Diferenças entre edições de "Instituto do Câncer de São Paulo Octavio Frias de Oliveira"

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== Historia ==
 
O Instituto do Câncer de São Paulo Octavio Frias de Oliveira (ex-Instituto Doutor Arnaldo), o maior centro oncológico da América Latina. Como parte das comemorações, o neurocientista Miguel Nicolelis, da Duke University, dará uma palestra na Faculdade de Medicina da USP às 11h.
 
Para os pacientes, o hospital localizado na zona oeste de São Paulo começa a funcionar amanhã de forma parcial. Numa primeira etapa, só os doentes com câncer que já se tratam no Hospital das Clínicas de São Paulo, em torno de 4.000, serão atendidos no instituto. A partir do próximo ano, o atendimento será ampliado a pacientes de outros serviços públicos.
 
Dos 29 pavimentos do hospital, oito entram em funcionamento amanhã --entre eles, o pronto-atendimento, os ambulatórios de oncologia clínica e ginecológica e a quimioterapia.
 
Segundo o diretor-geral do instituto, Giovanni Cerri, em três meses começa a funcionar a área cirúrgica. Com ela, será aberta parte das alas de internação. São no total 580 leitos, entre apartamentos e UTI.
 
As primeiras cirurgias serão nas áreas ginecológicas (câncer de mama e de colo do útero, por exemplo), urológicas (como câncer da próstata e das vias urinárias) e do aparelho digestivo (câncer de estômago, por exemplo). O setor de diagnósticos deve funcionar até o final do ano, segundo Cerri.
 
O diretor-geral explica que o último setor a ser implantado no instituto, até dezembro de 2009, será o de radioterapia. Quando isso ocorrer, a cidade terá mais que triplicado os seus leitos de câncer --hoje estimados em 170.
 
O diretor clínico do instituto, Paulo Hoff, lembra que as atividades de ensino e pesquisa no instituto também começam amanhã. "Vamos trazer os residentes e os demais estudantes desde o início. As pesquisas também começam imediatamente", disse ele ontem, enquanto vistoriava o prédio.
 
Pesquisas mais complexas, como a técnica de diagnóstico por imagem que permite a investigação do câncer na fase molecular, antes do surgimento do tumor, só começam no início do próximo ano.
 
Segundo o secretário de Estado da Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata, o funcionamento começará de forma parcial porque é necessário estabelecer rotinas dentro do hospital. "O prédio inteiro está pronto, mas tem de começar por partes. Tem de treinar a enfermagem, que vai treinar os auxiliares e assim por diante."
 
Barradas diz que a proposta é que toda a área oncológica seja transferida para o Instituto do Câncer.
 
"Vamos transferindo devagarinho. Toda a área de câncer do HC será feita no instituto, assim como toda a área de cardiologia é feita no InCor, assim como toda a área de pediatria é feita no Instituto da Criança", disse ele.
 
Segundo Barradas, o único serviço de oncologia que continuará no HC será a radioterapia, já que o setor passou por reformas recentes. O HC manterá seus três equipamentos e o instituto ganhará outros cinco.
 
"Vamos ter duas radioterapias, mais ou menos como foi no começo do InCor, que tinha o raio-X do Instituto Central e o do InCor, até o dia em que em que tudo foi para o InCor."
 
As obras do prédio começaram em 87, pararam em 94 e foram retomadas parcialmente em 99. Desde que o governo atual retomou as obras, em 2003, foram investidos R$ 270 milhões. O instituto terá custo anual de R$ 190 milhões.
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