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Diferenças entre edições de "Papa Gregório V"

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Embora muito jovem, Bruno era culto, severo e resoluto. Acompanhou-o luzida comitiva de [[arcebispo]]s e príncipes e os romanos confirmaram com júbilo a escolha. Um dos objetivos de Gregório era a universalidade da Sé Apostólica de Roma. Em 21 de maio de 996, em Roma, coroou o imperador Otão. Os dois jovens, Otão com 16 e Gregório V com 25 anos, idealizaram um programa para a Igreja e para o Império em um [[sínodo]] que se seguiu à coroação. Foram amnistiados os chefes de passadas rebeliões, ato de bondade pago com grande ingratidão. Crescêncio tramou contra o papa, que insistia em moralizar a cidade. A nobreza dissoluta aprovou a revolta contra o rigoroso papa alemão.
 
[[Crescêncio II]] obrigou Gregório a fugir, alçou o antipapa Filagato de Piacenza com o nome de [[Antipapa João XVI|João XVI]] e entregou Roma ao [[imperador bizantino|imperador grego]]. Otão III voltou com grande pompa e enorme exército em 998, depondo Filagato e humilhando Crescêncio publicamente antes de executá-lo. [[São Nilo de Rossano]] repreendeu Otão e Gregório pelas torturas e execuções e quis fazer do antipapa um monge, mas os próprios soldados do rebelde mutilaram-no na fuga desastrada que empreendeu. Gregório V defendeu o arcebispo Arnolfo contra o mal casado rei [[Roberto II de França]]. Os mais ilustres homens de ciência do tempo gozaram da amizade sincera de Gregório V, do qual se recorda que, em Roma, pregava sempre em três línguas.
 
Gregório morreu em 16 de fevereiro de 999 com apenas 27 anos, suspeita-se que de [[veneno|envenenamento]] pelos partidários de Crescêncio.
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