Enchentes no Rio Grande do Sul em 2024

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Enchentes no Rio Grande do Sul em 2024
Enchentes no Rio Grande do Sul em 2024
Centro de Porto Alegre inundado em 5 de maio de 2024

Imagens de satélite da NASA das áreas atingidas em 6 de maio (acima) e 20 de abril (abaixo), durante e antes das enchentes.
Duração 28 de abril de 2024 (2024-04-28)–presente
Vítimas
  • 161 mortos[1]
  • ∼ 82 desaparecidos[1]
  • ∼ 806 feridos[1]
  • ∼ 68,3 mil em abrigos[1]
  • ∼ 581,6 mil desalojados[1]
Áreas afetadas Rio Grande do Sul, Brasil
Causas Enchentes

As enchentes no Rio Grande do Sul em 2024 referem-se às inundações que ocorrem no estado brasileiro do Rio Grande do Sul entre o final de abril e início de maio de 2024. O governo gaúcho classificou a situação como "a maior catástrofe climática" da história do estado.[2]

Em várias cidades, no período entre 27 de abril e 2 de maio, chegou a chover de 500 a 700 mm, correspondendo a um terço da média histórica de precipitação para todo um ano, e em muitas outras a precipitação ficou entre 300 e 400 mm.[3] Dados do Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH), da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), mostram que as chuvas de maio levaram 14,2 trilhões de litros de água para o lago Guaíba, volume que equivale a quase metade do reservatório da Usina Hidrelétrica de Itaipu.[4]

A precipitação excessiva afetou mais de 60% do território estadual[5] e, até as 9 horas do dia 22 de maio, 467 municípios reportaram danos, sendo registrados 161 mortos, 82 desaparecidos e 806 feridos. Mais de 2,34 milhões de pessoas foram afetadas e mais de 649 mil tiveram de sair de suas casas.[1] Mais de 640 mil residências tiveram o abastecimento de água cortado e mais de 440 mil clientes ficaram sem energia elétrica.[6] Ocorreram bloqueios em dezenas de pontos nas estradas estaduais por deslizamentos de terra, alagamento, destruição da pista ou queda de barreiras e árvores.[7]

No dia 5 de maio o governo federal decretou estado de calamidade pública.[8] No mesmo dia, a inundação do Guaíba, lago que cerca a capital Porto Alegre, atingiu a marca de 5,33 metros, superando a histórica enchente de 1941.[9] A Confederação Nacional de Municípios (CNM) estimou que as enchentes causaram prejuízos de 4,6 bilhões de reais, sendo que cerca de 78% dos municípios gaúchos foram afetados, resultando em danos principalmente no setor habitacional.[10]

Histórico meteorológico[editar | editar código-fonte]

Imagem de satélite do sul do Brasil em 2 de maio de 2024
Mapa das áreas atingidas no estado do Rio Grande do Sul pelas enchentes de 2024
Imagem de satélite das áreas ao redor de Porto Alegre inundadas em 6 de maio

Um bloqueio atmosférico causado por um sistema de alta pressão atmosférica no Centro-Sul do Brasil impediu o deslocamento de sistemas meteorológicos típicos (ciclone extratropical, frente fria, cavado) que causam precipitações.[11] As temperaturas onde o anticiclone atuou ficaram de cinco a dez graus Celsius acima do que é registrado historicamente pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Por conta disso, as áreas de instabilidade ficaram confinadas no estado gaúcho.[12]

O mau tempo começou no norte do estado, no dia 27, com chuva forte.[3] No dia 28 de abril a Defesa Civil do Rio Grande do Sul emitiu o Aviso Meteorológico 254,[13] depois atualizado, alertando para o "risco para transtornos por conta dos temporais isolados e chuvas pontualmente intensas, ocasionando rápidas elevações dos níveis com extravasamento da calha em arroios, córregos, pequenos riachos e regiões ribeirinhas, assim como lenta elevação dos rios principais podendo atingir cota de inundação, além de alagamentos pontuais nos perímetros urbanos". Nos dias que se seguiram, na rede social X, os avisos se sucederam, sempre com previsões para tempo adverso.[14][15]

Na segunda-feira, dia 29, a situação se espalhou por quase todo o estado.[13] No dia 30, por volta das 14 horas, o Aviso Meteorológico 254 foi atualizado, trazendo o alerta para "risco alto para transtornos por conta das tempestades isoladas, e chuvas intensas e persistentes, ocasionando rápidas elevações dos níveis com extravasamento da calha em arroios, córregos, pequenos riachos e regiões ribeirinhas, assim como elevação dos rios principais atingindo cota de inundação, além de alagamentos nos perímetros urbanos e deslizamentos".[16]

O mau tempo dos dias 27 de abril a 2 de maio foi provocado por uma frente fria associada a uma área de baixa pressão sobre o mar. Junto a este sistema, houve a atuação de um fluxo de umidade vindo do norte do país.[16][17] Uma outra frente começou a ingressar no estado no dia 2 de maio, enquanto a umidade do fluxo se mantinha. Esta frente estava associada a uma área de baixa pressão sobre o Paraguai que depois se deslocou perpendicularmente sobre o Rio Grande até desembocar no leste do estado no Oceano Atlântico.[16][17][18] Durante este período, várias cidades receberam de 500 a 700 mm de chuva, equivalendo a um terço da média histórica de precipitação para todo um ano, e em muitas outras a precipitação ficou entre 300 e 400 mm.[19]

Depois de alguns dias sem chuva, o avanço de uma frente quente de altitude sobre o ar mais frio que atuava no estado, que tornou-se semiestacionária, acompanhada de uma corrente de jato em baixos níveis e um centro de baixa pressão, provocou a formação de uma linha de instabilidade, e a partir do dia 10 de maio iniciou um novo período de precipitações intensas, concentradas na metade Norte,[20][21] afetando regiões onde ficam as cabeceiras de vários rios que haviam transbordado mas se encontravam em processo de baixa, como o Jacuí, Taquari, Antas, Caí, Sinos, Paranhana e Gravataí. Até o dia 12 haviam caído quase 300 mm de chuva nos Campos de Cima da Serra e de 100 a 200 mm em muitos outros locais, sendo previsto um importante repique nas enchentes.[22] Segundo a Defesa Civil, no dia 12 quase todos os grandes rios do estado voltaram a mostrar elevação em suas cotas.[23]

A nova onda de instabilidade também provocou a formação de dois tornados, ambos no dia 11, um no município de Gentil, com intensidade estimada entre F0 e F1 na Escala Fujita, que incidiu na zona rural e não causou estragos ou vítimas,[21] e outro na zona urbana do município de Cambará do Sul, no bairro de Vila Santana, com ventos estimados de 140 km/h, danificando 57 casas, uma escola e um posto de saúde. Cerca de 300 pessoas foram afetadas, mas não houve feridos ou mortos.[24]

Relação com as mudanças climáticas[editar | editar código-fonte]

Alagamento na área urbana da região metropolitana de Porto Alegre

Um relatório científico publicado pelo Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas em 2013 já apresentava a tendência de aumento significativo das chuvas no Sul do Brasil por conta das mudanças climáticas, mas, devido à existência de variáveis difíceis de quantificar com precisão, havia incerteza a respeito do nível de aumento, podendo oscilar de 25 a 30%.[25] Outras projeções que já haviam sido feitas, citadas pelo climatologista Carlos Nobre, participante do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), variavam de 10% a 20% de aumento.[26][27]

Além de Nobre, outros especialistas como Paulo Artaxo, também membro do IPCC, e Marcio Astrini, secretário-executivo de Observatório do Clima, correlacionaram as frequentes enchentes no Sul do Brasil aos impactos do aquecimento global no Brasil,[28][26][29][30][31] o que também foi destacado na cobertura da imprensa internacional,[32] além de apontarem o despreparo governamental, refletido em políticas públicas inconsistentes de prevenção de desastres e programas insuficientes de mitigação e adaptação ao aquecimento global, o que é agravado pelos danos ao meio ambiente e pela fragilização da legislação ambiental.[28][26][31]

Consequências[editar | editar código-fonte]

Vítimas[editar | editar código-fonte]

Vítimas das enchentes abrigadas no Parque do Trabalhador de Novo Hamburgo em 7 de maio
Hospital de campanha montado pela Marinha do Brasil
Soldados do Exército do Brasil durante operações de resgate
Militares do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Amapá atuam na busca de vítimas em área de deslizamento de terra em Bento Gonçalves

No dia 2 de maio, a Defesa Civil do RS reportou 13 mortes, enquanto o Corpo de Bombeiros da Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul confirmou outros 11 óbitos, sendo que 21 pessoas permanecem desaparecidas. Ao todo, 147 municípios gaúchos registraram inundações, quedas de barreiras e deslizamentos de terra. Cerca de 67,8 mil pessoas foram atingidas pelos efeitos das chuvas nas regiões Central, dos Vales, Serra e Metropolitana de Porto Alegre, sendo que 14,5 mil moradores estão fora de casa (4 599 em abrigos e 9 993 desalojados).[33]

Atualizações do balanço da Defesa Civil do estado
Atualização: 9h do dia 22/05
Data Cidades atingidas Desabrigados e desalojados Mortes Desaparecidos Ref.
30/04 77 ~300 5 18 [34]
01/05 114 ~4 500 10 21 [35]
02/05 154 ~14 900 29 60 [36]
03/05 265 ~32 200 39 68 [37]
04/05 317 ~82 566 55 74 [38]
05/05 341 ~134 331 78 105 [39]
06/05 364 ~149 300 83 111 [40]
07/05 388 ~203 800 90 132 [41]
08/05 425 ~231 214 100 130 [42]
09/05 ~232 125 107 136 [43]
10/05 435 ~406 733 113 146 [44]
11/05 444 ~411 326 136 125 [45]
12/05 447 ~619 943 145 132 [46]
13/05 450 ~615 650 147 127 [47]
14/05 446 ~617 739 149 112 [48]
15/05 449 ~614 825 108 [49]
16/05 461 ~617 391 151 104 [50]
17/05 ~618 353 154 94 [51]
18/05 ~617 390 155 [52]
19/05 463 ~658 588 157 85 [53]
20/05 464 ~657 821 [54]
21/05 467 ~653 136 161 [55]
22/05 ~649 978 82 [1]

Animais[editar | editar código-fonte]

Até o dia 20 de maio, segundo o governo gaúcho, cerca de 12 mil animais, como cavalos, gatos e cães, foram socorridos e resgatados por voluntários, Corpo de Bombeiros, Brigada Militar e Polícia Civil, além de organizações não governamentais, como Grupo de Resposta a Animais em Desastres (GRAD).[54][44][48][56][57] Um cavalo, que ficou quatro dias ilhado em cima de um telhado em Canoas, ganhou grande destaque na imprensa internacional e foi resgatado por uma equipe do Corpo de Bombeiros.[58][59][60] Em 17 de maio, a loja Cobasi confirmou que todos os animais morreram afogados dentro de uma unidade em um shopping de Porto Alegre, localizado no bairro Praia de Belas.[61]

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Soldados do Exército Brasileiro montam barreiras de contenção temporárias em Pelotas
Ponte destruída pelas enchentes na região do Vale do Taquari em 30 de abril de 2024

No dia 30 de abril, primeiro dia de divulgação dos boletins referentes ao novo desastre natural no estado, cerca de 300 mil gaúchos estavam sofrendo com algum problema de infraestrutura, incluindo a ausência do fornecimento de energia elétrica, água potável e fornecimento de telefonia e internet. Dezenas de rodovias estaduais e federais também estavam total ou parcialmente bloqueadas devido à queda de barreiras ou alagamentos e enchentes.[62] No dia seguinte, em 1 de maio, mais de 160 mil pontos estavam sem energia elétrica e 441 mil pessoas estavam sem água, o que significava 14% dos clientes da Corsan.[63]

O alto volume de chuva ocasionou o rompimento da Represa 14 de Julho, localizada no Rio das Antas, em Cotiporã. O dano estrutural ocorreu no início da tarde de 2 de maio.[64] A Defesa Civil emitiu um alerta aos moradores dos municípios de Santa Tereza, Muçum, Roca Sales, Arroio do Meio, Encantado, Colinas e Lajeado deixem áreas de risco e procurem abrigos públicos ou outro local de segurança para permanecer durante a elevação de nível do Rio Taquari.[65] Cruzeiro do Sul, Muçum, Lageado, Estrela, Encantado, Roca Sales e Arroio do Meio tiveram bairros inteiros arrasados pelo impacto direto da correnteza dos rios. Várias dessas cidades já haviam sido fortemente afetadas pelas enchentes de 2023.[66]

Na Serra Gaúcha, diversas estradas da região foram afetadas com deslizamentos, ocasionando diversos bloqueios.[67] No dia 1º de maio, a Ponte Ernesto Dornelles, sob o Rio das Antas, localizada entre os municípios de Bento Gonçalves e Veranópolis, na BR-470, foi acometida por um desmoronamento de terra em ambas as cabeceiras,[68] resultando em cinco mortes e 403 pessoas resgatadas.[69] A BR-116, entre Galópolis e Vila Cristina, parte do asfalto cedeu, em Caxias do Sul.[70] Em Farroupilha, entre Nova Milano a cidade de São Vendelino, a RS-122 foi bloqueada devido à queda de barreiras, deslizamento de pedras e rompimento de pista.[71] Uma das principais ligações entre a Serra e o Litoral Norte, a Rota do Sol, na RS-486, em Itati, próximo ao Mirante da Rota do Sol, ocorreu um deslizamento de terra, gerando bloqueio total da rodovia.[72] No dia 12 de maio, a ponte na BR-116, sob o Rio Caí, que liga Caxias do Sul a Nova Petrópolis, uma das pilastras cedeu e há rachaduras na pista, além de um espaço maior entre os apoios.[73][74] Na madrugada do dia 13 de maio, tremores de terra atingiram pelo menos quatro bairros em Caxias do Sul e, de acordo com a Defesa Civil, os tremores são causados por acomodações naturais do solo. A chuva dos últimos dias pode também ter contribuído para o fenômeno.[75][76][77] No mesmo dia, a adutora do Sistema Marrecas, as margens da Rota do Sol, RS-453, novamente se rompeu devido a um deslizamento de terra.[78] Em Gramado a rua Henrique Bertoluci, no bairro Piratini, desmoronou devido a infiltração em consequência da chuva.[79]

Porto Alegre[editar | editar código-fonte]

Imagem de satélite da Grande Porto Alegre parcialmente inundada em 8 de maio
Centro Histórico de Porto Alegre alagado
Ponte do Guaíba em 5 de maio de 2024 entre Eldorado do Sul e Porto Alegre interditada

Em Porto Alegre, o sistema de contenção de cheias, composto por um muro e uma série de diques, apresentou falhas de funcionamento. Comportas romperam ou vazaram, e estações de bombeamento de água de volta para o Guaíba deixaram de operar.[80][81] Como consequência, o Centro Histórico e vários outros bairros sofreram extenso alagamento, como o Menino Deus, Cidade Baixa e Sarandi, obrigando à evacuação das áreas mais afetadas.[82][83][84] Em algumas ruas o trânsito só era possível de barco.[85]

Às 8 horas do dia 5 de maio o nível da água do Guaíba medido no Cais do Porto atingiu 5,33 metros, superando a cheia histórica de 1941, até então a maior desde o início dos registros.[9] Depois de o Guaíba começar a baixar, um novo período de chuvas causou outra elevação que, pela segunda vez, no dia 13 superou o recorde de 1941.[86]

As pontes sobre o Guaíba e as avenidas Presidente Castello Branco e Assis Brasil foram interditadas, interrompendo as principais ligações da capital com o resto do estado.[87][88][89] A rodoviária do município, alagada, foi fechada, tendo todas as suas partidas e chegadas canceladas;[90] o metrô de Porto Alegre foi paralisado pela Trensurb a partir das 16 horas da sexta-feira, 3 de maio.[91] Trens foram movidos para trechos elevados da linha para evitar maiores perdas, mas a extensão dos danos ao sistema metroviário permanece desconhecida.[92]

O bloqueio das principais vias de acesso à cidade provocou problemas de abastecimento de alimentos e combustível. O temor da falta provocou uma corrida de parte da população aos mercados e postos de gasolina, mas a Associação Gaúcha de Supermercados e a Sulpetro garantiram que as dificuldades eram pontuais e não haveria desabastecimento.[93]

O desligamento de várias estações de tratamento de água, inundadas pela enchente ou desativadas preventivamente pelo risco de curto-circuito, deixou 85% da população da capital sem água, segundo dados da Corsan.[94] Em 6 de maio, o governo da capital gaúcha emitiu um decreto municipal no qual determina que a distribuição de água seja exclusiva para "abastecimento e consumo essencial" ao menos "até que seja retomada a situação de regularidade do abastecimento de água".[95] Os bairros alagados tiveram a energia elétrica cortada preventivamente, afetando 138 mil pessoas.[96]

O Aeroporto Internacional de Porto Alegre foi atingido pelas águas provenientes das enchentes no Rio Grande do Sul. A pista de decolagem e os prédios foram inundados e a água atingiu 2,5 metros de altura em alguns pontos do aeroporto. Diante da situação, a Fraport, administradora do complexo aeroportuário, suspendeu por tempo indeterminado todos os voos que passam pelo terminal.[97]

Avião ilhado na pista alagada do Aeroporto Internacional de Porto Alegre

O Comando de Operações Táticas (COT) da Polícia Federal (PF) assumiu, desde 8 de maio, a segurança do aeroporto, após relatos de que grupos criminosos estariam planejando roubar mercadorias presas no terminal.[98][99]

No dia 14 de maio, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) suspendeu, por tempo indeterminado, as vendas de passagens para voos que tenham como destino ou partida o aeroporto de Porto Alegre.[100] Alguns dos voos inicialmente previstos para chegar ou partir do aeporto de Porto Alegre estão sendo redirecionados para a Base Aérea de Canoas, área sob administração da Força Aérea Brasileira (FAB).[101] Outros aeroportos do interior do Rio Grande do Sul, tais como os de Caxias do Sul, Santa Maria, Pelotas e Passo Fundo também têm recebido voos redistribuídos após as enchentes no aeroporto de Porto Alegre.[102]

As pistas foram muito atingidas, uma vez que a água continua estagnada no local, o que afeta a planicidade para aviões se moverem, mesmo que se retirem as águas e se limpem as pistas.[103] Danos estruturais elétricos também foram registrados no aeroporto, como no sistema de geração e distribuição de energia para o terminal.[103] Equipamentos como bombas de sucção, guinchos e geradores foram emprestados ou doados para a drenagem das águas paradas no aeroporto.[104]

Entulho acumulado nas ruas da Cidade Baixa
Marca da lama em cadeira retirada de uma agência da Caixa Econômica Federal, na rua José do Patrocínio

Após o recuo da água nos bairros Centro e Cidade Baixa, no dia 17 de maio, moradores e donos de estabelecimentos voltaram para avaliar os danos causados pela enchente. Além das marcas da altura da água nas paredes e nos móveis, comerciantes e moradores encontraram lama, produtos estragados e mofados, eletroeletrônicos danificados e entulho.[105]

Em entrevistas, comerciantes manifestaram os sentimentos de surpresa com a necessidade imediata de evacuação e de susto, luto e sofrimento com os prejuízos.Também houve relatos do forte cheiro de peixes mortos e lama nos locais invadidos pela água. Em resposta aos prejuízos, a população local se mobilizou em mutirões de limpeza.[106]

As limpezas de residências e estabelecimentos transformaram as ruas da cidade em um lixão a céu aberto.[107]

Economia[editar | editar código-fonte]

Região alagada na Região Metropolitana de Porto Alegre
Áreas atingidas em Canoas
Fotografia aérea de áreas rurais alagadas pelas enchentes

As enchentes causaram prejuízos de 4,6 bilhões de reais, conforme dados estimados pela Confederação Nacional de Municípios (CNM). Cerca de 78% dos municípios gaúchos foram afetados, resultando em danos principalmente no setor habitacional, com prejuízo de R$ 3,4 bilhões.[10] Cerca de 100 mil residências foram danificadas ou destruídas.[108] O restante dos prejuízos se divide entre o setor público (465,8 milhões de reais) e o setor privado (756,5 milhões de reais), com impacto significativo em agricultura, pecuária, indústria, comércio local e serviços diversos. Os danos no setor público envolvem principalmente infraestrutura, assistência médica, sistemas de transporte, educação e abastecimento de água.[10] De acordo com previsões do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, PIB gaúcho pode vir a quase zero em 2024 e o impacto no PIB nacional pode ser de até 0,3 ponto percentual.[109]

A Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS) estima que os 336 municípios em calamidade pública representam 87,2% dos empregos industriais na região. Os locais mais afetados pelas cheias incluem os principais polos industriais, como o Vale dos Sinos, Região Metropolitana de Porto Alegre e Região da Serra, que empregam aproximadamente 402 mil pessoas e têm destaque na produção de calçados, veículos, autopeças, máquinas, derivados de petróleo, alimentos, produtos de metal e móveis. Os municípios em calamidade pública também representam parcelas significativas do Valor Adicionado Bruto (VAB), VAB industrial, estabelecimentos industriais, exportações da indústria de transformação e arrecadação de ICMS com atividades industriais.[110]

As enchentes no Rio Grande do Sul afetaram as negociações de arroz, sendo o estado responsável por 70% da produção nacional desse grão. A consultoria Datagro estima perdas de 10% a 11% na produção de arroz, resultando em prejuízo de 68 milhões de reais para os agricultores. Além disso, o RS é um grande produtor de soja e milho, com previsão de perdas de 3% a 6% na safra de soja (prejuízo entre 125 milhões e 155 milhões de reais) e 2% a 4% na produção de milho (prejuízo de 7 milhões a 12 milhões de reais). O estado representa 14,8% da produção nacional de soja em 2024.[111]

Educação[editar | editar código-fonte]

Devido à situação de insegurança, quase todos os municípios das regiões mais atingidas cancelaram as aulas, mesmo nas creches. Ainda, 145 escolas da rede estadual estavam com as aulas suspensas no dia 30.[62][112] No dia 1 de maio 97 escolas reportavam danos em suas instalações.[63] Até 9 de maio, 426 escolas estaduais haviam sido danificadas pela água das enchentes.[113]

Após suspender o expediente de 6 a 10 de maio, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) suspendeu tanto o expediente técnico-administrativo quanto as atividades acadêmicas presenciais e não presenciais até 18 de maio, sem prejuízo do calendário escolar para o ano acadêmico de 2024.[114][115][116] Posteriormente, estendeu a suspensão até 1° de junho.[117] A Universidade Luterana do Brasil (ULBRA) com sede em Canoas havia transferido para modalidade online diversos cursos na noite do dia 4 de maio.[118] Após o campus tornar-se um dos abrigos temporários na cidade, as atividades foram suspensas durante os dias 6 e 11 de maio.[119] Cerca de mil alunos se tornaram voluntários para ajudar as vítimas.[120][121]

Com o avanço da cheia para a região sul do estado, no dia 4 de maio, a Universidade Federal de Pelotas (UFPel) suspendeu as atividades acadêmicas e administrativas nos dias 6 e 7 de maio.[122] A universidade suspendeu suas atividades acadêmicas até o dia 11 de maio, enquanto as atividades administrativas passaram a ser realizadas de maneira remota.[123] A Universidade Federal do Pampa, localizada em Bagé, suspendeu as aulas de graduação e pós-graduação presenciais e EaD até 11 de maio, devido a cheia do Rio Uruguai.[124][125]

Por causa da situação de calamidade, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos anunciou, no dia 3 de maio, o adiamento do Concurso Público Nacional Unificado em todo o país. As provas estavam marcadas para o dia 5 de maio de 2024.[126]

Criminalidade[editar | editar código-fonte]

Até 8 de maio, 32 pessoas haviam sido presas por crimes como vandalismo, invasões e dano ao patrimônio. Há registros de saques a comércios, residências, incêndios em estações da Trensurb e roubo de barcos e outros equipamentos de socorristas. Além disso, cinco pessoas foram presas por quatro estupros cometidos em abrigos e que foram praticados por parentes das vítimas, que tinham menos de 18 anos idade.[127][128] O governador Eduardo Leite solicitou ao Ministério da Justiça mais homens da Força Nacional, o que foi autorizado, e acionou governadores dos demais estados do Sul do Brasil para envio de efetivos policiais. Outra medida foi a contratação temporária de cerca de mil policiais da reserva para serem empregados também na segurança nas ruas, abrigos e outros locais.[129][130][131] O Aeroporto Internacional de Porto Alegre passou a ser protegido pelo Comando de Operações Táticas (COT) da Polícia Federal após ameaças de saques.[132] Em 14 de maio, a Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Sul divulgou um balanço das prisões em todo o estado desde o início das operações nas áreas inundadas, que registrou 95 pessoas presas, 27 delas por furto.[133] Até o dia 19 de maio, as polícias do Rio Grande do Sul prenderam 130 pessoas por crimes em meio ao contexto das enchentes, sendo 48 por crimes patrimoniais, como roubos e furtos de pessoas afetadas pelos temporais, afirma a Secretaria da Segurança Pública (SSP); outras 49 pessoas foram detidas em abrigos; sendo que não há o detalhamento das demais prisões.[134]

Resposta[editar | editar código-fonte]

Estadual[editar | editar código-fonte]

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e governador Eduardo Leite na Base Aérea de Santa Maria
Agentes da Defesa Civil do município de Novo Hamburgo auxiliando as vítimas

Em 1.º de maio, o governo do estado do Rio Grande do Sul declarou estado de calamidade pública no território do Estado do Rio Grande do Sul afetado pelos eventos climáticos de chuvas intensas, Classificação e Codificação Brasileira de Desastres (COBRADE) 1.3.2.1.4, ocorridos no período de 24 de abril a 1 o de maio de 2024.[135]

No final da tarde de 1.º de maio, após mais de 100 cidades terem sido atingidas, principalmente no Vale do Taquari e Vale do Caí, Eduardo Leite, governador do estado, escreveu na rede social X: "Sim, infelizmente será pior do que vimos em setembro do ano passado. Pelo que já choveu e pelo que ainda vai chover, nos Vales do Taquari, do Caí e dos Sinos, teremos cheias piores que as do ano passado. Não será na mesma velocidade, mas a cota de inundação será ainda pior."[136] "O evento atual será o maior desastre climático que o nosso Estado já enfrentou. Infelizmente, será maior que o do ano passado. Estamos vivendo um momento muito crítico no Estado. Lamento profundamente as 10 mortes registradas até agora. Esse número tende a aumentar", enfatizou o governador.[137]

Mais de dois mil integrantes da Brigada Militar e do Corpo de Bombeiros da Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul participam das operações de resgate das vítimas. O governo gaúcho também emprega cerca de 840 viaturas, 64 embarcações e quatro aeronaves nas ações de ajuda à população atingida.[138]

O governo gaúcho ativou um canal de doações por PIX, contribuições em dinheiro que podem ser feitas por pessoas físicas e jurídicas.[139] Foi criado um comitê gestor com entidades, associações de municípios e entidades sociais, privadas e assistenciais que decidirão a forma de aplicação dos recursos.[140] Até 15 de maio, 101 milhões de reais haviam sido arrecadados pelo governo gaúcho por meio deste canal.[141] Estes recursos serão distribuídos na forma de um auxílio emergencial de 2 mil reais para cerca de 45 mil famílias afetadas pelas chuvas.[142]

No dia 18 de maio, o governo estadual anunciou o repasse de 500 mil reais aos municípios que estão em situação de calamidade pública por causa das enchentes e sem necessidade de apresentação um plano de trabalho para ter o recurso liberado.[143]

Nacional[editar | editar código-fonte]

Palácio do Congresso Nacional em Brasília iluminado com uma projeção da bandeira do Rio Grande do Sul
Resgate de pessoas afetadas pelas chuvas no Rio Grande do Sul, na Base Aérea de Santa Maria
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante sobrevoo em Canoas
Porta-helicópteros NAM Atlântico (A-140) durante a Operação Abrigo Pelo Mar da Marinha do Brasil para ajudar nas operações de ajuda e salvamento

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva viajou ao Rio Grande do Sul no dia 2 de maio ao lado de uma comitiva do governo federal que desembarcou na Base Aérea de Santa Maria. Lula se reuniu com o governador, o prefeito de Santa Maria e outras lideranças locais.[33] O governo federal montou um escritório de monitoramento e apoio em Porto Alegre e anunciou a liberação de 600 milhões de reais em emendas parlamentares para o estado do Rio Grande do Sul, assim como 55 milhões de reais para contenção de encostas e 8,4 milhões de reais para compra de 52 mil cestas de alimentos.[144] O Ministério da Justiça e Segurança Pública enviou 300 militares da Força Nacional de Segurança Pública para apoiar as vítimas das enchentes.[138][145]

No dia 7 de maio, o governo federal anunciou a liberação de 2,9 bilhões de reais para as vítimas que vivem nos municípios que tiveram o estado de calamidade pública oficialmente reconhecido por meio do saque emergencial do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), de duas parcelas extras do seguro-desemprego e do abono salarial. Para os empregadores, também foi concedida a suspensão de quatro meses no recolhimento do FGTS, mas depois deste período as empresas deverão fazer a quitação do débito.[146]

No dia 9 de maio, o governo liberou mais 51 bilhões de reais em recursos, crédito subsidiado e benefícios para o estado do Rio Grande do Sul.[147][148] A Caixa Econômica Federal anunciou outros 66,8 bilhões de reais em formas de financiamento e benefícios.[147]

Membros das Defesas Civis de Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo apoiam o resgate das vítimas. O governo paulista também enviou dois helicópteros. Juntas, as unidades da federação encaminharam mais de 40 viaturas e cerca de 30 embarcações ao território gaúcho.[138]

Inicialmente, até o dia 4 de maio, Exército, Marinha e Força Aérea mobilizaram mais de 1,1 mil militares para os resgates e 17 aeronaves, 84 embarcações e 385 viaturas das Forças Armadas do Brasil atuam no estado. Um hospital de campanha do Exército com 40 leitos também será montado no município de Lajeado.[138] No dia 13 de maio, a mobilização de militares das Forças Armadas envolvidos diretamente na operação de resgate e segurança havia passado de 30 mil homens e mulheres.[149] Além disso, a Marinha enviou o porta-helicópteros NAM Atlântico (A-140), o maior navio de guerra da América Latina, ao município de Rio Grande para ajudar no resgate às vítimas ilhadas e no transporte de suprimentos pelas vias alagadas. O navio levará oito embarcações de médio e pequeno porte e duas estações móveis para tratamento de água.[150]

No dia 15 de maio, o governo federal anunciou a criação de um auxílio em parcela única via PIX no valor de 5,1 mil reais para cerca de 200 mil famílias de baixa renda que ficaram desabrigadas por conta das enchentes, além da inclusão de famílias em estado de vulnerabilidade na folha de pagamento do Bolsa Família. As famílias que perderam suas casas nas enchentes e se encaixam nas faixas 1 e 2 do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida também terão novos imóveis 100% garantidos pelo governo federal.[151]

Para ajudar na reconstrução do estado, o governo federal também enviou um projeto de lei complementar para suspender, por três anos, o pagamento da dívida do Rio Grande do Sul com a União, o que libera cerca de 23 bilhões de reais aos caixas do governo gaúcho nesse período: 11 bilhões de reais das 36 parcelas que não serão pagar no período estipulado e outros 12 bilhões de reais referentes aos juros da dívida, que não serão mais cobrados mesmo após o período de 3 anos.[152] A proposta foi aprovada pela Câmara dos Deputados em 14 de maio e pelo Senado no dia seguinte.[153]

O ministro Luís Roberto Barroso, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), anunciou o envio 123 milhões de reais do Poder Judiciário do Brasil para as obras de recuperação do estado, valor proveniente de prestações pecuniárias, que são multas e indenizações pagas ao longo dos processos e que ficam à disposição da Justiça, além do envio de policiais judiciários para reforçar a segurança.[151]

Sociedade civil[editar | editar código-fonte]

Voluntários transportando doações de alimentos
Desabrigados recolhidos no Centro de Eventos e Negócios de Novo Hamburgo

Desde o início das fortes chuvas no dia 2 de maio de 2024, voluntários civis mobilizaram-se no resgate de famílias ilhadas, e no atendimento de famílias resgatadas em ginásios, escolas e igrejas.[154][155][156][157] Utilizando-se de veículos todo-o-terreno, caminhonetes, barcos dos mais variados tipos, motos aquáticas, e outros meios para busca e resgate de pessoas e animais das áreas alagadas.[154][156][157] Moradores de cidades menos atingidas também se organizaram para dar apoio a procura e atendimento de famílias desabrigadas, como foi o caso de moradores do município de Portão, na Grande Porto Alegre, que formaram uma rede de cerca de 100 voluntários para atuar nas cidades vizinhas de São Leopoldo, São Sebastião do Caí e Montenegro.[154] Alguns voluntários também passaram a utilizar a própria casa como abrigo para as pessoas atingidas, ou ainda, como cozinha para produção de marmitas e refeições atendendo as demandas dos desabrigados.[154]

Os voluntários também se concentraram no resgate e acolhimento de animais domésticos, em alguns galpões foram montados abrigos para o recebimento de cães e gatos.[158][159] Em Canoas, um centro improvisado já havia recebido 600 cães, até o dia 7 de maio de 2024.[158]

Diante do contingente insuficiente do Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, e Forças Armadas para o atendimento nos atingidos pela tragédia, algumas pessoas chegaram a esperar três dias para o resgate.[155] Em alguns casos os voluntários, com falta de material adequado para o resgate utilizaram-se de pranchas de surfe e standup paddle na busca e resgate dos atingidos.[155][157] Em 5 de maio de 2024, o prefeito de Canoas, Jairo Jorge, pediu aos donos de embarcações que auxiliassem nas buscas voluntariamente.[160]

Como medida para agilizar o resgate, um grupo de professores da UniRitter de forma voluntária e independente criaram a Plataforma SOS RS, como forma de centralizar os esforços nos resgates e também seja possível realizar pedidos de socorro, sendo os pedidos de socorros transformados em pontos geolocalizados, com rotas até o local.[161] Até de 9 de maio de 2024, já havia colaborado com mais de 12 mil resgates.[161] Outras iniciativas independentes como o Projeto Salva, que atua no suporte das vítimas da enchente e no resgate animal.[161]

Vários voluntários também vieram de outros estados próximos para auxiliar nas buscas.[154][158][159] Um grupo de surfistas com Pedro Scooby, Lucas Chumbo e outros atletas dirigiram-se do Rio de Janeiro a Porto Alegre com motos-aquáticas para atuar nas cidades atingidas também enviaram filtros de água.[154][162] Alguns jogadores de futebol, como Diego Costa, Neymar, Sergio Rochet entre outros também fizeram doações de cestas básicas, kits de limpeza e motos aquáticas.[154][163] Até 5 de maio, cerca de 20 helicópteros particulares foram empregados voluntariamente no salvamento de pessoas atingidas pelas enchentes, segundo a Associação Brasileira de Pilotos de Helicóptero.[164] Até o dia 10 de maio, aeronaves privadas partindo de São Paulo foram responsáveis 2,5 toneladas de donativos.[165] A operação “Asas Voluntárias” formada por pilotos e empresários de Santa Catarina, reuniu mais de 30 aeronaves particulares empenhadas no transporte de doações.[166] As ex-BBB e médicas Amanda Meirelles, Marcela Mc Gowan e Thelma Assis estão no RS desde o dia 7 de maio, ajudando as vítimas das enchentes do estado,[167][168] junto com o também ex-BBB e enfermeiro Cezar Black,[169] estão auxiliando na cidade de Canoas.[170] Davi Brito, ex-BBB, também foi à capital gaúcha, para oferecer ajuda e participar de resgates.[171] A ativista da causa animal Luisa Mell também foi ao local das tragédias, com o objetivo de ajudar animais que ficaram presos e ilhados.[172][173]

Doações[editar | editar código-fonte]

Doações de alimentos e água recolhidas em Brasília sendo encaminhadas para as vítimas das chuvas
Doações recebidas em Novo Hamburgo

Toda a rede de agências da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos dos estados de São Paulo, Paraná e Região Nordeste, além de parte das unidades do próprios Rio Grande do Sul, passaram a coletar e transportar gratuitamente os donativos às vítimas sem custo aos doadores, como itens da cesta básica, higiene pessoal e vestuário. Os Correios também doaram mercadorias esquecidas, como itens de vestuário e utensílios domésticos que passaram por tentativas de entrega, não foram procurados pelos destinatários nem pelos remetentes e já ultrapassaram o prazo de 90 dias para reclamação previsto no Código de Defesa do Consumidor.[174]

Os Correios e a Receita Federal também firmaram uma parceria para fazer com que mais de 50 toneladas de roupas e calçados apreendidos chegassem às vítimas das chuvas no Rio Grande do Sul. As mercadorias, apreendidas pelo órgão, foram enviadas gratuitamente de São Paulo para Porto Alegre e, após passarem por triagem, foram entregues nos locais que a defesa civil indicou. Além das mercadorias que foram transportadas com o apoio dos Correios, a Receita também providenciou o transporte de mais 30 toneladas de cobertores, agasalhos e artigos de vestuário provenientes do depósito de Foz do Iguaçu.[175]

Vários artistas e celebridades nacionais como Anitta, Gisele Bündchen, Whindersson Nunes e Felipe Neto fizeram arrecadações, doações e campanhas para vítimas das enchentes.[176][177] O humorista Eduardo Gustavo Christ, conhecido como Badin, o Colono, juntamente com o programa Pretinho Básico, da Rede Atlântida, e o site de financiamento coletivo Vakinha, arrecadaram mais de 60 milhões de reais através de doações via PIX.[178][179][180]

Internacional[editar | editar código-fonte]

O governo do Uruguai enviou um helicóptero Bell 212 da Força Aérea Uruguaia com tripulação para ajudar nas ações de resgate e distribuição de suprimentos.[181] As autoridades uruguaias também se ofereceram para enviar um avião KC-130H (com tripulação), dois drones (com operadores) e lanchas de resgate (com tripulação).[182] Todavia, o Comando Militar Conjunto negou o envio do avião devido a restrições de pistas disponíveis para pouso em Porto Alegre, segundo nota do Ministério da Defesa, e as lanchas aguardam autorização da Agência Brasileira de Cooperação, órgão vinculado ao Ministério das Relações Exteriores, de acordo com José Henrique Medeiros Pires, secretário-executivo do governo do Rio Grande do Sul.[183][184] O governo da Argentina anunciou que enviaria 20 brigadas com cães farejadores, um avião e três helicópteros para auxiliar nas buscas e transportar cargas, caixas purificadoras de água e unidades de engenharia com veículos náuticos.[185] Em 10 de maio, o conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca dos Estados Unidos, John Kirby, anunciou uma doação de 120 mil dólares[186] e o presidente Joe Biden disse que "os Estados Unidos estão ao lado do Brasil neste momento difícil".[187] Os governos de Alemanha, Chile, Emirados Árabes Unidos, Itália, Israel, Japão, Paraguai, Portugal, Reino Unido, Venezuela, entre outros, também ofereceram ajuda e manifestaram solidariedade.[188][189][190][191]

Artistas internacionais, como Beyoncé, Louis Tomlinson, Vincent Martella e a banda Guns N' Roses, também pediram ajuda financeira para o Rio Grande do Sul.[192] A banda Metallica anunciou uma doação de 100 mil dólares, através da Fundação All Within My Hands, criada pela própria banda.[193] Um boato de que Madonna teria doado 10 milhões de reais foi bastante divulgado, mas a informação foi negada pelo governo gaúcho.[194][195] Em 9 de maio de 2024, a Starlink, através do proprietário Elon Musk, anunciou no X que pretende doar mil terminais de emergência e aparelhos de internet via satélite para o RS sem custos,[196] e com uso gratuito de todos os terminais até que a região se recupere.[197] O CEO da Apple, Tim Cook, publicou em sua conta pessoal no X (antigo Twitter) uma mensagem de apoio em que diz que a "Apple fará doações para os esforços de socorro no local".[198][199]

No dia 5 de maio, após proferir o Angelus na Praça de São Pedro, no Vaticano, o Papa Francisco expressou sua solidariedade às vítimas das enchentes.[200][201] Através da Esmolaria Apostólica, para auxílio dos desabrigados, o Papa doou 100 mil euros (equivalente a 500 mil reais), sendo repassado para o Regional Sul 3 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, que abrange todo o Rio Grande do Sul.[202][203]

António Guterres, o secretário-geral da ONU, afirmou em nota que sente "profunda tristeza com a perda de vidas e os danos causados pelas fortes chuvas e enchentes no sul do Brasil", que "a equipe das Nações Unidas no país está pronta para ajudar o povo do Brasil neste momento difícil" e que tragédias como essa "são um lembrete dos efeitos devastadores da crise climática sobre vidas e meios de subsistência".[204] O Alto-comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) ofereceu apoio às vítimas das enchentes, trabalhando com diversas entidades para fornecer itens essenciais e auxílio na emissão de documentos e reforçando equipes locais para apoio psicológico. A agência estima que serão necessários cerca de 16 milhões de reais para ajudar com as necessidades mais urgentes na região. O ACNUR também lançou um Fundo de Resiliência Climática em abril de 2024 para desastres deste tipo e forneceu informações sobre como contribuir para mitigar os impactos das enchentes no Sul do Brasil em sua página na internet.[205]

Em 14 de maio, o Novo Banco de Desenvolvimento, instituição financeira do BRICS, anunciou 5,75 bilhões de reais no financiamento de obras de reconstrução, recursos que devem ser transferidos de forma direta para o governo gaúcho e também por meio de parcerias com outras instituições financeiras, como o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Banco do Brasil e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE).[206]

Repercussão[editar | editar código-fonte]

Imprensa[editar | editar código-fonte]

Reportagem do Canal Gov sobre as ações do governo federal no Rio Grande do Sul em 6 de maio de 2024

As emissoras de televisão como a RBS TV (afiliada da TV Globo), Record RS, SBT RS, Band RS, Rede Pampa (filiada da RedeTV!) e a TVE RS modificaram as suas programações para exibir boletins e especiais sobre as enchentes, além da cabeça de rede de cada canal realizarem as suas respectivas coberturas em alcance nacional.[207][208][209]

As emissoras nacionais, como a Record, SBT e a Rede Bandeirantes, também mobilizaram seus principais apresentadores para ancorarem os telejornais direto das cidades afetadas.[210][211] A TV Globo foi alvo de críticas pela ampla cobertura da apresentação da cantora estadunidense Madonna pela turnê The Celebration Tour no Rio de Janeiro, que coincidiu com um dos dias da tragédia no dia 4 de maio de 2024.[212] Após as reclamações, o canal aumentou o espaço das reportagens sobre as enchentes, além de ancorar os telejornais e o Encontro com Patrícia Poeta direto das cidades gaúchas.[213][214] A transmissão de uma edição do Profissão Repórter sobre a Madonna também foi cancelada.[215][216]

Jornais impressos como o Zero Hora, Diário Gaúcho e Pioneiro tiveram a circulação suspensa e optaram por disponibilizar gratuitamente seus conteúdos digitais.[217]

As enchentes tiveram expressiva repercussão na imprensa internacional,[32][218] sendo noticiadas por jornais e agências de notícias de outros países, como o The New York Times, a BBC, a Reuters, a Xinhua, El País, The Guardian, Financial Times, Le Monde e a France-Presse.[32][219][220][221][218] O jornal Wall Street Journal afirmou que a tragédia faz parte de fenômenos climáticos extremos causados pelo aumento das temperaturas no mundo.[222] As enchentes foram também citadas pelo CIRA-NOAA em sua conta no Twitter.[223]

Futebol[editar | editar código-fonte]

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou o adiamento de partidas da primeira divisão do Campeonato Brasileiro e outros campeonatos.[224] Inicialmente descartou a paralisação do campeonato brasileiro, posteriormente adiando duas rodadas.[225][226] A entidade também anunciou doação de R$1 milhão, além de lançar uma plataforma para arrecadar fundos aos atingidos pelas cheias.[227] A água invadiu os estádios Arena do Grêmio e Estádio Beira-Rio e os respectivos centros de treinamento.[228][229] O Estádio Olímpico Monumental do Grêmio, desativado desde 2013, foi temporariamente reaberto como um centro de coletas de doações para as vítimas da enchente,[230] e a dupla Grenal realizou uma campanha para pressionar outros clubes pela paralisação do Brasileirão por pelo menos em algumas rodadas, recebendo apoio do Atlético Mineiro e dos times filiados à Liga Forte União.[231][232][233] Diversos clubes anunciaram campanhas de arrecadação,[234] alguns incluindo chaves Pix para doação em seus uniformes.[235][236]

Notícias falsas[editar | editar código-fonte]

Políticos e influenciadores ligados ao bolsonarismo publicaram notícias falsas sobre eventos relacionados à enchente.[237][238][239][240][241] Depois que o Palácio do Planalto ter identificado em perfis de políticos e influenciadores posts com tais fake news, membros da Secretaria de Segurança Pública, do Governo Estadual, da Casa Civil e Polícia Civil endossaram a abertura de investigações.[242][243] Após a identificação dos conteúdos falsos nas redes sociais, Ricardo Lewandowski, ministro da Justiça, remeteu um documento à Polícia Federal para análise e adoção "das providências cabíveis, com a urgência que o caso requer".[237] O presidente Lula, falando sobre as notícias falsas, defendeu a regulação das redes sociais.[244] Em 9 de maio, o comandante do Exército, general Tomás Ribeiro Paiva, afirmou que as notícias falsas sobre a tragédia das enchentes no estado têm atrapalhado o trabalho de ajuda às vítimas.[245]

Protestos[editar | editar código-fonte]

Porto Alegre[editar | editar código-fonte]

Sofás descartados após a enchente na Cidade Baixa, pichados com os dizeres "culpa do Leite" e "culpa do Melo", apontando o governador Eduardo Leite e o prefeito Sebastião Melo como culpados.

No dia 13 de maio, após passarem uma semana sem energia elétrica, moradores do bairro Cidade Baixa incendiaram um móvel na rua José do Patrocínio. Os protestantes também utilizaram cartazes nos quais pediam o retorno imediato da luz no bairro. Entre as justificativas da reivindicação estavam a insegurança causada pela escuridão e a necessidade de conservação das medicações tomadas por pessoas idosas. De acordo com a CEEE Equatorial, não havia previsão para o restabelecimento da energia elétrica porque suas equipes estavam dedicadas à urgência de religar as estações de bombeamento de água, em apoio ao Dmae.[246] A manifestação foi interrompida pela Brigada Militar, que liberou a rua e apagou a fogueira acendida pelos moradores.[247]

No dia 20 de maio, uma associação de empresários ocupou as avenidas Benjamin Constant e São Pedro, no 4º Distrito de Porto Alegre, reivindicando mais segurança; a limpeza das ruas; o retorno da eletricidade; e acesso a benefícios de crédito por parte do Governo Federal. Na ocasião, a prefeitura afirmou ter a limpeza da cidade como atividade prioritária.[248]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

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