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Álvaro Martins dos Santos: diferenças entre revisões

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Nos anos 40 do século passado, [[José Maria Nóbrega|José Maria Nóbreg]]<nowiki/>a, atualmente um dos grandes violas de Fado, estabeleceu-se no Padrão da Légua como alfaiate. Nesta zona do concelho de [[Matosinhos]], José Maria Nóbrega conheceu Álvaro Martins, que o lançou no Fado<ref>{{Citar web|título = José Maria Nóbrega|URL = http://www.museudofado.pt/personalidades/detalhes.php?id=239|obra = Museu do Fado|acessadoem = 2016-01-05}}</ref>. . Durante cerca de dez anos, ambos tocaram no Tamariz, casa de fados no Porto. No Tamariz, passaram todos os grandes nomes do Fado da época, havendo um forte intercâmbio entre fadistas de [[Lisboa]] e [[Porto]]. Quando Moniz Trindade ouviu os dois no Tamariz, convidou a dupla para atuar em [[Lisboa]], durante um mês, no Café Pam-Pam, uma casa de fados que ia abrir perto da [[Praça do Chile]]. É assim que, em [[1957]], José Maria Nóbrega e Álvaro Martins chegam à capital para atuarem cerca de um mês. Findo o contrato, ambos os músicos regressam ao [[Porto]]. Para além da excelente relação profissional que eles tiveram, Álvaro Martins foi padrinho da filha de José Maria Nóbrega.
 
No final da [[década de 1950]], em [[1959]], a sua música “Noite” foi incluída no disco "Amália Rodrigues"<ref>{{Citar web|título = Fundação Amália Rodrigues|URL = http://www.amaliarodrigues.pt/artigo-amalia_rodrigues-96|obra = www.amaliarodrigues.pt|acessadoem = 2016-01-05|arquivourl = https://web.archive.org/web/20160303203627/http://www.amaliarodrigues.pt/artigo-amalia_rodrigues-96|arquivodata = 2016-03-03|urlmorta = sim}}</ref> da [[Amália Rodrigues]] e acompanhou [[Fernando Farinha]] no [[Coliseu do Porto]] no dia [[25 de outubro|25 de Outubro]].
 
Em [[1965]], Álvaro Martins conheceu o poeta Torre da Guia no restaurante típico A Candeia.
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