Emmanuel (livro)

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Emmanuel
Autor(es) Emmanuel
Idioma Português do Brasil
País Brasil
Género Literatura espírita
Lançamento 1938

Emmanuel (subtítulo: Dissertações mediúnicas sobre importantes questões que preocupam a humanidade) é um livro de autoria do médium Chico Xavier, com autoria atribuída ao Espírito Emmanuel, publicada originalmente pela FEB em 1938.

Sumário[editar | editar código-fonte]

A obra versa sobre os mais variados temas - na verdade, respostas que Emmanuel oferecia, segundo o seu entendimento, para questionamentos feitos pelos seus indagadores, mormente integrantes dos próprios quadros da FEB.

Com estilo sucinto e muitas vezes duros, os temas abordados encontram opiniões formadas sobre assuntos de filosofia, ciência e religião, tanto aqueles referentes aos assuntos mais genéricos como sobre os acontecimentos contemporâneos à obra.

Cumpre assinalar que, àquele tempo, vivia o mundo uma tenebrosa fase de recidiva beligerante, e ainda forte intolerância religiosa que, no Brasil, implicava perseguições de várias espécies, estando a máquina estatal fortemente influenciada pela Igreja.

O Catolicismo assim, é alvo de severas críticas, assinalando as mobilizações dos chamados Congressos Eucarísticos, ocorridos em Buenos Aires e Rio de Janeiro - onde a reação da Igreja era articulada, para fazer frente à crescente propagação de ideias contrárias a sua doutrina.

Noutros aspectos, Emmanuel fala, por exemplo, da Ciência, e seu papel face à realidade espiritual. Num dos pontos da obra, assinala que temas extra-corpóreos e referentes à realidade além-túmulo jamais poderão ser objeto de estudos pelo meio científico humano, por inacessíveis aos instrumentos que esta dispõe. Alerta, ainda, para as tentativas em fazê-lo, sobremodo porque estarão sujeitas ao fracasso.

Excerto[editar | editar código-fonte]

Um pequeno extrato das palavras contidas em Emmanuel:

A Tarefa dos Guias Espirituais
Os guias invisíveis do homem não poderão, de forma alguma, afastar as dificuldades materiais dos seus caminhos evolutivos sobre a face da Terra.
O Espaço está cheio de incógnitas para todos os Espíritos.
Se os encarnados sentem a existência de fluidos imponderáveis que ainda não podem compreender, os desencarnados estão marchando igualmente para a descoberta de outros segredos divinos que lhes preocupam a mente.
(...)
Os homens, portanto, não devem permanecer embevecidos, diante das nossas descrições.
O essencial é meter mãos à obra, aperfeiçoando, cada qual, o seu próprio coração primeiramente, afinando-o com a lição de humildade e de amor do Evangelho, transformando em seguida os seus lares, as suas cidades e os seus países, a fim de que tudo na Terra respire a mesma felicidade e a mesma beleza dos orbes elevados, conforme as nossas narrativas do Infinito.

Ver também[editar | editar código-fonte]