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O resultado são mais golpes de Estado contra a República Democrática pelos Conservadores e pró-Católicos, muitas vezes com o apoio dos lideres dos sindicatos e movimentos de trabalhadores que pretendem criam distúrbios que lhes permitam mais ganhos revolucionários: em [[1915]], toma pela força o poder o General [[Pimenta de Castro]], e em [[1917]] [[Sidónio Pais]] assume o Poder de forma autoritária e inconstitucional. Ambos dissolvem o [[Parlamento]] e governam de forma ditatorial. Em [[1918]] cai sobre a cidade a [[gripe espanhola]], que mata muitos milhares e piora a situação dos operários, que de seguida se revoltam várias vezes, e Sidónio Pais é assassinado.
 
Neste periodo é construida grande parte dos edifícios de habitação ao longo do norte da cidade aberto pelas Avenidas Novas. Pintados com as cores tradicionais da cidade, amarelo, cor-de-rosa e azul claro, com fachadas de vários andares encabeçadas por mansardas, formam ainda hoje a mais visível face da cidade. Quase todos são erguidos por pequenos empresários, na sua maioria oriundos da cidade de [[Tomar]], e por isso conhecidos como ''patos bravos''. Alguns dos novos edifícios são construidos à pressa e com poucas preocupações de segurança, que dariam origem a vários acidentes com desmorronações e vítimas mortais nos anos seguintes.
 
O fim da República ocorre em [[1926]], quando a Direita Conservadora anti-democrática (ainda em pleno [[século XX]] largamente liderada pelos descendentes da antiga Nobreza do norte de Portugal e pela [[Igreja Católica]]) toma finalmente o poder após mais duas tentativas em [[1925]], alegadamente de forma a por fim à anarquia que ela própria tinha largamente criado. Inicialmente militar, liderado pelo General [[Gomes da Costa]], o novo governo rapidamente adopta uma ideologia semi-fascista sob a liderança de [[António de Oliveira Salazar]].
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