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Diferenças entre edições de "Câmara dos Representantes dos Estados Unidos"

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Durante a primeira metade do [[século XIX]], a Câmara dos Representantes esteve frequentemente em conflito com o Senado sobre alguns assuntos controversos, mais notavelmente, a [[Escravatura|escravidão]]. Isto porque a população dos Estados do Norte americano tornou-se gradualmente maior do que a população do Sul, e assim sendo, a maioria dos membros da Câmara dos Representantes passou a representar o norte dos Estados Unidos. Porém, esta vantagem era nula no Senado, onde a representação igualitária por Estado era a norma. Ao longo das primeiras décadas do século XIX, à medida que os Estados Unidos aumentava em área, novos estados passaram a fazer parte dos Estados Unidos. Para tentar equilibrar o balanço político no Congresso, os sulistas exigiram e pressionaram que para cada novo estado pró-abolicionista, também fosse criado um estado pró-escravidão. Esta divisão e falta de balanço político no Congresso dos Estados Unidos levou à secessão de 11 Estados do Sul dos Estados Unidos, que formaram os [[Estados Confederados da América]], e que levou à [[Guerra Civil Americana]], que culminou na derrota militar da Confederação e na abolição definitiva da escravidão.
 
Os anos da [[Reconstrução]] que se seguiram aos anos da Guerra Civil (1861-1865) foram marcados por grandes vitórias do [[Partido Republicano (EUA)|Partido Republicano]] em eleições nacionais, especialmente nas eleições para membros da Câmara dos Representantes e para Presidente dos Estados Unidos. Uma razão para esse cenário foi a associação do Partido Republicano com os esforços unionistas e de indstrialização do paísdospaís dos Unidos sobre os Estados Confederados. Após o término da Reconstrução, em [[1877]], um novo período de intenso desenvolvimento econômico teve início. Este período foi marcado por grandes divisões políticas no eleitorado americano. Tanto os republicanos quanto os [[Partido Democrata (EUA)|democratas]] obtiveram maiorias políticas na Câmara dos Representantes de maneira alternada através dos anos.
 
Durante o final do século XIX e no começo do [[século XX]], o [[Presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos|Presidente da Câmara dos Representantes]] recebeu diversos poderes. O começo do crescimento da influência do Presidente data no início da [[década de 1890]], sob o mandato do republicano [[Thomas Brackett Reed]], popularmente chamado de ''[[czar]]''. Reed tentou colocar em efeito sua opinião que "o melhor sistema é ter um partido governando e o outro partido observando". A estrutura de liderança da Câmara dos Representantes americana também desenvolveu-se durante aproximadamente no mesmo período, onde as posições de líder majoritário e de líder minoritário foram criadas em [[1899]]. Enquanto o líder minoritário era o líder do partido político com o segundo maior número de membros na Câmara dos Representantes, o líder majoritário (líder do partido político com mais membros na Câmara dos Representantes) continuou subordinado ao Presidente da Câmara dos Representantes. Os poderes deste alcançaram um máximo durante o mandato do republicano [[Joseph Gurney Cannon]], entre [[1903]] a [[1911]]. Os novos poderes do Presidente incluíam a liderança do influencial ''Comitê de Regras da Câmara dos Representantes'', bem como a habilidade de indicar membros para outros comitês da Câmara dos representantes. Estes poderes, porém, foram removidos durante a "Revolução de 1910", graças aos esforços de democratas e de republicanos insatisfeitos, que eram contra as táticas políticas de Cannon.