Emundo, o Velho

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Disambig grey.svg Nota: Para outras pessoas de mesmo nome, veja Emundo da Suécia.
Question book-4.svg
Esta página ou secção cita fontes confiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo, o que compromete a verificabilidade (desde março de 2017). Por favor, insira mais referências no texto. Material sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Emundo
Rei da Suécia
Reinado 1050 a 1060
Antecessor(a) Anundo Jacó
Sucessor(a) Estenquilo
 
Esposa Grunilda
Descendência Anundo da Suécia
Inguar da Suécia
Ingamoder da Suécia
Casa Munsö
Morte 1060
Pai Olavo, o Tesoureiro
Mãe Edla

Emundo, o Velho (c. 995 - c. 1060), também conhecido como Emundo, o Batoteiro, foi rei da Suécia de 1050 até sua morte em 1060. Era o filho ilegítimo do rei Olavo, o Tesoureiro com sua amante legítima Edla. Subiu ao trono após a morte de seu meio-irmão Anundo Jacó. Morreu sem deixar descendência, terminando assim a Casa de Munsö. Como novo rei apareceu o seu genro Estenquilo, primeiro monarca da Casa de Estenquilo.[1][2][3]

Biografia[editar | editar código-fonte]

A principal fonte relativa a Emundo o Velho é a crónica de Adão de Brema: Emundo era filho ilegítimo do rei Olavo, o Tesoureiro e da sua amante oficial Edla, Duquesa de Venden, de origem eslava. Ele era meio-irmão do rei Anundo Jacó. O apelido "O Velho" pode significar que ele já tinha idade avançada quando assumiu trono.

Seu epíteto Slemme surge em fontes diferentes significando coisas diferentes, podendo ser conotado com o péssimo, o batoteiro e o horrível. Entre os motivos apontados estão a sua avareza, o seu pouco interesse pelo cristianismo, o favorecido aos missionários ingleses em detrimento dos germânicos, e o ter feito batota durante uma negociação da fronteira entre a Suécia e a Dinamarca, tendo os Suecos renunciado a Blecíngia.[4][5]

Favoreceu as missões inglesas na Suécia em detrimento do Arcebispado de Hamburgo e Brema. Com o rei Sueno II da Dinamarca, Emundo estabeleceu o primeiro tratado de fronteiras formal entre a Dinamarca e a Suécia. Diz-se que Emundo enviou seu filho Anundo a Kvänland, onde foi envenenado. Sem ter descendência masculina, Emundo foi sucedido pelo seu genro - o nobre de Västergötland, chamado Estenquilo.[6]

Referências

  1. Örjan Martinsson. «Emund den gamle» (em sueco). Tacitus.nu 
  2. Lagerqvist, Lars; Nils Åberg (2004). «4.Emund gamle». Litet lexikon över Sveriges regenter (Pequeno léxico dos regentes da Suécia) (em sueco). Boda kyrkby: Vincent. p. 10. 63 páginas. ISBN 91-87064-43-X 
  3. Orrling, Karin (1995). Vikingatidens ABC (em sueco). Estocolmo: Museu Histórico de Estocolmo. 184 páginas. ISBN 91-7192-984-3 
  4. Ohlmark, Åke (1975). «Emund Eriksson». Fornnordisk lexikon (em sueco). Estocolmo: Tiden. p. 70. 202 páginas. ISBN 91-550-1914-5 
  5. Lagerquist, Lars O (1997). «Forntid». Sveriges Regenter. Från forntid till nutid (em sueco). Estocolmo: Norstedts. p. 38. 440 páginas. ISBN 91-1-963882-5 
  6. Sture Bolin. «Emund Gamle» (em sueco). Svenskt biografiskt lexikon (Riksarkivet) - Dicionário Biográfico Sueco (Arquivo Nacional Sueco) 


Precedido por
Anundo Jacó
Reis da Suécia
1050-1060
Sucedido por
Estenquilo


Ícone de esboço Este artigo sobre reis é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.