Eleições na Argentina

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Política e governo da
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As Eleições na Argentina ocorrem no sistema a duas voltas. São eleitos ocupantes para os cargos de Presidente, senadores e deputados.

Sistema de votação[editar | editar código-fonte]

Os eleitores argentinos escolhem seus representantes por meio de cédulas de papel. Ao chegarem na seção eleitoral, eles são encaminhados a uma sala de votação (também conhecida como sala escura), onde ficam disponíveis cédulas de cada coalizão eleitoral, semelhantes aos "santinhos". As cédulas contém fotos e informações de todos os candidatos de determinada coalizão. Se o eleitor quiser votar em todos os candidatos de uma coalizão, ele deve inserir toda a cédula em um envelope e depositar em uma urna. No entanto, se os seus escolhidos forem de diferentes coalizões, é necessário recortar a parte da cédula com o candidato escolhido.[1]

Executivo[editar | editar código-fonte]

Presidente e vice-presidente são eleitos, na mesma chapa, para mandato de quatro anos. Até as eleições de 1995, estes eram apontados por um colégio eleitoral.

Legislativo[editar | editar código-fonte]

O Congresso da Nação é composto pelo Senado (câmara alta) e pela Câmara de Deputados (câmara baixa). Os 257 deputados são eleitos para mandato de quatro anos através do sistema de representação proporcional. Através do método D'Hondt, metade dos assentos são colocados em disputa a cada dois anos.

Os 72 senadores são eleitos para mandato de seis anos. Dois assentos são reservados ao maior partido ou coalização, enquanto um assento para o segundo maior. Somente em 2001, todos os assentos do Senado foram postos à eleição.

Referências

  1. Rodrigo Lopes (25 de outubro de 2015). «VÍDEO: entenda como funcionam as eleições na Argentina». Zero. Consultado em 28 de outubro de 2015