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Diferenças entre edições de "Clemens Krauss"

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==Carreira==
 
Krauss começou se apresentando em centros regionais, regendo em Riga (1913-1914), Nüremberg (1915) e Szscecin (1916-1921). Teve a oportunidade de viajar para [[Berlim]] para conhecer [[Arturo Nikish]], que conduzia a Filarmônica de Berlim, uma grande influência. O próximo passo de sua carreira foi ir para [[Áustria]], onde se tornou diretor da ópera e concertos sinfônicos, em Graz. Em 1922 ele ingressou na realização da [[Ópera Estatal de Viena]] e ensinando condução na [[Academia Estatal da Alemanha]]. Em 1923 se tornou condutor da Vienna Tonküstler Concerts até 1927 e intendente da ópera em Frankfurt e diretor do Museum Concerts entre 1924 até 1929.
 
Krauss visitou os Estados Unidos em 1929, regendo a [[Filarmônica de Nova Iorque]] na [[Filadélfia]]. Também em 1929 ele se tornou diretor da Ópera Estatal de Viena. Ele foi diretor regular no [[Festival de Salzburgo]] (1926 - 1934).
 
Em 1935 Krauss se tornou diretor musical da [[Ópera Estatal de Berlim]], após [[Erich Kleiber]] se demitir como protesto contra o [[Regime Nazista]]. Em 1937 ele se tornou Intendente da National Theater München e lá acabou se tornando amigo íntimo de Richard Strauss, para quem escreveu o libreto da ópera Capriccio (que estreou em Munique em 1942).
 
Krauss também se apresentou no [[Covent Garden]] em [[Londres]], em 1951 e no [[Festival de Bayreuth]] em 1953.
Krauss morreu durante uma visita à [[Cidade do México]] e agora está enterrado junto com sua espora, que morreu em 1985.
 
Ele não fez muitas gravações, mas sua performance em 1950, regendo o [[Die Fledermaus]] de [[Johan Strauss II]], gravado em Viena é considerado, por muitas, uma das melhores. Mas gravou o Ciclo do Anel de [[Wagner]], Fantasia Coral de [[Beethoven]] e algumas peças com o pianista Friedrich Wührer.
 
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