Diferenças entre edições de "Billie Holiday"

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|imagem_tamanho = 200px
|nome completo = Eleanora Fagan Gough
|nascimento = {{dni|7|4|1915|si}}<br />[[Filadélfia]], [[Pensilvânia|PA]]<br />{{USA}}<ref name="Biography.com">{{citar web |url=http://www.biography.com/people/billie-holiday-9341902|título=Billie Holiday biography |acessodata=17 de julho de 2012 |autor= |coautores= |data= |ano= |mes= |formato= |obra= |publicado=Biogaphy.com |páginas= |língua= |língua2=en |língua3= |lang= |citação= }}</ref>
|falecimento = {{nowrap|{{morte|17|7|1959|7|4|1915}}}}<br />[[Nova Iorque]], [[Nova Iorque (estado)|NI]]<br />{{USA}}
|atividade = [[1933]] - [[1959]]
A cantora e compositora nasceu na [[Filadélfia]], [[Pensilvânia]], tendo sido criada em [[Baltimore]], por pais [[adolescência|adolescentes]].<ref name="Biography.com"/> Quando nasceu, seu pai, Clarence Holiday Gough, tinha dezessete anos de idade, e sua mãe, Saddy Fagan, dezenove. Seu pai, [[guitarra|guitarrista]] e [[banjo]]ista, abandonou a família quando a artista ainda era [[bebê]], seguindo viagem com uma banda de [[jazz]]. Sua mãe, também inexperiente, frequentemente a deixava com familiares para poder trabalhar. Abandonada pelo pai, com pouco contato com a mãe, sem irmãos ou amigos, a artista teve uma infância muito difícil, passando necessidades e todo tipo de humilhação e abuso.<ref name="Biography.com"/>
 
Menina [[afro-americanos|afro-americana]] e [[pobreza|pobre]], passou por diversos sofrimentos possíveis. Aos dez anos foi [[violência sexual|violentada sexualmente]] por seu vizinho, e posteriormente abandonada por seus parentes, sendo internada numa casa de correção para meninas vítimas de abuso. Neste local, sofria agressões físicas e psicológicas. Aos doze anos, fugiu de lá, e passou a morar na rua, pedindo esmolas, e tentava reencontrar a mãe, que havia lhe abandonado, mas ficava em dúvida se ela a aceitaria de volta, e temia reencontrar seus parentes que tanto fizeram-na sofrer. Ela, então, deixou de viver nas ruas ao conseguir um trabalho informal, lavando o chão de um [[prostíbulo]] em troca de um local para dormir e uma refeição por dia. Ficou lá por dois anos. Aos catorze anos, foi violentada sexualmente pelo dono do local, e fugiu de lá. Voltou a viver nas ruas, pedindo esmolas, até que tomou coragem e voltou a casa de seus parentes para procurar sua mãe, que ficou feliz de tê-la encontrado, lhe pedindo perdão, descobrindo tudo que houve com ela e se culpando muito. Sua mãe a levou para viver com ela em uma casa alugada, em [[Nova York]]. Com o tempo, sua mãe ficou desempregada, e ambas acabaram passando necessidades. Sua mãe adoeceu, e o aluguel da residência atrasou. Sem conseguir nenhum emprego, sendo poucas as esmolas que ganhava, aos catorze anos a artista iniciou-se na [[prostituição]], atividade que exerceu até seus dezoito anos, sem nunca ter revelado isto a ninguém. Aos quinze anos acabou engravidando, sem saber qual era a paternidade da criança, onde revelou que sua mãe a obrigou a fazer um [[aborto]] aos três meses de gestação no banheiro de casa, o que a fez ter febre, fortes dores e hemorragia por mais de um mês, não tendo procurado um médico, por medo de sofrer represálias ou ser presa. Em entrevistas definiu o aborto feito como agonizante. A vida na prostituição e ter feito um aborto aumentaram muito suas crises depressivas, o que a fez intensificar o uso de álcool e drogas, o que a levou a diversas tentativas de suicídio.<ref>[[https://padrepauloricardo.org/blog/os-filhos-abortados-do-rock-n-roll]]</ref>
 
== Carreira ==
Sua vida como cantora informal começou em [[1930]]. Estando mãe e filha ameaçadas de despejo por falta de pagamento de sua moradia, Billie, seu nome que usava na noite como garota de programa, decide procurar uma outra ocupação menos sofrível, e realizar seu sonho de trabalhar com [[música]]. Ela, então, entrou em um [[bar]] no [[Harlem]], oferecendo-se como [[dança]]rina, mas não agradou o público. Penalizado, o [[piano|pianista]] perguntou-lhe se sabia cantar, a então jovem Eleanora disse que nunca, mas que era seu sonho. Ao cantar pela primeira vez, foi aplaudida de pé, e saiu de lá com um emprego fixo, onde cantaria somente aos finais de semana. Embora não fosse isto que esperava, aceitou, e para conseguir mais dinheiro, continuou a trabalhar na noite como profissional do sexo.
[[Imagem:Billie Holiday, Downbeat, New York, N.Y., ca. Feb. 1947 (William P. Gottlieb 04251).jpg|thumb|esquerda|225px|Billie Holiday, apresentando-se em fevereiro de 1947, Nova Iorque.]]
 
A jovem nunca teve educação formal de música, jamais pôde estudar, e sendo auto-ditada, seu aprendizado das [[melodia]]s se deu ouvindo [[Bessie Smith]] e [[Louis Armstrong]].
* "Stormy Blues" ([[1954]])
* Interpretou "[[Strange Fruit]]"
* Gloomy Sunday
 
{{Referências}}
{{Controle de autoridade}}
{{Portal3|Biografias|Mulheres|Música|Estados Unidos|Jazz}}
 
 
{{DEFAULTSORT:Holiday, Billie}}

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