Estação Ferroviária de Braga

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Braga Logos IP.png
Cais da Estação de Braga, em Dezembro de 2009.
Inauguração 20 de Maio de 1875
Linha(s) Ramal de Braga (PK 53,893)
Coordenadas 41° 32′ 55,22″ N, 8° 26′ 03,03″ O
Concelho Braga
Serviços Ferroviários Alfa Pendular
Intercidades
Urbano
Serviços Ligação a autocarros Serviço de táxis Parque de estacionamento Bilheteira Acesso para pessoas de mobilidade reduzida Lavabos adaptados Lavabos Sala de espera Telefones públicos Caixas Multibanco Bar ou cafetaria Aluguer de automóveis
Disambig grey.svg Nota: Este artigo é sobre a estação no Ramal de Braga. Se procura a antiga estação na Linha do Tua, veja Estação Ferroviária de Bragança.

A Estação Ferroviária de Braga é uma interface do Ramal de Braga, que serve a localidade de Braga, em Portugal. A construção de uma estação em Braga esteve planeada desde a Década de 1860, primeiro como parte da Linha do Minho[1] e posteriormente como terminal de um ramal próprio.[2] Entrou ao serviço em 21 de Maio de 1875.[3] A estação foi alvo de obras de remodelação na Década de 1930[4][5], e conheceu profundas obras de modificação na Década de 2000, no âmbito do projecto de modernização e electrificação do Ramal de Braga[6], que permitiram a introdução dos comboios Alfa Pendular até Braga.[7]

Caracterização[editar | editar código-fonte]

Vista nocturna da actual Estação de Braga.

Localização e acessos[editar | editar código-fonte]

A Estação localiza-se junto à localidade de Braga, com acesso pelo Largo da Estação.[8][9]

Serviços[editar | editar código-fonte]

A estação acolhe serviços de passageiros das tipologias Alfa Pendular, Intercidades e Urbano[8]

Classificação, vias e plataformas[editar | editar código-fonte]

Em 2004, a estação tinha a classificação B da Rede Ferroviária Nacional.[10]

Em Dezembro de 2014, contava com 6 vias de circulação, com comprimentos entre os 400 e 230 m, enquanto que as plataformas tinham 232 a 220 m de extensão, e 80 cm de altura.[11]

A estação de Braga é um dos pontos extremos do Eixo Ferroviário Norte - Sul, um importante corredor composto por várias linhas férreas entre Braga, Porto, Lisboa e Faro.[12]

História[editar | editar código-fonte]

Horarios dos comboios entre Porto e Braga em 1876.

Século XIX[editar | editar código-fonte]

Antecedentes e primeiros projectos[editar | editar código-fonte]

Até meados do Século XIX, a zona do interior do Minho lutava contra grandes problemas de comunicações, sendo o principal meio de transporte a navegação fluvial, devido ao péssimo estado em que se encontrava a rede viária.[13] No entanto, os rios tinham uma zona de influência limitada, que era aumentada pelas redes de estradas que convergiam nos portos fluvais, e apresentavam problemas na navegação, como aconteceu com o Cávado, que conheceu vários projectos para aumentar a sua navegabilidade, de forma a se tornar numa importante via comercial até Braga, mas sempre sem sucesso.[14] Assim, grande parte do comércio entre o Porto e Braga era feito através da costa e depois pelo Rio Lima, sendo o resto do percurso feito por estrada.[14] Esta situação começou a mudar na Década de 1850, quando o governo iniciou um ambicioso programa de desenvolvimento das vias de comunicação, ao abrigo do qual foram melhoradas as estradas, incluindo uma do Porto a Braga, permitindo a criação de um serviço de diligências, e instalada uma rede telegráfica ligando Braga ao Porto e outras localidades.[13]

Ainda durante a Década de 1840 tinham surgido várias propostas para a construção de caminhos de ferro na região do Minho, incluindo uma de Hardy Hislop para ligar o Porto a Valença.[15]

Planeamento e inauguração[editar | editar código-fonte]

No entanto, o grande impulso para a introdução do comboio em Portugal foi dado na década seguinte, com os programas de obras públicas do governo, e em 1857 o conde de Réus apresentou uma proposta para uma linha de Porto a Vigo.[15] Em 1864, o governo fez uma proposta de lei à Câmara dos Deputados para construir esta linha, e em 2 de Julho de 1867 foi publicada uma lei que autorizou o governo a construir e explorar uma linha do Porto a Braga e à fronteira com a Galiza[1], tendo a construção desta linha sido ordenada por um decreto de 14 de Junho de 1872.[16] Foram feitos vários projectos para a linha, com percursos diferentes, que inicialmente seguiam mais pelo litoral mas depois se tornaram mais interiorizados, de forma a servir melhor Braga[2], embora no final a cidade tenha ficado prejudicada em relação a Viana do Castelo, que tinha estação directa na linha, enquanto que Braga necessitava de um ramal.[17] O percurso original, elaborado por um engenheiro português às ordens do Conde de Réus, seguia pela costa a Norte da Vila do Conde, enquanto que um segundo estudo, feito por ordem do governo, já fazia a linha entrar seguir a costa apenas junto a Esposende, com um ramal para Braga, que seguia o vale do Rio Este.[2] Depois foi feito um terceiro projecto, que servia melhor Barcelos e Vila Nova de Famalicão, e iniciava o Ramal de Braga em Nine, enquanto que um quarto projecto se debruçou principalmente no lanço entre Barcelos e Viana do Castelo.[2]

O Ramal de Braga foi inaugurado em 20 de Maio de 1875[18], e aberto à exploração no dia seguinte, pela divisão do Minho e Douro dos caminhos de ferro estatais.[19]

Primeiros anos[editar | editar código-fonte]

A construção do caminho de ferro levou à extinção dos serviços de mala-posta que existiam entre o Porto, Guimarães e Braga.[20]

Em Janeiro de 1897, Joaquim Augusto Mouzinho de Albuquerque viajou de comboio por vários pontos do país depois de ter regressado de África, tendo passado por Braga, onde foi festivamente recebido na gare por uma grande multidão.[21]

Comboio real na estação de Braga, durante a viagem do rei D. Manuel II ao Norte de Portugal, em 1908.

Século XX[editar | editar código-fonte]

Décadas de 1900 e 1910[editar | editar código-fonte]

Durante o Outono de 1903, João Franco fez várias viagens de comboio pelo país, para fazer propaganda, tendo passado por Braga.[22]

Em 1913, a estação de Braga estava ligada por carreiras de diligências até Palmeira, Lago, Ponte do Bico, Rendufe, Amares, Dornelas, Bouro, Gerês, Ruivães, Vieira do Minho, Rossas, Monsul, Póvoa de Lanhoso, Cabeceiras de Basto e Alvão, e Vila Verde, Portela do Abade, Pico de Regalados, Ponte de Lima, Ponte da Barca, Arcos de Valdevez e Monção, e Taipas, Caldelas e Guimarães.[23]

Em 1914, uma viagem do Porto a Braga de comboio demorava cerca de 2 horas e 20 minutos.[24]

Em 28 de Maio de 1916, as populações das freguesias de Braga dirigiram-se à cidade para protestar contra a carestia de alimentos provocada pela Primeira Guerra Mundial, tendo os militares e a Guarda Nacional Republicana sido destacados para guardar a estação de Braga, onde tinha sido armazenada uma grande quantidade de milho.[25]

Aviso dos Caminhos de Ferro do Estado acerca dos preços de comboios de excursões desde várias estações, incluindo Braga, até São Bento ou Campanhã.

Décadas de 1920 e 1930[editar | editar código-fonte]

Em 1921, a Câmara Municipal de Braga foi autorizada a construir uma linha de eléctricos desde a estação até à Ponte do Prado.[26]

Em 1926, a Direcção dos Caminhos de Ferro do Minho e Douro estava a explorar uma linha de autocarros, que ligava esta estação ao Santuário do Bom Jesus do Monte.[27] Em 1927, a Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses passou a explorar as linhas que anteriormente pertenciam à rede dos Caminhos de Ferro do Estado.[28]

Em 1933, a Estação sofreu obras de recuperação e melhoramentos[5], e no ano seguinte realizaram-se obras parciais de reparação, e foi instalada a iluminação eléctrica na segunda plataforma.[4][29] Em 1935, existia um serviço de camionagem entre esta estação e a localidade de Gerês.[30]

Desde a Década de 1930 que se prognosticou a electrificação das linhas de Aveiro até Braga, para desenvolver o tráfego suburbano da cidade do Porto.[31]

Década de 1940[editar | editar código-fonte]

Em 5 de Fevereiro de 1949, entraram ao serviço novas carruagens Schindler nos comboios entre Porto e Braga.[32]

Décadas de 1950 e 1960[editar | editar código-fonte]

Durante o II Plano de Fomento, entre 1959 e 1964, a Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses planou a electrificação de vários troços da rede ferroviária nacional, incluindo de Ermesinde a Braga.[33]

Em 6 de Maio de 1967, foi apresentado um plano de investimentos para a modernização das vias férreas na zona do Porto, que incluía a electrificação da via férrea entre Ermesinde e Braga.[34]

Década de 1980[editar | editar código-fonte]

Em 1982, o papa João Paulo II viajou de comboio entre Santa Apolónia e Braga, durante uma visita a Portugal.[35] Na Década de 1980, foi instalado um núcleo museológico na estação de Braga[36], que durante algum tempo albergou a a locomotiva mais antiga em Portugal.[37]

Mapa da rede complementar ao Norte do Mondego, mostrando os traçados planeados para as linhas de Braga a Guimarães, Alto Minho e Vale do Lima.

Ligações projectadas a outras linhas[editar | editar código-fonte]

Desde os finais do Século XIX que se planeou a construção de mais vias férreas com início em Braga, tendo os projectos mais importantes sido os das linhas do Alto Minho, até Monção, e de Braga a Guimarães.[38] Em 10 de Agosto de 1897, o Ministro da Fazenda, Mariano de Carvalho, apresentou um projecto de lei acerca do arrendamento dos caminhos de ferro do estado, onde o governo era autorizado a abrir concurso para a construção de várias linhas, incluindo uma de Braga a Ponte da Barca, Arcos de Valdevez e à fronteira com Espanha, e outra de Braga a Chaves, seguindo pelo vale do Rio Cávado e por Ruivães.[39]

Em 16 de Novembro de 1898, a Gazeta dos Caminhos de Ferro noticiou que a comissão que tinha sido encarregada de estudar os projectos na Rede Complementar ao Norte do Mondego já tinha apresentado as suas propostas para novas linhas, incluindo uma de Braga a Cavez por Guimarães.[40] Em 16 de Janeiro de 1899, a Gazeta relatar que tinha sido aberto um inquérito administrativo, para informar o público sobre os projectos ferroviários dos Planos das Redes Complementares ao Norte do Mondego e Sul do Tejo, incluindo as linhas de Braga a Ponte da Barca, em via larga, que seria a continuação do Ramal de Braga, e de Braga a Guimarães, em via estreita.[41] Em finais de 1899, o engenheiro Cachapuz, em representação de um sindicato de capitalistas italianos, pediu ao conselho de administração dos Caminhos de Ferro do Estado a concessão de vários caminhos de ferro no Norte do país, incluindo as linhas de Braga a Monção, e de Braga a Guimarães.[42] O Plano da Rede Complementar ao norte do Mondego, decretado em 15 de Fevereiro de 1900, alterou o projecto de Braga a Ponte da Barca, que passou a ser de via estreita, com futuro prolongamento até Monção.[43]

Em 27 de Abril de 1903, o Ministro das Obras Públicas, Conde de Paçô-Vieira, determinou que Braga deveria ser o princípio das Linhas do Alto Minho, e de Braga a Guimarães, ambas em via métrica.[38] Em Fevereiro de 1910, já tinha sido aprovado o projecto definitivo para o troço entre Braga e Arcos de Valdevez da Linha do Alto Minho.[44]

A concessão passou destas duas linhas, em conjunto com a Linha do Vale do Lima, passou por várias empresas[45], tendo sido finalmente passada para a Companhia dos Caminhos de Ferro do Norte de Portugal, que não as pôde construir devido a problemas financeiros, causados pela Grande Depressão e pelo desenvolvimento do transporte rodoviário.[46]

Entretanto, em 1908 estava a ser planeado o Caminho de Ferro de Braga a Vidago.[47]

O Decreto n.º 18:190, de 28 de Março de 1930, introduziu o Plano Geral da Rede Ferroviária, que tinha como objectivo reorganizar a rede portuguesa de caminhos de ferro, e listar os vários projectos para novas linhas; entre os troços programados, estava a Transversal do Minho, de Entre-os-Rios a Arcos de Valdevez com passagem por Braga, e a Linha do Cávado, de Braga a Esposende.[48]

Nova Estação de Braga, inaugurada em 21 de Abril de 2004.

Modernização[editar | editar código-fonte]

Nos finais da Década de 1980, a operadora Caminhos de Ferro Portugueses iniciou um grande programa de modernização das linhas férreas em território nacional, que se debruçou especialmente sobre os serviços suburbanos das cidades do Porto e Lisboa[49], incluindo o Ramal de Braga.[50] Com efeito, o corredor entre Porto e Braga, apesar de ser um importante eixo suburbano, apresentava graves deficiências, que reduziam o seu papel como estrutura de articulação entre zonas urbanas.[51]

A modernização do ramal estava inserida no Itinerário do Porto a Braga e Vale do Ave, que abrangia a duplicação, electrificação e renovação da via férrea entre Ermesinde e Braga, com rectificação do traçado, no sentido de reduzir o tempo de viagem dos comboios entre Porto e Braga: o tempo de percurso dos serviços Intercidades deveria ser reduzido de 1 hora e 5 minutos para 36 minutos, enquanto que os suburbanos expressos rápidos deveriam levar 48 minutos em vez de 1 hora e 25 minutos.[50] Além disso, seria possível criar novos comboios entre São Bento e Braga, como um serviço semi-rápido cadenciado parando em Campanhã, Ermesinde, São Romão, Trofa, Famalicão e Nine, e todas as estações e apeadeiros no ramal de Braga, um serviço suburbano expresso em horário adicional, fora das horas de ponta, servindo Campanhã, Ermesinde, Trofa e Famalicão, ou serviços suburbanos regulares de maior frequência e com maiores comboios, durante as horas de ponta.[50] Com estas medidas, estava previsto para o horizonte de 2012 um aumento de 200% na procura dos passageiros no lanço entre Nine e Braga.[50]

Além da sua importância como corredor suburbano, o Ramal de Braga também fazia parte de um grande eixo transversal, que ligava Braga a Faro[52], que era de grande relevância no âmbito da política nacional de transportes, uma vez que abrangia cerca de 85 % da população portuguesa.[53] Com a instalação do caminho de ferro pela Ponte 25 de Abril, seria possível ir de comboio directamente de Braga a Faro por Lisboa.[54]

Em 1997, o projecto de remodelação passou a ser executado pela Rede Ferroviária Nacional, entidade criada para assegurar a gestão das infraestruturas ferroviárias em Portugal.[55]

Em 3 de Novembro de 2002, foi encerrada a circulação dos comboios no ramal de Braga, para se iniciarem as obras de modernização, que se previa, nessa altura, estarem concluídas em Fevereiro de 2004.[56] Foi organizado um serviço de autocarros para substituir o percurso dos comboios urbanos e Intercidades, que no entanto iria demorar o dobro do tempo e teria menos paragens.[56] Previa-se nessa altura que o projecto de modernização entre Nine e Braga iria custar cerca de 100 milhões de Euros, mas iria melhorar consideravelmente a qualidade dos serviços, através da introdução de novos comboios, especialmente o Alfa Pendular, e seriam remodeladas as estações e apeadeiros.[57] A estação de Braga seria uma das que teriam maiores intervenções, pois iria contar com um novo edifício de passageiros, e plataformas de 220 m de comprimento, dois terços dos quais com cobertura.[57]

A estação de Braga foi remodelada em 2003, no âmbito do projecto "Estações com Vida" da Rede Ferroviária Nacional, que tinha como objectivo a transformação das estações em espaços de dinamização social, cultural e económica das localidades onde se inserem.[6] No caso da estação de Braga, foi construído um novo edifício com espaços comerciais e de serviços, como restaurantes e lojas, e a instalação de jardins e de parques de estacionamento.[6] O edifício integra ainda, em espaço musealizado, um balneário pré-romano, identificado nas escavações arqueológicas prévias às obras. A nova estação foi inaugurada a 21 de Abril de 2004, no mesmo dia em que o Ramal de Braga foi reaberto após obras de modernização, realizadas pela Rede Ferroviária Nacional.[58] Após a modernização, Braga passou a ser servida pelos comboios Alfa Pendular.[7]

Antigo edifício da Estação[editar | editar código-fonte]

Antiga Estação de Braga, preservada e integrada no novo edifício.

Com o processo de modernização, o antigo edifício deixou de ser utilizado como interface ferroviária[6], tendo sido cedido pela Rede Ferroviária Nacional à Câmara Municipal de Braga, e remodelado para alojar várias instituições de cariz cultural e turístico, como a Companhia de Teatro de Braga, o Orfeão de Braga e o Turismo do Porto e Norte de Portugal.[59] Este projecto custou cerca de 300 mil Euros, tendo o edifício sido inaugurado, após as obras de requalificação, em 5 de Julho de 2013.[59] Já em 2010, parte do antigo edifício da estação tinha sido ocupado por uma escola de formação na área das artes visuais.[60] Mais recentemente, em julho de 2017, um candidato independente à freguesia local, Seco Magalhães, lamentava o «abandono e degradação progessiva» do edifício.[61]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

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  2. a b c d FERNANDES, 1995:83
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  61. anon.: “Estação Abandonada da CP dava excelente sede de juntaDiário do Minho (2017.07.12)
Unidade de Suburbanos do Grande Porto

(Serviços ferroviários suburbanos de passageiros no Grande Porto)
Serviços: BSicon BHFq yellow.svg AveiroBSicon fBHFq.svg Braga
BSicon uBHFq.svg Caíde/MarcoBSicon BHFq.svg Guimarães


(g) Covas 
Unknown route-map component "STR+l" Station on transverse track Unknown route-map component "KBHFeq"
 Guimarães (g)
(g) Nespereira 
Station on track
 
(g) Vizela 
Station on track Urban head station
 Caíde (d)
(b) Braga 
Unknown route-map component "fKBHFa" Station on track Urban straight track
 Pereirinhas (g)
(b) Ferreiros 
Unknown route-map component "fBHF" Straight track Urban station on track
 Meinedo (d)
(b) Mazagão 
Unknown route-map component "fBHF" Station on track Urban straight track
 Cuca (g)
(b) Aveleda 
Unknown route-map component "fBHF" Straight track Urban station on track
 Bustelo (d)
(b) Tadim 
Unknown route-map component "fBHF" Station on track Urban straight track
 Lordelo (g)
(b) Ruilhe 
Unknown route-map component "fBHF" Straight track Urban station on track
 Penafiel (d)
(b) Arentim 
Unknown route-map component "fBHF" Station on track Urban straight track
 Giesteira (g)
(b) Couto de Cambeses 
Unknown route-map component "fBHF" Straight track Urban station on track
 Paredes (d)
(m)(b) Nine 
Unknown route-map component "fBHF" Station on track Urban straight track
 Vila das Aves (g)
(m) Louro 
Unknown route-map component "fBHF" Straight track Urban station on track
 Oleiros (d)
(m) Mouquim 
Unknown route-map component "fBHF" Station on track Urban straight track
 Caniços (g)
(m) Famalicão 
Unknown route-map component "fBHF" Straight track Urban station on track
 Irivo (d)
(m) Barrimau 
Unknown route-map component "fBHF" Station on track Urban straight track
 Santo Tirso (g)
(m) Esmeriz 
Unknown route-map component "fBHF" Unknown route-map component "KRW+l" Unknown route-map component "KRWr" Urban station on track
 Cête (d)
(m)(g) Lousado 
Unknown route-map component "fBHF-L" Unknown route-map component "BHF-R" Urban station on track
 Parada (d)
(m) Trofa 
Unknown route-map component "fBHF-L" Unknown route-map component "BHF-R" Urban station on track
 Recarei-Sobreira (d)
(m) Portela 
Unknown route-map component "fBHF-L" Unknown route-map component "BHF-R" Urban station on track
 Trancoso (d)
(m) São Romão 
Unknown route-map component "fBHF-L" Unknown route-map component "BHF-R" Urban station on track
 Terronhas (d)
(m) São Frutuoso 
Unknown route-map component "fBHF-L" Unknown route-map component "BHF-R" Urban station on track
 S. Martinho do Campo (d)
(m) Leandro 
Unknown route-map component "fBHF-L" Unknown route-map component "BHF-R" Urban station on track
 Valongo (d)
(m) Travagem 
Unknown route-map component "fBHF-L" Unknown route-map component "BHF-R" Unknown route-map component "uSTR+l" Unknown route-map component "uSTR+r" Urban station on track
 Suzão (d)
(m)(d) Ermesinde 
Unknown route-map component "fBHF-L" Unknown route-map component "BHF-M" Unknown route-map component "uBHF-R" Urban straight track Urban station on track
 Cabeda (d)
(m) Ág. Santas / Palm.ª 
Unknown route-map component "fBHF-L" Unknown route-map component "BHF-M" Unknown route-map component "uBHF-R" Unknown route-map component "uSTRl" Unknown route-map component "uSTRr"
 
(m) Rio Tinto 
Unknown route-map component "fBHF-L" Unknown route-map component "BHF-M" Unknown route-map component "uBHF-R" Unknown route-map component "BS2+l_yellow" Unknown route-map component "BS2+r_yellow"
 
(m) Contumil 
Unknown route-map component "fBHF-L" Unknown route-map component "BHF-M" Unknown route-map component "uBHF-R" Unknown route-map component "STR yellow" Unknown route-map component "BHF yellow"
 General Torres (n)
(n)(m) Porto (Campanhã) 
Unknown route-map component "fBHF-L" Unknown route-map component "BHF-M" Unknown route-map component "uBHF-M" Unknown route-map component "BHF-R yellow" Unknown route-map component "BHF yellow"
 Vila Nova de Gaia (n)
(m) Porto (São Bento) 
Unknown route-map component "fKBHFe-L" Unknown route-map component "KBHFe-M" Unknown route-map component "uKBHFe-M" Unknown route-map component "KBHFe-R yellow" Unknown route-map component "BHF yellow"
 Coimbrões (n)
(n) Aveiro 
Unknown route-map component "KBHFa yellow" Unknown route-map component "BHF yellow"
 Madalena (n)
(n) Cacia 
Unknown route-map component "BHF yellow" Unknown route-map component "BHF yellow"
 Valadares (n)
(n) Canelas 
Unknown route-map component "BHF yellow" Unknown route-map component "BHF yellow"
 Francelos (n)
(n) Salreu 
Unknown route-map component "BHF yellow" Unknown route-map component "BHF yellow"
 Miramar (n)
(n) Estarreja 
Unknown route-map component "BHF yellow" Unknown route-map component "BHF yellow"
 Aguda (n)
(n) Avanca 
Unknown route-map component "BHF yellow" Unknown route-map component "BHF yellow"
 Granja (n)
(n) Válega 
Unknown route-map component "BHF yellow" Unknown route-map component "BHF yellow"
 Espinho (n)
(n) Ovar 
Unknown route-map component "BHF yellow" Unknown route-map component "BHF yellow"
 Silvalde (n)
(n) Carvalheira-Maceda 
Unknown route-map component "BHF yellow" Unknown route-map component "BHF yellow"
 Paramos (n)
(n) Cortegaça 
Unknown route-map component "STRl yellow" Unknown route-map component "cSTRq yellow" Unknown route-map component "BHFq yellow" Unknown route-map component "dSTRq yellow" Unknown route-map component "BHFq yellow" Unknown route-map component "cSTRq yellow" Unknown route-map component "STRr yellow"
 Esmoriz (n)

Linhas: d Linha do Dourog Linha de Guimarães
b Ramal de Bragam Linha do Minhon Linha do Norte
Fonte: Página oficial, 2010.04

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • ABREU, Alberto (2010). Viana do Castelo: Roteiros Republicanos. Col: Colecção Roteiros Republicanos. Matosinhos: Quidnovi, Edição e Conteúdos, S. A. e Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República. 128 páginas. ISBN 978-989-554-736-4 
  • BARRETO, António; MÓNICA, Maria Filomena (1999). Dicionário de História de Portugal: Suplemento A/E. Volume 7 de 9 1.ª ed. Lisboa: Livraria Figueirinhas. 714 páginas. ISBN 972-661-159-8 
  • CAPELA, José Viriato; NUNES, Henrique Barreto (2010). Roteiros Republicanos. Col: Roteiros Republicanos. Braga e Matosinhos: Quidnovi - Edição e Conteúdos, S. A. e Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República. 128 páginas. ISBN 978-989-554-721-0 
  • CARDOSO, Eurico Carlos Esteves Lage (1999). História dos Correios em Portugal em Datas e Ilustrada. Lisboa: Edição do autor. 200 páginas. ISBN 972-96564-4-4 
  • CASTRO, Armando (1979). A Economia Portuguesa do Século XX (1900-1925) 3.ª ed. Lisboa: Edições 70. 233 páginas 
  • FERNANDES, Mário Gonçalves (1995). Viana do Castelo. A Consolidação de uma Cidade (1855-1926). Lisboa: Edições Colibri. 185 páginas. ISBN 972-8288-06-9 
  • MARQUES, Ricardo (2014). 1914: Portugal no ano da Grande Guerra 1.ª ed. Alfragide: Oficina do Livro - Sociedade Editora, Lda. 302 páginas. ISBN 978-989-741-128-1 
  • MARTINS, João; BRION, Madalena; SOUSA, Miguel de; et al. (1996). O Caminho de Ferro Revisitado. O Caminho de Ferro em Portugal de 1856 a 1996. Lisboa: Caminhos de Ferro Portugueses. 446 páginas 
  • RAMOS, Rui (2013). D. Carlos 1863-1908. Col: Reis de Portugal 8.ª ed. Lisboa: Círculo de Leitores e Centro de Estudos dos Povos e Culturas de Expressão Portuguesa da Universidade Católica Portuguesa. 392 páginas. ISBN 9724235874 
  • REIS, Sérgio; AMARAL, João (1991). Portugal Moderno: Economia. Col: Enciclopédia Temática Portugal Moderno 1.ª ed. Lisboa: Pomo - Edições Portugal Moderno, Lda. 211 páginas 
  • REIS, Francisco; GOMES, Rosa; GOMES, Gilberto; et al. (2006). Os Caminhos de Ferro Portugueses 1856-2006. Lisboa: CP-Comboios de Portugal e Público-Comunicação Social S. A. 238 páginas. ISBN 989-619-078-X 
  • SARAIVA, José Hermano; GUERRA, Maria (1998). Diário da História de Portugal. Volume 3 de 3. Lisboa: Difusão Cultural. 208 páginas. ISBN 972-709-060-5 

Leitura recomendada[editar | editar código-fonte]

  • Ramal de Braga. Braga: Fundação Bracara Augusta. 2006 
  • Linha do Minho / Ramal de Braga: duplicação e electrificação do troço Lousado - Nine e duplicação e electrificação do troço Nine - Braga. Lisboa: Rede Ferroviária Nacional. 2004 
  • ANTUNES, J. A. Aranha; et al. (2010). 1910-2010: o caminho de ferro em Portugal. Lisboa: CP-Comboios de Portugal e REFER - Rede Ferroviária Nacional. 233 páginas. ISBN 978-989-97035-0-6 
  • CERVEIRA, Augusto; CASTRO, Francisco Almeida e (2006). Material e tracção: os caminhos de ferro portugueses nos anos 1940-70. Col: Para a História do Caminho de Ferro em Portugal. Volume 5. Lisboa: CP-Comboios de Portugal. 270 páginas. ISBN 989-95182-0-4 
  • FERREIRA, Ana (2014). Práticas de regeneração urbana nos centros urbanos do quadrilátero: estudo, monitorização e difusão em Barcelos, Braga, Famalicão e Guimarães. Braga: Associação de Municípios de Fins Específicos Quadrilátero Urbano. 103 páginas 
  • GOMES, Joaquim da Silva (2002). Braga e os caminhos-de-ferro. Braga: Gráf. do Parque de Exposições. 111 páginas. ISBN 972-95895-3-4 
  • GOMES, Joaquim da Silva (2014). Os eléctricos em Braga: (1914-1963). Braga: Bom Jesus. pp. 136isbn= 978–989–98974–0–3 
  • LEITÃO, Joaquim; CARDOSO, Carlos Pereira (2009). Livro d'ouro da primeira viagem de S. M. El-Rei D. Manuel II a Braga. Braga: Fundação Bracara Augusta. 38 páginas. ISBN 978-972-8635-38-1 
  • SILVA, Dario (2006). Ramal de Braga. Braga: Fundação Bracara Augusta. 32 páginas. ISBN 972-8635-30-3 
  • VILLAS-BOAS, Alfredo Vieira Peixoto de (2010) [1905]. Caminhos de Ferro Portuguezes. Lisboa e Valladollid: Livraria Clássica Editora e Editorial Maxtor. 583 páginas. ISBN 8497618556 
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]