Diferenças entre edições de "Justiniano"

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O autoritarismo e os altos impostos fizeram com que a população respirasse aliviada com a notícia da morte de Justiniano ([[Constantinopla]], 565). Foi sepultado ao lado de sua amada imperatriz [[Teodora (esposa de Justiniano)|Teodora]] na [[Igreja dos Santos Apóstolos]] (igreja onde repousavam as relíquias dos [[apóstolo]]s, imperatrizes e imperadores bizantinos, [[patriarca]]s da [[Igreja Ortodoxa Grega]]) em [[Constantinopla]].
 
Após a morte de Justiniano, no ano de 565, gradativamente o [[Império Bizantino]] foi perdendo os territórios que havia conquistado, ficando sujeito a diversas invasões. Em [[636]], os [[árabes]] conquistaram a [[Síria]], em 638, a [[Palestina]], e em 641, a [[Pérsia]] e o [[Egito]]. Em 1204, os cruzados cristãos saquearam [[Constantinopla]].
 
Por volta de 1350, os [[turcos otomanos]] controlavam quase toda a [[Ásia Menor]] e avançavam sobre a [[Europa]]. Em menos de um século ocuparam a maior parte da [[península Balcânica]]. Em 1453, depois de conquistar a maior parte do [[Império Bizantino]], o sultão [[Maomé II]] conquistou [[Constantinopla]] - ''uma monstruosa cabeça sem corpo'', como a chamou. Tradicionalmente, essa data marca o fim da [[Idade Média]] e o início da [[Idade Moderna]].{{limpar}}
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