Espiritualismo universalista

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Espiritualismo universalista é uma corrente de pensamento não-religiosa e antimaterialista, baseada em estudos históricos dos textos sagrados das principais religiões, Parapsicologia, Espiritismo entre outros estudos, como o exemplo do estudo sobre a reencarnação Vida Antes da Vida, publicado em 2005 pelo professor Jim B. Tucker da Universidade da Virgínia.

Corrente Filosófica[editar | editar código-fonte]

O Espiritualismo universalista é uma Corrente filosófica baseada nas teorias do karma e da reencarnação - Paradigma Consciencial avançado, a favor de que cada indivíduo, em vez de aderir, com exclusividade ou primazia, a determinado credo, sistema, doutrina, instituto, guru ou movimento, faça sua síntese pessoal das diversas correntes de pensamento relacionadas à espiritualidade (religiões, filosofias espiritualistas e neociências transcendentais) e às demais expressões culturais da humanidade, a exemplo das manifestações da arte, da filosofia e da ciência em geral.

Observa-se, que nesse especial contexto uma "síntese universalista" pessoal não é mistura mística, colcha de retalhos, não é salada esotérica, não é apenas frequentar vários tipos de locais, várias linhas evolutivas, mas é algo mais profundo, mais consciencial, mais íntimo. É a possibilidade de trabalhar, desenvolver, expandir a espiritualidade íntima (da alma) sem necessitar de se valer de religiões (mas podendo usá-las também), procurando a verdadeira, profunda e discreta reforma íntima (reciclagem intraconsciencial, reforma interior), se valendo das ferramentas conscienciais de cada linha evolutiva (suas técnicas, práticas, conhecimentos e sabedoria) adequando-se a seu contexto pessoal, psicológico, emocional, intelectual, ou seja, isso evita engolir pacotes prontos, tem-se a vantagem de ajustar o "conhecimento-sabedoria" a seu contexto pessoal para otimizar sua evolução consciencial. Nesses casos o rendimento evolutivo é maior, pois os dogmas (velados ou francos) das linhas e grupos é evitado, as posturas e linguajares padronizados também são evitados, os modismos e cacoetes, vícios e crenças, holopensenes formatados são evitados.

Mas essa condição de liberdade e ousadia consciencial, coragem consciencial, independência espiritual exige certo nível mínimo de cultura geral, de conhecimento, de autoconhecimento, mas principalmente de autoestima elevada e autoconfiança (discernimento consciencial). Uma minoria de pessoas está preparada para tal opção.

Princípios[editar | editar código-fonte]

Parte dos seguintes pressupostos:

  • As religiões são criações do gênio humano e não imposições de Deus e dos espíritos;
  • Não existe corrente de pensamento a monopolizar as verdades relativas de ponta ou absolutas;
  • Há caminhos diferentes para se atingir a evolução espiritual, dentro e fora de religiões ou quaisquer instituições afins;
  • Há caminhos diferentes para se cumprir a programação existencial (dharma, missão de vida, projeto reencarnatório, etc) evolução espiritual, dentro e fora de religiões ou quaisquer instituições afins;
  • Mais importa a conduta ética (e cosmoética), amorosa e fraterna do que a ideologia, cosmogonia, ou organização religiosa (ou congênere) escolhidas;
  • São contraproducentes e inócuas disputas por qual o melhor guru ou líder espiritual da humanidade;
  • Todas as contribuições ao esclarecimento espiritual e consciencial são válidas e relevantes, merecem respeito e apreciação sem preconceito, devendo-se extrair de cada ideologia o que nela houver de proveitoso ao aprimoramento do indivíduo e da sociedade;
  • Que parapsiquismo, intelectualidade, comunicabilidade, mediunidade, projeção consciente, entre outros, são apenas ferramentas evolutivas (e podem inclusive serem mal utilizadas e evolutivamente contraproducentes), ou seja, não são o fim, são o meio utilizado, a ferramenta utilizada para evoluir espiritualmente (consciencialmente).

Brasil[editar | editar código-fonte]