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Diferenças entre edições de "Veadeiro-pampeano"

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{{Info/Raça de cão
|nome= Veadeiro -pampeano
|imagem=‎ Veadeiro pampeano.JPG
|título_imagem= Veadeiro -pampeano
|nomeoriginal= Veadeiro -pampeano
|outrosnomes= Veadeiro -brasileiro<br />Cerveiro -pampeano<br />Cerveiro -brasileiro<br />Perdigueiro -brasileiro<br />Perdigueiro -gaúcho<br />Perdigueiro -tradicional<br />Veadeiro<br />Cerveiro<br />''Bianchini''
|país= {{BRA}}
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|variedades =
|}}
'''Veadeiro -pampeano''' é uma raça de cães de caça oficialmente originária do [[Brasil]].<ref name=":0">{{citar web|url=http://cbkc.org/application/views/docs/padroes/padrao-raca_226.pdf|titulo=Padrão oficial da raça Veadeiro Pampeano|data=|acessodata=Setembro de 2018|publicado=CBKC|ultimo=|primeiro=}}</ref> Mas que possuí também origem em outros dois países vizinhos: [[Argentina]] e [[Uruguai]]. No Brasil, ocorre de maneira mais distribuída, onde foi feito todo o trabalho de reconhecimento oficial da raça.<ref name="ReferenceA">{{pt}} Marcos Pennacchi (diretor editorial), Revista Cães & Cia nº 293, Editora Forix, [[2003]], reportagem especial Novas Raças Brasileiras.</ref> Sua função original, pela qual recebeu seu nome, era rastrear e capturar [[Veado-campeiro|veados]] e [[Cervo-do-pantanal|cervos]]. Ainda hoje é muito utilizado como cão de caça a outros animais.
 
Apesar do nome, o veadeiro pampeano trata-se de uma raça diferente do [[Veadeiro nacional|veadeiro-nacional]], reconhecido pela [[SOBRACI]].
== História ==
Apesar de comprovado que o veadeiro -pampeano, originalmente conhecido como veadeiro, ''cerveiro'' ou ''bianchini'' (que significa "alvo, branco, ou claro") existe há muito tempo e que seus proprietários através do cruzamento entre os melhores cães caçadores, sempre mantiveram suas características inalteradas.<ref name="ReferenceB">{{pt}} Marcos Pennacchi (diretor editorial), Revista Cães & Cia nº 322, Editora Forix, [[2006]], reportagem Cães fora de série Veadeiro Pampeano.</ref> Só em [[1950]] tentou-se sem sucesso o registro da raça. No ano [[2000]], após árduo trabalho do já falecido cinófilo ''Carlos Lafaiete Seibert Bacelar'', a raça finalmente passou a ser reconhecida oficialmente pela [[Confederação Brasileira de Cinofilia]] (CBKC),<ref name="ReferenceC">{{pt}} Andrea Calmon (jornalista responsável), Almanaque Cães & Raças 2009, Editora On Line, [[2009]]</ref> porém ainda não é reconhecida por qualquer entidade cinófila uruguaia ou argentina. Hoje os criadores brasileiros deste cão estão buscando o reconhecimento também da [[Federação Cinológica Internacional]].<ref name="ReferenceA">{{pt}} Marcos Pennacchi (diretor editorial), Revista Cães & Cia nº 293, Editora Forix, [[2003]], reportagem especial Novas Raças Brasileiras.</ref>
 
A origem do veadeiro ainda não é conclusiva, mas duas hipóteses são as mais prováveis. A primeira é de que este cão descenda do grupo dos cães primitivos, como os [[Podengo Português|podengos]] ou [[Podengo ibicenco|ibicencos]] trazidos a [[América do Sul]] na época em que Brasil e Uruguai eram colônias [[Portugal|portuguesas]].<ref name="ReferenceC">{{pt}} Andrea Calmon (jornalista responsável), Almanaque Cães & Raças 2009, Editora On Line, [[2009]]</ref> Posteriormente teriam chegado pela fronteira à Argentina, acompanhando caçadores, estes cães primitivos ao chegarem no [[novo mundo]] teriam sido largamente utilizados na caça de subsistência das populações rurais, e se adaptado ao novo clima, com isto teria se originado uma nova raça. A seleção feita pelos caçadores, sempre acasalando os melhores cães para a caça também teria contribuído na formação da raça. Estudos feitos por Carlos Bacelar comprovam que até a quarta geração de uma família criava veadeiros para a caça, em outras palavras até os bisavós de entrevistados criaram o veadeiro.<ref name="ReferenceC">{{pt}} Andrea Calmon (jornalista responsável), Almanaque Cães & Raças 2009, Editora On Line, [[2009]]</ref>
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