Símbolos maçônicos

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Um pedreiro (operativo) trabalhando. Um dos principais símbolos da maçonaria, onde maçom (pedreiro) desbasta a pedra bruta. Faz parte do simbolismo da maçonaria: o pedreiro, o maço, o cinzel, o avental, a pedra bruta e seu desbaste.
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Os Símbolos Maçônicos são a base do método maçônico. A maçonaria (do inglês mason, que significa pedreiro, construtor) é uma organização com fins filantrópicos, educacionais, filosóficos, progressista e educativa.[1] Tem seu método educacional todo baseado na simbologia e no ritual. Nascida da maçonaria operativa e dos pedreiros livres, toda sua estrutura simbólica é baseado nos utensílios dos pedreiros.[2]

O termo símbolo, com origem no grego symbolon (σύμβολον), designa um tipo de signo em que o significante (realidade concreta) representa algo abstrato (religiões, nações, quantidades de tempo ou matéria etc.) por força de convenção, semelhança ou contiguidade semântica (como no caso da cruz que representa o cristianismo, porque ela é uma parte do todo que é imagem do Cristo).

A maçonaria é dividida em graus e cada grau tem seus ensinamentos, símbolos e rituais. Estes são definidos tanto pelo rito maçônico quanto pela Obediências Maçônicas ou Supremo Conselho a qual a Loja Maçônica pertence. Não sendo dogmática, a Ordem Maçônica evita arbitrar sobre os significados dos símbolos, dando um máximo de abertura para os adeptos refletirem e tirar as próprias conclusões. O próprio Albert Pike, escreveu no prefácio do Moral e Dogma:

A maioria dos símbolos usados na maçonaria são de utensílios de pedreiros ou símbolos de outra categoria, incorporados à ordem. Pela importância da maçonaria, muitos deles hoje são considerados como símbolos maçônicos.

Ver também: Símbolo

As Três Grandes Luzes[editar | editar código-fonte]

A maçonaria têm suas leis baseadas nos Landmarks, sobretudo no modelo da Constituição de Anderson. É uma série de regras que regem a maçonaria desde o seu inicio e até hoje baseia as constituições das Potências Maçônicas no mundo todo. Dentre todos os símbolos presentes na maçonaria mundial, alguns são obrigatórios para o funcionamento de uma reunião. Eles são apresentados nos landmarks:[4]

  • VIII - a manutenção das Três Grandes Luzes da Maçonaria: o Livro da Lei, o Esquadro e o

Compasso, sempre à vista, em todas as sessões das Lojas;

  • IX - o uso do avental nas sessões.

O Livro da Lei, o Esquadro e Compasso e o uso do Avental são essenciais, não podendo funcionar a loja sem a presença destes.[5]

O Livro da lei, o Esquadro e o Compasso formam a tríade denominada As Três Grandes Luzes.

O Livro da Lei[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Livro da Lei

O Livro da Lei, ou Livro Sagrado, é a primeira das três luzes da maçonaria. Um dos preceitos mais respeitados por todas as potências maçônicas do mundo é a crença num ser supremo, criador do universo, que é denominado como Grande Arquiteto do Universo na maçonaria. O Livro Sagrado representa a ligação do maçom com este ser e com a espiritualidade.

Este livro não é estipulado por nenhum manual, constituição ou landmark. Ele pode ser qualquer livro sagrado de religiões que creem em um deus criador. Dependerá da crença individual ou do conjunto da loja. Para um cristão o Livro da Lei será a Bíblia, para um muçulmano será o alcorão e assim por diante, deste modo todo juramento é feito individualmente sobre a crença pessoal de quem jura. Em lojas onde há a presenta de vários maçons de religiões distintas, coloca-se vários livros sobre o altar dos juramentos, onde cada um terá o foco em seu livro sagrado. A Casa do Templo, sede do Supremo Conselho do Rito Escocês da Jurisdição Sul dos EUA, tem em seu altar a presença de oito livros. Mas o símbolo continua o mesmo, o Livro da Lei.[6][7]

O Livro da Lei possui esse nome genérico para se evitar qualquer tipo de sectarismo, pois, ao nominar o livro sagrado de uma reunião maçônica de qualquer título, seja Bíblia, Alcorão, Torá, ou outros, automaticamente estar-se-ia limitando o caráter ecumênico da Ordem. A única restrição é que o volume deve conter, realmente, as Sagradas Escrituras de uma religião conhecida, e fazer referência a Deus (Grande Arquiteto do Universo).

Grande Arquiteto do Universo[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Grande Arquiteto do Universo

Assim como a maçonaria não impõe uma crença especifica no Livro da Lei, o mesmo ocorre com o Grande Arquiteto do Universo, ou GADU. O termo sempre se refere a crença pessoal, de quem fala, sobre o ser criador do universo e cada um terá seu conceito próprio, assim como é o termo "Deus" no ocidente. A palavra Deus serve tanto para os cristãos como para as das demais religiões. [8]

Esquadro e compasso[editar | editar código-fonte]

Traité de L’Azoth, Tratado de alquimia de 1613, data anterior a 1717, usualmente a data oficial da criação da maçonaria. É possível ver o esquadro na mão direita e o compasso na mão esquerda.
A joia do Venerável Mestre Maçom.

O Esquadro é um instrumento de desenho utilizado em obras civis e que também pode ser usado para fazer linhas retas verticais com precisão para 90°. Resulta da união da linha vertical com a linha horizontal. Simbolicamente demonstra retidão e também a ação do Homem sobre a matéria e da ação do Homem sobre si mesmo. Significa que a conduta deve ser guiada pela linha reta. Emite a ideia inflexível da imparcialidade e precisão de carácter. Simboliza a moralidade, retidão e as coisas concretas.[9]

A joia do Venerável de Honra.

É usada pelo Venerável Mestre demostrando que ele é o responsável por guiar a Loja de maneira retificada. Tem seu braço direito maior que o esquerdo, demonstrando que o Venerável age ativamente. Alguns Veneraveis utilizam uma joia diferente, com o Teorema de Pitágoras representado entre as perpendiculares do esquadro, simbolizando a ciência alcançada. Sendo a representação máxima da maçonaria, a ciência da geometria. [10]

O Compasso é um instrumento de desenho que faz arcos de circunferência e também para tomar e transferir medidas. É o símbolo do espírito, do pensamento nas diversas formas de raciocínio, e também do relativo (círculo) dependente do ponto inicial (absoluto). Os círculos traçados com o compasso representam as lojas. E o simbolo mais básico alcançado pelo compasso é o circulo com um ponto no centro, simbolo do Sol. Sun symbol.svg

Esquadro, compasso e letra G da simbologia Maçónica

Sendo o compasso móvel e o esqudro estático, da-se aí mais uma dualidade passiva e ativa entre dos símbolos, bastante presente na simbologia maçônica. Juntos formam o símbolo mais característico da maçonaria. Representam que a ordem é pautada pela filosofia sobre os itens dos pedreiros e antigos construtores. É o símbolo de mais fácil reconhecimento usado em joias, construções e nos mais diversos modos. Nenhuma loja funciona sem o Esquadro e Compasso amostra sobre o Livro da Lei aberto. Por isso é um simbolo tão emblemático da maçonaria. Individualmente têm também seus significados.

O Esquadro e o Compasso simbolizam também a materialidade do homem e sua espiritualidade. Quando juntos e na sua apresentação básica e a depender de como se arrumam indica em qual grau a Loja está trabalhando. Na Loja de Aprendiz o esquadro fica sobre o compasso, na de Companheiro se entrecruzam e na Mestre o compasso fica sobre o esquadro. Isto expressa a sobreposição do espirito sobre a matéria. Ideia platônica presente na maçonaria.[10]

Colunas[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Colunas
Colunas maçónicas

Uma coluna é um elemento arquitetónico destinado a receber as cargas verticais de uma obra de arquitetura (arco como barramento, arquitrave, abóbada) transmitindo-as à fundação. Representam o suporte de algo superior e dão sustentação à obra. A maçonaria utiliza tanto colunas inspiradas no templo de Salomão quanto as colunas da Arquitetura da Grécia Antiga.

As Três Pequenas Luzes[editar | editar código-fonte]

São elas: A Coluna de Ordem dórica, mais robusta e de ângulos retos representa a força, a de Ordem coríntia, adornada de folhas de acanto, representa a beleza e a coluna da Ordem jônica, onde é enfeitada com volutas, representa a sabedoria.[9]

Boaz e Jaquim[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Boaz e Jaquim

Boaz e Jachin (pronuncia-se Jaquim) são duas colunas de cobre, e que ficavam à frente do Templo de Salomão, o primeiro Templo em Jerusalém. O Templo Maçônico é inspirado quase em sua completude no Templo de Salomão. Estas duas colunas guardam a porta de entrada do templo maçônico, as vezes dentro do próprio templo as vezes fora. Dividem o templo em três partes. Do lado da coluna B (Boaz) ficam os Aprendizes, do lado da coluna J (Jachin) ficam os Companheiros e entre as colunas encontram-se os Mestres maçons e o altar dos juramentos, com as três grandes luzes. O local dos aprendizes e companheiros podem inverter, dependendo do rito adotado.[9]

Boaz ou Booz[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Boaz

Boaz, ou Booz, é um personagem do Antigo Testamento da Bíblia, citado no livro de Rute e em I Crônicas como pertencente à tribo de Judá, filho de Salmom, vindo a ser bisavô do rei Davi. Seu nome, do hebraico בועז Bốʿaz, pode significar "na força", "nele (é) a força" e "ser forte".

Jaquim[editar | editar código-fonte]

Jaquim, Jachin ou Jakin, do hebreu Jah que significa Deus e iachin que significa estabelecerá, ou seja Jachin significa Deus estabelecerá.

As Colunas Zodiacais[editar | editar código-fonte]

São doze colunas que encontram-se ao redor do templo, na parte interna, que representam os doze Signos zodiacais, Áries, Touro, Gêmeos, Câncer, Leão, Virgem, Libra, Escorpião, Sagitário, Capricórnio, Aquário e Peixes. Cada coluna leva consigo os diversos simbolismos astrológicos e leituras próprias da visão maçônica.[11] Simbolicamente sustentam a abóbada do templo maçônico que, por sua vez, simboliza a Abóbada celeste. Essa conjuntura dá ao próprio templo o simbolismo de Mundo.

Avental[editar | editar código-fonte]

Avental de Companheiro Maçom
Avental de Mestre Maçom
Avental maçónico antigo

O Avental é uma peça de vestuário exterior, utilizado para proteção dianteira da roupa. Feito habitualmente de pano, serve para proteger de nódoas, ou outro tipo de agressão exterior.

O maçom recebe o avental na iniciação, sendo peça obrigatória na vestimenta maçônica daí para frente, é proibido ao maçom a permanência em loja sem estar de avental. É o símbolo do trabalho maçônico.[12]

O avental é branco para os aprendizes e companheiros, branco orlado de vermelho ou azul celeste (de acordo com a Potência da loja simbólica ou com o Rito praticado), para os mestres. Antigamente era feito de pele de animal, hoje em dia aceita-se outros tipos de material.

É, geralmente, composto por um retângulo - mas pode mudar de forma para um hexágono e para semicírculo, alusivo à forma do Templo de Salomão, a que se sobrepõem uma abeta triangular. A abeta no primeiro grau (Aprendiz) encontra-se levantada enquanto que nos demais graus encontra-se dobrada para baixo.

No segundo grau a aba é abaixada com entrada no grau de Companheiro Maçónico, onde o mesmo começa a percorrer caminhos mais esotéricos. As cores do retângulo, as suas dimensões e decorações variam com os graus, as funções, os ritos, as obediências e a própria História.

O avental caracteriza o maçom como aquele que está trabalhando, como o pedreiro no canteiro de obras.

Inicialmente os aventais não eram tão padronizados, podendo ser confeccionado de diversas maneiras. É fácil encontrar aventais que são verdadeiras obras de arte, como o da imagem à direita. Hoje em dia os aventais são padronizados e a padronização é feita pela potência maçônica responsável, respeitando cada gral e cada rito. Pelo avental identifica-se o rito empregado e o grau do maçom. No REAA cada um dos 30 graus tem seu avental apropriado.

Estrela de Cinco Pontas[editar | editar código-fonte]

Sendo a Estrela do Oriente ou a Estrela Iniciação, é para os Maçons cristãos a que simbolizou o nascimento de Jesus, para estes é o símbolo do Homem Perfeito, da Humanidade plena entre Pai e Filho As Estrelas representam as lágrimas da beleza da Criação. Olhemos para cima, para o céu e encontraremos a nossa estrela guia.

Representa o homem nos seus cinco aspectos: físico, emocional, mental, intuitivo e espiritual. Totalmente realizado e uno com o Grande Arquitecto do Universo. É o homem de braços abertos, mas sem virilidade, porque dominou as paixões e emoções.

Na Maçonaria e nos seus Templos, a abóbada celeste está adornada de estrelas. A Estrela é o emblema do génio Flamejante que levam às grandes coisas com a sua influência. É o emblema da paz, do bom acolhimento e da amizade fraternal.

Apresentando ligação com os cinco elementos encontrados dentro de um homem, e que constituem o microcosmo, que são, fogo, terra, ar, água e éter (este sendo uma substância relacionada ao espírito), a estrela apresenta uma variedade de nomes como: pentagrama, pentalfa, estrela rutilante, etc.

Diz-se também ser o símbolo que exalta a feminilidade uma vez que representa a deusa Vénus e traz em sua forma a trajectória realizada a cada oito anos por esse planeta em relação a Terra.

A estrela tem relação do homem de braços e pernas abertos com o Homem Vitruviano de Da Vinci

Nos templos da Maçonaria, a abóbada celeste está adornada de Estrelas, representando as lágrimas da beleza da Criação ou menos dogmaticamente a extensão do universo onde nos encontramos.

Letra G[editar | editar código-fonte]

A Letra G é a sétima letra de qualquer alfabeto que utilize o grafismo árabe e apresenta diversos significados:

  • Grande Arquiteto do Universo
  • Geometria ou a Quinta Ciência - É fundamento da ciência positiva, simbolizando a ciência dos cálculos, aplicada à extensão, à divisão de terras, de onde surge a noção da parte que nelas a nós compete, na grande partilha da humanidade e dos direitos da terra cultivada;
  • Gnose - É o mais amplo conhecimento moral, o impulso que leva o homem a aprender sempre mais e que é o principal fator do progresso;
  • Gravitação - É a força primordial que rege o movimento e o equilíbrio da matéria;
  • Geração - É a vida perpetuando a série dos seres. Força Criadora que se acha no centro de todo ser e de todas as coisas;
  • Génio - É a inteligência humana a brilhar com seu mais vivo fulgor;
  • Grandeza - O homem, a maior e mais perfeita Obra da Criação;
  • Gimel - Uma palavra hebraica, entende-se os deveres do homem para Deus e os seus semelhantes.
  • G - G é a sétima letra nos alfabetos mais comuns como citado acima, e o 7 é considerado o número da perfeição, como em vários exemplos se destaca o que Deus fez o mundo em 7 dias, o 7 sempre é citado como o número divino.

No entanto, segundo alguns autores o acrônimo "G" significa Geometria, tendo por base os ensinamentos da Escola de Krotona de Pitágoras, ou mesmo Gnosis (Gnose, Gnosticismo), considerando seus aspectos mítico, simbólico e vivencial.[13]

Acácia[editar | editar código-fonte]

A Acácia é a planta símbolo por excelência da Maçonaria, sendo utilizada pelos Mestres Maçons como sinal de identificação, representa a segurança, a clareza, e também a inocência ou pureza. A Acácia foi tida na antiguidade, entre os hebreus, como árvore sagrada e adoptada como símbolo maçónico. Os antigos costumavam simbolizar a virtude e outras qualidades da alma com diversas plantas. A Acácia é inicialmente um símbolo da verdadeira Iniciação para uma nova vida, a ressurreição para uma vida futura.

Outros[editar | editar código-fonte]

  • Delta: triângulo luminoso que representa entre outros significados a força a expandir-se;
  • Malhete: pequeno martelo em madeira, emblema da vontade activa, do trabalho e da força material, instrumento de direcção, poder e autoridade utilizado por isso pelo Venerável Mestre e pelos dois Vigilantes em Loja;
  • Pavimento em xadrez (ou pavimento de mosaico para outros): composto por quadrados pretos e brancos, com que devem ser revestidos os templos ou o centro destes são o símbolo da diversidade do globo e das raças, unidas pela Maçonaria e da oposição de diversos contrários, bem e mal, espírito e corpo, luz e trevas;
  • Pedra bruta: símbolo das imperfeições do espírito que os maçons devem procurar corrigir; e também, da liberdade total do Aprendiz e dos maçons em geral;
  • Templo: símbolo da construção maçónica por excelência, da paz profunda para que tendem todos os maçons. Construindo o seu templo interior e construindo, em conjunto com os irmãos, um templo universal;
  • Três pontos: representa um triângulo e é um símbolo com várias interpretações, aliás conciliáveis: luz, trevas e tempo; passado, presente e futuro; sabedoria, força e beleza; nascimento, vida e morte; liberdade, igualdade e fraternidade;
  • A trolha, instrumento que os pedreiros usam para alisar a massa, simboliza a Temperança que os irmãos devem usar para alisar as arestas que provocam atrito entre os irmãos;
  • 9: é o princípio da Luz Divina, Criadora, que ilumina todo pensamento, todo desejo e toda obra, exprime externamente a Obra de Deus que mora em cada homem, para descansar depois de concluir sua Obra. O homem novenário que pelo triplo do ternário, é a união do absoluto com o relativo, do abstracto com o concreto. O número nove, no simbolismo maçónico, desempenha um papel variado e importante com significados aplicados na sua forma ritualista. O número 9, é o número dos Iniciados e dos Profetas.
  • CINZEL: Representa o intelecto e sugere o trabalho inteligente. Instrumento do grau de Aprendiz. Simbolicamente, serve para desbastar a pedra bruta da personalidade.
  • DELTA LUMINOSO: Quarta letra do alfabeto grego. É o emblema da Tri-unidade. É o primeiro polígono. Tanto nas Igrejas Judaico-cristãs como nos templos maçônicos está geralmente envolvida de um “glória”, e centrada pela letra G. É o símbolo da tripla Força indivisível e divina que se manifesta como Vontade, Amar e Inteligência cósmicos ou ainda os Pólos positivo e negativo e o efeito de sua união. É às vezes figurado por tres pontos (\) .
  • ESCADA CARACOL: Mostra a difícil trajetória do Companheiro. Com seus degraus em espira,l ela representa a dificuldade em subir, aprender e auto aperfeiçoar-se, mostrando que a evolução não se desenvolve de uma forma constante e retilínea. Ela tem seus altos e baixos. Sua persistência em busca da luz, será a recompensa, pois atingirá o topo da escada.
  • ESCADA DE JACÓ: “E Jacó sonhou: e eis que uma escada era posta na terra, porque o sol era posto; e eis que os anjos de Deus subiam e desciam por ela; e eis que o Senhor estava em cima dela” (Geneses 28:12, 13).

A escada mística vista por Jacó simboliza o ciclo involutivo e evolutivo da vida, em seu perpétuo fluxo e refluxo, através de nascimentos e mortes, a desdobrar-se em hierarquias de seres, potestades, mundos, reinos e vida e raças. Segundo as tradições maçônicas, a escada com esse significado consta de quatorze degraus. Na verdade seus degraus são tantos quantos sãos virtudes necessárias ao aperfeiçoamento de cada um. As três mais importantes são a Fé, a Esperança e a Caridade, alí simbolizadas pela Cruz, a Âncora e o Cálice.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Dicionário dos Símbolos, de A. Gheerbrant e J. Chevalier, Editorial Teorema, 1994, ISBN 978-9726952152

Referências

  1. «O que é a Maçonaria?». Consultado em 26/06/2016. «A Maçonaria é uma instituição essencialmente filosófica, filantrópica, educativa e progressista.» 
  2. Machado, Nelson; Rodrigyes, José (2010). «Instrumentos e Utensílios do Ap. M.» (PDF). Consultado em 26/06/2016. 
  3. Pike, Albert (1871). «Morals and Dogma» (PDF). 1871. Consultado em 26/06/16. «Every one is entirely free to reject and dissent from whatsoever herein may seem to him to be untrue or unsound.» 
  4. «Constituição do Grande Oriente do Brasil» (PDF). 2009. Consultado em 26/06/2016. 
  5. Pike, Albert (1871). «Moral e Dogma» (PDF). 1871. Consultado em 26/06/16. «A Bíblia Sagrada, o Esquadro e o Compasso não fazem apenas parte das Grandes Luzes na Maçonaria, mas também são tecnicamente chamados de Mobília da Loja; e, como você viu, assegura-se que não existe Loja sem eles.» 
  6. http://www.cljornal.com.br/literatura/maconaria-o-livro-sagrado-o-livro-da-lei
  7. http://www.noesquadro.com.br/2011/07/um-altar-para-todos.html
  8. Mansur Neto, Elias (2002). O Que Você Precisa Saber Sobre Maçonaria iEditora [S.l.] ISBN 85-87916-43-2. 
  9. a b c DA CAMINO, Rizzardo (2013). Dicionário Maçônico (São Paulo: Mandras Editora). 
  10. a b Boucher, Jules (1998). A Simbólica Maçônica url=https://books.google.com.br/books?id=su0-1HAZLDoC (São Paulo-SP: Pensamento). ISBN 85-315-0625-5. 
  11. http://www.revistauniversomaconico.com.br/simbologia/as-colunas-zodiacais/
  12. http://www.revistauniversomaconico.com.br/simbologia/o-avental
  13. http://www.maconaria.net/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=143

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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