Emilio Fernández

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(Coahuila no México em 1904 - Cidade do México em 1986} foi um dos cineastas mexicanos mais conhecidos internacionalmente.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Emilio Fernández começou sua carreira em Hollywood, em 1926, alguns anos depois de ter participado ativamente da Revolução Mexicana. Fez várias participações como extra até voltar para o México em 1934 quando interpretou um foragido no filme "Corazon Bandolero".

Mas sua verdadeira carreira foi como cineasta e ela teve início em 1943 com o filme "Flor Silvestre". Depois viriam outros grandes sucessos como "Maria Candelária com Dolores Del Rio; "Enamorada"; "Rio Escondido"; "La Perla" e "Maclovia".

Fernández era apaixonado pela atriz britânico-americana Olivia de Havilland, a quem nunca chegou a conhecer pessoalmente. Ele teria se apaixonado por ela ao assistir o filme E o vento levou ("Gone with the Wind", 1939), e a partir de então começou tentar se aproximar da atriz por meio de cartas, sendo auxiliado no inglês (língua sobre a qual não obtinha completa fluência) por um amigo, o escritor Marcus Goodrich, que viria a lhe "passar a perna", pois ao final de tudo Goodrich foi quem acabou se casando com De Havilland. Fernandez pediu ao então presidente do México, Miguel Alemán Valdés, para que a rua onde se localizava a sua mansão em Coyoacán, Cidade do México, recebesse o nome de "Dulce Olivia" (Doce Olivia, em português). Segundo ele, essa seria uma maneira de estar sempre próximo daquela que era a sua paixão.[1] Ele se casou com a atriz Columba Dominguez, que fez vários de seus filmes.

Referências