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Diferenças entre edições de "Casa de Meclemburgo"

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*[[Henrique II de Mecklenburg]]: a sua bisavó paterna, uma nobre escandinava chamada Cristina, casada com o duque [[Henrique Borwin II de Mecklenburg]] (m. 1226), era filha do rei [[Sverker II da Suécia]] com a sua primeira esposa. Cristina era mão do duque [[João I de Mecklenburg]], cujo filho era [[Henrique I de Mecklenburg]]. A sua avó materna, uma senhora chamada Mariana, primeira esposa do duque [[Barnim I da Pomerânia]], senhor de [[Wolgast]], era irmã do rei [[Érico XI da Suécia]]. Mariana deu à luz apenas uma filha chamada Anastásia da Pomerânia que depois se casou com o duque [[Henrique I de Mecklenburg]] e foi mãe de [[Henrique II de Mecklenburg]].
 
A dinastia [[Casa de Sverker|Sverker]] tinha sido há muito extinta, tendo acabado por perder o trono para [[Érico XI da Suécia|Érico XI]]. A linha masculina de [[Érico X da Suécia|Érico X]] também estava extinta e outros descendentes vindos das suas filhas tinham sido ultrapassados por [[Birger Jarl]], marido de uma das suas filhas, [[Ingeborg Eriksdotter da Suécia]]. Birger fez todos os preparativos para garantir a sucessão ao trono dos seus filhos.
 
Esta reivindicação, na verdade, durou apenas durante um breve reinado: o filho de [[Henrique II de Mecklenburg|Henrique II]], o duque [[Alberto II de Mecklenburg]], casou-se com uma parente escandinava, a herdeira [[Eufémia da Suécia e Noruega]], nascida em 1317. O segundo filho do casal, o duque [[Alberto de Mecklenburgo|Alberto III de Mecklenburg]], depôs o seu tio do trono sueco e passou a ser rei.
 
A rainha-regente [[Margarida I da Dinamarca, Noruega e Suécia|Margarida]] escolheu [[Érico da Pomerânia]], um descente do irmão mais velho de [[Alberto de Mecklemburgo|Alberto III]], para seu herdeiro. Os monarcas da união de Kalmar eram descendentes bilaterais da Casa de Mecklenburg.
 
A Casa de Mecklenburg unilateral descendia do filho mais novo de Eufémia, o duque [[Magnus I de Mecklenburg]] e continuou a persistir nos seus direitos ao trono, ocasionalmente agitando a Suécia.
 
== Reivindicação ao trono da Noruega ==
 
O reino hereditário da Noruega era o único país da Escandinávia medieval onde o trono era herdado e não eleito. Quando o rei [[Olavo IV da Noruega]] ainda era uma criança e a sua mãe [[Margarida I da Dinamarca, Noruega e Suécia|Margarida]] a sua regente, os duques de Mecklenburg já avançavam com as suas reivindicações.
 
O direito de sucessão dos Mecklenburg vinha através da princesa [[Eufémia da Suécia e Noruega|Eufémia da Suécia]], neta do rei [[Haakon V da Noruega]].
 
Quando [[Olavo IV da Noruega|Olavo IV]] morreu em 1387, a Noruega ficou sem monarca, passando a ser governada por um governo encabeçado pela regente Margarida que pouco depois escolheu o seu herdeiro, [[Érico da Pomerânia]], cuja mãe, a duquesa Maria de Mecklenburg, tinha sido a neta mais velha da princesa Eufémia. O tio e antigo inimigo de Margarida foi excluido.
 
Quando o sobrinho de Érico, o rei Cristóvão, morreu antes da morte do deposto rei [[Érico III da Noruega]], depois de um hiatos, outro magnata, o duque Cristiano VIII de Oldemburgo, que descendia por linha feminina da princesa Eufémia, e dos Mecklenburg, sendo bisneto da filha de Eufémia, foi escolhido em 1450 para rei da Noruega, desta vez ultrapassando o seu rival em linha masculina, o duque Henrique, o gordo, de Mecklenburg.
 
Os duques de Mecklenburg continuaram a ver-se como herdeiros legítimos da Noruega embora nunca tivessem conseguido retirar o reino dos Oldemburgo.
 
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