Eleições gerais no Brasil em 2018

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Eleições no Brasil em 2018
Logo das Eleições 2018 TSE v2.jpg
Dia de votação 7 e 28 de outubro
Eleição presidencial
Eleição pelo país
Jair Bolsonaro 57.797.847
Fernando Haddad 47.040.906
2018 Brazilian presidential election map (Round 2).svg
Mapa do resultado das eleições presidenciais. Em verde os estados que votaram, em sua maioria, em Jair Bolsonaro, e em vermelho os estados que votaram, em sua maioria, em Fernando Haddad.
Eleição para a Câmara dos Deputados
Brazil Blank Map light.svg
Eleição para o Senado Federal
Brazil Blank Map light.svg
Eleições para os Governos Estaduais
2018 Brazilian States Governors elections map results.svg

As eleições gerais no Brasil em 2018 foram realizadas no dia 7 de outubro. Nesse pleito, foram eleitos os membros do Congresso, sendo 513 deputados federais[1][2] e 54 senadores (dois terços do total),[3][4] além de governadores de treze Estados.[5]

A disputa para Presidente e vice-presidente, assim como para governador em outros treze estados (Amazonas, Amapá, Roraima, Rondônia, Pará, Rio Grande do Norte, Sergipe, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) e no Distrito Federal, foi para o segundo turno,[6] que ocorreu no dia 28 de outubro. Jair Bolsonaro (PSL), que competia com Fernando Haddad (PT), saiu-se vencedor.[7]

Na disputa parlamentar, foi notória a grande renovação tanto para a Câmara dos Deputados quanto para o Senado. Neste, apenas oito das 54 vagas serão ocupadas por candidatos que se candidataram à reeleição; naquela, mais de 50 por cento das cadeiras deverão ser ocupadas por novos deputados. Também foi notável o vertiginoso crescimento do partido do presidente eleito, o Partido Social Liberal (PSL), que, de um partido nanico, do qual apenas um deputado fora eleito em 2014, tornar-se-á a segunda maior bancada da Câmara, com 52 deputados eleitos.[8]

Eleição Federal[editar | editar código-fonte]

Eleição presidencial[editar | editar código-fonte]

Treze candidatos foram confirmados para disputar a Presidência da República, o maior número desde a eleição de 1989, a primeira após a redemocratização, que teve 22 candidatos. O Movimento Democrático Brasileiro (MDB, antigo PMDB) apresentou o primeiro candidato ao governo desde 1994, que foi o Henrique Meirelles, que exercia a função de Ministro da Fazenda no governo Michel Temer.[9] O Partido dos Trabalhadores oficializou a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.[10][11] No entanto, Lula encontrava-se preso por corrupção e lavagem de dinheiro, e portanto teve a candidatura indeferida pelo TSE em virtude de sua condenação em segunda instância. A decisão teve como base a Lei da Ficha Limpa.[12] Fernando Haddad assumiu a condição de candidato a presidente em seu lugar.[13]

Tendo obtido uma grande quantitade de votos que iriam para Lula, Haddad logrou chegar ao segundo turno, que ocorreu no dia 28 de outubro, disputando-o com Jair Bolsonaro, do Partido Social Liberal.

Candidato(a) Vice 2º turno
Total de votos Percentagem
Jair Bolsonaro (PSL) Hamilton Mourão (PRTB) 57 797 847 55,13%
Fernando Haddad (PT) Manuela d'Ávila (PCdoB) 47 040 906 44,87%

Eleições parlamentares[editar | editar código-fonte]

Todos os 513 membros da Câmara dos Deputados foram eleitos, com candidatos eleitos pelas unidades federativas, variando, por cada uma, de oito a 70 assentos. As eleições para a Câmara dos Deputados ocorrem usando-se o sistema proporcional de lista aberta, com assentos distribuídos usando-se o quociente eleitoral.[14] Neste ano houve uma novidade com a instituição de uma cláusula de barreira. Os partidos tiveram de obter 1,5% dos votos totais ou eleger 9 deputados em 9 diferentes unidades da federação (um terço das 27 unidades da federação) para continuar tendo acesso ao fundo partidário e ao tempo de televisão durante a próxima legislatura.[15] Dois terços dos 81 membros do Senado Federal (54 senadores) foram eleitos, tendo o outro terço sido eleito em 2014. Dois candidatos foram eleitos por cada uma das unidades federativas usando-se o sistema majoritário, com cada eleitor podendo votar em até dois candidatos.[16]

Eleições nos Estados[editar | editar código-fonte]

Os eleitores aptos a votar elegeram em cada Estado um governador, um vice-governador e deputados estaduais. O número de deputados eleitos varia conforme o Estado.

Os governadores e vice-governadores das unidades federativas são eleitos usando-se o mesmo sistema de eleição para presidente do Brasil.

As eleições para as Assembleias Legislativas estaduais e a Câmara Legislativa do Distrito Federal ocorrem usando-se o sistema proporcional de lista aberta, com assentos distribuídos usando-se o quociente eleitoral.[17]

Resultados[editar | editar código-fonte]

Renovação no Congresso Nacional[editar | editar código-fonte]

Joice Hasselmann, a segunda deputada federal mais votada por São Paulo.
Erika Kokay, a única deputada federal reeleita pelo Distrito Federal.

O Congresso sofreu uma renovação, tendo sido considerada a maior renovação de parlamentares das últimas décadas.[18][19][20] Anteriormente a maior renovação ocorreu na Câmara dos Deputados em 1994.[19]

Segundo levantamento da BBC, no Senado Federal, apenas oito das 54 vagas em disputa serão ocupadas por candidatos que disputaram reeleição. Na Câmara dos Deputados, a renovação deve ficar acima de 50 por cento das cadeiras. O número é superior ao das últimas eleições, quando a taxa ficou em 47 por cento. A última vez em que a Câmara teve uma renovação tão grande foi em 1994, quando 54,2 por cento dos deputados eleitos eram novos.[19]

O partido que mais elegeu na Câmara foi o Partido Social Liberal (PSL) tornando-se o segundo maior partido na casa, ficando atrás somente do PT.[21] Dentre os eleitos pelo PSL estão Eduardo Bolsonaro, o candidato mais votado da história do país[22]; o ator Alexandre Frota; a jornalista Joice Hasselmann; o cientista político e príncipe Luiz Philippe de Orléans e Bragança; e a ativista Carla Zambelli,[23] pautados no combate à corrupção e liberalismo econômico, e de perfil conservador nos costumes.[24] Já por outros partidos, dentre os que se opuseram à corrupção e apoiaram o impeachment de Dilma, elegeram-se Kim Kataguiri e Arthur Moledo do Val do Movimento Brasil Livre, pelo Democratas (DEM).[25] Pelo Partido Novo, foram eleitos oito deputados federais na Câmara,[26] dentre eles Vinicius Poit[27] e Adriana Ventura.[28]

No Distrito Federal, apenas uma de oito cadeiras ficará com uma deputada federal reeleita. A deputada Erika Kokay (PT) conquistou seu terceiro mandato na Câmara. Todos os outros sete eleitos pelo DF são novos.[19] No Paraná, dos 25 deputados que tentaram a reeleição, dez não conseguiram um novo mandato. O deputado federal mais votado foi o Sargento Fahur, do PSD, com mais de 300 mil votos, elegendo-se para seu primeiro mandato.[29][30] Em Minas Gerais, foram eleitos 24 estreantes,[31] sendo Mauro Tramonte o deputado federal mais votado, pelo PRB.[32] No Rio de Janeiro, o deputado mais votado foi Hélio Negão, pelo PSL. Hélio é negro,[33], subtenente do Exército e também representa renovação.[34] Em São Paulo, foram eleitos 30 novos deputados federais.[31]

Dentre os senadores, elegeram-se pelo PSL a advogada Soraya Thronicke e a juiza Selma Arruda, também com foco no combate à corrupção.[35]

Dos senadores considerados da velha política que tentaram reeleição,[36] o atual presidente, Eunício Oliveira, ficou em terceiro lugar no Ceará,[37] os senadores Edison Lobão,[37] Garibaldi Alves,[37] Romero Jucá,[38] e Roberto Requião,[39] todos do MDB, não se reelegeram.[40] Pelo PSDB, Cássio Cunha Lima[39] não conseguiu a reeleição após 32 anos de mandatos.[39]

Deputada mais votada[editar | editar código-fonte]

A jurista Janaína Paschoal foi a deputada estadual mais votada da história com mais de dois milhões de votos (o que seria também recorde de votos para deputada federal).[41][42][43][44]

Resultados gerais[editar | editar código-fonte]

Estado Antes das eleições de 2018[45] Depois das eleições de 2018
Estado Governador Ass. Legislativa Câmara Federal Senadores

(2/3 eleitos em 2010)

Governador Ass. Legislativa Câmara Federal Senadores

(2/3 renovado)

Acre PT PT PT PT PSD PP PT MDB PSD[46] MDB
Alagoas MDB PSDB SEM MAIORIA PP MDB MDB MDB PSB PSDB MDB
Amapá PDT PRB SEM MAIORIA PSB REDE PDT PR SEM MAIORIA REDE PTB
Amazonas PDT PSD SEM MAIORIA PCdoB MDB PSC PV/PP SEM MAIORIA PSDB MDB
Bahia PT PT PT PSB PP PT PT/PSD PT PT PSD
Ceará PT PROS PT MDB PT PT PDT PDT PDT PROS
Distrito Federal PSB PT SEM MAIORIA PPS PROS MDB SEM MAIORIA SEM MAIORIA PSB PSDB
Espírito Santo MDB MDB SEM MAIORIA PR PSDB PSB PSL SEM MAIORIA REDE PPS
Goiás PSDB PSDB PSDB PSB DEM DEM PSDB SEM MAIORIA PP PRP
Maranhão PCdoB MDB / PV MDB MDB MDB PCdoB PCdoB SEM MAIORIA PDT PPS
Mato Grosso PSDB PR PSB PR PODE DEM SEM MAIORIA SEM MAIORIA PSL DEM
Mato Grosso do Sul PSDB MDB SEM MAIORIA MDB PT PSDB PSDB SEM MAIORIA PTB PSL
Minas Gerais PT PT PT PSDB MDB NOVO PT PT DEM PHS
Pará PSDB MDB SEM MAIORIA PSDB MDB MDB MDB/PSDB SEM MAIORIA MDB PSC
Paraíba PSB PSB SEM MAIORIA PSDB PSD PSB PSB SEM MAIORIA PSB PP
Paraná PP PSC SEM MAIORIA PT MDB PSD PSL PSD PODE REDE
Pernambuco PSB PSB PSB PTB PT PSB PSB PSB PT MDB
Piauí PT MDB SEM MAIORIA PODE PT PT MDB SEM MAIORIA PP MDB
Rio de Janeiro MDB MDB PR PRB PT PSC PSL PSL PSL PSD
Rio Grande do Norte PSD PSDB SEM MAIORIA MDB DEM PT PSDB SEM MAIORIA REDE PHS
Rio Grande do Sul MDB PT PT PP PT PSDB SEM MAIORIA PT PP PT
Rondônia PSB MDB / PP MDB PP MDB PSL SEM MAIORIA SEM MAIORIA DEM MDB
Roraima PP PRB / MDB SEM MAIORIA PDT MDB PSL SEM MAIORIA SEM MAIORIA DEM PRB
Santa Catarina MDB MDB MDB PSDB PSDB PSL MDB SEM MAIORIA PP PR
São Paulo PSB PSDB PSDB PSDB
[nota 1]
SEM
PARTIDO
[nota 2]
PSDB PSL PSL PSL PSDB
Sergipe PSD MDB SEM MAIORIA PSDB PSB PSD PSD SEM MAIORIA REDE PT
Tocantins PHS SD SEM MAIORIA PSDB PR PHS MDB SEM MAIORIA PRB PSD
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Notas

  1. O titular da cadeira é o senador Aloysio Nunes, do PSDB. Ele, porém, esteve licenciado desde o início de 2017 para assumir o Ministério das Relações Exteriores, tendo sua vaga ocupada por seu suplente do MDB até o fim do governo Temer, em 1 de janeiro de 2019. O mandato de Senador apenas se finda em fevereiro do ano seguinte à eleição.
  2. A titular da cadeira é a senadora Marta Suplicy, eleita inicialmente pelo PT. Na segunda metade de seu mandato, a senadora optou por ingressar no MDB. Em 2018, último ano de seu mandato, Marta decidiu se desfiliar de quaisquer partidos políticos e anunciou que se aposentaria da vida pública como mandatária de cargos eletivos ao fim do atual mandato.

Referências

  1. «Quantos são e de que forma é definido o número de Deputados». Câmara Federal do Brasil. Consultado em 18 de agosto de 2018. 
  2. Moraes, Igor (14 de maio de 2014). «Como os deputados federais são eleitos?». O Estado de S.Paulo. Consultado em 18 de agosto de 2018. 
  3. «Cargos Disputados nas Eleições 2018». Consultado em 18 de agosto de 2018. 
  4. Sarmento, Gabriela; Rocha, Gessyca; Putini, Rafaela (9 de agosto de 2018). «54 senadores podem buscar novo mandato em 2018; 22 desistem». São Paulo: G1. Consultado em 18 de agosto de 2018. 
  5. «Eleições 2018 tem 13 governadores eleitos no 1º turno, com 8 reeleições». HuffPost Brasil. 7 de outubro de 2018 
  6. Eleições 2018: veja tudo o que você precisa saber sobre a votação do 2º turno G1
  7. «Jair Bolsonaro é eleito presidente e interrompe série de vitórias do PT». G1 
  8. Mortari, Júlia Miozzo • Marcos. «Partido de Bolsonaro, PSL saltou de 8 para 52 deputados e vira segunda maior bancada da Câmara». www.infomoney.com.br. Consultado em 13 de novembro de 2018. 
  9. Luiza Damé (7 de agosto de 2018). «Eleição presidencial terá o maior número de candidatos em 29 anos». Agência Brasil. Consultado em 8 de agosto de 2018. 
  10. «PT oficializa candidatura de Lula à Presidência da República». Jornal Nacional. 4 de agosto de 2018. Consultado em 8 de agosto de 2018. 
  11. Phillips, Dom (15 de agosto de 2018). «Brazil's Lula launches presidential bid from jail as thousands march in support». the Guardian (em inglês). Consultado em 16 de agosto de 2018. 
  12. «Folha AoVivo: Eleições 2018: Maioria do TSE decide barrar candidatura de Lula». Folha de S.Paulo. Consultado em 1 de setembro de 2018. 
  13. «Haddad será vice de Lula e deve assumir candidatura». O Povo. 6 de agosto de 2018. Consultado em 8 de agosto de 2018. 
  14. Moares, Igor (14 de maio de 2018). «Como os deputados federais são eleitos? - Política - Estadão». Estadão. Consultado em 19 de agosto de 2018. 
  15. «Câmara aprova PEC que extingue coligações e cria cláusula de barreira?». //g1.com.br 
  16. «Entenda tudo sobre como são eleitos os senadores - Politize!». Politize!. 7 de junho de 2017. Consultado em 19 de agosto de 2018. 
  17. «Saiba como são eleitos os deputados». Gazeta do Povo. 12 de agosto de 2014. Consultado em 19 de agosto de 2018. 
  18. https://www1.folha.uol.com.br/poder/2018/10/com-reeleicao-abaixo-de-50-camara-tera-renovacao-recorde.shtml
  19. a b c d André Shalders. «Eleições 2018: Câmara e Senado terão a maior renovação das últimas décadas, estimam analistas». BBC. Consultado em 18 de outubro de 2018. 
  20. «Renovação do congresso: como fica a governabilidade?». G1. Globo.com 
  21. «PT e PSL formam maiores bancadas da Câmara, mostra levantamento da XP». Exame. Consultado em 18 de outubro de 2018. 
  22. «Eduardo Bolsonaro é o deputado federal mais votado da história». Folha de S.Paulo. 8 de outubro de 2018 
  23. «Alexandre Frota e tataraneto de D. Pedro II são eleitos deputados federais por SP». G1 
  24. «Renovação deixa Congresso mais à direita e fragmentado». DW. Consultado em 18 de outubro de 2018. 
  25. «Arthur Mamãe Falei é eleito deputado estadual em São Paulo». HuffPost Brasil. 7 de outubro de 2018 
  26. «Saiba como eram e como ficaram as bancadas na Câmara dos Deputados, partido a partido». G1. Globo. 8 de outubro de 2018. Consultado em 18 de outubro de 2018. 
  27. «Deputados Federais eleitos em São Paulo». Bom Dia. 7 de outubro de 2018. Consultado em 18 de outubro de 2018. 
  28. Zogbi, Paula. «Eduardo Bolsonaro, Joice Hasselmann e Kataguiri estão entre eleitos em SP; confira os novos deputados federais». www.infomoney.com.br. Consultado em 18 de outubro de 2018. 
  29. Roger Pereira (7 de outubro de 2018). «Bancada federal paranaense tem 50% de renovação». Uol. Consultado em 19 de outubro de 2018. 
  30. Catarina Scortecci. «"Paraná troca metade dos seus 30 deputados federais em Brasília». Gazeta do Povo. Consultado em 19 de outubro de 2018. 
  31. a b «Câmara dos Deputados tem a maior renovação dos últimos 20 anos». O Globo. Globo. 8 de outubro de 2018. Consultado em 19 de outubro de 2018. 
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  33. «Deputado federal mais votado do Rio foi um negro – Hélio Negão». Diário do Rio. Consultado em 18 de outubro de 2018. 
  34. «Eleições 2018: Deputado federal mais votado no Rio, Hélio Negão desafia quem vê racismo no padrinho Bolsonaro». BBC. Consultado em 18 de outubro de 2018. 
  35. «Juíza Selma Arruda (PSL) e Jayme Campos (DEM) são eleitos senadores por MT». G1. 7 de outubro de 2018. Consultado em 7 de outubro de 2018. 
  36. «Velha política se recusa a morrer: 402 deputados concorrem à reeleição». Uol. Consultado em 18 de outubro de 2018. 
  37. a b c «Cúpula do Senado não consegue reeleição». Estadão. 7 de outubro de 2018. Consultado em 18 de outubro de 2018. 
  38. «Romero Jucá não consegue se reeleger em Roraima e deixa Senado após 24 anos». Uol. Consultado em 18 de outubro de 2018. 
  39. a b c Fernanda Calgaro, Guilherme Mazui e Gustavo Garcia (8 de outubro de 2018). «Deputados e senadores que não se reelegeram comentam revés nas urnas». G1. Globo. Consultado em 19 de outubro de 2018. 
  40. «Diminui a bancada do MDB no Senado». senado.leg.br. 7 de outubro de 2018. Consultado em 18 de outubro de 2018. 
  41. «Janaina Paschoal é a candidata a deputada com maior número de votos do Brasil - Política». Política. 7 de outubro de 2018. Consultado em 18 de outubro de 2018. 
  42. «Janaina Paschoal bate recorde com 2 milhões de votos para Assembleia». R7.com. 7 de outubro de 2018. Consultado em 18 de outubro de 2018. 
  43. «Janaína Paschoal é a deputada mais votada na história do país». G1. Consultado em 18 de outubro de 2018. 
  44. «Janaina Paschoal bate recorde e se torna a deputada estadual mais votada do País». iG. Consultado em 18 de outubro de 2018. 
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  46. «Acre elege Sérgio Petecão e Márcio Bittar». Portal do Senado. Consultado em 30 de outubro de 2018.