Esperança (Paraíba)

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Município de Esperança
"Lírio verde da Borborema"
Praça da Cultura

Praça da Cultura
Bandeira de Esperança
Brasão de Esperança
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 1 de dezembro
Fundação 1925 (93 anos)
Gentílico esperancense
Prefeito(a) Nobson Pedro de Almeida (PSB)
(2017 – 2020)
Localização
Localização de Esperança
Localização de Esperança na Paraíba
Esperança está localizado em: Brasil
Esperança
Localização de Esperança no Brasil
07° 01' 22" S 35° 51' 36" O07° 01' 22" S 35° 51' 36" O
Unidade federativa Paraíba
Região
intermediária

Campina Grande IBGE/2017[1]

Região
imediata

Campina Grande IBGE/2017[1]

Região metropolitana Esperança
Municípios limítrofes Algodão de Jandaíra, Remígio, Montadas, Areial, Alagoa Nova, São Sebastião de Lagoa de Roça e Pocinhos.
Distância até a capital 159 km
Características geográficas
Área 165,189 km² [2]
População 33 003 hab. (PB: 14º) –  estimativa IBGE/2018[3]
Densidade 199,79 hab./km²
Altitude 631 m
Clima tropical As
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,632 médio PNUD/2000[4]
PIB R$ 221 023 mil (PB: 15º) – IBGE/2013[5]
PIB per capita R$ 9,649 83 IBGE/2013[5]

Esperança é um município Brasileiro situado no estado da Paraíba. Integrante da Região Metropolitana de Esperança, sua população, conforme estimativas do IBGE de 2018, era de 33 003[3] habitantes.

História[editar | editar código-fonte]

Os moradores nativos do território que atualmente constitui o município foram os índios Cariris, da tribo Banabuyê. Apesar da resistência, os portugueses conseguiram expulsá-los. O primeiro colono que tomou posse das terras de Esperança foi o português Marinheiro Barbosa. Sua casa foi construída perto de um reservatório de água (Tanque do Araçá), cuja localidade é hoje conhecida como "Beleza dos Campos", hoje oficialmente bairro.

Possivelmente Marinheiro Barbosa abandonou suas terras. Anos depois chegaram três irmãos, também portugueses: Antônio, Laureano e Francisco Diniz, cujas casas ficavam onde atualmente é a Avenida Manoel Rodrigues, a principal da cidade.

O primeiro nome do povoado foi Banabuyê, por conta da tribo Cariri, da sesmaria datada em 1713 e do nome da fazenda surgida em 1860. Ano em que foi construída a primeira capela, em cujo lugar atualmente se situa a igreja Matriz, pelo primeiro missionário católico a instalar-se na região, o Frei Venâncio. Há uma hipótese de que a construção da capela foi financiada por uma senhora, como voto para eliminar um surto de cólera-morbo. A igreja atual é a ampliação da antiga capela.

Outro nome que a cidade recebeu foi Boa Esperança, em 1872. Em 1908, foi criada a freguesia de Esperança.

Esperança foi emancipada em 1 de dezembro de 1925, desmembrando-se de Alagoa Nova. O primeiro prefeito, por nomeação, foi o senhor Manoel Rodrigues de Oliveira. Teotônio Thertuliano da Costa foi o seu vice-prefeito.

Dois antigos distritos do município se emanciparam politicamente: Areial (em 1961) e Montadas (em 1963). Atualmente, além da sede, Esperança é composta pelos distritos de Massabielle, São Miguel e Pintado, sendo esse último elevado a essa categoria através da Lei Municipal nº 1.271/2008, de 20 de maio de 2008.

Geografia[editar | editar código-fonte]

O município está incluído na área geográfica de abrangência do semiárido brasileiro, definida pelo Ministério da Integração Nacional em 2005.[6] Esta delimitação tem como critérios o índice pluviométrico, o índice de aridez e o risco de seca.

Transportes[editar | editar código-fonte]

Para se chegar a cidade de Esperança, tem-se transporte regular a partir de Campina Grande, oferecidos pela viação São José com partida das rodoviárias nova e velha daquela cidade. Existe também o transporte alternativo que realiza o mesmo trajeto da linha convencional.

Esperancenses ilustres[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). «Base de dados por municípios das Regiões Geográficas Imediatas e Intermediárias do Brasil». Consultado em 17 de agosto de 2017. Cópia arquivada em 17 de agosto de 2017 
  2. IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 
  3. a b «Estimativa populacional 2018 IBGE». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de agosto de 2018. Consultado em 8 de outubro de 2018 
  4. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  5. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios - 2013». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 5 de outubro de 2016 
  6. Ministério da Integração Nacional, 2005. Nova delimitação do semiárido brasileiro.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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