Estação Varginha

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Disambig grey.svg Nota: Para outros significados de Varginha, veja Varginha (desambiguação).
CPTM icon.svg Varginha
Uso atual Bahn aus Zusatzzeichen 1024-15.svg Estação de trens metropolitanos
Proprietário Bandeira do estado de São Paulo.svg Governo do Estado de São Paulo
Administração FEPASA (1992–1996)
CPTM icon.svg CPTM (1996–2001; 2021–)
Linha 9greenturquoise.png Esmeralda
Ramal Ramal de Jurubatuba - Linha Sul
(FEPASA, 1992–1996)
Extensão Operacional da Linha C–Celeste
(CPTM, 1996–2001)
Código SP-2954 (Antigo)
Sigla VAR
Posição Superfície
Níveis 2
Plataforma Lateral (1) 1992–2001
Central (1) 2021–
Vias Duas
Área 2.100 m²
Altitude 763 metros acima do nível do mar
Zona tarifária Única (R$ 4,30)
Serviços Acesso à deficiente físico Escada rolante Elevador Banheiro Venda de Bilhetes Achados e Perdidos Centro de Informações Bicicletário
Conexões TUSSAM.png Terminal Nova Varginha da SPTrans
Site CPTM icon.svg Linhas da CPTM
Informações históricas
Inauguração 26 de setembro de 1992 (27 anos)
Fechamento Meados de novembro de 2001 (17 anos)
Inauguração da
atual edificação
2º semestre de 2021 (previsão) [1]
Projeto arquitetônico Oficina do Desenho
Arquitetura & Urbanismo
Intervenções plásticas Companhia Paulista de Trens Metropolitanos & Oficina de Projetos Urbanos (OPUS)
Localização
Localização Gnome-globe.png Estação Varginha
Endereço Ao norte da Av. Paulo G. Reimberg, s/n
Grajaú [2]
CEP SP, 04858-570
Município Portal São Paulo
País  Brasil
Próxima estação
Sentido Osasco 9greenturquoise.png Sentido Varginha
Mendes–Vila Natal (em construção) -
Varginha
Mapa para o diagrama da Linha 9.png

A Estação Varginha será a vigésima estação ferroviária da Linha 9–Esmeralda da CPTM. Ela faz parte de um plano do Governo Estadual de estender a Linha Esmeralda em 4,5 km rumo ao sul da cidade de São Paulo, a partir da Estação Grajaú. Ela está sendo reconstruída no local onde ficava localizada a antiga Estação Varginha, que pertencia ao Ramal de Jurubatuba, da extinta FEPASA.

O trecho foi desativado pela CPTM em novembro do ano de 2001, "devido a precariedade da infraestrutura da linha na época", que não era compatível com o restante da ferrovia e nem com a nova política administrativa adotada pela empresa durante aquele período, já que ela visava uma "elevação do padrão" dos serviços prestados pela companhia, transformando a Linha C–Celeste (atual Linha 9–Esmeralda), assim como todas as outras ferrovias repassadas a ela, de serviços suburbanos a serviços metropolitanos. Atualmente a Linha 9 é a única que opera totalmente nesses moldes, popularmente conhecido como "metrô de superfície", já que a ferrovia é inteiramente segregada de interferências externas e os trens operam em um intervalo inferior a 5 (cinco) minutos.

Antes de ser desativada pela CPTM, a estação tinha um movimento médio de 30 mil passageiros por dia.

Apesar de a estação receber o nome de Varginha, fazendo referencia ao bairro Jardim Varginha, localizado mais a sudeste, o prédio da estação está localizado ao sudoeste do bairro de Vila Natal, na divisa com o bairro Jardim Guanabara, ambos na Zona Sul de São Paulo.

Quando for inaugurada, a Estação Varginha voltará a ser a estação mais ao extremo sul da cidade de São Paulo da atualidade. [3] [4] [5] [6] [7]

Demanda[editar | editar código-fonte]

A funcionalidade da estação se deve ao fato da mesma atender à demanda lindeira por estar localizada dentro de um bairro residencial e servir como ponto estratégico para o desafogamento do viário na região e do Sistema de Transporte Coletivo da Avenida Senador Teotônio Vilela e da Avenida Paulo Guilguer Reimber, absorvendo e distribuindo grande parte do movimento de passageiros oriundos dos distritos de Grajaú, Varginha e Parelheiros, tendo como consequência o desafogamento do fluxo de passageiros no Terminal Intermodal Grajaú e no Terminal Varginha, da SPTrans.

Além disso, a estação possui vários equipamentos públicos, estabelecimentos e empreendimentos comerciais nas suas redondezas, como a UBS Chácara do Conde, AMA/UBS Jardim Campinas, a Paróquia Santíssima Trindade, a E.M.E.I. Maria Eugenia Fakhoury, a E.M.E.F. Profª Eliza Rachel Macedo de Souza, além de diversos restaurantes populares e supermercados ao longo da Av. Paulo G. Reimberg e região.

Histórico da estação[editar | editar código-fonte]

Histórico antigo[editar | editar código-fonte]

Local da extinta estação Varginha, em 2011. Vista a partir da passagem de nível.

A antiga estação Varginha de 1992 foi construída pela FEPASA em meio a ferrovia que já havia sido construída décadas antes pela Estrada de Ferro Sorocabana. Ela funcionou como a estação terminal de uma antiga extensão operacional, que partia da atual Estação Jurubatuba, onde na época também era o fim da via mista, duplicada em bitola larga onde os TUEs da Série 5000 operavam em unidades de 6 (seis) carros. A partir da Estação Jurubatuba, os passageiros tinham que desembarcar do trem que operava no troco principal da Linha Sul e embarcar, em outra plataforma onde os TUEs da Série 4800 paravam para poderem seguir viagem. Um sistema semelhante ao utilizado hoje na extensão operacional da Linha 8 - Diamante, mas com o diferencial de que as vias do Ramal de Jurubatuba só eram duplicadas onde haviam as estações, no trecho restante os trens operavam em via singela, o que obrigava um trem estacionado na plataforma esperar o outro passar pela estação para poder prosseguir viagem.

Devido ao fato desse sistema originalmente ter sido implantado como provisório pela companhia, a maioria das estações no ramal foram construídas principalmente de madeira e o acesso aos trens era gratuito. Os passageiros só pagavam passagem a partir da Estação Jurubatuba, caso desejassem prosseguir viagem no tronco principal. Como esse sistema foi idealizado como provisório, a FEPASA decidiu aproveitar a infraestrutura dos trilhos dos trens de carga, que na época também circulavam no ramal com destino a Santos operando em bitola métrica. Porém, devido a limitações no orçamento da empresa e prioridades em outros projetos da companhia na época, o sistema provisório acabou se tornando o definitivo, sendo posteriormente preservado pela CPTM até o final de 2001, quando foi desativado definitivamente em conjunto ao serviço de trens de carga.

A antiga Estação Varginha, também era ultima estação da Linha Sul da Fepasa que havia sido eletrificada. A partir dela, locomotivas a diesel semelhantes ao Expresso Turístico, partiam em horários específicos da Estação Júlio Prestes, no Centro de São Paulo rumo a Estação Evangelista de Souza no extremo sul da cidade, durante os dias úteis. Aos finais de semana, um trem trafegava até a Estação Ana Costa, na época Santos-EFS, como um serviço turístico, utilizando parte da ferrovia Mairinque - Santos até a altura da antiga Estação Samaritá e outra parte da ferrovia que atualmente pertence a faixa de domínio do VLT da Baixada Santista. [8]

Histórico recente[editar | editar código-fonte]

Originalmente, dois consórcios foram assinados na licitação de expansão da linha com um prazo estimado de 18 (dezoito) meses para execução dos serviços, num valor estimado de R$ 350.000.000,00 (trezentos e cinquenta milhões de reais). Mas devido a complicações no financiamento das obras, as mesmas só foram iniciadas em 2013 mas foram paralisadas no final de 2016 devido ao fato da licitação ter sido realizada apenas com a verba estadual já que as obras também deveriam ter recebido recursos da União, fazendo com que o Governo Estadual rescindisse o contrato com os consórcios que tocavam a extensão. [9] [10] [11]

Enquanto as obras se encontravam suspensas, moradores da região lindeira a estação reclamavam por conta do matagal que se formou no terreno cercado pela CPTM, que se encontrava sem utilidade. [12]

No dia 17 de abril de 2018, o governador Márcio França autorizou o reinicio das obras de extensão da Linha 9 - Esmeralda até Varginha, incluindo a construção de 4 (quatro) pontes rodoviárias acima da via ferrêa para permitir a transposição dos veículos e a readequação do viário na região, além da reimplantação do sistema de alimentação elétrica dos trens, somando um investimento total de R$ 25.000.000,00 (vinte e cinco milhões de reais) que foram liberados do Ministério das Cidades, todavia as obras só recomeçaram em 14 de agosto, devido aos estudos técnicos e planejamento necessários para a implantação do canteiro de obras, além da documentação dos trabalhos realizados e outros processos burocráticos.

Devido aos atrasos, o custo atual da reimplantação da extensão é de R$ 945.000.000,00 (novecentos e quarenta e cinco milhões de reais).

O retorno das obras nos prédios das duas estações, só deverá acontecer após a assinatura da complementação das obras civis nos lotes 1 (um) e 2 (dois), sendo esse ultimo dependente de repasses de recursos do Governo Federal, por meio Programa de Aceleração de Crescimento (PAC). A assinatura do último contrato aconteceu no dia 26 de abril de 2019, onde o novo custo previsto é de R$ 87 milhões, em um contrato de 30 meses – sendo 18 para as obras e 12 para a operação assistida. A entrega está prevista para o segundo semestre de 2021. [13] [14] [15][16]

Características[editar | editar código-fonte]

Estação Varginha de 1992[editar | editar código-fonte]

Estação em superfície com 2 (duas) vias adjacentes em bitola métrica e 1 (uma) plataforma em posição lateral ao lado leste da estação. Estrutura da plataforma construída provisoriamente de madeira e parcialmente coberta com uma estrutura do mesmo material.

A estação possuía um prédio auxiliar ao final da plataforma com um telefone fixo (Orelhão) e um para-choque de via, feito de concreto ao final da via principal, prevenindo que algum trem desgovernado descarrilasse dos trilhos e invadisse a passagem de nível, a frente da estação. [17]

Estação Varginha de 2021[editar | editar código-fonte]

A estação ficará localizada em uma confluência na altura do número 1.000, entre a Avenida Paulo Guilguer Reimber com a Rua Oregon, no sudoeste do bairro Vila Natal. Além da estação Varginha, um novo terminal de ônibus será construído sob responsabilidade da SPTrans. O novo terminal ficará no lugar do terminal atual de mesmo nome localizado ao final da avenida, que atualmente encontrasse saturado devido a alta demanda de passageiros oriundos dos distritos limítrofes a estação. Por conta disso, a Avenida Paulo Guilguer Reimber será duplicada pela prefeitura para permitir o fluxo dos ônibus oriundos da Avenida Senador Teotônio Vilela, reduzindo o atual gargalo rodoviário na região.

Após a estação Varginha, existirão cerca de 700 metros de trilho que serão usados como estacionamento de trens e ponto de partida de uma possível extensão até o distrito de Parelheiros, ao lado desse estacionamento será construído um pequeno pátio de manobras para o trens da Linha 9 da CPTM.

A implantação do novo sistema de sinalização e controle de trens (SCT – Sistema de Controle de Tráfego do Domínio Grajaú), ficará sob responsabilidade da empresa de infraestrutura Alstom. [18] [19] [20]

Aço: 3.000 toneladas
Concreto: 8.000 m³
Estrutura metálica: 451 toneladas
Extensão da estação: 2.100 m²
Área total da estação Varginha, incluindo o Terminal de Õnibus Urbano: 15.000 m² [21] [22] [23] [24] [25] [26] [27] [28]

Sigla Estação Inauguração Integração Plataforma Posição Notas
VAR Varginha 2º semestre de 2021 Bilhete Único da SPTrans
Bilhete Ônibus Metropolitano
Terminal de Ônibus Urbano
Central Superfície Construída inicialmente pela FEPASA
Prédio sendo reconstruído pela CPTM

Diagrama da estação[editar | editar código-fonte]

TUE da Série 7000 da CPTM, que passará a prestar serviços na estação a partir de 2020, em bitola irlandesa.
Diagrama da Estação Varginha
Sentido Osasco

a
1

b
Sentido Varginha

Legenda

                     Linha ferrêa

  Plataforma


Linhas

Plataforma 1: Linha 9–Esmeralda da CPTM
Via a: Sentido Varginha (Apenas desembarque)
Via b: Sentido Osasco (Embarque e desembarque)

(Obs.: Obras da estação parcialmente em andamento)
(Obs.: Diagrama acima desconsidera a infraestrutura da antiga estação.)
(Obs.: Esquema de utilização da plataforma pode variar dependendo do horário de pico.)

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Jornal do trem (26 de abril de 2019). «Expansão da Linha 9». Portal Metálica. Consultado em 28 de abril de 2019 
  2. Alphabet Inc. «Localização da Estação Varginha». Google Maps. Consultado em 29 de abril de 2018 
  3. Imprensa oficial - Carlos Gianazzi (10 de novembro de 2001). «D.O.M Diário Oficial do Município de São Paulo» (PDF). Imprensa Oficial do Estado de São Paulo - Seção 46 - Coluna 2, paragrafo 9. p. 231. Consultado em 31 de julho de 2018 
  4. Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (31 de outubro de 2017). «CPTM entrevista 15 mil passageiros para planejar o transporte sobre trilhos» (PDF). Diário oficial do Poder Executivo - Seção 2. p. 1 e 2. Consultado em 6 de maio de 2018 
  5. Companhia Paulista de Trens Metropolitanos. «Apresentação de Audiência Pública referente a licitação da extensão ferroviária da Linha 9 - Esmeralda» (PDF). Site oficial da CPTM. p. 9. Consultado em 19 de abril de 2018 
  6. Estações Ferroviárias do Brasil (21 de outubro de 2015). «Estação Varginha de 1992». Ralph Mennucci Giesbrecht. Consultado em 19 de abril de 2018 
  7. Governo do Estado de São Paulo (19 de outubro de 2017). «Linha 9 - Esmeralda irá até Varginha e deve atender 120 mil novos usuários». SP Noticias - Portal do Governo. Consultado em 6 de maio de 2018 
  8. Cintia, Suevelin (5 de julho de 2011). «Imagem de barracos irregulares construídos ao lado dos trilhos da antiga estação Varginha». Mural / Folha.com. Consultado em 22 de abril de 2018 
  9. Leite, Fábio (30 de setembro de 2016). «Extensão da linha 9 da CPTM atrasa e fica para 2018». O Estado de São Paulo. Consultado em 13 de novembro de 2016 
  10. Informática, Bruno (9 de maio de 2017). «Obra da expansão da Linha Esmeralda da CPTM atrasada no Grajaú» (Vídeo). Gravação de uma reportagem do SPTV no YouTube (G1). Consultado em 30 de julho de 2017 
  11. Guedes, Phelipe (8 de maio de 2017). «Obra de expansão da Linha 9 da CPTM atrasa e custará mais que o dobro do previsto». TV Globo (G1). Consultado em 6 de maio de 2018 
  12. Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (19 de fevereiro de 2018). «Terreno estação Varginha com matagal em situação de risco para doenças». Reclame Aqui - CPTM. Consultado em 6 de maio de 2018 
  13. Meier, Ricardo (17 de Abril de 2018). «Obras da extensão da Linha 9-Esmeralda são retomadas». Site jornalístico Metrô/CPTM. Consultado em 19 de abril de 2018 
  14. Silva, Thiago. «Imagem das obras da estação Varginha paradas em setembro de 2017». Plamurb. Consultado em 22 de abril de 2018 
  15. Galfo, Fernando (10 de agosto de 2018). «CPTM inicia obras dos viadutos da extensão da linha 9 até Varginha». Ferroviando. Consultado em 14 de agosto de 2018 
  16. «Expansão da Linha 9». Jornal do Trem & Folha do Ônibus. 26 de abril de 2019. Consultado em 28 de abril de 2019 
  17. Estações Ferroviárias do Brasil (23 de agosto de 1998). «Estação Varginha, vista a partir da passagem de nível». Ralph Mennucci Giesbrecht. Consultado em 22 de abril de 2018 
  18. Companhia Paulista de Trens Metropolitanos. «Programa de Investimentos na Linha 9 - Esmeralda (Extensão Grajaú-Varginha)». Site oficial da CPTM. Consultado em 10 de dezembro de 2016. Arquivado do original em 2 de fevereiro de 2016 
  19. Lobo, Renato (27 de abril de 2013). «CPTM estuda atendimento ao distrito de Paralheiros». Via Trôlebus. Consultado em 21 de abril de 2018 
  20. Lobo, Renato (23 de janeiro de 2018). «Alstom adaptará o sistema de sinalização da futura extensão da Linha 9 da CPTM». Via Trôlebus. Consultado em 6 de maio de 2018 
  21. Consórcio TIISA/Serveng/Consbem. «Descrição dos Serviços do Lote 2 na Linha 9 - Esmeralda da CPTM». TIISA Infraestrutura e Investimentos S.A. Consultado em 21 de abril de 2018 
  22. Escritório de Arquitetura. «Renderização da entrada da estação Varginha». Oficina do Desenho, Arquitetura e Urbanismo. Consultado em 21 de abril de 2018 
  23. Escritório de Arquitetura. «Renderização do mezanino da estação Varginha». Oficina do Desenho, Arquitetura e Urbanismo. Consultado em 21 de abril de 2018 
  24. Escritório de Arquitetura. «Renderização aérea da estação Varginha e do terminal de ônibus da SPTrans». Oficina do Desenho, Arquitetura e Urbanismo. Consultado em 21 de abril de 2018 
  25. Companhia Ambiental do Estado de São Paulo. «Licença Ambiental de Instalação nº2220 (Trecho Grajaú-Varginha)» (PDF). Site oficial da CPTM / Secretária Estadual do Meio Ambiente. p. 1. Consultado em 22 de abril de 2018 
  26. Governo do Estado de São Paulo (4 de setembro de 2015). «Declaração de utilidade pública, para fins de desapropriação no trecho ferroviário entre Grajaú e Varginha. Decreto nº 61.477)». Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. Consultado em 22 de abril de 2018 
  27. Issuu (30 de julho de 2012). «Projeção Funcional da Estação Varginha». Revista Engenharia, Edição 610. p. 170 e 171. Consultado em 27 de abril de 2018 
  28. Secretária de Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo (21 de novembro de 2017). «Apresentação do PowerPoint - Realizações da STM e Empresas vinculadas» (PowerPoint). Sindicato - SIMEFRE. p. 60 a 66. Consultado em 6 de maio de 2018 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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