Oblatos de Santo Ambrósio: diferenças entre revisões

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Foram suprimidos por [[Napoleão Bonaparte]] em [[1810]]; na época da restaução o cardeal [[Carlos Gaetano Gaisruck]] opos-se ao seu ressurgimento. Foram restaurados pelo Arcebispo [[Carlo Bartolomeo Romilli|Romilli]] em [[1854]]. A sua espiritualidade, que não está ligada a nenhuma escola particular, mas se apresenta com fortes elementos [[Inácio de Loyola|inacianos]].
Foram suprimidos por [[Napoleão Bonaparte]] em [[1810]]; na época da restaução o cardeal [[Carlos Gaetano Gaisruck]] opos-se ao seu ressurgimento. Foram restaurados pelo Arcebispo [[Carlo Bartolomeo Romilli|Romilli]] em [[1854]]. A sua espiritualidade, que não está ligada a nenhuma escola particular, mas se apresenta com fortes elementos [[Inácio de Loyola|inacianos]].




== Organização ==
== Organização ==
A Congregação é atualmente organizada em quatro grupos denominados ''família'':
A Congregação é atualmente organizada em quatro grupos denominados ''família'':
*Os Oblatos Missionário de Rho, nascidos em [[1714]] por obra de[[Giorgio Maria Martinelli]] e dedicam-se especialmente à pregação de retiros espirituais, exercícios espirituais e de missões populares. Os seus maiores espoentes são os cardeais [[Angelo Ramazzotti]] e [[Eugenio Tosi]] e o bispo [[Ernesto Piovella]];
*Os ''Oblatos Missionários de Rho'', nascidos em [[1714]] por obra de[[Giorgio Maria Martinelli]] e dedicam-se especialmente à pregação de retiros espirituais, exercícios espirituais e de missões populares. Os seus maiores espoentes são os cardeais [[Angelo Ramazzotti]] e [[Eugenio Tosi]] e o bispo [[Ernesto Piovella]];
*Os ''Oblatos Vigários'', fundados em [[1875]] para assumir a suplência de paróquias vacantes: aprovados por [[Andrea Carlo Ferrari]] em [[24 de janeiro]] de [[1908]], o cardeal acrescentou à finalidade principal mais este encargo o da direção dos santuários diocesanos;
*Os ''Oblatos Diocesanos'' (o grupo mais numeroso) são sacerdotes com o ofício mais estável na diocese (administração das paróquias e ensino). Em [[1931]]o cardeal [[Alfredo Ildefonso Schuster]] confiou-lhes a direção dos seminários e dos colégios diocesanos, dei collegi diocesani; vieram a ser reformados pelo arcebispo cardeal [[Montini]] em [[1956]];
*Os Oblatos Leigos (ditos ''Oblatinos''), fundados em [[1932]] pelo arcebispo Schuster. São leigos que emitem votos temporários de castidade e obediência. Originalmente se dedicavam só ao serviço administrativo, engermagem e técnico, no seminário e nos institutos diocesanos, mas depois do [[Concílio Vaticano II]], iniciaram a colaboração na obra missionária da Igreja de Milão. A sua sede fica em [[Seveso]].

Em [[1980]] os Missionarios de Rho eram 17, os Vigários 24, e os Diocesanos cerca de 160 e os Oblatinos cerca de 60.



== Bibliografia ==
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*{{Link|en|http://www.gcatholic.com/orders/109.htm | GCatholic.com}} Dados informativos.
*{{Link|en|http://www.gcatholic.com/orders/109.htm | GCatholic.com}} Dados informativos.


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[[Categoria:Ordens e congregações religiosas católicas]]
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*Os Oblatos Vigários, fundados em [[1875]] para assumir a suplência de paróquias vacantes: aprovados por [[Andrea Carlo Ferrari]] em [[24 de janeiro]] de [[1908]], il cardinale aggiunse al loro scopo principale la direzione dei santuari diocesani;
*gli Oblati Diocesani (il gruppo più numeroso) sono sacerdoti con uffici per lo più stabili nella diocesi (amministrazione di parrocchie, insegnamento). Nel [[1931]] il cardinale [[Alfredo Ildefonso Schuster]] affidò loro la direzione dei seminari e dei collegi diocesani; vennero riformati dall'arcivescovo [[papa Paolo VI|Giovan Battista Montini]] nel [[1956]];
*gli Oblati Laici (detti ''Oblatini''), fondati nel [[1932]] dall'arcivescovo Schuster. Sono laici che emettono voti temporanei di castità e obbedienza. In origine si dedicavano solo al servizio (amministrativo, infermieristico, tecnico) nei seminari e negli istituti diocesani ma, dopo il [[Concilio Vaticano II]], hanno iniziato a collaborare anche alle opere missionarie della Chiesa di Milano. La loro sede è a [[Seveso]].

Nel [[1980]] i Missionari di Rho erano 17, i Vicari 24, i Diocesani 160 circa e gli Oblatini 60 circa.


[[Categoria:Istituti di perfezione maschili|Oblati dei Santi Ambrogio e Carlo]]

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[[ca:Oblats dels Sants Ambròs i Carles]]
[[ca:Oblats dels Sants Ambròs i Carles]]

Revisão das 05h15min de 1 de setembro de 2011

Os Oblatos de Santos Ambrósio e Carlos ou Oblati dei Santi Ambrogio e Carlo o(em latim Congregatio Oblatorum Sanctorum Ambrosii et Caroli) são uma associação de sacerdotes seculares e leigos da Arquidiocese de Milão fundada por São Carlos Borromeo. Os membros da associção usam a sigla O.Ss.C.A.

História

A congregação foi fundada em Milão pelo arcebispo Carlos Borromeo em 1578, mas a instituição já havia começado a se projetar em 1570. Era formada por sacerdotes diocesanos especiais vinculados por dois votos, o de obediência ao bispo e permanência no instituto: constituía-se num corpo de voluntários que estava sempre disponível para o bispo, bem formados e dispostos a assumir difíceis missões e encargos, mesmo em caso de emergência. Eles foram empregados para a direção dos seminários e, mais importante, para a pregação de missões ao povo.

O seu nome deriva de oblação, que é um especial oferecimento que se faz a alguém, no caso ao bispo de Milão. Originariamente eram denominados simplesmente de Oblatos de Santo Ambrósio mas em 1611 o cardeal Federigo Borromeo acrescentou a este título a referência ao fundador. A sua sede original era próxima à Igreja do Santo Sepulcro de Milão; em 1928 a casa matriz foi transferida para a atual sede na "via Settala".

Carlos Borromeo havia se inspirado na Confederação do Oratório de São Filipe Néri fundada em Roma por Filipe Néri: a Constituição religiosa dos Oblatos de Santo Ambrósio foi elaborado por Agostino Valier e pelo barnabita Carlo Bascapè, depois bispo da Diocese de Novara. Após uma experimentação prática de dois anos e o exame por uma comissão para qual foram chamados a fazer parte Filipe Néri e Felice de Cantalice, a regra foi promulgada em 13 de setembro de 1581. Os oblatos não eram vinculados ao voto de pobreza e nem levam vida em comum, por isto não podem ser considerados "religiosos" no sentido estrito do termo no direito canônico da Igreja Católica.

Foram suprimidos por Napoleão Bonaparte em 1810; na época da restaução o cardeal Carlos Gaetano Gaisruck opos-se ao seu ressurgimento. Foram restaurados pelo Arcebispo Romilli em 1854. A sua espiritualidade, que não está ligada a nenhuma escola particular, mas se apresenta com fortes elementos inacianos.

Organização

A Congregação é atualmente organizada em quatro grupos denominados família:

  • Os Oblatos Missionários de Rho, nascidos em 1714 por obra deGiorgio Maria Martinelli e dedicam-se especialmente à pregação de retiros espirituais, exercícios espirituais e de missões populares. Os seus maiores espoentes são os cardeais Angelo Ramazzotti e Eugenio Tosi e o bispo Ernesto Piovella;
  • Os Oblatos Vigários, fundados em 1875 para assumir a suplência de paróquias vacantes: aprovados por Andrea Carlo Ferrari em 24 de janeiro de 1908, o cardeal acrescentou à finalidade principal mais este encargo o da direção dos santuários diocesanos;
  • Os Oblatos Diocesanos (o grupo mais numeroso) são sacerdotes com o ofício mais estável na diocese (administração das paróquias e ensino). Em 1931o cardeal Alfredo Ildefonso Schuster confiou-lhes a direção dos seminários e dos colégios diocesanos, dei collegi diocesani; vieram a ser reformados pelo arcebispo cardeal Montini em 1956;
  • Os Oblatos Leigos (ditos Oblatinos), fundados em 1932 pelo arcebispo Schuster. São leigos que emitem votos temporários de castidade e obediência. Originalmente se dedicavam só ao serviço administrativo, engermagem e técnico, no seminário e nos institutos diocesanos, mas depois do Concílio Vaticano II, iniciaram a colaboração na obra missionária da Igreja de Milão. A sua sede fica em Seveso.

Em 1980 os Missionarios de Rho eram 17, os Vigários 24, e os Diocesanos cerca de 160 e os Oblatinos cerca de 60.


Bibliografia

  • P. Calliari, Oblati dei Santi Ambrogio e Carlo, in Dizionario degli istituti di perfezione, vol. VI, Milano, Edizioni paoline, 1980, coll. 647-652.

Ligação externa

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