Estação Ferroviária de Alcântara-Mar

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Disambig grey.svg Nota: Este artigo é sobre a estação na Linha de Cascais. Se procura a estação na Linha de Cintura, veja Estação Ferroviária de Alcântara-Terra.
Alcântara - Mar Logos IP.png
Estação de Alcântara-Mar, em 2008.
Inauguração 6 de Dezembro de 1890
Linha(s) L.ª Cascais (PK 2,668)
L.ª Cintura (PK 0,975)
Coordenadas 38° 42′ 08,61″ N, 9° 10′ 26,87″ O
Concelho Lisboa
Serviços Ferroviários Urbano
Horários em tempo real
Serviços Bilheteiras e/ou máquinas de venda de bilhetes Escadas rolantes Acesso para pessoas de mobilidade reduzida Carris (autocarros e eléctricos)
CP-USGL + Soflusa + Fertagus

(Serviços ferroviários suburbanos de passageiros na Grande Lisboa)
Serviços: BSicon uBHFq.svg Sado (CP+Soflusa)BSicon fBHFq.svg Sintra (CP)
BSicon uexBHFq.svg FertagusBSicon BHFq.svg Azambuja (CP)BSicon BHFq yellow.svg Cascais (CP)


(n) Azambuja 
Unknown route-map component "c"
Unknown route-map component "cd" + Head station
Urban head station
 Praias do Sado-A (u)
(n) Espadanal da Azambuja 
Unknown route-map component "c"
Unknown route-map component "cd" + Station on track
Urban station on track
 Praça do Quebedo (u)
(n) Vila Nova da Rainha 
Unknown route-map component "c"
Unknown route-map component "cd" + Station on track
Unknown route-map component "uBHF-L" Unknown route-map component "uexKBHFa-R"
 Setúbal (u)
(n) Carregado 
Unknown route-map component "c"
Unknown route-map component "cd" + Station on track
Unknown route-map component "uBHF-L" Unknown route-map component "uexBHF-R"
 Palmela (u)
(n) Castanheira do Ribatejo 
Unknown route-map component "vKBHFa-BHF" Unknown route-map component "uBHF-L" Unknown route-map component "uexBHF-R"
 Venda do Alcaide (u)
(n) Vila Franca de Xira 
Unknown route-map component "vBHF" Unknown route-map component "uBHF-L" Unknown route-map component "uexBHF-R"
 Pinhal Novo (u)(a)
(n) Alhandra 
Unknown route-map component "vBHF" Urban station on track Unused straight waterway
 Penteado (a)
(n) Alverca 
Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "fdKBHFa-L" Unknown route-map component "vBHF-R" Urban station on track Unused straight waterway
 Moita (a)
(n) Póvoa 
Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "fdBHF-L" Unknown route-map component "vBHF-R" Urban station on track Unused straight waterway
 Alhos Vedros (a)
(n) Santa Iria 
Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "fdBHF-L" Unknown route-map component "vBHF-R" Urban station on track Unused straight waterway
 Baixa da Banheira (a)
(n) Bobadela 
Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "fdBHF-L" Unknown route-map component "vBHF-R" Urban station on track Unused straight waterway
 Lavradio (a)
(n) Sacavém 
Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "fdBHF-L" Unknown route-map component "vBHF-R" Urban station on track Unused straight waterway
 Barreiro-A (a)
(n) Moscavide 
Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "fdBHF-L" Unknown route-map component "vBHF-R" Urban station on track Unused straight waterway
 Barreiro (a)
(n) Oriente 
Unknown route-map component "fvKBHFa-BHF-L" Unknown route-map component "vBHF-R" Unknown route-map component "uTRAJEKT" Unused straight waterway
 (Soflusa)
(n)(z) Braço de Prata 
Unknown route-map component "fvBHF-L" Unknown route-map component "vBHF-R" Urban End station Unused straight waterway
 Terreiro do Paço (a)
(n) Santa Apolónia 
Unknown route-map component "fvSTR" Unknown route-map component "vSTRgl" Unknown route-map component "KBHFeq" Unknown route-map component "uexBHF"
 Penalva (u)
(z) Marvila 
Unknown route-map component "fvSTR" Station on track Unknown route-map component "uexBHF"
 Coina (u)
 
Unknown route-map component "fvSTR" Unknown route-map component "KRWl" Unknown route-map component "KRW+r" Unknown route-map component "uexBHF"
 Fogueteiro (u)
(z) Roma - Areeiro 
Unknown route-map component "fvBHF-L" Unknown route-map component "uexKBHFa-M" Unknown route-map component "BHF-R" Unknown route-map component "uexBHF"
 Foros de Amora (u)
(z) Entrecampos 
Unknown route-map component "fvBHF-L" Unknown route-map component "uexBHF-M" Unknown route-map component "BHF-R" Unknown route-map component "uexBHF"
 Corroios (u)
(z)(7) Sete Rios 
Unknown route-map component "fvBHF-L" Unknown route-map component "uexBHF-M" Unknown route-map component "BHF-R" Unknown route-map component "uexBHF"
 Pragal (u)
 
Unknown route-map component "fvSTR"
Unknown route-map component "uexSTRl" + Unknown route-map component "fvSTR+l-"
Unknown route-map component "fSTRq" + Interchange on track
Unknown route-map component "uexSTRr" + Unknown route-map component "fSTR+r"
 Campolide (z)(s)(u)*
(s) Benfica 
Unknown route-map component "fvBHF-L" Unknown route-map component "fdBHF-R" Unknown route-map component "d" Straight track Unknown route-map component "fKBHFe"
 Rossio (s)
(s) Santa Cruz-Damaia 
Unknown route-map component "fvBHF-L" Unknown route-map component "fdBHF-R" Unknown route-map component "d" Straight track Unknown route-map component "KBHFa yellow"
 Cais do Sodré (c)
(s) Reboleira 
Unknown route-map component "fvBHF-L" Unknown route-map component "fdBHF-R" Unknown route-map component "d" Straight track Unknown route-map component "BHF yellow"
 Santos (c)
**(z) Alcântara - Terra 
Unknown route-map component "fvSHI1l"
Unknown route-map component "fSHI1c3" + Unknown route-map component "fSHI1+r"
End station + Unknown route-map component "HUBaq"
Unknown route-map component "BHF yellow" + Unknown route-map component "HUBeq"
 Alcântara - Mar (c)**
(s) Amadora 
Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "fvBHF-L" Unknown route-map component "fdBHF-R" Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "BHF yellow"
 Belém (c)
(s) Queluz - Belas 
Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "fvBHF-L" Unknown route-map component "fdBHF-R" Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "BHF yellow"
 Algés (c)
(s) Monte Abraão 
Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "fvBHF-L" Unknown route-map component "fdBHF-R" Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "BHF yellow"
 Cruz Quebrada (c)
(s) Massamá-Barcarena 
Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "fvBHF-L" Unknown route-map component "fdBHF-R" Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "BHF yellow"
 Caxias (c)
(s)(o) Agualva-Cacém 
Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "fvBHF-L" Unknown route-map component "fdBHF-R" Unknown route-map component "c" Unknown route-map component "BHF yellow"
 Paço de Arcos (c)
(o) Mira Sintra-Meleças 
Unknown route-map component "fKBHFe" + Unknown route-map component "fSHI1c1"
Unknown route-map component "fvSHI1+r" Unknown route-map component "BHF yellow"
 Santo Amaro (c)
(s) Rio de Mouro 
Unknown route-map component "fvBHF" Unknown route-map component "BHF yellow"
 Oeiras (c)
(s) Mercês 
Unknown route-map component "fvBHF" Unknown route-map component "BHF yellow"
 Carcavelos (c)
(s) Algueirão - Mem Martins 
Unknown route-map component "fvBHF" Unknown route-map component "BHF yellow"
 Parede (c)
(s) Portela de Sintra 
Unknown route-map component "fvBHF" Unknown route-map component "BHF yellow"
 São Pedro Estoril (c)
(s) Sintra 
Unknown route-map component "fvKBHFe" Unknown route-map component "BHF yellow"
 São João Estoril (c)
 
Unknown route-map component "BHF yellow"
 Estoril (c)
(c) Cascais 
Unknown route-map component "KBHFaq yellow" Unknown route-map component "BHFq yellow" Unknown route-map component "STRr yellow"
 Monte Estoril (c)

Linhas: a L.ª Alentejoc L.ª Cascaisz L.ª Cintura
n L.ª Norteo L.ª Oestes L.ª Sintrau L.ª Sul7 C.ª 7 R.
(*) vd. Campolide-A (**) vd. Pass. Sup. Alcântara

Fonte: Página oficial, 2018.11
(nomes das estações de acordo com a fonte)

A Estação Ferroviária de Alcântara-Mar é uma interface das Linhas de Cascais e Cintura, que serve a Freguesia de Alcântara, na cidade de Lisboa, em Portugal. Foi inaugurada, como terminal provisório do Ramal de Cascais, em 6 de Dezembro de 1890.[1][2] Em 1891, foi inaugurado o ramal até Alcântara-Terra.[3] Na década de 1920, a estação foi alvo de profundas obras de remodelação, tendo sido electrificadas as vias e construído um novo edifício de passageiros, desenhado pelo arquitecto Cottinelli Telmo.[4][5]

Descrição[editar | editar código-fonte]

Entrada da passagem inferior, na Estação de Alcântara-Mar

Localização e acessos[editar | editar código-fonte]

Esta estação situa-se junto à Avenida da Índia, em Lisboa.[6]

Vias e plataformas[editar | editar código-fonte]

Em Janeiro de 2011, possuía 2 vias de circulação, ambas com 228 m de comprimento; as plataformas tinham 217 e 206 m de extensão, e apresentavam ambas 110 cm de altura.[7]

Serviços[editar | editar código-fonte]

Transporte ferroviário[editar | editar código-fonte]

Todos os comboios da Linha de Cascais aqui efectuam paragem e permitem a ligação à linha de Cintura. Esta conexão fazia-se por intermédio de um passadiço vermelho entre as estações de Alcântara-Mar e de Alcântara-Terra, que foi demolido entre os finais de 2008 e inícios de 2009, após vários anos sem qualquer manutenção. Neste ano foi igualmente anunciado a ligação, através de túnel, à estação de Alcântara-Terra com a possibilidade de existirem comboios regulares.

Urbanos de Lisboa[editar | editar código-fonte]

Logo CP 2.svg   CP Urbanos de Lisboa
Logo lc.png
Cais do Sodré ↔ Cascais
Logo lc.png
Cais do Sodré ↔ Oeiras
(excepto fins-de-semana e feriados)

Padrão de serviços de comboio[editar | editar código-fonte]

Estação anterior Comboios de Portugal Comboios de Portugal Estação seguinte
Santos
Direção Cais do Sodré
  CP Lisboa
Linha de cascais
  Belém
Direção Oeiras1 / Cascais
Cais do Sodré
Terminal1
    Algés
Direção Cascais1

1Excepto fins-de-semana e feriados

Comboios de Portugal Estações ferroviárias servidas dentro de Lisboa[editar | editar código-fonte]

Transportes urbanos[editar | editar código-fonte]

Logo ccfl.png Carris[editar | editar código-fonte]

Perto da estação, com paragens na Avenida 24 de Julho:

História[editar | editar código-fonte]

Vista geral da Estação, em 2011.

Século XIX[editar | editar código-fonte]

Um alvará de 9 de Abril de 1887 autorizou a Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses a construir uma linha férrea ao longo do Rio Tejo, ligando a Estação de Santa Apolónia, no Cais dos Soldados, à zona de Alcântara, que poderia ser prolongada até Cascais.[8] Assim, a Companhia iniciou a construção, tendo o Ramal de Cascais sido inaugurado em 30 de Setembro de 1889, ligando inicialmente Pedrouços a Cascais.[9] O troço seguinte, até Alcântara - Mar, entrou ao serviço em 6 de Dezembro de 1890.[1][2] A ligação até Alcântara-Terra, pelo Ramal de Alcântara, abriu à exploração em 10 de Agosto de 1891.[9]

O troço seguinte do Ramal de Cascais, entre Alcântara-Mar e Cais do Sodré, foi inaugurado em 4 de Setembro de 1895.[1][2]

Em 1896, estava prevista a instalação de iluminação a gás em várias estações da Linha de Cascais, incluindo a de Alcântara-Mar.[10] Em 28 de Julho, foi duplicado o troço entre Belém e Alcântara-Mar.[9]

Nesse ano, foi organizado um comboio especial desde esta estação até Sintra, para os passageiros do cruzeiro Cordillère, que assim evitaram a passagem pelo Rossio; esta experiência teve bons resultados, tendo sido a génese de uma alteração de 1898 no traçado do Sud Expresso, que passou a circular, uma vez por semana, por Alcântara-Mar.[11] Desta forma, possibilitou-se que os passageiros deste comboio e as suas bagagens fossem directamente para o cais, o que melhorou consideravelmente os serviços.[11]

Em 1 de Fevereiro de 1897, foi concluída a segunda via entre esta estação e o Cais do Sodré[12], prevendo-se que iria brevemente entrar ao serviço[13]; no entanto, a circulação pela segunda via só começou em 4 de Julho.[1][9] Em Abril, esta estação já tinha sido mudada para uma estrutura provisória junto ao entroncamento das Linhas de Cintura e de Cascais, e com acesso directo à nova avenida, de forma a evitar que os utentes tivessem de atravessar as linhas para aceder à gare.[14]

Membros do Ministério na Estação de Alcântara Mar em 1904, aguardando a chegada do comboio real.

Século XX[editar | editar código-fonte]

A Gazeta dos Caminhos de Ferro de 1 de Dezembro de 1914 noticiou que a Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses tinha apresentado um projecto para uma tarifa especial, relativa ao transporte de mercadorias, onde se estabeleciam preços mais baixos para estações onde se situavam os principais centros corticeiros, incluindo as duas estações de Alcântara.[15]

Em 1918, a Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses arrendou a exploração da Linha de Cascais à Sociedade Estoril[4]

Entre 1927 e 1928, Cottinelli Telmo projectou um novo edifício de passageiros para Alcântara Mar, no estilo modernista.[5] Em 1926, foi electrificada a Linha de Cascais.[4]

O Decreto-Lei n.º 28:796, de 1 de Julho de 1938, introduziu profundas modificações na zona de Alcântara; uma destas alterações foi o encerramento da estação fluvial de Santo Amaro, passando os serviços a serem feitos por novas dependências na Estação de Alcântara-Mar, que seria ligada à doca por uma linha de via estreita, para vagonetas.[16][17] Também em 1938, a C. P. levantou a estação de Santo Amaro, tendo aproveitado os materiais para construir uma dependência em Alcântara Mar.[18]

Em 1 de Agosto de 1939, foi reatada a circulação do comboio Sud Expresso, após um hiato de 3 anos, devido à Guerra Civil Espanhola; nessa altura, este comboio ligava Paris à estação do Rossio, em Lisboa, com uma carruagem directa para Alcântara-Mar e Estoril que era atrelada e desatrelada em Campolide.[19] Nesse ano, o Ministério das Obras Públicas e Comunicações publicou um decreto, modificando o traçado da Linha de Cascais desde Alcântara até à Cruz Quebrada, para a construção da Estrada Marginal entre Lisboa e Cascais.[20] Em 16 de Dezembro, foi concluída a alteração do traçado entre Belém e o Apeadeiro de Bom Sucesso, prevendo-se que o troço seguinte a ser modificado fosse o de Belém a Alcântara.[21] As obras foram concluídas no ano seguinte.[22] Também em 1940, foi organizada uma exposição das novas carruagens da C. P. na estação de Alcântara Mar, que iriam ser utilizadas nos comboios da Linha de Cascais.[23] Em 16 de Setembro desse ano, a Gazeta dos Caminhos de Ferro relatou que a C. P. estava a preparar a criação de corpos de bombeiros em várias estações da sua rede, incluindo em Alcântara Mar.[24]

No XIII Concurso das Estações Floridas, organizado em 1954 pela Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses e pelo Secretariado Nacional de Informação, a estação de Alcântara Mar foi premiada com um diploma de menção honrosa especial.[25]

Em 16 de Agosto de 1955, a Sociedade Estoril iniciou as obras para a modernização da via férrea entre Alcântara Mar e Belém, prevendo-se que depois passariam para o lanço de Alcântara Mar ao Cais do Sodré.[26]

Em 1976, a Linha de Cascais deixou de ser explorada pela Sociedade Estoril, voltando à gestão directa dos Caminhos de Ferro Portugueses.[27]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c d TORRES, Carlos Manitto (16 de Janeiro de 1958). «A evolução das linhas portuguesas e o seu significado ferroviário» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 70 (1682). p. 61-64. Consultado em 6 de Março de 2015 
  2. a b c HENRIQUES, 2001: 63-64
  3. REIS et al, 2006:12
  4. a b c REIS et al, 2006:62
  5. a b MARTINS et al, 1996:129
  6. «Alcântara-Mar». Comboios de Portugal. Consultado em 12 de Novembro de 2014 
  7. «Linhas de Circulação e Plataformas de Embarque». Directório da Rede 2012. Rede Ferroviária Nacional. 6 de Janeiro de 2011. p. 71-85 
  8. «Sociedade "Estoril"» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 62 (1476). 16 de Junho de 1949. p. 423-425. Consultado em 7 de Outubro de 2014 
  9. a b c d «Troços de linhas férreas portuguesas abertas à exploração desde 1856, e a sua extensão» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 69 (1652). 16 de Outubro de 1956. p. 528-530. Consultado em 6 de Março de 2015 
  10. «Há Quarenta Anos» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 48 (1161). 16 de Maio de 1936. p. 259. Consultado em 24 de Fevereiro de 2013 
  11. a b «Há Quarenta Anos» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 50 (1223). 1 de Dezembro de 1938. p. 537-538. Consultado em 31 de Outubro de 2013 
  12. «Efemérides» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 51 (1226). 16 de Janeiro de 1939. p. 81-85. Consultado em 31 de Outubro de 2013 
  13. «Há Quarenta Anos» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 49 (1179). 1 de Fevereiro de 1937. p. 88-89. Consultado em 28 de Junho de 2013 
  14. «Há Quarenta Anos» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 49 (1184). 16 de Abril de 1937. p. 203. Consultado em 5 de Agosto de 2013 
  15. «Viagens e Transportes» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 27 (647). 1 de Dezembro de 1914. p. 359. Consultado em 19 de Julho de 2012 
  16. PORTUGAL. Decreto-Lei n.º 28796, de 1 de Julho de 1938. Ministério das Obras Públicas e Comunicações - Gabinete do Ministro, Paços do Governo da República. Publicado no Diário do Govêrno n.º 150, de 1 de Julho de 1938.
  17. «Urbanização de Lisboa» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 50 (1214). 16 de Julho de 1938. p. 336-339. Consultado em 1 de Novembro de 2013 
  18. «O que se fez em caminhos de ferro em 1938-39» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 52 (1266). 16 de Setembro de 1940. p. 638-639. Consultado em 14 de Abril de 2018 
  19. «"Sud-Express"» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 51 (1240). 16 de Agosto de 1939. p. 393. Consultado em 29 de Março de 2014 
  20. «A linha férrea de Cascais vai sofrer alterações entre Alcântara e a Cruz Quebrada» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 51 (1241). 1 de Setembro de 1939. p. 415. Consultado em 29 de Março de 2014 
  21. SABEL (16 de Dezembro de 1939). «Ecos e Comentários» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 31 (1248). p. 544. Consultado em 29 de Março de 2014 
  22. «O que se fez em Caminhos de Ferro no ano de 1940» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 53 (1274). 16 de Janeiro de 1941. p. 83-88. Consultado em 31 de Dezembro de 2018 
  23. BARRETO et al, 1999:224
  24. «Vida Ferroviária» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 52 (1266). 16 de Setembro de 1940. p. 644. Consultado em 15 de Abril de 2018 
  25. «XIII Concurso das Estações Floridas» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 67 (1608). 16 de Dezembro de 1954. p. 365. Consultado em 25 de Setembro de 2017 
  26. «A Sociedade Estoril e a modernização da sua linha férrea» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 68 (1625). 1 de Setembro de 1955. p. 309-313. Consultado em 25 de Setembro de 2017 
  27. REIS et al, 2006:117

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • BARRETO, António; MÓNICA, Maria Filomena (1999). Dicionário de História de Portugal: Suplemento A/E. Volume 7 1ª ed. Lisboa: Livraria Figueirinhas. 714 páginas. ISBN 972-661-159-8 
  • HENRIQUES, João Miguel (2001). Cascais. Do Final da Monarquia ao Alvorecer da República (1908-1914). Cascais: Câmara Municipal de Cascais e Edições Colibri. 215 páginas. ISBN 972-772-268-7 
  • MARTINS, João; BRION, Madalena; SOUSA, Miguel; et al. (1996). O Caminho de Ferro Revisitado: O Caminho de Ferro em Portugal de 1856 a 1996. Lisboa: Caminhos de Ferro Portugueses. 446 páginas 
  • REIS, Francisco; GOMES, Rosa; GOMES, Gilberto; et al. (2006). Os Caminhos de Ferro Portugueses 1856-2006. Lisboa: CP - Comboios de Portugal e Público - Comunicação Social S. A. 238 páginas. ISBN 989-619-078-X 
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]