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== Exemplos contemporâneos ==
São constantemente emitidas fatwas, que vão desde pareceres cheios de bom senso (fatwas contra as armas atómicas, por exemplo)<ref>{{citar web|url=http://foreignpolicy.com/2014/10/16/when-the-ayatollah-said-no-to-nukes/|titulo=Quando o Ayatollah disse não ao nuclear (em inglês)|data=16 de Outubro de 2014|acessodata=|obra=|publicado=Foreign Policy|ultimo=|primeiro=}}</ref> , até opiniões ridículas (fatwas contra o rato Mickey<ref>{{citar web|url=http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/middleeast/saudiarabia/2963744/Mickey-Mouse-must-die-says-Saudi-Arabian-cleric.html|titulo=O rato Mickey deve morrer, diz clérigo da Arábia Saudita|data=15 de Setembro de 2008|acessodata=|obra=|publicado=The Telegraph|ultimo=Beckford|primeiro=Martin}}</ref> ) e incitamentos ao crime (as variadas fatwas ordenando o assassínio dos apóstatas, como [[Salman Rushdie]] )<ref>{{citar web|url=http://www.independent.co.uk/news/people/salman-rushdie-iranian-state-media-renew-fatwa-on-satanic-verses-author-with-600000-bounty-a6887141.html|titulo=Irão renova a fatwa sobre o autor de Os Versos Satãnicos (em Inglês)|data=21 de Fevereiro de 2016|acessodata=|obra=|publicado=Independent|ultimo=Osborne|primeiro=Samuel}}</ref>.
 
A escritora [[Chahdortt Djavann]], considerando que o direito de criticar religiões e seus dogmas é um direito essencial, imprescindível à existência da democracia, em Fevereiro de 2008, pede que a União Européia reconheça que as fatwas incitando ao assassinato são um ato criminoso, e que haja mandatos internacionais contra aqueles que decretam tais fatwas.<ref>{{citar web|url=http://www.lefigaro.fr/debats/2008/02/16/01005-20080216ARTFIG00599-ayaan-hirsi-ali-ma-sur.php|titulo=Ayaan Hirsi Ali, ma sœur|data=16 de Fevereiro de 2008|acessodata=|publicado=Le Figaro|ultimo=Djavann|primeiro=Chahdortt}}</ref>
 
==Notas==