Diferenças entre edições de "Walter von Reichenau"

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Filho de um [[general]] [[Prússia|prussiano]], Reichenau entrou para o exército em [[1902]] e lutou na frente ocidental da [[I Guerra Mundial]], onde recebeu a [[Cruz de Ferro]] e chegou ao fim do conflito como [[capitão]]. Permanecendo no exército, serviu no período entre guerras sob diversos comandos da [[República de Weimar]] e em [[1932]] conheceu [[Adolf Hitler]] através de um tio, um ardente [[nazista]], e se converteu à causa, entrando para o [[Partido]].
 
Quando Hitler chegou ao poder em [[1933]] e o general [[Werner von Blomberg]] assumiu o [[Ministério da Guerra]], Reichenau assumiu a função de chefe de gabinete do ministro, servindo como oficial de ligação entre o exército e o [[Partido Nazista]]. Ele desempenhou o papel principal na persuasão de líderes nazistas como [[Hermann Goering]] e [[Heinrich Himmler]] de que o [[nazismo]] só poderia ter apoio do exército se o poder das [[ASSA]], a força para-militar de [[Ernst Röhm]], fosse quebrado na [[Alemanha]], fato que acabaria levando à [[Noite das Longas Facas]] em [[janeirojunho]] de [[1934]].
 
Em [[1935]], Reichenau foi promovido a [[tenente-general]] e recebeu um comando em [[Munique]]. Três anos depois, quando Blomberg foi demitido por Hitler da chefia do exército, ele era a primeira escolha do [[Führer]], mas seu nome foi vetado por oficiais mais antigos como [[Gerd von Rundstedt]] , que se recusou a servir sob o comando de Reichenau e seu entusiasmado discurso politizado nacional-socialista.
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