Eleutherodactylus

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Como ler uma caixa taxonómicaEleutherodactylus[1]
Eleutherodactylus coqui

Eleutherodactylus coqui
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Amphibia
Ordem: Anura
Família: Eleutherodactylidae
Subfamília: Eleutherodactylinae
Género: Eleutherodactylus
Duméril & Bibron, 1841
Espécies
191, ver texto
Sinónimos
  • Euhyas Fitzinger, 1843
  • Epirhexis Cope, 1866
  • Syrrhophus Cope, 1878
  • Malachylodes Cope, 1879
  • Tomodactylus Günther, 1900
  • Sminthillus Barbour & Noble, 1920
  • Ladailadne Dubois, 1987
  • Pelorius Hedges, 1989
  • Schwartzius Hedges, Duellman & Heinicke, 2008

Eleutherodactylus é um gênero de anfíbios da família Eleutherodactylidae. Está distribuído do sul dos Estados Unidos (sul do Texas) e oeste do México ao sul até Belize e Guatemala; e nas Antilhas das Bahamas e Cuba ao leste e sul até as ilhas de sotavento no Caribe.[1]

Nomenclatura e taxonomia[editar | editar código-fonte]

Hedges, em 1989, através de uma análise molecular dividiu o gênero Eleutherodactylus em cinco subgêneros: Craugastor, Eleutherodactylus, Pelorius, Syrrhophus e Euhyas.[2] Darst e Canatella, em 2004, demonstraram que o gênero era polifilético através de análise filogenética molecular.[3] Em 2005, o subgênero Craugastor foi elevado a categoria de gênero distinto.[4] Em 2007, Pristimantis foi removido da sinonímia de Eleutherodactylus e elevado a gênero distinto.[5] Em 2008, o gênero foi revisado e proposto cinco subgêneros: Eleutherodactylus, Euhyas, Pelorius, Schwartzius e Syrrhopus.[6] Em 2011, uma análise filogenética confirmou a monofilia do gênero, e também que os subgêneros Eleutherodactylus, Schwartzius e Syrrhopus são monofiléticos, enquanto o Euhyas é polifilético.[7]

As seguintes espécies são reconhecidas:[1]

Referências

  1. a b c Frost, D.R. (2015). «Eleutherodactylus». Amphibian Species of the World: an Online Reference. Version 6.0. American Museum of Natural History, New York, USA. Consultado em 22 de junho de 2015. 
  2. Hedges, S.B. (1989). Woods, C.A. (ed.), : . Biogeography of the West Indies: Past, Present, and Future (Gainesville, Florida: Sandhill Crane Press, Inc). pp. 305–370. 
  3. Darst, C.R.; Cannatella, D.C.. (2004). "Novel relationships among hyloid frogs inferred from 12S and 16S mitochondrial DNA sequences". Molecular Phylogenetics and Evolution 31: 462–475.
  4. Crawford, A.J.; Smith, E.N.. (2005). "Cenozoic biogeography and evolution in direct-developing frogs of Central America (Leptodactylidae: Eleutherodactylus) as inferred from a phylogenetic analysis of nuclear and mitochondrial genes". Molecular Phylogenetics and Evolution 35: 536–555.
  5. Heinicke, M.P., Duellman, W.E.; Hedges, S.B.. (2007). "Major Caribbean and Central American frog faunas originated by ancient oceanic dispersal". Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America 104: 10092–10097.
  6. Hedges, S.B.; Duellman, W.E.; Heinicke, M.P.. (2008). "New World direct-developing frogs (Anura: Terrarana): Molecular phylogeny, classification, biogeography, and conservation". Zootaxa 1737: 1-182.
  7. Pyron, R.A.; Wiens, J.J.. (2011). "A large-scale phylogeny of Amphibia including over 2800 species, and a revised classification of advanced frogs, salamanders, and caecilians". Molecular Phylogenetics and Evolution 61: 543–583.
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