Escola Estadual Carlos Gomes

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
EECG
Escola Estadual Carlos Gomes
Tipo Público
Fundação 14 de dezembro de 1902 (116 anos)
Localização Campinas, São Paulo, Brasil
Diretor(a) Marli Luca Fernandes
Mantenedor(a) Município
Alunos 252[1]

A Escola Estadual Carlos Gomes é uma escola estadual situada no Centro do município de Campinas.

História[editar | editar código-fonte]

A escola foi originalmente criada como Escola Complementar de Campinas[2] pela Lei 861, de 14 de dezembro de 1902 e inaugurada em 13 de maio do ano seguinte, funcionando originalmente em dois prédios na cruzamento das ruas Francisco Glicério e 13 de Maio. Em 1911, sua denominação passou a Escola Normal Primária; em 1920, a Escola Normal de Campinas. Recebeu o nome de Carlos Gomes em 1936, ano do centenário do nascimento do ilustre compositor de ópera campineiro. Sua denominação foi mudada várias vezes depois: em 1942, passou a Escola Normal e Ginásio Estadual Carlos Gomes; em 1951, Instituto de Educação Carlos Gomes, nome que permaneceu até 1976, quando passou a Escola Estadual de Primeiro e Segundo Graus Carlos Gomes. Sua atual denominação foi dada em 1998.

O Prédio[editar | editar código-fonte]

Escola Estadual Carlos Gomes
Colégio Carlos Gomes - fachada.JPG

Fachada frontal da E.E. Carlos Gomes, vista a partir da Avenida Anchieta.

História
Arquiteto
Cesar Marchisio
Período de construção
Status
Concluído
Uso
Arquitetura
Estilo
Pisos
3
Localização
Localização
Endereço

O prédio, em estilo eclético, foi projetado pelo arquiteto César Marchisio[3], discípulo de Ramos de Azevedo, com a simbologia típica das construções escolares da época da República Velha. Na construção foram empregados ladrilhos importados, vitrais e pinturas do artista ítalo-brasileiro Carlo De Servi. A inauguração ocorreu em 14 de abril de 1924[4].

Tombamento[editar | editar código-fonte]

O prédio foi tombado pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico), órgão estadual, através do Processo nº 21.822/81[4], concluído pela Resolução nº 57 de 13 de maio de 1982.

Restauração[editar | editar código-fonte]

A Fundação para o Desenvolvimento da Educação anunciou em 2013[5] uma licitação para o restauro do prédio do Colégio Carlos Gomes, compreendendo os forros, os pisos, os banheiros e as instalações elétricas e hidráulicas, época na qual os estudantes deram um abraço coletivo[6] no prédio em protesto contra as condições de manutenção[7] do prédio, que estava com problemas no piso de madeira e no telhado.

Galeria[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Enem (04 de outubro de 2016). «Resultados das escolas na edição de 2015 do Enem já estão disponíveis». Portal do Inep. Consultado em 15 de novembro de 2016. Arquivado do original em 22 de dezembro de 2016  Verifique data em: |data= (ajuda)
  2. «1903 - Escola Complementar de Campinas» (PDF). Centro de Referência em Educação Mário Covas. Consultado em 1 de novembro de 2014 
  3. GARDENAL, Isabel (14–31 de dezembro de 2009). «A História esquecida no porão». Jornal da Unicamp (ed. 451). Consultado em 1 de novembro de 2014 
  4. a b «Processo 003/97 - EEPSG Carlos Gomes». Consultado em 1 de novembro de 2014 
  5. «Prédio da Escola Carlos Gomes terá restauração de R$ 4,5 milhões». G1 Campinas. 4 de abril de 2013. Consultado em 1 de novembro de 2014 
  6. «Mais da metade dos bens tombados precisam de restauros em Campinas». G1 Campinas e Região. 28 de abril de 2013. Consultado em 1 de novembro de 2014 
  7. «Obra se arrasta e Carlos Gomes vira 'canteiro de obras' na volta às aulas». G1 Campinas e Região. 20 de fevereiro de 2014. Consultado em 1 de novembro de 2014