Estação Ferroviária de Braga

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Braga
Cais da Estação de Braga, em Dezembro de 2009.
Inauguração 20 de Maio de 1875
Linha(s) Ramal de Braga (PK 53,893)
Coordenadas 41° 32′ N 8° 26′ W
Concelho Braga
Serviços Ferroviários Alfa Pendular
Intercidades
Urbanos (Porto)
Serviços Ligação a autocarros Serviço de táxis Parque de estacionamento Bilheteira Acesso para pessoas de mobilidade reduzida Lavabos adaptados Lavabos Sala de espera Telefones públicos Caixas Multibanco Bar ou cafetaria Aluguer de automóveis
Disambig grey.svg Nota: Este artigo é sobre a estação no Ramal de Braga. Se procura a antiga estação na Linha do Tua, veja Estação Ferroviária de Bragança.

A Estação Ferroviária de Braga é uma interface do Ramal de Braga, que serve a localidade de Braga, em Portugal. Foi inaugurada, como interface terminal do Ramal de Braga, em 21 de Maio de 1875.[1]

Caracterização[editar | editar código-fonte]

Vista nocturna da actual Estação de Braga.

Localização e acessos[editar | editar código-fonte]

A Estação localiza-se junto à localidade de Braga, com acesso pelo Largo da Estação.[2][3]

Serviços[editar | editar código-fonte]

A estação acolhe serviços de passageiros das tipologias Alfa Pendular, Intercidades e Urbano[2]

Classificação, vias e plataformas[editar | editar código-fonte]

Em 2004, a estação tinha a classificação B da Rede Ferroviária Nacional.[4]

Em Dezembro de 2014, contava com 6 vias de circulação, com comprimentos entre os 400 e 230 metros, enquanto que as plataformas tinham 232 a 220 metros de extensão, e 80 centímetros de altura.[5]

História[editar | editar código-fonte]

Fachada da estação original, em 2014.

Planeamento e inauguração[editar | editar código-fonte]

Em 2 de Julho de 1867, foi publicada uma lei que autorizou o governo a construir e explorar uma linha do Porto a Braga e à fronteira com a Galiza.[6] Em 14 de Junho de 1872, um decreto ordenou a construção deste caminho de ferro.[7] O Ramal de Braga foi inaugurado em 20 de Maio de 1875[8], e aberto à exploração no dia seguinte.[9]

Comboio real na estação de Braga, durante a viagem do rei D. Manuel II ao Norte de Portugal, em 1908.

A estação no Século XX[editar | editar código-fonte]

Em 27 de Abril de 1903, o Ministro das Obras Públicas, Conde de Paçô-Vieira, estabeleceu que esta estação deveria ser o princípio das Linhas do Alto Minho, e de Braga a Guimarães, ambas em via métrica.[10] Em 1921, a Câmara Municipal de Braga foi autorizada a construir uma linha de eléctricos desde a estação até à Ponte do Prado.[11]

Em 1926, a Direcção dos Caminhos de Ferro do Minho e Douro estava a explorar uma linha de autocarros, que ligava esta estação ao Santuário do Bom Jesus do Monte.[12] Em 1933, a Estação sofreu obras de recuperação e melhoramento[13], e no ano seguinte realizaram-se obras parciais de reparação, e foi instalada a iluminação eléctrica na segunda plataforma.[14][15] Em 1935, existia um serviço de camionagem entre esta estação e a localidade de Gerês.[16]

Em 6 de Maio de 1967, um plano de investimentos previa a electrificação do troço entre Ermesinde e Braga[17]. Em 1982, o papa João Paulo II viajou de comboio entre Santa Apolónia e Braga, durante uma visita a Portugal.[18] Na Década de 1980, foi instalado um núcleo museológico na estação de Braga.[19]

Ligações projectadas a outras linhas[editar | editar código-fonte]

Em finais de 1899, o engenheiro Cachapuz, em representação de um sindicato de capitalistas italianos, pediu ao conselho de administração dos Caminhos de Ferro do Estado a concessão de vários caminhos de ferro no Norte do país, incluindo as linhas de Braga a Monção, e de Braga a Guimarães.[20]

Em 1908, estava prevista a construção do Caminho de Ferro de Braga a Vidago.[21] Em Fevereiro de 1910, já tinha sido aprovado o projecto definitivo para o troço entre Braga e Arcos de Valdevez da Linha do Alto Minho.[22]

O Decreto n.º 18:190, de 28 de Março de 1930, introduziu o Plano Geral da Rede Ferroviária, que tinha como objectivo reorganizar a rede portuguesa de caminhos de ferro, e listar os vários projectos para novas linhas; entre os troços programados, estava a Transversal do Minho, de Entre-os-Rios a Arcos de Valdevez com passagem por Braga, e a Linha do Cávado, de Braga a Esposende.[23]

Nova Estação de Braga, inaugurada em 21 de Abril de 2004.

Construção da nova estação[editar | editar código-fonte]

Já desde a Década de 1930 que se prognosticava a electrificação das linhas de Aveiro até Braga, para desenvolver o tráfego suburbano da cidade do Porto.[24]

Nos princípios do Século XXI, a Rede Ferroviária Nacional iniciou um projecto de modernização da rede ferroviária Portuguesa, com prioridade para o eixo de Lisboa a Braga.[25] O Ramal de Braga foi profundamente modificado, tendo a via sido duplicada e electrificada, e instalados novos equipamentos de comunicação e sinalização.[26] A estação de Braga foi remodelada em 2003, no âmbito do projecto "Estações com Vida" da Rede Ferroviária Nacional; o projecto, cujo propósito é transformar as estações em espaços de dinamização social, cultural e económica das localidades aonde se inserem, implicou, no caso desta estação, a construção de um novo edifício, com espaços comerciais e de serviços, como restaurantes e lojas, e a instalação de jardins e de parques de estacionamento.[27]

O edifício integra ainda, em espaço musealizado, um balneário pré-romano, identificado nas escavações arqueológicas prévias às obras.

A nova estação foi inaugurada a 21 de Abril de 2004, no mesmo dia em que o Ramal de Braga foi reaberto após obras de modernização, realizadas pela Rede Ferroviária Nacional.[28] Após a modernização, Braga passou a ser servida pelos comboios Alfa Pendular.[29]

Antigo edifício da Estação[editar | editar código-fonte]

Antiga Estação de Braga, preservada e integrada no novo edifício.

O antigo edifício deixou de ser utilizado como interface ferroviária[27], tendo sido cedido pela Rede Ferroviária Nacional à Câmara Municipal de Braga, e remodelado para alojar várias instituições de cariz cultural e turístico, como a Companhia de Teatro de Braga, o Orfeão de Braga e o Turismo do Porto e Norte de Portugal.[30] Este projecto custou cerca de 300 mil Euros, tendo o edifício sido inaugurado, após as obras de requalificação, em 5 de Julho de 2013.[30] Já em 2010, parte do antigo edifício da estação tinha sido ocupado por uma escola de formação na área das artes visuais.[31] Mais recentemente, em julho de 2017, um candidato independente à freguesia local, Seco Magalhães, lamentava o «abandono e degradação progessiva» do edifício.[32]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Unidade de Suburbanos do Grande Porto

(Serviços ferroviários suburbanos de passageiros no Grande Porto)
Serviços: BSicon BHFq yellow.svg AveiroBSicon fBHFq.svg Braga
BSicon uBHFq.svg Caíde/MarcoBSicon BHFq.svg Guimarães


(g) Covas 
Unknown route-map component "STR+l" Station on transverse track Unknown route-map component "KBHFeq"
 Guimarães (g)
(g) Nespereira 
Station on track
 
(g) Vizela 
Station on track Urban head station
 Caíde (d)
(b) Braga 
Unknown route-map component "fKBHFa" Station on track Urban straight track
 Pereirinhas (g)
(b) Ferreiros 
Unknown route-map component "fBHF" Straight track Urban station on track
 Meinedo (d)
(b) Mazagão 
Unknown route-map component "fBHF" Station on track Urban straight track
 Cuca (g)
(b) Aveleda 
Unknown route-map component "fBHF" Straight track Urban station on track
 Bustelo (d)
(b) Tadim 
Unknown route-map component "fBHF" Station on track Urban straight track
 Lordelo (g)
(b) Ruilhe 
Unknown route-map component "fBHF" Straight track Urban station on track
 Penafiel (d)
(b) Arentim 
Unknown route-map component "fBHF" Station on track Urban straight track
 Giesteira (g)
(b) Couto de Cambeses 
Unknown route-map component "fBHF" Straight track Urban station on track
 Paredes (d)
(m)(b) Nine 
Unknown route-map component "fBHF" Station on track Urban straight track
 Vila das Aves (g)
(m) Louro 
Unknown route-map component "fBHF" Straight track Urban station on track
 Oleiros (d)
(m) Mouquim 
Unknown route-map component "fBHF" Station on track Urban straight track
 Caniços (g)
(m) Famalicão 
Unknown route-map component "fBHF" Straight track Urban station on track
 Irivo (d)
(m) Barrimau 
Unknown route-map component "fBHF" Station on track Urban straight track
 Santo Tirso (g)
(m) Esmeriz 
Unknown route-map component "fBHF" Unknown route-map component "KRW+l" Unknown route-map component "KRWr" Urban station on track
 Cête (d)
(m)(g) Lousado 
Unknown route-map component "fBHF-L" Unknown route-map component "BHF-R" Urban station on track
 Parada (d)
(m) Trofa 
Unknown route-map component "fBHF-L" Unknown route-map component "BHF-R" Urban station on track
 Recarei-Sobreira (d)
(m) Portela 
Unknown route-map component "fBHF-L" Unknown route-map component "BHF-R" Urban station on track
 Trancoso (d)
(m) São Romão 
Unknown route-map component "fBHF-L" Unknown route-map component "BHF-R" Urban station on track
 Terronhas (d)
(m) São Frutuoso 
Unknown route-map component "fBHF-L" Unknown route-map component "BHF-R" Urban station on track
 S. Martinho do Campo (d)
(m) Leandro 
Unknown route-map component "fBHF-L" Unknown route-map component "BHF-R" Urban station on track
 Valongo (d)
(m) Travagem 
Unknown route-map component "fBHF-L" Unknown route-map component "BHF-R" Unknown route-map component "uSTR+l" Unknown route-map component "uSTR+r" Urban station on track
 Suzão (d)
(m)(d) Ermesinde 
Unknown route-map component "fBHF-L" Unknown route-map component "BHF-M" Unknown route-map component "uBHF-R" Urban straight track Urban station on track
 Cabeda (d)
(m) Ág. Santas / Palm.ª 
Unknown route-map component "fBHF-L" Unknown route-map component "BHF-M" Unknown route-map component "uBHF-R" Unknown route-map component "uSTRl" Unknown route-map component "uSTRr"
 
(m) Rio Tinto 
Unknown route-map component "fBHF-L" Unknown route-map component "BHF-M" Unknown route-map component "uBHF-R" Unknown route-map component "BS2+l_yellow" Unknown route-map component "BS2+r_yellow"
 
(m) Contumil 
Unknown route-map component "fBHF-L" Unknown route-map component "BHF-M" Unknown route-map component "uBHF-R" Unknown route-map component "STR yellow" Unknown route-map component "BHF yellow"
 General Torres (n)
(n)(m) Porto (Campanhã) 
Unknown route-map component "fBHF-L" Unknown route-map component "BHF-M" Unknown route-map component "uBHF-M" Unknown route-map component "BHF-R yellow" Unknown route-map component "BHF yellow"
 Vila Nova de Gaia (n)
(m) Porto (São Bento) 
Unknown route-map component "fKBHF-Le" Unknown route-map component "KBHF-Me" Unknown route-map component "uKBHF-Me" Unknown route-map component "KBHF-Re yellow" Unknown route-map component "BHF yellow"
 Coimbrões (n)
(n) Aveiro 
Unknown route-map component "KBHFa yellow" Unknown route-map component "BHF yellow"
 Madalena (n)
(n) Cacia 
Unknown route-map component "BHF yellow" Unknown route-map component "BHF yellow"
 Valadares (n)
(n) Canelas 
Unknown route-map component "BHF yellow" Unknown route-map component "BHF yellow"
 Francelos (n)
(n) Salreu 
Unknown route-map component "BHF yellow" Unknown route-map component "BHF yellow"
 Miramar (n)
(n) Estarreja 
Unknown route-map component "BHF yellow" Unknown route-map component "BHF yellow"
 Aguda (n)
(n) Avanca 
Unknown route-map component "BHF yellow" Unknown route-map component "BHF yellow"
 Granja (n)
(n) Válega 
Unknown route-map component "BHF yellow" Unknown route-map component "BHF yellow"
 Espinho (n)
(n) Ovar 
Unknown route-map component "BHF yellow" Unknown route-map component "BHF yellow"
 Silvalde (n)
(n) Carvalheira-Maceda 
Unknown route-map component "BHF yellow" Unknown route-map component "BHF yellow"
 Paramos (n)
(n) Cortegaça 
Unknown route-map component "STRl yellow" Unknown route-map component "cSTRq yellow" Unknown route-map component "BHFq yellow" Unknown route-map component "dSTRq yellow" Unknown route-map component "BHFq yellow" Unknown route-map component "cSTRq yellow" Unknown route-map component "STRr yellow"
 Esmoriz (n)

Linhas: d Linha do Dourog Linha de Guimarães
b Ramal de Bragam Linha do Minhon Linha do Norte
Fonte: Página oficial, 2010.04

Referências

  1. MARTINS et al, p. 246
  2. a b «Braga». Comboios de Portugal. Consultado em 13 de Novembro de 2014 
  3. «Braga - Ramal de Braga». Infraestruturas de Portugal. Consultado em 22 de Julho de 2015 
  4. «Linhas de Circulação em Estações». Directório da Rede Ferroviária Portuguesa 2005. Rede Ferroviária Nacional. 13 de Outubro de 2004. p. 59-64 
  5. «Linhas de Circulação e Plataformas de Embarque». Diretório da Rede 2016. Rede Ferroviária Nacional. 12 de Dezembro de 2014. p. 64-71 
  6. MARTINS et al, p. 244
  7. MARTINS et al, p. 245
  8. NONO, Carlos (1 de Maio de 1948). «Efemérides ferroviárias» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 70 (1449). p. 293-294. Consultado em 6 de Dezembro de 2014 
  9. TORRES, Carlos Manitto (16 de Fevereiro de 1958). «A evolução das linhas portuguesas e o seu significado ferroviário» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 70 (1684). p. 91-95. Consultado em 22 de Julho de 2015 
  10. «Parte Official» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 16 (370). 16 de Maio de 1903. p. 161-163. Consultado em 20 de Janeiro de 2013 
  11. «Efemérides» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 51 (1233). 1 de Maio de 1939. p. 237-238. Consultado em 22 de Julho de 2015 
  12. «Viagens e Transportes» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 39 (931). 1 de Outubro de 1926. p. 297. Consultado em 13 de Dezembro de 2011 
  13. «O que se fez nos Caminhos de Ferro em Portugal no Ano de 1933» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 47 (1106). 16 de Janeiro de 1934. p. 49-52. Consultado em 13 de Dezembro de 2011 
  14. «Direcção Geral de Caminhos de Ferro» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 47 (1117). 1 de Julho de 1934. p. 335. Consultado em 13 de Dezembro de 2011 
  15. «O que se fez nos Caminhos de Ferro Portugueses, durante o ano de 1934» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 47 (1130). 16 de Janeiro de 1935. p. 50-51. Consultado em 20 de Janeiro de 2013 
  16. «Caminhos de Ferro Nacionais» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 47 (1138). 16 de Maio de 1935. p. 226. Consultado em 20 de Janeiro de 2013 
  17. MARTINS et al, p. 270
  18. REIS et al, p. 170
  19. MARTINS et al, p. 47
  20. «Há Quarenta Anos» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 51 (1247). 1 de Dezembro de 1939. p. 520. Consultado em 22 de Julho de 2015 
  21. «Efemérides» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 51 (1229). 1 de Março de 1939. p. 158-159. Consultado em 22 de Julho de 2015 
  22. «Efemérides» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 51 (1229). 1 de Março de 1939. p. 158-159. Consultado em 22 de Julho de 2015 
  23. PORTUGAL. Decreto n.º 18:190, de 28 de Março de 1930. Ministério do Comércio e Comunicações - Direcção Geral de Caminhos de Ferro - Divisão Central e de Estudos - Secção de Expediente, Publicado na Série I do Diário do Governo n.º 83, de 10 de Abril de 1930.
  24. SOUSA, José Fernando de (16 de Março de 1939). «Uma grande obra que se impôe: A electrificação das linhas suburbanas de Lisboa» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 51 (1230). p. 165-166. Consultado em 22 de Julho de 2015 
  25. REIS et al, p. 103
  26. REIS et al, p. 237
  27. a b MAGALHÃES, Álvaro (31 de Dezembro de 2003). «Nova Estação de Braga quer criar outra centralidade». Diário do Minho. Consultado em 23 de Outubro de 2010 [ligação inativa] 
  28. «Cronologia». Rede Ferroviária Nacional. Consultado em 23 de Outubro de 2010 [ligação inativa] 
  29. REIS et al, p. 202
  30. a b MAIA, Paula (6 de Julho de 2013). «Antiga estação da CP abre portas a oito instituições». Correio do Minho. Consultado em 22 de Julho de 2015 
  31. «Braga: Estrutura dos 'Encontros da Imagem' cria escola de formação em artes visuais». Correio do Minho. 18 de Abril de 2010. Consultado em 23 de Outubro de 2010 
  32. anon.: “Estação Abandonada da CP dava excelente sede de juntaDiário do Minho (2017.07.12)

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • MARTINS, João Paulo, BRION, Madalena, SOUSA, Miguel de, LEVY, Maurício, AMORIM, Óscar (1996). O Caminho de Ferro Revisitado. O Caminho de Ferro em Portugal de 1856 a 1996. Lisboa: Caminhos de Ferro Portugueses. 446 páginas 
  • REIS, Francisco Cardoso dos; GOMES, Rosa Maria; GOMES, Gilberto; et al. (2006). Os Caminhos de Ferro Portugueses 1856-2006. Lisboa: CP-Comboios de Portugal e Público-Comunicação Social S. A. 238 páginas. ISBN 989-619-078-X 

Leitura recomendada[editar | editar código-fonte]

  • GOMES, Joaquim da Silva (2002). Braga e os caminhos-de-ferro. Braga: Gráf. do Parque de Exposições. 111 páginas. ISBN 972-95895-3-4 
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]



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