Emmanuel Macron

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Emmanuel Macron
Emmanuel Macron em 2017.
25.º Presidente da França
Período 14 de maio de 2017
até a atualidade
Primeiro-ministro Édouard Philippe
Antecessor(a) François Hollande
Co-Príncipe de Andorra
Período 14 de maio de 2017
até a atualidade
Co-Príncipe Joan Enric Vives i Sicília
Primeiro-ministro Antoni Martí
Antecessor(a) François Hollande
Joan Enric Vives i Sicília
Ministro da Economia, Indústria
e Assuntos Digitais
Período 26 de agosto de 2014
a 30 de agosto de 2016
Primeiro-ministro Manuel Valls
Antecessor(a) Arnaud Montebourg
Sucessor(a) Michel Sapin
Secretário-geral adjunto
da Presidência da República
Período 15 de maio de 2012
a 15 de julho de 2014
Presidente François Hollande
Antecessor(a) Jean Castex
Sucessor(a) Laurence Boone
Dados pessoais
Nome completo Emmanuel Jean-Michel Frédéric Macron
Nascimento 21 de dezembro de 1977 (39 anos)
Amiens, Picardia, França
Alma mater Universidade Paris Nanterre
Instituto de Estudos Políticos
Escola Nacional de Administração
Esposa Brigitte Trogneux (2007–presente)
Partido Socialista (2006–2009)
Independente (2009–2016)
Em Marcha! (2016–presente)
Religião Catolicismo
Profissão Funcionário público e banqueiro
Assinatura Assinatura de Emmanuel Macron

Emmanuel Jean-Michel Frédéric Macron (Amiens, 21 de dezembro de 1977) é um político, funcionário público e banqueiro francês, atual presidente do seu país.[1] Macron estudou filosofia na Universidade de Paris X - Nanterre, concluiu um mestrado em políticas públicas no Instituto de Estudos Políticos de Paris, e depois se formou na Escola Nacional de Administração em 2004. Em seguida, passou a trabalhar na Inspeção-Geral de Finanças antes de se tornar um sócio do banco Rothschild.

Membro do Partido Socialista entre 2006 e 2009, foi nomeado secretário-geral adjunto da Presidência da República por François Hollande em 2012, e se tornou ministro da economia em 2014 no governo Valls. Como ministro, apoiou reformas pró-empresariado. Ele saiu do governo em agosto de 2016 para lançar sua candidatura à presidência na eleição de 2017, a qual anunciou oficialmente em novembro de 2016, poucos meses após fundar seu próprio partido político, o Em Marcha!.

Em 7 de maio de 2017, foi eleito Presidente da França com 66% dos votos, derrotando a candidata de extrema-direita Marine Le Pen. Uma semana depois, foi empossado o 25.º presidente francês.

Início de vida e educação[editar | editar código-fonte]

Emmanuel Macron nasceu em Amiens em 21 de dezembro de 1977, sendo filho de Jean-Michel Macron, professor de neurologia da Universidade de Picardia, e da médica Françoise Macron-Noguès.[2][3][4][5] Macron estudou na escola jesuíta de Amiens, tendo boas notas, até ser enviado por seus pais para estudar seu último ano do ensino secundário em Lycée Henri-IV, de Paris.[6][7][8]

Macron não foi aprovado nas provas de admissão da Escola Normal Superior de Paris, e então matriculou-se na Universidade de Paris X - Nanterre, onde recebeu um Diploma de Estudos Avançados na área da filosofia.[9][10] Sua dissertação de conclusão abordou o limite e a noção do bem comum nos pensamentos de Georg Hegel e Nicolau Maquiavel.[11]

Dando continuidade aos seus estudos, obteve um mestrado em políticas públicas pelo Instituto de Estudos Políticos de Paris; enquanto estudou nesta instituição, foi assistente do filósofo Paul Ricœur. Em 2002, foi admitido na Escola Nacional de Administração, graduando-se em 2004.[12][13]

Carreira profissional[editar | editar código-fonte]

Em 2004, Macron juntou-se a equipe da Inspeção-Geral de Finanças, tornando-se um dos protegidos de Jean-Pierre Jouyet, diretor da instituição.[14][15] Ele trabalhou em tarefas relacionadas ao desenvolvimento de pesquisas, a distribuição da carga tributária entre as gerações, a equidade intergeracional e a carga tributária.[11]

Em agosto de 2007, foi nomeado vice-relator da Comissão para a Libertação do Crescimento Francês, cujos membros eram indicados pelo presidente Nicolas Sarkozy. Sua passagem pela comissão, chefiada pelo influente economista Jacques Attali, permitiu-lhe relacionar-se com personalidades de grandes empresas privadas europeias e, como resultado, foi contratado em 2008 pelo banco de investimentos Rothschild.[16][17][18][11]

Em 2010, Macron tornou-se sócio do Rothschild na França.[19] O período de Macron como banqueiro foi curto, porém intenso. No início de 2012, conduziu uma das maiores negociações do ano, a aquisição de uma filial da Pfizer pela Nestlé. A transação, estimada em 12 bilhões de euros, fez com que se tornasse um milionário.[20][21][11] No período em que foi sócio-gerente do banco, até 2012, Macron indicou ter ganho 2 milhões de euros, recebendo um total de 3,3 milhões de euros entre 2009 a 2013. Em 2012, entretanto, declarou possuir apenas 200 mil euros.[22][23]

Carreira política[editar | editar código-fonte]

Macron foi um membro ativo do Movimento de Cidadãos por quase dois anos.[24] Enquanto estudou no Instituto de Estudos Políticos de Paris, fez um estágio no escritório de Georges Sarre, prefeito do 11.º arrondissement de Paris.[25] Macron votou para Jean-Pierre Chevènement no primeiro turno da eleição presidencial de 2002 e, após a eleição daquele ano transformar-se em um segundo turno com apenas candidatos da direita, ele afirmou acreditar que a derrota do socialista Lionel Jospin era explicada pela incapacidade da esquerda em conseguir um discurso firme sobre questões de segurança.[24] Macron integrou o Partido Socialista de 2006 a 2009.[26]

Macron conheceu François Hollande em 2006 através de Jean-Pierre Jouyet. Durante a eleição presidencial de 2007, fez parte do grupo Gracques, um think tank social liberal que pregava a renovação da esquerda francesa, e apelou por uma aliança entre Ségolène Royal e François Bayrou. Em meados daquele ano, Macron tentou obter a indicação do Partido Socialista para concorrer nas eleições parlamentares em Picardia. No entanto, os socialistas de Picardia recusaram-se a o escolherem como candidato. Esta derrota, combinada com a vitória de Sarkozy na eleição presidencial, encorajou-o a dar uma reviravolta em sua carreira.[carece de fontes?]

Em 2007, enquanto era apoiado pela maioria dos comerciantes de Le Touquet-Paris-Plage, Macron recusou-se a concorrer nas eleições municipais e enfrentar o candidato da União por um Movimento Popular. Em 2010, embora não houvesse sido um membro ativo do Partido Socialista no ano anterior, recusou o convite da UMP para se tornar o vice-chefe de gabinete do primeiro-ministro François Fillon. Em 2011, aproximou-se do círculo de François Hollande, a quem apoiou nas prévias presidenciais socialistas.[carece de fontes?]

Secretário-geral adjunto da Presidência da República[editar | editar código-fonte]

Em maio de 2012, Macron aceitou a oferta feita por Hollande, o novo presidente da França, que o convidou para ser o secretário-geral adjunto da Presidência da República, tendo funções consultivas em matérias econômicas e financeiras e auxiliando o secretário-geral Pierre-René Lemas.[27] O jornalista Nicolas Prissette observou que "nas primeiras semanas, o secretário-geral adjunto de 34 anos chamou a atenção do microcosmo: jovem, espirituoso, atípico, não muito de esquerda... os jornais dedicaram-lhe artigos. Ele está mais interessado em caráter do que o secretário-geral [...]."[28]

Macron mostrou suas habilidades tecnocráticas como arquiteto do plano de Hollande para baixar impostos corporativos para aumentar a competitividade e criar empregos. Ele também moldou o Pacto de Responsabilidade e Solidariedade, apresentado pelo presidente em dezembro 2013 e focado em aumentar a competitividade da economia. Macron envolveu-se de forma muito ativa nos bastidores, em várias reuniões internacionais de alto nível, particularmente os encontros da União Europeia e do G20.[11][29]

Ministro da Economia[editar | editar código-fonte]

Macron durante conferência econômica em Toulouse, em 2 de julho de 2015.

Em 15 de julho de 2014, Macron demitiu-se de seu cargo como secretário-geral adjunto, tendo planos de voltar para a iniciativa privada. Um mês depois, no entanto, aceitou o cargo de ministro da economia, indústria e assuntos digitais no novo governo de Manuel Valls. Um desconhecido do grande público, Macron tornou-se o ministro da economia mais jovem desde Valéry Giscard d'Estaing, nomeado em 1962. Ele foi descrito por meios de comunicação e personagens políticos como o "símbolo" da volta do liberalismo social ao executivo.[carece de fontes?]

Em dezembro de 2014, apresentou perante o Conselho de Ministros um projeto de lei voltado ao crescimento e oportunidades econômicas iguais, também chamado de "Lei Macron", que tinha como objetivo "destravar a economia francesa" e incluía a liberalização do código de trabalho. Com receio de não conseguir a maioria necessária para aprovar o projeto, o governo recorreu ao artigo 49 do parágrafo 3 da Constituição, que permitiu a aprovação do projeto sem uma votação.[30]

Macron esteve na vanguarda de reformas favoráveis aos negócios. Ele manteve publicamente discordâncias sobre algumas medidas do governo, e sua permanência como ministro foi seriamente ameaçada em janeiro de 2016, quando opôs-se veementemente a um projeto de lei apresentado por Valls. Macron começou a conceber planos para seu próprio futuro político e, em abril de 2016, fundou seu próprio partido, o Em Marcha!.[carece de fontes?]

Candidatura presidencial em 2017[editar | editar código-fonte]

Eleitores comemoram vitória de Macron no Louvre em 7 de maio.

Macron deixou o governo em 30 de agosto de 2016, poucos meses após fundar o Em Marcha!, um partido político progressista. Em 16 de novembro de 2016, anunciou formalmente sua candidatura à presidência após meses de especulação. Em seu discurso de anúncio, pediu uma "revolução democrática" e prometeu "desbloquear a França". Macron acumulou uma ampla gama de apoiadores, garantindo endossos de François Bayrou e muitos políticos socialistas, como Valls, mas também um número significativo de políticos centristas e da centro-direita.[carece de fontes?]

Macron foi descrito por alguns observadores como um social-liberal e por outros como um social-democrata.[31][32][33][34] Durante seu tempo no Partido Socialista, apoiou a ala direitista do partido, cuja postura política tem sido associada às políticas da "terceira via" apoiadas por políticos como Bill Clinton, Tony Blair e Gerhard Schröder.[35][36]

Macron advoga em favor do livre-mercado, da redução do défice das finanças públicas e de refugiados.[37][38] Macron foi descrito como eurófilo e federalista, enquanto ele se descreveu como "nem pro-europeu, eurocéptico nem federalista no sentido clássico", classificando seu partido como "a única força política pró-européia na França"[39][40][41][42]

A 7 de maio de 2017 ganhou com 65,8% dos votos a 2ª volta das eleições presidenciais francesas face a Marine Le Pen.[43]

Presidente da França[editar | editar código-fonte]

Macron se tornou presidente em 14 de maio e escolheu Édouard Philippe como o novo primeiro-ministro.[44] Nas eleições legislativas do mês seguinte, seu partido e aliados de Macron conseguiram uma confortável maioria, ganhando 350 dos 577 assentos.[45]

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Macron é casado com Brigitte Trogneux,[46] que é 24 anos mais velha que ele e era sua professora em Amiens.[47][48][49] O casal se conheceu quando Macron tinha 15 anos de idade e era aluno de Brigitte, mas eles se tornaram oficialmente um casal quando ele completou 18 anos.[50]

Seus pais inicialmente tentaram dividir o casal ao enviá-lo a Paris para terminar o último ano de colégio, pois achavam que sua juventude tornava esta relação inapropriada. Eles, entretanto, permaneceram juntos e casaram-se em 2007. O casal vive com os três filhos de Trogneux de seu casamento anterior.[51][52][53]

Referências

  1. Helena Tecedeiro (24 de abril de 2017). «O filho de médicos que deve à avó a vocação de esquerda». Diário de Notícias.pt. Consultado em 24 de abril de 2017. Cópia arquivada em 24 de abril de 2017 
  2. «[PICARDIE] Emmanuel Macron, un Amiénois à l'Élysée - Le Courrier Picard». Courrier Picard. 16 de maio de 2012. Consultado em 22 de abril de 2017 
  3. Vincent Delorme (27 de outubro de 2014). «Emmanuel Macron ministre : un Amiénois à Bercy». Francebleu. Consultado em 22 de abril de 2017 
  4. Anne Fulda (15 de novembro de 2013). «Emmanuel Macron : Le cerveau droit de Hollande». Le Figaro. Consultado em 22 de abril de 2017 
  5. «Emmanuel Macron : les femmes de sa vie». Planet. 1 de dezembro de 2016. Consultado em 22 de abril de 2017 
  6. «Emmanuel Macron». Gala. Consultado em 22 de abril de 2017 
  7. Angelique Chrisafis (11 de julho de 2016). «Will France's young economy minister – with a volunteer army – launch presidential bid?». The Guardian. Consultado em 22 de abril de 2017 
  8. «Emmanuel Macron, un ex-banquier touche-à-tout à Bercy». France 24. 27 de agosto de 2014. Consultado em 22 de abril de 2017 
  9. Vincent de Féligonde (26 de agosto de 2014). «Emmanuel Macron, ancien conseiller du prince aux manettes de Bercy». La Croix. Consultado em 22 de abril de 2017 
  10. «Emmanuel Macron». Ouest France. 27 de agosto de 2014. Consultado em 22 de abril de 2017 
  11. a b c d e «Emmanuel Macron». Barcelona Center for International Affairs. 21 de abril de 2017. Consultado em 22 de abril de 2017 
  12. Renée Kaplan (2 de setembro de 2014). «Who is the Hot New French Economy Minister?». Frenchly. Consultado em 22 de abril de 2017 
  13. Odile Benyahia-Kouider (28 de dezembro de 2012). «Ils ont marqué 2012 : Emmanuel Macron, l'enfant prodige de l'Elysée». L'Obs. Consultado em 22 de abril de 2017 
  14. Claire Guélaud (16 de maio de 2012). «Emmanuel Macron, un banquier d'affaires nommé secrétaire général adjoint de l'Elysée». Le Monde. Consultado em 22 de abril de 2017 
  15. Sophie Coignard (22 de abril de 2016). «Coignard - Derrière Macron, l'ombre de Jouyet». Le Point. Consultado em 22 de abril de 2017 
  16. «Décret n°2007-1272 du 27 août 2007 instituant une commission pour la libération de la croissance française». Legifrance. 27 de agosto de 2007. Consultado em 23 de abril de 2017 
  17. «Décret n° 2010-223 du 4 mars 2010 relatif à la commission pour la libération de la croissance française». Legifrance. 4 de março de 2010. Consultado em 23 de abril de 2017 
  18. Rémi Noyon (30 de outubro de 2016). «Au fait, il faisait quoi chez Rothschild, Emmanuel Macron ?». L'Obs. Consultado em 23 de abril de 2017 
  19. Elsa Conesa (16 de dezembro de 2010). «Rothschild & Cie coopte trois nouveaux associés». Les Echos. Consultado em 23 de abril de 2017 
  20. Grégoire Biseau (17 de setembro de 2012). «Avec Macron, l'Elysée décroche le poupon». Libération. Consultado em 23 de abril de 2017 
  21. David Bensoussan (4 de setembro de 2012). «Macron, ce chouchou des patrons qui succède à Montebourg». Challanges. Consultado em 23 de abril de 2017 
  22. Corinne Lhaïk, Marcelo Wesfreid e Marie Simon (2 de setembro de 2014). «La bombe Macron». L'Express. Consultado em 23 de abril de 2017 
  23. Assma Maad e Susie Armitage (5 de abril de 2017). «Tudo o que você precisa saber sobre o homem de 39 anos que pode ser o próximo presidente da França». BuzzFeed. Consultado em 23 de abril de 2017 
  24. a b «Macron, ce jeune chevènementiste». Marianne. 12 de novembro de 2015. Consultado em 23 de abril de 2017 
  25. Prissette 2016, p. 79.
  26. «Macron, militant PS depuis 2006, n'est plus à jour de cotisation depuis 5 ans». L'Obs. 29 de outubro de 2014. Consultado em 23 de abril de 2017 
  27. «Arrêté du 15 mai 2012 portant nomination à la présidence de la République». Legifrance. 15 de maio de 2012. Consultado em 23 de abril de 2017 
  28. Prissette 2016, p. 142-143.
  29. Prissette 2016, p. 144-145.
  30. Graça Andrade Ramos (16 de junho de 2015). «Governo francês força aprovação da controversa Lei Macron». RTP. Consultado em 23 de abril de 2017 
  31. «Emmanuel Macron, un banquier social-libéral à Bercy». Le Parisien. 26 de outubro de 2014. Consultado em 22 de abril de 2017 
  32. Grégoire Biseau (27 de outubro de 2014). «Valls II : social-démocrate ou social-libéral ?». Libération. Consultado em 22 de abril de 2017 
  33. «Nommé à Bercy, l'ancien banquier Emmanuel Macron fait consensus». Le Point. 27 de agosto de 2014. Consultado em 22 de abril de 2017 
  34. Grégoire Biseau e Lilian Alemagna (26 de outubro de 2014). «Valls et les jeunes loups hollandais». Libération. Consultado em 22 de abril de 2017 
  35. «Gauche, droite, centre... qui peut s'allier à Macron?». BFM TV. 31 de agosto de 2016. Consultado em 22 de abril de 2017 
  36. Eric Le Boucher (17 de setembro de 2014). «C'est la confiance des entreprises que Manuel Valls doit vraiment obtenir». Slate. Consultado em 22 de abril de 2017 
  37. Gabriel Brust (20 de abril de 2017). «França dividida: terreno fértil para Macron». Veja. Consultado em 23 de abril de 2017 
  38. Anne-Sylvaine Chassany (23 de fevereiro de 2017). «Emmanuel Macron proposes Nordic economic model for France». Financial Times. Consultado em 23 de abril de 2017 
  39. Aline Robert (13 de julho de 2016). «Emmanuel Macron se pose en europhile assumé». Euractiv. Consultado em 23 de abril de 2017 
  40. «Macron veut une Europe à deux vitesses». Europe1 LeJdd. 31 de maio de 2015. Consultado em 23 de abril de 2017 
  41. «A Berlin, Macron veut « restaurer la confiance avec les Allemands en faisant des réformes sérieuses »». LeMonde. 10 de janeiro de 2017. Consultado em 23 de abril de 2017 
  42. «Macron l'Européen prône la « transgression »». Les Echos. 19 de abril de 2016. Consultado em 23 de abril de 2017 
  43. «Résultats présidentielle : Emmanuel Macron remporte largement l'élection avec 65,5% des voix face à Marine Le Pen, selon une estimation Ipsos/Sopra Steria». Franceinfo (em francês). 7 de maio de 2017 
  44. «France's Macron names Republican Philippe as PM». BBC. 15 de maio de 2017. Consultado em 29 de junho de 2017 
  45. «Elections législatives 2017». Ministére de L'Intérieur. Consultado em 29 de junho de 2017 
  46. Point.fr, Le (9 de maio de 2017). «Les images émouvantes du mariage d'Emmanuel et Brigitte Macron». Le Point (em francês) 
  47. Pamela Druckerman (2 de fevereiro de 2017). «Sex and the French Elections». The New York Times. Consultado em 22 de abril de 2017 
  48. «Emmanuel Macron». Cosmopolis. 27 de agosto de 2016. Consultado em 22 de abril de 2017 
  49. Yasmeen Serhan (8 de fevereiro de 2017). «Emmanuel Macron's Unexpected Shot at the French Presidency». The Atlantic. Consultado em 22 de abril de 2017 
  50. «Brigitte Macron : la femme d'Emmanuel Macron, la carte com' du couple». Liter@ute. 19 de abril de 2017. Consultado em 22 de abril de 2017 
  51. «Macron desmente rumores de caso extra-conjugal com outro homem». Observador. 8 de fevereiro de 2017. Consultado em 23 de abril de 2017 
  52. Helena Tecedeiro (4 de outubro de 2015). «Macron: o ministro que a esquerda odeia. E os franceses adoram». Diário de Notícias. Consultado em 23 de abril de 2017 
  53. Richard Balmforth (12 de abril de 2017). «Presidenciável francês Macron desafiou pais para manter romance com professora, diz livro». Reuters. Consultado em 23 de abril de 2017 

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Prissette, Nicolas (2016). Emmanuel Macron en marche vers l'Élysée. [S.l.]: Plon. 240 páginas. ISBN 9782259251532 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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François Hollande
Presidente da França
2017 — atualidade
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