônia Meire (PSOL)[178]: A candidatura da professora Sônia Meire (PSOL), ao Governo de Sergipe foi oficializada na convenção do PSOL, realizada na manhã no dia 29 de junho, em Aracaju. O pré-candidato a vice-governador da chapa de Sônia vai ser indicado pelo PSTU. A Frente de Esquerda foi composta pelos partidos PSOL, PCB e PSTU.

Aírton da CGTB (PPL): O PPL lançou a candidatura de Aírton Costa Santos, o Aírton da CGTB. O servidor público José Vieira Filho será o candidato a vice na chapa.

Betinho dos Santos (PTN): O empresário Betinho dos Santos é o candidato ao governo de Sergipe pelo Partido Trabalhista Nacional (PTN). O candidato a vice será Lion Schuster.

Candidato a governador Candidato a vice-governador Número Eleitoral Coligação Tempo de horário eleitoral
Eduardo amorim senador.jpg
Eduardo Amorim
PSC
Augusto Franco Neto
PSDB
20
Agora Sim
PSC, PSDB, DEM, PTB, PPS, PR, SD, PTC, PEN, PV, PHS, PMN, PSL, PP e PTdoB
Jackson barreto.jpg
Jackson Barreto
PMDB
Belivaldo Chagas
PSB
15
Agora é o Povo
PMDB, PSB, PT, PRB, PSD, PCdoB, PDT, PROS, PRTB , PSDC e PRP
Sônia Meire
PSOL
Roberto Aguiar
PSTU
50
Frente de Esquerda – Lutar para transformar Sergipe
PSOL, PSTU e PCB
Betinho dos Santos
PTN
Lion Schuster
PTN
19
PTN
Aírton da CGTB
PPL
José Vieira Filho
PPL
54
PPL

Tocantins[editar | editar código-fonte]

[179] [180]

Vencedor de quatro eleições diretas ao Palácio Araguaia, Siqueira Campos renunciou ao mandato de governador seis meses antes do pleito num gesto antecedido pelo vice-governador João Oliveira, abrindo o caminho para que Eduardo Siqueira Campos, filho do renunciante, disputasse o governo do estado ou o mandato de senador num ardil onde o pai buscaria um novo mandato tal como já ocorrera, todavia nenhuma das premissas se cumpriu e o poder foi entregue ao deputado Sandoval Cardoso. Tal situação repete o ano de 2009 quando Carlos Gaguim, ora presidente da Assembleia Legislativa, assumiu após as cassações de Marcelo Miranda e Paulo Sidney e depois tornou-se governador mediante uma eleição indireta. Quanto a Sandoval Cardoso, ele é de Goiânia e foi eleito deputado estadual pelo PMDB em 2006 e 2010 antes de ingressar no Solidariedade e ascendeu ao posto de governador tendo o empresário Tom Lyra como o seu companheiro de chapa.[181][182][183][184]

O resultado das urnas, todavia, apontou a vitória do agropecuarista Marcelo Miranda. Nascido em Goiânia e radicado em Araguaína, foi eleito deputado estadual pelo PMDB em 1990 e 1994, trocou a condição de adversário de Siqueira Campos pela de aliado ao se reeleger via PFL em 1998. Guindado à presidência da Assembleia Legislativa, foi eleito governador pela primeira vez em 2002, mas no curso do mandato retornou ao PMDB e derrotou Siqueira Campos na disputa pelo Palácio Araguaia em 2006. Cassado pelo TSE por abuso de poder político e econômico em 2009, teve impugnada a sua vitória para senador em 2010 graças aos dispositivos da Lei da Ficha Limpa, obtendo agora o seu terceiro mandato de governador.[185] Sua vice-governadora é a publicitária Cláudia Lelis.

Segundo o Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins, houve 703.013 votos nominais, assim distribuídos:[186]

Candidatos a governador do estado
Candidatos a vice-governador Número Coligação Votação Percentual
Marcelo Miranda
PMDB
Claudia Lelis
PV
15
A experiência faz a mudança (PMDB, PV, PT, PSD)
360.640
51,30%
Sandoval Cardoso
SD
Ângelo Agnolin
PDT
77
A mudança que a gente vê (SD, PDT, PSDB, PP, PTB, DEM, PPS, PSB, PRB, PSL, PSC, PR, PRTB, PHS, PTC, PRP, PEN)
314.392
44,72%
Ataídes Oliveira
PROS
Cínthia Ribeiro
PTN
90
Reage Tocantins (PROS, PTN, PMN, PPL, PSDC, PCdoB, PTdoB)
24.874
3,54%
Carlos Potengy
PCB
Evanilde Ferreira
PCB
21
PCB (sem coligação)
1.873
0,27%
Eula Angelim
PSOL
Dorineide Assunção
PSOL
50
PSOL (sem coligação)
1.234
0,17%
  Eleito(a)

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

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