Eleições municipais no Brasil em 2016

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Eleições municipais de 2016
Prefeituras e câmaras municipais de todos os 5.568 municípios do Brasil
2 de outubro de 2016 (1.° turno)
30 de outubro de 2016 (2.° turno)
Orange flag waving.svg
PMDB
municípios: 1.038
DodgerBlue flag waving.svg
PSDB
municípios: 803
PSD Brazil logo.svg
PSD
municípios: 540
Partido Progressista (Brazil) logo.png
PP
municípios: 492
PSB logo.svg
PSB
municípios: 415
Purple flag waving.svg
PDT
municípios: 335
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PR
municípios: 299
DEM logotipo.jpg
DEM
municípios: 266
PTB (Brazil) logo.svg
PTB
municípios: 261
PT star real version.svg
PT
municípios: 254

As eleições municipais no Brasil em 2016[1] ocorreram em 2 de outubro,[2] com segundo turno ocorrido em 30 de outubro. Os eleitores escolheram os prefeitos, vice-prefeitos e vereadores dos 5.568 municípios do país. As convenções partidárias para a escolha dos candidatos ocorreram entre 20 de julho e 5 de agosto.[3] A propaganda eleitoral gratuita começou a ser exibida em 26 de agosto e terminou em 29 de setembro.[3] Até as eleições municipais de 2012, às segundas, quartas e sextas havia o horário para candidatos às prefeituras das cidades, com duração de 30 minutos. As propagandas para vereador aconteciam às terças, quintas e sábados, também com duração de 30 minutos. Ao menos 97 municípios tiveram apenas um candidato a prefeito nessas eleições. Além disso, 48,8% dos municípios do país não terão mais de dois candidatos.[4]

O resultado das eleições mostrou um claro e inegável avanço da direita, tanto no campo econômico quanto no social, e um recuo da esquerda, principalmente do Partido dos Trabalhadores.[5] Exemplos mais expressivos deste fenômeno são a vitória em primeiro turno do empresário liberal João Doria (PSDB) em São Paulo e a do bispo Marcelo Crivella (PRB) no Rio de Janeiro. Por outro lado, o PT perdeu mais de 60% das prefeituras e venceu em apenas uma capital (Rio Branco, Acre). Considera-se que as razões para a derrocada do partido são os efeitos das investigações da operação Lava Jato, da crise econômica iniciada no governo Dilma Rousseff e do próprio impeachment da ex-presidente.[6]

As eleições ocorreram no contexto das investigações da Operação Lava Jato para combate à corrupção no país, entretanto, o efeito foi registrado somente na diminuição de prefeitos eleitos pelo Partido dos Trabalhadores, não tendo atingido o Partido do Movimento Democrático Brasileiro ou o Partido Progressista, que também possuem membros investigados, mas chegaram a registrar crescimento em comparação a 2012.[7][8][9]

Nessas eleições estreou o aplicativo de denúncias do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para todo o país. Chamado de Pardal, o programa recebeu principalmente denúncias de propaganda irregular (47,5%) e vindas de São Paulo (21%), Paraíba e Pernambuco, de um total de quase 62 mil registradas até 20 de outubro.[10]

Legislação[editar | editar código-fonte]

Mapa dos Partidos que mais elegeram Prefeitos por Estado

Financiamento eleitoral[editar | editar código-fonte]

Em relação às eleições anteriores, em 2012, houve várias alterações na legislação eleitoral. As principais são a vedação da doação por pessoa jurídica e a diminuição do tempo de campanha, de 90 para 45 dias. No rádio e na televisão, a propaganda eleitoral passou de 43 para 35 dias. Também, os tetos de gastos foram enrijecidos, bem como o limite de contratação de cabos eleitorais e seus gastos em alimentação.[11]

Auditoria[editar | editar código-fonte]

O TSE está desenvolvendo um programa de computador que identifica movimentações financeiras suspeitas durante o período eleitoral. A ideia é prevenir que se tente burlar a vedação de doação por pessoas jurídicas através do "aluguel" de CPF de laranjas.[11]

Propaganda eleitoral gratuita[editar | editar código-fonte]

A propaganda eleitoral gratuita começará a ser exibida em 26 de agosto e terminará em 29 de setembro.[3] Até as eleições municipais de 2012, às segundas, quartas e sextas havia o horário para candidatos às prefeituras das cidades, com duração de 30 minutos. As propagandas para vereador aconteciam às terças, quintas e sábados, também com duração de 30 minutos.

Com a reforma eleitoral de 2015, (Lei n.º 13.165/2015) a duração foi encurtada para dois blocos diários de 10 minutos e apenas o horário dos candidatos a prefeito vai ao ar diariamente (segunda a sábado).[12] Além dos blocos, os partidos terão direito a 70 minutos diários, que serão distribuídos entre os candidatos a prefeito (60%) e vereadores (40%), para divulgação de inserções. As inserções com duração de 15 segundos, que existiam até as eleições municipais de 2012, agora não serão mais permitidas, dando dando espaço apenas para opções entre inserções de 30 ou 60 segundos.[13] Estas foram as primeiras eleições em que os recém-fundados Rede Sustentabilidade (REDE), Partido da Mulher Brasileira (PMB) e Partido Novo (NOVO) participaram; ambos foram reconhecidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2015.

Além disso, foram alteradas as regras relativas à propaganda eleitoral antecipada, ou seja, aquela que ocorre antes do prazo final para registro de candidatura. A propaganda eleitoral, que podia ser iniciada a partir de 5 de julho, agora só terá início no dia 15 de agosto. Porém, com essa nova regra, a participação de um pré-candidato em entrevistas, programas, encontros ou debates no rádio, na televisão e na internet, passa a não ser mais classificada como propaganda eleitoral antecipada.[13]

Sistema de dois turnos[editar | editar código-fonte]

Segundo a lei eleitoral em vigor, o sistema de dois turnos – caso o candidato mais votado recebesse menos da maioria dos votos válidos – está disponível apenas em cidades com mais de duzentos mil eleitores. Assim sendo, todas as capitais estaduais podem ter um segundo turno, com a exceção de Palmas; e no total são 92 cidades que podem possuí-lo, o que representa menos de 1% dos municípios brasileiros.[14]

Nas cidades onde houver segundo turno, a propaganda eleitoral gratuita voltará a ser exibida em 15 de outubro e terminará em 28 de outubro.[15]

Eleição proporcional e quociente eleitoral[editar | editar código-fonte]

Na eleição dos vereadores uma novidade foi introduzida no artigo 109 do Código Eleitoral pela lei n.º 13.165, de 2015,[16] que foi a introdução da chamada "cláusula de barreira", visando a coibir o uso dos "puxadores de voto"; segundo as novas regras somente serão eleitos candidatos que obtiverem 10% para quociente eleitoral, mesmo quando seu partido ou coligação tiver obtido o quociente partidário, segundo as regras disciplinadas em resolução pelo Tribunal Superior Eleitoral.[17]

Cálculo do quociente eleitoral[editar | editar código-fonte]

Segundo disciplina a Resolução 23.456/2015 do TSE, o quociente eleitoral (QE) é calculado através da divisão entre o número de votos válidos pelo número de vagas em disputa; assim, se numa cidade houve vinte mil votos válidos (que, neste pleito, não mais computará os votos em branco) para dez vagas na Câmara, o quociente será de dois mil votos (20.000 ÷ 10 = 2.000).[17]

Cálculo do quociente partidário[editar | editar código-fonte]

Ainda conforme a Resolução 23.456/2015, somente terão direito a vaga nas câmaras de vereadores os partidos que preencham o quociente partidário (QP): “Determina-se, para cada partido político ou coligação, o quociente partidário dividindo-se pelo quociente eleitoral o número de votos válidos dados sob a mesma legenda ou coligação, desprezada a fração”.[17]

Segundo esta regra, para se saber quantas vagas um partido A terá direito no exemplo hipotético citado de uma cidade com vinte mil votos válidos para dez vagas no legislativo, o QP será obtido com a divisão do número de votos obtidos pelo QE; supondo-se que um partido ou coligação tenha nesta cidade obtido 11.300 votos, seu QP será conhecido dividindo-se estes votos pelo QE: 11.300 ÷ 2.000 = 5 (a fração restante é desprezada).[17]

Imaginando-se, ainda, que neste exemplo ainda existam a concorrer mais um partido B e uma coligação C, obtendo cada um, respectivamente, 5.500 e 3.200 votos, tem-se que terão direito a vagas da seguinte forma: partido B duas vagas (5.500 ÷ 2.000 = 2) e coligação C a uma vaga (3.200 ÷ 2.000 = 1) (observando-se que as frações foram desprezadas.[17]

Como se observou, há dez vagas em disputa e as vagas preenchidas pelo QP somaram apenas oito; as duas restantes serão preenchidas mediante novo cálculo, para as "sobras", que se explicará adiante. Observa-se que somente preencherão as vagas do partido ou coligação os candidatos que obtiveram o mínimo de votos determinado pelo QE - ou seja, no exemplo, dois mil votos ou mais (cláusula de barreira).[17]

Cálculo das sobras[editar | editar código-fonte]

Para o preenchimento das vagas que porventura sobrem a partir dos cálculos de QE e QP é feito o cálculo para se obter aquilo que o TSE denominou de "média" de cada partido ou coligação; supondo-se, no exemplo construído aqui, que na coligação C, apesar de ter direito a uma vaga pelo QP, nenhum candidato tenha obtido o mínimo de votos no QE, então haveria no caso a sobra de três vagas: duas pelo cálculo do QP e uma pela cláusula de barreira; estas três vagas serão obtidas pelo cálculo da "média" de cada um dos concorrentes, da forma seguinte, segundo o enunciado da Resolução do TSE (a vaga caberá ao partido ou coligação "que apresentar a maior média um dos lugares a preencher, desde que tenha candidato que atenda à exigência de votação nominal mínima”): votos válidos do partido/coligação divididos pelas vagas QP somada pelas vagas obtidas por média mais um.[17]

No exemplo criado aqui a primeira das três vagas da sobra caberá à coligação C, que terá a maior média:[17]

Partido A - 11.300 ÷ (5 QP + 0 vagas média + 1) = 1.883,33
Partido B - 5.500 ÷ (2 QP + 0 vagas média + 1) = 1.833,33
Coligação C - 3.200 ÷ (0 QP + 0 vagas média + 1) = 3.200

Sobrando ainda duas vagas, é feito novo cálculo, ficando a segunda vaga com o partido A:[17]

Partido A - 11.300 ÷ (5 QP + 0 vagas média + 1) = 1.883,33
Partido B - 5.500 ÷ (2 QP + 0 vagas média + 1) = 1.833,33
Coligação C - 3.200 ÷ (0 QP + 1 vagas média + 1) = 1.600

A vaga remanescente pertencerá, novamente, ao partido B:[17]

Partido A - 11.300 ÷ (5 QP + 1 vagas média + 1) = 1.614
Partido B - 5.500 ÷ (2 QP + 0 vagas média + 1) = 1.833,33
Coligação C - 3.200 ÷ (0 QP + 1 vagas média + 1) = 1.600

Concluídos os cálculos o resultado seria, na hipótese criada, que o partido A ficaria com seis vagas, o partido B com três e a coligação C com uma.[17]

Apuração[editar | editar código-fonte]

No dia 2 de outubro, as seções eleitorais abrem as 8 horas da manhã em todas as cidades brasileiras. A votação se encerra às 17 horas. A apuração dos votos começa logo após o encerramento da votação. Não há necessidade de se aguardar o fim da votação nas cidades de fuso horário diferentes para o início da apuração, diferente do que acontece nas eleições presidenciais. A previsão do Tribunal Superior Eleitoral é que a apuração seja concluída por volta das 20 horas.

Eleições nas capitais[editar | editar código-fonte]

Resultado
Capital Unidade federativa Prefeito Partido Vice-prefeito
Aracaju  Sergipe Edvaldo Nogueira PCdoB Eliane Aquino
Belém Pará Pará Zenaldo Coutinho PSDB Orlando Reis
Belo Horizonte  Minas Gerais Alexandre Kalil PHS Paulo Lamac
Boa Vista  Roraima Teresa Surita PMDB Arthur Henrique
 Campo Grande  Mato Grosso do Sul Marquinhos Trad PSD Adriane Lopes
Cuiabá  Mato Grosso Emanuel Pinheiro PMDB Niuan Ribeiro
Curitiba  Paraná Rafael Greca PMN Eduardo Pimentel
Florianópolis  Santa Catarina Gean Loureiro PMDB João Batista Nunes
Fortaleza  Ceará Roberto Cláudio PDT Moroni Torgan
Goiânia  Goiás Iris Rezende PMDB Major Araújo
João Pessoa  Paraíba Luciano Cartaxo PSD Manoel Junior
Macapá  Amapá Clécio Luís REDE Telma Nery
Maceió  Alagoas Rui Palmeira PSDB Marcelo Palmeira
Manaus  Amazonas Arthur Virgílio Neto PSDB Marcos Rotta
 Natal  Rio Grande do Norte Carlos Eduardo Alves PDT Álvaro Dias
Palmas  Tocantins Carlos Amastha PSB Cinthia Ribeiro
Porto Alegre  Rio Grande do Sul Nelson Marchezan Júnior PSDB Gustavo Paim
Porto Velho  Rondônia Dr. Hildon Chaves PSDB Edgar do Boi
Recife  Pernambuco Geraldo Júlio PSB Luciano Siqueira
Rio Branco  Acre Marcus Alexandre PT Socorro Neri
Rio de Janeiro  Rio de Janeiro Marcelo Crivella PRB Fernando Mac Dowell
 Salvador Bahia Bahia ACM Neto DEM Bruno Reis
São Luís  Maranhão Edivaldo Holanda Júnior PDT Júlio Pinheiro
São Paulo  São Paulo João Doria Júnior PSDB Bruno Covas
Teresina  Piauí Firmino Filho PSDB Luiz Júnior
Bandeira de Vitória.svg Vitória  Espírito Santo Luciano Rezende PPS Sérgio Sá

Aracaju[editar | editar código-fonte]

Candidato(a) Partido Coligação Votos Porcentagem
Edvaldo Nogueira PCdoB PCdoB, PT, PSD, PRP, PMDB, PTdoB, PTN e PRB 99.815 38,76%
Valadares Filho PSB PSB, PP, PTB, PTC, PR, PSL, PSC, PPL, PRTB, PROS, SD, PMB, PSDC e PDT 98.071 38,09%
João Alves Filho DEM DEM, PSDB, PV, PPS, PEN e PHS 25.715 9,99%
Dr. Emerson REDE Sem Coligação 23.190 9,01%
Sônia Meire PSOL PSOL e PCB 6.436 2,50%
Vera Lúcia PSTU Sem Coligação 4.278 1,66%
João Tarantella PMN Sem Coligação 0 0,00%

Belém[editar | editar código-fonte]

Candidato(a) Partido Coligação Votos Porcentagem
Zenaldo Coutinho PSDB PSDB, PSB, PR, DEM, PTB, PTN, SD, PSC, PTdoB, PEN, PSL, PSDC, PMN e PRP 241.166 31,02%
Edmilson Rodrigues PSOL PSOL, PDT, PV e PPL 229.343 29,50%
Éder Mauro PSD Sem Coligação 128.549 16,53%
Úrsula Vidal REDE REDE e PPS 79.968 10,29%
Carlos Maneschy PMDB PMDB, PRB, PP, PROS, PHS e PMB 75.401 9,70%
Regina Barata PT Sem Coligação 13.332 1,71%
Lélio Costa PCdoB Sem Coligação 5.900 0,76%
Cleber Rabelo PSTU Sem Coligação 1.919 0,25%
Professor Ivanildo PRTB Sem Coligação 1.910 0,25%
Luís Menezes PCB Sem Coligação 0 0,00%

Belo Horizonte[editar | editar código-fonte]

Candidato(a) Partido Coligação Votos Porcentagem
João Leite PSDB PSDB, PPS, PP, DEM, PRTB e PRB 395.952 33,40%
Alexandre Kalil PHS PHS, REDE e PV 314.845 26,56%
Rodrigo Pacheco PMDB PMDB, PTN e PSC 118.772 10,02%
Reginaldo Lopes PT PT e PCdoB 86.234 7,27%
Délio Malheiros PSD PSD e PSB 64.606 5,45%
Maria da Consolação PSOL PSOL e PCB 48.715 4,11%
Eros Biondini PROS Sem Coligação 46.270 3,90%
Luis Tibé PTdoB PTdoB, PPL, PTC, PRP, PEN, PSL, PMB e SD 38.682 3,26%
Sargento Rodrigues PDT PDT e PTB 34.088 2,88%
Marcelo Álvaro Antônio PR PR, PSDC e PMN 32.121 2,71%
Vanessa Portugal PSTU Sem Coligação 5.256 0,44%

Boa Vista[editar | editar código-fonte]

Candidato(a) Partido Coligação Votos Porcentagem
Teresa Surita PMDB PMDB, PSB, PR, SD, PPS, PSDC, PTdoB, PSL, PPL e PSD 121.148 79,39%
Sandro Baré PP PP, PRB, PMB, PMN, PTN, PEN, PTC e PSC 14.378 9,42%
Roberto Ramos PT PT e PCdoB 5.841 3,83%
Abel Galinha DEM DEM, PSDB e PRTB 3.951 2,59%
Jeferson Alves PDT PDT, REDE e PHS 3.888 2,55%
Kalil Coelho PV PV e PTB 2.228 1,46%
Luís Oca PSOL PSOL e PSTU 1.160 0,76%
Alex Ladislau PRP Sem Coligação 0 0,00%
Márcio Junqueira PROS Sem Coligação 0 0,00%

Campo Grande[editar | editar código-fonte]

Candidato(a) Partido Coligação Votos Porcentagem
Marquinhos Trad PSD PSD, PEN, PTB, DEM, PTdoB, PMN e PHS 147.694 34,57%
Rose Modesto PSDB PSDB, PR, PSB, PDT, SD, PRB e PSL 113.738 26,62%
Alcides Bernal PP PP e PTC 111.128 26,01%
Coronel David PSC Sem Coligação 20.631 4,83%
Marcelo Bluma PV PV e REDE 10.707 2,51%
Alex do PT PT PT e PCdoB 8.482 1,99%
Athayde Nery PPS Sem Coligação 3.965 0,93%
Aroldo Figueiró PTN Sem Coligação 3.261 0,76%
Pedro Pedrossian Filho PMB Sem Coligação 2.416 0,57%
Lauro Davi PROS Sem Coligação 1.943 0,45%
Adalton Garcia PRTB Sem Coligação 1.607 0,38%
Suél Ferranti PSTU Sem Coligação 1.320 0,31%
Elizeu Amarilha PSDC Sem Coligação 200 0,05%
José Flávio Arce PCO Sem Coligação 158 0,04%
Rosana Santos PSOL Sem Coligação 0 0,00%

Cuiabá[editar | editar código-fonte]

Candidato(a) Partido Coligação Votos Porcentagem
Emanuel Pinheiro PMDB PMDB, PTB, PP, PSC, PMB, PR, PROS, SD, PPL, PTdoB, PRP e PTC 98.051 34,15%
Wilson Santos PSDB PSDB, PMN, PEN, PHS, PSDC, PRTB, PPS, PSL, PSD, DEM, PSB e PV 81.531 28,40%
Procurador Mauro PSOL Sem Coligação 71.336 24,85%
Julier PDT PDT, PT e PCdoB 23.307 8,12%
Serys Slhessarenko PRB PRB e PTN 9.242 3,22%
Renato Santtana REDE Sem Coligação 3.644 1,27%

Curitiba[editar | editar código-fonte]

Candidato(a) Partido Coligação Votos Porcentagem
Rafael Greca PMN PMN, PSDB, PSB, DEM, PTN, PTdoB e PSDC 356.539 38,38%
Ney Leprevost PSD PSD, PSC, PCdoB, PEN, PSL, PTC e PPL 219.727 23,66%
Gustavo Fruet PDT PDT, PV, PTB, PRB e PPS 186.067 20,03%
Maria Victoria Barros PP PP, PRTB, PR, SD, PHS e PMB 52.576 5,66%
Requião Filho PMDB PMDB e REDE 52.017 5,60%
Tadeu Veneri PT Sem Coligação 39.758 4,28%
Ademar Pereira PROS Sem Coligação 11.489 1,24%
Xênia Mello PSOL PSOL e PCB 10.683 1,15%
Afonso Rangel PRP Sem Coligação 0 0,00%

Florianópolis[editar | editar código-fonte]

Candidato(a) Partido Coligação Votos Porcentagem
Gean Loureiro PMDB PMDB, PSDB, DEM, PDT, PRB, PRTB, PSC, PTB, PTN, SD, PR, PRP, PPS, PPL e PTC 100.214 40,39%
Ângela Amin PP PP e PSD 60.959 24,57%
Elson PSOL PSOL, PV e REDE 51.106 20,60%
Murilo Flores PSB PSB, PSL, PHS, PROS e PMB 22.809 9,19%
Angela Albino PCdoB PCdoB e PT 10.581 4,26%
Mauricio Leal PEN Sem Coligação 1.580 0,64%
Gabriela Santetti PSTU Sem Coligação 843 0,34%

Fortaleza[editar | editar código-fonte]

Candidato(a) Partido Coligação Votos Porcentagem
Roberto Cláudio PDT PDT, DEM, PP, PSD, PTB, PPS, PTN, PSC, PCdoB, PROS, PV, PSL, PMB, PEN, PSDC, PRTB, PTC e PPL 524.973 40,81%
Capitão Wagner PR PR, PMDB, PSDB e SD 400.802 31,15%
Luizianne Lins PT Sem Coligação 193.687 15,06%
Heitor Férrer PSB PSB e REDE 90.510 7,04%
Ronaldo Martins PRB Sem Coligação 51.687 4,02%
João Alfredo PSOL PSOL e PCB 18.048 1,40%
Tin Gomes PHS PHS, PTdoB, PMN e PRP 4.616 0,36%
Francisco Gonzaga PSTU Sem Coligação 2.187 0,17%

Goiânia[editar | editar código-fonte]

Candidato(a) Partido Coligação Votos Porcentagem
Iris Rezende PMDB PMDB, PRP, DEM, PDT, PRTB e PTC 277.074 40,47%
Vanderlan Cardoso PSB PSB, PSDB, PP, PRB, SD, PPS, PSC, PHS, PV, PMB, PSL e PSDC 217.981 31,84%
Delegado Waldir PR PR, PMN e PTN 71.727 10,48%
Francisco Júnior PSD PSD e PTB 63.712 9,31%
Adriana Accorsi PT PT, PROS, PCdoB, PEN, PTdoB e PPL 46.103 6,73%
Flávio Sofiati PSOL PSOL e PCB 5.658 0,83%
Djalma Araújo REDE Sem Coligação 2.402 0,35%

João Pessoa[editar | editar código-fonte]

Candidato(a) Partido Coligação Votos Porcentagem
Luciano Cartaxo PSD PSD, PMDB, PSC, PSDB, PP, SD, PTN, PCdoB, PRB, PMN, PSDC e PHS 222.689 59,67%
Cida Ramos PSB PSB, PPL, REDE, PSL, PTB, PMB, PTC, PPS, PR, DEM, PTdoB, PRTB, PEN, PDT, PROS, PV e PRP 125.146 33,54%
Charliton Machado PT Sem Coligação 16.528 4,43%
Victor Hugo PSOL Sem Coligação 8.814 2,36%

Macapá[editar | editar código-fonte]

Candidato(a) Partido Coligação Votos Porcentagem
Clécio Luis REDE REDE, DEM, PPL, PSC, PTdoB, PSDB e PCdoB 95.129 44,59%
Gilvam Borges PMDB PMDB, PROS, PDT, PPS, PTN, PSD e SD 56.256 26,37%
Aline Gurgel PRB PRB, PTB, PP, PSL, PR, PSDC, PRTB, PMB e PRP 25.365 11,89%
Promotor Moisés PEN PEN, PMN e PTC 15.271 7,16%
Genival Cruz PSTU Sem Coligação 11.242 5,27%
Ruy Smith PSB Sem Coligação 7.922 3,71%
Dora Nascimento PT PT e PHS 2.174 1,02%

Maceió[editar | editar código-fonte]

Candidato(a) Partido Coligação Votos Porcentagem
Rui Palmeira PSDB PSDB, PP, PR, PPS, PDT, DEM e PROS 197.134 46,86%
Cícero Almeida PMDB PMDB, PTdoB, PHS, PV, PSC, PRB, PSD, PTB, PTN, PRTB, PCdoB e SD 104.036 24,73%
JHC PSB PSB, PSL, PSDC, PMB e PPL 91.650 21,78%
Gustavo Pessoa PSOL Sem Coligação 12.924 3,07%
Paulão PT Sem Coligação 10.267 2,44%
Fernando do Village PMN Sem Coligação 2.759 0,66%
Paulo Memória PTC PTC e PEN 1.935 0,46%

Manaus[editar | editar código-fonte]

Candidato(a) Partido Coligação Votos Porcentagem
Arthur Virgílio Neto PSDB PSDB, PMDB, PP, PTB, PPS, PTN, PV, PHS, PSL, PRP e PPL 364.487 35,17%
Marcelo Ramos PR PR, PSD, DEM, PROS, PEN, PTC e PTdoB 257.698 24,86%
Silas Câmara PRB PRB e PSC 115.770 11,17%
José Ricardo PT PT e PCdoB 113.939 10,99%
Serafim Corrêa PSB Sem Coligação 113.054 10,91%
Hissa Abrahão PDT PDT e PSDC 27.506 2,65%
Luiz Castro REDE REDE e PMN 20.290 1,96%
Henrique Oliveira SD SD, PRTB e PMB 16.825 1,62%
Marcos Queiroz PSOL PSOL e PCB 6.841 0,66%

Natal[editar | editar código-fonte]

Candidato(a) Partido Coligação Votos Porcentagem
Carlos Eduardo PDT PDT, PMDB, PR, DEM, PTB, PRB, PSC, PROS e PSDC 225.741 63,42%
Kelps Lima SD SD, PSB, PHS, PRTB, PTC, PMN e PRP 47.576 13,37%
Fernando Mineiro PT PT e PCdoB 36.123 10,15%
Robério Paulino PSOL Sem Coligação 24.422 6,86%
Márcia Maia PSDB PSDB, PEN, PP, PTdoB e PMB 19.696 5,53%
Rosália Fernandes PSTU Sem Coligação 1.398 0,39%
Freitas Júnior REDE Sem Coligação 970 0,27%

Palmas[editar | editar código-fonte]

Candidato(a) Partido Coligação Votos Porcentagem
Carlos Amastha PSB PSB, PTB, PMN, PSL, PTC, PCdoB, PRP e PSDB 68.634 52,38%
Raul Filho PR PR, PSC, PPL, PTN, PTdoB, PSD, DEM e PDT 41.191 31,43%
Cláudia Lelis PV PV, PMDB, PP, PRB, PPS, PMB, PSDC, PRTB, PROS, SD e PHS 13.121 10,01%
Zé Roberto PT Sem Coligação 4.865 3,71%
Sargento Aragão PEN Sem Coligação 3.226 2,46%
Cassius Assunção PSOL Sem Coligação 0 0,00%

Porto Alegre[editar | editar código-fonte]

Candidato(a) Partido Coligação Votos Porcentagem
Nelson Marchezan Júnior PSDB PSDB, PP, PMB e PTC 213.646 29,84%
Sebastião Melo PMDB PMDB, PDT, PSD, PSB, DEM, PRB, PPS, PROS, PTN, REDE, PHS, PEN, PSDC e PRTB 185.655 25,93%
Raul Pont PT PT e PCdoB 117.225 16,37%
Maurício Dziedricki PTB PTB, PR, PSC, SD, PTdoB e PRP 97.939 13,68%
Luciana Genro PSOL PSOL, PCB e PPL 86.352 12,06%
Fábio Ostermann PSL Sem Coligação 7.054 0,99%
Marcelo Chiodo PV Sem Coligação 4.327 0,60%
Júlio Flores PSTU Sem Coligação 2.554 0,36%
João Carlos Rodrigues PMN Sem Coligação 1.230 0,17%

Porto Velho[editar | editar código-fonte]

Candidato(a) Partido Coligação Votos Porcentagem
Dr. Hildon PSDB PSDB e PSDC 57.954 27,20%
Léo Moraes PTB PTB, PP, PRP, PTN, PROS, PSC e PPS 55.656 26,12%
Dr. Mauro Nazif PSB PSB, PSD, PDT, PCdoB, PTC, REDE, PPL, PV, PHS e SD 51.456 24,15%
Pimentel PMDB PMDB, DEM, PRB e PRTB 33.379 15,66%
Dr. Ribamar Araújo PR PR e PSL 12.481 5,86%
Pimenta de Rondônia PSOL Sem Coligação 2.171 1,02%
Roberto Sobrinho PT Sem Coligação 0 0,00%

Recife[editar | editar código-fonte]

Candidato(a) Partido Coligação Votos Porcentagem
Geraldo Júlio PSB PSB, PMDB, PRTB, PCdoB, PPL, PSC, PR, PMB, PTC, PP, PPS, PSD, PDT, PRP, SD, REDE, PSDC, PROS, PHS e PEN 430.997 49,34%
João Paulo PT PT, PRB, PTN, PTdoB e PTB 207.529 23,76%
Daniel Coelho PSDB PSDB e PSL 162.356 18,59%
Priscila Krause DEM DEM e PMN 47.399 5,43%
Edilson Silva PSOL PSOL e PCB 18.352 2,10%
Carlos Augusto PV Sem Coligação 5.394 0,62%
Simone Fontana PSTU Sem Coligação 1.029 0,12%
Pantaleão PCO Sem Coligação 429 0,05%

Rio Branco[editar | editar código-fonte]

Candidato(a) Partido Coligação Votos Porcentagem
Marcus Alexandre PT PT, PSB, PCdoB, PPL, PRB, PSL, PRP, PHS, PDT, PROS, PTN, PSDC, PMB, PSOL e PV 104.311 54,87%
Eliane Sinhasique PMDB PMDB, PP, PTB, PPS, DEM, PMN e PSD 60.871 32,02%
Carlos Gomes REDE Sem Coligação 15.735 8,28%
Raimundo Vaz PR PR, PSDB, PSC, PTC, PEN e SD 9.202 4,84%

Rio de Janeiro[editar | editar código-fonte]

Candidato(a) Partido Coligação Votos Porcentagem
Marcelo Crivella PRB PRB, PR e PTN 842.201 27,78%
Marcelo Freixo PSOL PSOL e PCB 553.424 18,26%
Pedro Paulo PMDB PMDB, PDT, PP, PTB, PSL, SD, DEM, PROS, PHS, PMN, PEN, PSDC, PTC, PTdoB e PRTB 488.775 16,12%
Flávio Bolsonaro PSC PSC e PRP 424.307 14,00%
Indio da Costa PSD PSD, PSB e PMB 272.500 8,99%
Carlos Osorio PSDB PSDB e PPS 261.286 8,62%
Jandira Feghali PCdoB PCdoB e PT 101.133 3,34%
Alessandro Molon REDE REDE, PV e PPL 43.426 1,43%
Carmen Migueles NOVO Sem Coligação 38.512 1,27%
Cyro Garcia PSTU Sem Coligação 5.759 0,19%
Thelma Bastos PCO Sem Coligação 0 0,00%

Salvador[editar | editar código-fonte]

Candidato(a) Partido Coligação Votos Porcentagem
ACM Neto DEM DEM, PMB, PSDB, PMDB, PEN, PHS, PPS, PRB, PSC, PSDC, PTB, PTC, PV e SD 982.246 73,99%
Alice Portugal PCdoB PCdoB, PT, PSD, PSB e PTN 193.102 14,55%
Sargento Isidório PDT PDT, PMN, PSL, PRP e PROS 114.291 8,61%
Cláudio Silva PP PP e PR 19.333 1,46%
Fábio Nogueira PSOL PSOL e REDE 13.747 1,04%
Célia Sacramento PPL Sem Coligação 3.079 0,23%
Da Luz PRTB Sem Coligação 1.731 0,13%

São Luís[editar | editar código-fonte]

Candidato(a) Partido Coligação Votos Porcentagem
Edivaldo Holanda Júnior PDT PDT, PCdoB, PT, PR, DEM, PRB, PTB, PSC, PROS, PEN, PSL e PTC 239.737 45,66%
Eduardo Braide PMN Sem Coligação 112.041 21,34%
Wellington do Curso PP PP, PSB, PSD e PHS 103.951 19,80%
Eliziane Gama PPS PPS, PSDB, SD, PTN, REDE, PV, PTdoB, PRTB e PSDC 32.500 6,19%
Fábio Câmara PMDB PMDB e PRP 19.045 3,63%
Rose Sales PMB Sem Coligação 10.346 1,97%
Cláudia Durans PSTU Sem Coligação 4.299 0,82%
Valdeny Barros PSOL PSOL e PCB 2.590 0,49%
José Luís Lago PPL Sem Coligação 482 0,09%

São Paulo[editar | editar código-fonte]

Candidato(a) Partido Coligação Votos Porcentagem
João Doria Júnior PSDB PSDB, PP, PSL, PPS, DEM, PHS, PMB, PMN, PSB, PV, PRP, PTC, PTN e PTdoB 3.085.187 53,29%
Fernando Haddad PT PT, PDT, PCdoB, PR e PROS 967.190 16,70%
Celso Russomanno PRB PRB, PSC, PTB e PEN 789.986 13,64%
Marta Suplicy PMDB PMDB e PSD 587.220 10,14%
Luiza Erundina PSOL PSOL, PCB e PPL 184.000 3,18%
Major Olímpio SD Sem Coligação 116.870 2,02%
Ricardo Young REDE Sem Coligação 25.993 0,45%
Levy Fidelix PRTB Sem Coligação 21.705 0,37%
João Bico PSDC Sem Coligação 6.006 0,10%
Altino Prazeres PSTU Sem Coligação 4.715 0,08%
Henrique Áreas PCO Sem Coligação 1.019 0,02%

Teresina[editar | editar código-fonte]

Candidato(a) Partido Coligação Votos Porcentagem
Firmino Filho PSDB PSDB, PMDB, PSDC, PRB, PSB, PP, PMB, PV, PSL, SD, PRP, PRTB, PCdoB, PTdoB, PPS, DEM, PEN, PDT, PSC, REDE e PPL 220.042 51,14%
Dr. Pessoa PSD PSD, PR e PHS 171.113 39,77%
Amadeu Campos PTB PTB, PT, PTC, PMN e PROS 28.669 6,66%
Everton Diego PSOL Sem Coligação 5.108 1,19%
Luciane Santos PSTU Sem Coligação 2.745 0,64%
Quem-Quem PTN Sem Coligação 1.819 0,42%
Lourdes Melo PCO Sem Coligação 786 0,18%

Vitória[editar | editar código-fonte]

Candidato(a) Partido Coligação Votos Porcentagem
Luciano Rezende PPS PPS, PSDC, PCdoB, REDE, PHS, PP, PV, PSB, PROS, PRB, PPL e PEN 81.315 43,82%
Amaro Neto SD SD, PDT, DEM, PRTB, PSD, PMB, PTC, PR, PTN e PTdoB 65.554 35,32%
Lelo Coimbra PMDB PMDB, PSDB, PTB, PSC, PMN, PRP e PSL 26.584 14,32%
Perly Cipriano PT Sem Coligação 6.461 3,48%
André Moreira PSOL Sem Coligação 5.668 3,05%

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Partidos com menor número de candidatos eleitos[editar | editar código-fonte]

[18][19]

Por partido[editar | editar código-fonte]

Referência:[20][21]

Partido Candidatos(as)
a prefeituras
Prefeitos(as)
eleitos(as)
Candidatos(as)
a câmara
Vereadores(as)
eleitos(as)
DEM 719 265 20359 2898
NOVO 1 0 142 4
PCdoB 322 80 11491 998
PCB 15 0 201 1
PCO 21 0 42 0
PDT 930 334 24200 3756
PEN 170 14 9832 524
PHS 208 36 11429 873
PMB 63 3 4410 218
PMDB 2361 1027 40171 7551
PMN 165 28 7057 522
PP 1149 495 25699 4730
PPL 78 4 3547 110
PPS 408 118 15855 1669
PR 773 295 21034 3024
PRB 429 104 17061 1617
PROS 232 52 10447 982
PRP 121 19 8264 610
PRTB 92 10 6348 387
PSB 1084 414 24932 3625
PSC 326 87 15644 1525
PSD 1358 539 26929 4623
PSDB 1744 793 32546 5355
PSDC 109 9 7296 411
PSL 150 30 10065 875
PSOL 425 2 4635 53
PSTU 49 0 227 0
PT 999 250 22166 2795
PTdoB 118 15 7221 491
PTB 735 261 20981 3042
PTC 113 15 8507 569
PTN 150 30 9370 751
PV 373 100 16047 1519
REDE 154 5 5537 180
SD 272 62 14212 1432

Referências

  1. João Quero e Equipe de dados (Clara Velasco, Thiago Reis e Rosanne D’Agostino) (14 de setembro de 2016). «Número de candidatos pastores cresce 25% em quatro anos». G1 Eleições 2016 (Eleição em números). Consultado em 18 de setembro de 2016. Cópia arquivada em 15 de setembro de 2016 
  2. «Câmara aprova novas regras para eleições; veja o que pode mudar - Notícias - Política». Consultado em 25 de junho de 2016 
  3. a b c «Eleições 2016: datas e regras». 5 de janeiro de 2016. Consultado em 25 de junho de 2016 
  4. Nathan, Lopes (13 de setembro de 2016). «Ele é candidato a prefeito e só precisa ter um voto para se eleger». UOL Eleições 2016. Grupo Folha. Consultado em 13 de setembro de 2016 
  5. «Segundo turno confirma guinada à direita e conservadora». Consultado em 17 de janeiro de 2017 
  6. «O declínio do PT». Consultado em 17 de janeiro de 2017 
  7. Junqueira, Diego. «Partido com mais investigados na Lava Jato tem alta no número de prefeitos». noticias.r7.com. R7. Consultado em 31 de outubro de 2016 
  8. «Em eleição do "combate à corrupção", eleitor fez crescer o PP, que tem 32 investigados na Lava Jato, 22 na lista da Odebrecht e 60% da Executiva sob suspeita». Viomundo - O que você não vê na mídia. 4 de outubro de 2016 
  9. Rodolfo Almeida e Daniel Mariani (31 Out 2016). «A conquista e a perda de poder dos partidos em 4 gráficos». Consultado em 1 de novembro de 2016. Cópia arquivada em 1 de novembro de 2016 
  10. «Brasileiros puderam denunciar crimes eleitorais pelo celular. Qual foi o resultado». Nexo Jornal 
  11. a b Cássio, José. «'A campanha eleitoral deste ano vai ser um caos', diz especialista da OAB-SP». DCM. Consultado em 11 de julho de 2016 
  12. [1]
  13. a b [2]
  14. Oliveira, Mariana (30 de julho de 2012). «Eleições 2016: 92 municípios podem ter segundo turno em outubro». TSE. Consultado em 6 de outubro de 2016 
  15. «Calendário eleitoral 2016 - Tribunal Superior Eleitoral» 
  16. Institucional (s/d). «Lei 4.737». Planalto.gov.br. Consultado em 28 de setembro de 2016  Verifique data em: |data= (ajuda)
  17. a b c d e f g h i j k Assessoria de Comunicação TSE (9 de setembro de 2016). «Saiba como calcular os quocientes eleitoral e partidário nas eleições 2016». TSE. Consultado em 28 de setembro de 2016 
  18. NOSSA SENHORA DO SOCORRO Vereador - Lista completa Infonet
  19. Portal G1: Eleições 2016 em números.
  20. «Candidaturas 2016 - Tribunal Superior Eleitoral» 
  21. «PSDB e PSD crescem em nº de prefeituras; PT encolhe». G1. GLOBO.COM. 2 de outubro de 2016. Consultado em 30 de outubro de 2016 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]