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Diferenças entre edições de "Eduardo Blanco Amor"

Sem alteração do tamanho ,  21h03min de 19 de abril de 2010
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Eduardo Blanco Amor não recebeu qualquer educação formal e formou-se lendo jornais por conta própria. Em [[1915]], com dezassete anos, começa a trabalhar como secretário de direção no jornal ‘’El Diario de Orense’’. Durante esta época freqüentou as conversas do intelectual nacionalista [[Vicente Risco]], de quem foi aluno na Escola Normal e de quem iria adquirir uma profunda influência na sua posterior defesa e promoção da cultura galega.
Em [[1919]] emigra a [[Buenos Aires]], onde contata com os intelectuais galegos da diáspora, tomando parte ativa na [[Federação de Sociedades Galegas]], fundada em [[1921]] com a vontade de aglutinar todos a emigração galega. Chegará a ser diretor do seu órgão de expressão ‘’[[El despertar gallego]]’’. A sua participação na vida cultural da coletividade galega resultará, desde esse momento, fulcral. Em [[1923]] funda com [[Ramón Isla Couto]] a revista ‘’[[Terrarevista ‘’Terra]]’’ em língua galega, e desde [[1924]], estabelece uma relação profunda com [[Ramón Suárez Picallo]], que terá um papel fundamental na organização do nacionalismo galego no [[Exílio galego|exílio]]. Participa e dirige também a revista galega no exílio, ‘’[[Céltiga]’’. Como resultado da sua atividade na comunidade galega, em [[1926]] entra a fazer parte do jornal argentino ‘’[[La Nación]]’’, onde conhece escritores argentinos como [[Leopoldo Lugones]], [[Horacio Quiroga]], [[Jorge Luis Borges]], [[Ernesto Sabato]] ou [[Eduardo Mallea]]. Também colabora noutros jornais como ‘’[[El Corrego de Galicia]]’’ ou a ‘’[[Revista de la Casa de Galicia]]’’.
 
Em [[1927]] publica a sua primeira obra poética, intitulada ‘’Os Nonnatos’’. Ao ano seguinte publica ‘’Romances Gallegos’’ numa órbita estética modernista com forte influência dos romances castelhanos e da obra do galego [[Luís Amado Carballo]].
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