Diferenças entre edições de "Barroco mineiro"

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{{AP|[[Escultura no Brasil]]}}
 
Minas Gerais, em seu relativo isolamento, com maior dificuldade para importação de peças portuguesas como se fazia de hábito no litoral, não era menos religiosa e enfrentava uma demanda por estatuária sacra em nada menor do que a dos outros grandes centros urbanos do Brasil, e por isso foi obrigada a produzir a grande maioria de seus próprios artífices. Forçados pelas circunstâncias a apresentarem soluções formais sem uma grande disponibilidade de modelos eruditos, e em sua maioria autodidatas, os escultores da escola mineira não se aglutinaram em torno de um único princípio estético, e sua produção se caracteriza pela diversidade e pelo ecletismo, ao contrário de outras escolas importantes como a da [[Bahia]] ou de [[Pernambuco]], que eram bem mais informadas sobre a arte europeia e produziam em série para um vasto mercado nacional.<ref name="segundo">OLIVEIRA, Myriam Andrade Ribeiro de. ''A Imagem religiosa no Brasil''. In AGUILAR, Roberto (org). ''Mostra do Redescobrimento: Arte Barroca''. São Paulo: Fundação Bienal de São Paulo / Associação Brasil 500 Anos, 2000, p.65-70</ref>
[[Ficheiro:Aleijadinho-cristo.jpg|250px|thumb|Aleijadinho: ''Cristo no horto das Oliveiras'', Congonhas]]
 
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