Eleições estaduais no Rio de Janeiro em 1982

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Eleições estaduais no  Rio de Janeiro em 1982
15 de novembro de 1982
(Turno único)
Brizola.jpg Moreira franco.jpg
Candidato Leonel Brizola Moreira Franco
Partido PDT PDS
Natural de Carazinho, RS Teresina, PI
Vice Darcy Ribeiro Francisco de Melo Franco
Votos 1.709.264 1.530.728
Porcentagem 34,17% 30,60%


Brasão do estado do Rio de Janeiro.svg
Governador(a) do Estado

As eleições estaduais no Rio de Janeiro em 1982 ocorreram em 15 de novembro como parte das eleições gerais em 23 estados brasileiros[1] e nos territórios federais do Amapá e Roraima.[2] Numa época anterior aos dois turnos em eleições para cargos executivos, foram eleitos o governador Leonel Brizola, o vice-governador Darcy Ribeiro, o senador Saturnino Braga, além de 46 deputados federais e 70 estaduais[3] na primeira eleição direta[4] para o governo estadual desde Badger da Silveira no Rio de Janeiro em 1962 e Negrão de Lima na Guanabara em 1965.

Durante o bipartidarismo a política fluminense foi dominada pelo MDB que se dividia entre aliados e adversários de Chagas Freitas enquanto a ARENA, em posição minoritária, servia como aliada informal[5] do referido político a ponto de garantir sua volta ao poder em 1978. Rearranjos ocorridos no quadro político estadual levaram a um cenário onde o antigo MDB se dividiu, com o grupo de Chagas Freitas ingressando no PMDB em apoio ao nome de Miro Teixeira, enquanto Amaral Peixoto foi para o PDS e lançou a candidatura de seu genro, Moreira Franco. Seis meses antes da eleição a candidatura de Sandra Cavalcanti, do PTB, mantinha a liderança nas pesquisas[6] até a reversão dos índices em favor de Leonel Brizola, que terminou o ano como o único governador eleito pelo PDT em todo o país.

Gaúcho de Carazinho, o governador Leonel Brizola venceu uma eleição onde a lei permitiu o voto vinculado, a sublegenda para senador, a proibição de coligações partidárias e foi também a última eleição onde os eleitores domiciliados em Brasília tiveram seus votos remetidos ao Rio de Janeiro através de urnas especiais.[7] Formado em Engenharia Civil na Universidade Federal do Rio Grande do Sul,[8] o novo mandatário fluminense é seguidor de Getúlio Vargas e cunhado de João Goulart, em favor de quem liderou a Campanha da Legalidade em 1961. Filiado ao PTB foi eleito deputado estadual em 1947 e 1950 e deputado federal em 1954.

Vencedor da eleição para prefeito de Porto Alegre em 1955 e para governador do Rio Grande do Sul em 1958,[3] mudou sua base eleitoral para a Guanabara elegendo-se deputado federal em 1962. Vítima do Ato Institucional Número Um outorgado pelo Regime Militar de 1964, passou quinze anos exilado no Uruguai, Estados Unidos e Portugal até retornar ao Brasil em 1979 graças à Lei da Anistia sancionada pelo presidente João Figueiredo. Ao perder a sigla do PTB para Ivete Vargas,[8] reuniu seus correligionários e fundou o PDT e nele venceu a disputa pelo Palácio Guanabara.[9]

O cargo de vice-governador foi destinado ao antropólogo Darcy Ribeiro. Nascido em Montes Claros, ele deixou Minas Gerais e se formou na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Trabalhou com Etnologia no Serviço de Proteção ao Índio e foi um dos responsáveis pela instalação da Universidade de Brasília. Durante o governo João Goulart foi titular do Ministério da Educação no gabinete parlamentarista de Hermes Lima e depois chefe da Casa Civil na fase presidencialista do referido governo, posições que o tornaram alvo do Regime Militar de 1964 e o afastaram do país por dez anos e agora ele conquistou seu primeiro mandato eletivo pelo PDT.

Na eleição para senador o vitorioso foi Saturnino Braga. Nascido na capital fluminense ele vem de uma família de políticos e tem formação em Engenharia Civil na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Após a graduação fez cursos no Instituto Superior de Estudos Brasileiros (ISEB) e na Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) e trabalhou na Companhia Nacional de Álcalis em Cabo Frio antes de entrar no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) onde chefiou o Departamento de Planejamento. Professor da Universidade Federal Fluminense, elegeu-se deputado federal pelo PSB em 1962 e após ficar como suplente na eleição seguinte, retornou às atividades profissionais.[10] Voltou à política ao substituir Afonso Celso Ribeiro de Castro como candidato a senador e foi eleito pelo MDB em 1974. Após seu ingresso no PMDB deixou a legenda quando esta recebeu o grupo de Chagas Freitas que pertencia ao extinto PP e com isso foi reeleito senador pelo PDT. Sua chapa tinha Adão Pereira Nunes e Jamil Haddad como suplentes, sendo que com a morte do primeiro e a eleição de Saturnino Braga como prefeito do Rio de Janeiro em 1985, a cadeira de senador coube a Jamil Haddad.

Resultado da eleição para governador[editar | editar código-fonte]

Conforme divulgação feita pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro,[3] houve 243.286 votos em branco (4,47%) e 194.913 votos nulos (3,58%) calculados sobre o comparecimento de 5.440.666 eleitores às urnas.

A divulgação do resultado oficial atrasou devido às implicações do Caso Proconsult.

Candidatos a governador do estado
Candidatos a vice-governador Número Coligação

(proibidas para esta eleição)

! Votação Percentual
Leonel Brizola
PDT
Darcy Ribeiro
PDT
2
PDT (sem coligação)
1.709.264
34,17%
Moreira Franco
PDS
Francisco Franco
PDS
1
PDS (sem coligação)
1.530.728
30,60%
Miro Teixeira
PMDB
Jorge Gama
PMDB
5
PMDB (sem coligação)
1.073.471
21,46%
Sandra Cavalcanti
PTB
Ário Teodoro
PTB
4
PTB (sem coligação)
536.388
10,72%
Lysâneas Maciel
PT
Wilson Farias
PT
3
PT (sem coligação)
152.616
3,05%
  Eleito(a)

Resultado da eleição para senador[editar | editar código-fonte]

Candidatos a senador da República
Primeiro suplente de senador Número Coligação

(proibidas para esta eleição)

! Votação Percentual
Saturnino Braga
PDT
Adão Pereira Nunes
PDT
20
PDT (sem coligação)
1.640.240
34,07%
Célio Borja
PDS
Tenório Cavalcanti
PDS
11
PDS (sem coligação)
1.438.860
29,89%
Artur da Távola
PMDB
em sublegenda
PMDB
50
PMDB (em sublegenda)
847.540
17,61%
Paiva Muniz
PTB
em sublegenda
PTB
41
PTB (em sublegenda)
355.919
7,39%
Vladimir Palmeira
PT
Roberto Kasemodel
PT
31
PT (sem coligação)
195.185
4,06%
Hugo Ramos
PTB
em sublegenda
PTB
42
PTB (em sublegenda)
138.337
2,87%
Rafael Magalhães
PMDB
em sublegenda
PMDB
50
PMDB (em sublegenda)
123.261
2,56%
Mário Martins
PMDB
em sublegenda
PMDB
52
PMDB (em sublegenda)
74.571
1,55%
  Eleito(a)

Deputados federais eleitos[editar | editar código-fonte]

São relacionados os candidatos eleitos com informações complementares da Câmara dos Deputados.[11] Ressalte-se que os votos em branco eram considerados válidos para fins de cálculo do quociente eleitoral nas disputas proporcionais até 1997, quando essa anomalia foi banida de nossa legislação.[12]

Deputados federais eleitos Partido Votação Percentual Cidade onde nasceu Unidade federativa
Agnaldo Timóteo PDT 503.455 Caratinga  Minas Gerais
Rubem Medina PDS 221.705 Rio de Janeiro  Rio de Janeiro
Álvaro Vale[13] PDS 151.199 Rio de Janeiro  Rio de Janeiro
José Colagrossi[14] PDT 149.066 Itapuí  São Paulo
Sebastião Nery PDT 111.047 Jaguaquara Bahia Bahia
Jorge Leite PMDB 107.640 Rio de Janeiro  Rio de Janeiro
Simão Sessim PDS 96.425 Rio de Janeiro  Rio de Janeiro
Léo Simões PDS 93.249 Santos Dumont  Minas Gerais
Alair Ferreira PDS 88.814 Sacramento  Minas Gerais
Roberto Jefferson PTB 84.638 Petrópolis  Rio de Janeiro
Darcílio Ayres PDS 82.469 Nova Iguaçu  Rio de Janeiro
José Frejat PDT 81.869 Cururupu  Maranhão
Carlos Peçanha PMDB 77.451 Campos dos Goytacazes  Rio de Janeiro
Osmar Leitão PDS 77.412 São Gonçalo  Rio de Janeiro
Clemir Ramos PDT 75.090 Rio de Janeiro  Rio de Janeiro
Hamilton Xavier PDS 72.170 Niterói  Rio de Janeiro
Eduardo Galil PDS 65.555 Trajano de Moraes  Rio de Janeiro
Bocaiuva Cunha PDT 58.190 Rio de Janeiro  Rio de Janeiro
Marcio Braga PMDB 57.346 Rio de Janeiro  Rio de Janeiro
Saramago Pinheiro PDS 56.105 Niterói  Rio de Janeiro
Lázaro de Carvalho PDS 53.374 São Sebastião do Paraíso  Minas Gerais
Aloysio Teixeira PMDB 53.226 Rio de Janeiro  Rio de Janeiro
Amaral Neto PDS 45.709 Niterói  Rio de Janeiro
Denisar Arneiro PMDB 44.810 Três Rios  Rio de Janeiro
Figueiredo Filho PDS 41.951 Rio Grande do Sul  Rio Grande do Sul
José Maurício[15] PDT 41.831 Campos dos Goytacazes  Rio de Janeiro
Márcio Macedo PMDB 41.515 Três Rios  Rio de Janeiro
Walter Casanova PDT 38.414 Santana do Livramento  Rio Grande do Sul
Leônidas Sampaio PMDB 38.267 Petrópolis  Rio de Janeiro
Daso Coimbra PMDB 37.360 Rio de Janeiro  Rio de Janeiro
Gustavo de Faria PMDB 37.019 Rio de Janeiro  Rio de Janeiro
Jorge Cury PTB 36.935 Niterói  Rio de Janeiro
José Eudes PT 36.014 Parnamirim  Pernambuco
Marcelo Medeiros PMDB 35.169 Juiz de Fora  Minas Gerais
Mário Juruna PDT 31.904 Barra do Garças  Mato Grosso
Délio dos Santos[16] PDT 31.500 Rio de Janeiro  Rio de Janeiro
J. G. de Araújo Jorge[17] PDT 31.352 Tarauacá  Acre
Vilmar Palis PDS 29.494 Uberaba  Minas Gerais
Arildo Teles PDT 28.202 Aracaju  Sergipe
Sebastião Ataíde PDT 27.082 Araruna  Paraíba
Jiulio Caruso[18] PDT 26.216 Volta Redonda  Rio de Janeiro
Jacques d'Ornellas PDT 25.897 São Borja  Rio Grande do Sul
Brandão Monteiro[19] PDT 25.005 Rosário  Maranhão
Fernando Carvalho PTB 21.582 Rio de Janeiro  Rio de Janeiro
Celso Peçanha PTB 19.951 Campos dos Goytacazes  Rio de Janeiro
Francisco Studart PTB 17.708 Fortaleza  Ceará

Deputados estaduais eleitos[editar | editar código-fonte]

Foram eleitos setenta (70) deputados estaduais pelo Rio de Janeiro.[20]

A composição por bancadas indicava 24 deputados do PDT, 21 do PDS, 16 do PMDB, 07 do PTB e 02 do PT.

Deputado estadual eleito Partido Votação Cidade onde nasceu Unidade federativa
Yara Vargas PDT 67.490 São Borja  Rio Grande do Sul
Juberlan de Oliveira PDT 55.941 Duque de Caxias  Rio de Janeiro
Heitor Furtado PDS 54.734 Rio de Janeiro  Rio de Janeiro
Daisy Lúcidi PDS 54.623 Rio de Janeiro  Rio de Janeiro
Jorge Sessim PDS 54.140 Nilópolis  Rio de Janeiro
José Miguel PDT 51.135 Além Paraíba  Paraíba
Paulo Ribeiro PDT 49.391 Nova Friburgo  Rio de Janeiro
Aécio Nanci PDS 45.024 Barra Bonita  São Paulo
Cláudio Moacyr PMDB 41.615 Macaé  Rio de Janeiro
José Gouveia Filho PDT 41.412 Itaperuna  Rio de Janeiro
Flavio Palmier da Veiga PDS 40.244 Niterói  Rio de Janeiro
Messias da Silva PDS 39.444 Belo Horizonte  Minas Gerais
José Nader PDS 39.157 Bananal  São Paulo
Átila Nunes PMDB 38.748 Rio de Janeiro  Rio de Janeiro
Afonso Celso Nogueira PDT 38.690 Niterói  Rio de Janeiro
Aluísio Gama PMDB 38.644 Rio de Janeiro  Rio de Janeiro
Ítalo Bruno PDS 38.208 Magé  Rio de Janeiro
Eduardo Chuahy PDT 37.614 Rio de Janeiro  Rio de Janeiro
Sebastião Duque PMDB 35.543 Barra Mansa  Rio de Janeiro
José Gomes Talarico PDT 34.670 São Paulo  São Paulo
Victorino James PDS 34.315 Rio de Janeiro  Rio de Janeiro
Luis Antônio Carvalho PDS 34.051 Belford Roxo  Rio de Janeiro
Josias Ávila Júnior PDS 33.953 São Gonçalo  Rio de Janeiro
Augusto Ariston PDT 33.627
José Abraão Haddad PDS 31.452
Nélson Aristeu Caminada PDS 31.327
Amadeu Chacar PMDB 30.699
Fernando Leandro PTB 29.597
Luiz Alfredo Salomão PDT 28.571 Rio de Janeiro  Rio de Janeiro
Alberto Dauire PMDB 27.520
Zeyr de Souza Porto PDS 27.241
Francisco Lomelino PDS 26.698
Alexandre Farah PDT 26.576
Sidinei da Costa PDT 25.863
Luiz Edmundo PTB 25.739
Ludwig Amon PDS 25.660
Herculano Carneiro PDS 25.612
Fernando Bandeira PDT 25.172
Aluízio de Castro PDS 24.375
Astor Pereira de Melo PDS 24.140
Salvador de Oliveira PDT 24.135
Paulo Quental PDT 23.790
Ampliato Cabral PDS 23.494
Roberto Pires PDT 22.956
Paulo Albernaz PMDB 22.184
José Augusto Guimarães PDS 21.920
Carlos Fayal PDT 21.855
Francisco Horta PTB 21.169 Rio de Janeiro  Rio de Janeiro
Mariano Gonçalves Neto PDT 20.810
Rosalda Nogueira Paim PDT 20.674
Willer de Albuquerque PDT 20.579
Hélio Moreira de Souza PDT 20.359
Mariano José dos Passos PMDB 20.816
Gilberto Rodrigues PMDB 20.150
Alcides Fonseca PDT 19.807
Jorge Roberto Silveira PTB 19.342 Niterói  Rio de Janeiro
Márcio Paes PMDB 19.314
Murilo Asfora PDT 19.093
Hilza Maurício da Fonseca PMDB 19.089
Luciano Monticeli PDT 19.005
Napoleão Veloso PMDB 18.823
Paulo Duque PMDB 18.711 Rio de Janeiro  Rio de Janeiro
José Montes Paixão PMDB 18.282 Rio de Janeiro  Rio de Janeiro
Geraldo di Biasi PMDB 18.280
Elias Camilo Jorge PMDB 18.172
Romualdo Carrasco PTB 16.954
Leôncio de Vasconcelos PTB 16.477
Cidinho Santana PTB 15.994
Lizst Vieira PT 10.301
Lúcia Arruda PT 7.650

Referências

  1. Por força de um casuísmo político a eleição direta em Rondônia excluiu o cargo de governador.
  2. Estes elegeram apenas quatro deputados federais cada.
  3. a b c «Banco de dados do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro». Consultado em 17 de fevereiro de 2015  Erro de citação: Código <ref> inválido; o nome "TRE" é definido mais de uma vez com conteúdos diferentes
  4. «Banco de dados do Tribunal Superior Eleitoral». Consultado em 17 de fevereiro de 2015 .
  5. «ARENA do Rio vota em massa com Chagas. Disponível no Jornal do Brasil, ano LXXXVIII, ed. 147 de 02/09/1978. Rio de Janeiro.». Consultado em 17 de fevereiro de 2015 
  6. «A favorita do público. Disponível em Veja, ed. 712 de 28/04/1982. São Paulo: Abril». Consultado em 17 de fevereiro de 2015. Arquivado do original em 19 de novembro de 2013 
  7. «Presidência da República: Lei nº 6.091 de 15/08/1974». Consultado em 17 de fevereiro de 2014 
  8. a b «Câmara dos Deputados do Brasil: deputado Leonel Brizola». Consultado em 17 de fevereiro de 2015 
  9. «Brizola ganha eleição por 34% a 30%. Disponível no Jornal do Brasil, ano XCII, ed. 250 de 14/12/1982. Rio de Janeiro.». Consultado em 17 de fevereiro de 2015 
  10. «Câmara dos Deputados do Brasil: deputado Saturnino Braga». Consultado em 17 de fevereiro de 2015 
  11. «Página oficial da Câmara dos Deputados». Consultado em 17 de fevereiro de 2015. Arquivado do original em 2 de outubro de 2013 
  12. «Presidência da República: Lei nº 9.504 de 30/09/1997». Consultado em 17 de fevereiro de 2015 
  13. Licenciou-se entre junho de 1983 e 1984 quando ocupou o posto de embaixador brasileiro na França sendo convocado o suplente Arolde de Oliveira.
  14. Secretário de Transportes (entre março e agosto de 1983) no governo Leonel Brizola, foi sucedido no cargo por Jiulio Caruso e na Câmara dos Deputados por Abdias do Nascimento. o terceiro suplente de seu partido, pois o segundo, Carlos Alberto Caó exercia o cargo de Secretário do Trabalho no referido governo.
  15. Secretário de Minas e Energia (1983-1986) no governo Leonel Brizola, foi substituído por Sérgio Lomba.
  16. Secretário de Transportes (entre setembro e dezembro de 1984) no governo Leonel Brizola, foi sucedido no cargo por Brandão Monteiro e na Câmara dos Deputados por Abdias do Nascimento, o terceiro suplente de seu partido, pois o segundo, Carlos Alberto Caó, exercia o cargo de Secretário do Trabalho no referido governo.
  17. Faleceu no Rio de Janeiro em 27/01/1987 e em razão disso foi efetivado Sérgio Lomba.
  18. Secretário de Transportes no governo Leonel Brizola, foi sucedido no cargo por Délio dos Santos e na Câmara dos Deputados por Sérgio Lomba e Carlos Alberto Caó. Devido a um acidente automobilístico não pôde retomar seu mandato.
  19. Secretário de Transportes no governo Leonel Brizola, foi substituído por Abdias do Nascimento, o terceiro suplente de seu partido, pois o segundo, Carlos Alberto Caó, exercia o cargo de Secretário do Trabalho no referido governo. Retornou ao parlamento para participar da eleição presidencial indireta de 1985.
  20. «Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro: legislaturas anteriores». Consultado em 28 de dezembro de 2012. Arquivado do original em 29 de setembro de 2009 
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