Estagflação

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Estagflação define-se como uma situação típica de recessão, ou seja, diminuição das actividades econômicas e aumento dos índices de desemprego, além da inflação, ou seja, que pelo método científico-econométrico retirem-na da chamada "estagnação" ou "armadilha da liquidez"; após um "merecido ciclo de virtuoso-crescimento-econômico, que toda Economia ou País-viável, merece"; de conformidade com a doutrina de Keynes (é o que caracteriza esse conceito, basicamente, nos meios acadêmicos).[1][2][3][4]

A palavra tem origem durante a crise económica que assolou o mundo durante a década de 1970, de um lado pelo superaquecimento das economias dos “países desenvolvidos”, a partir da excessiva expansão de procura agregada, o que levou a pressões inflacionistas; do outro lado, pela redução da oferta agregada, a partir das restrições impostas pelos países produtores de petróleo, perdas de safras e redução das actividades em sectores que dependem do petróleo como matéria-prima, ou simplesmente como complemento, levando ao desemprego, provocando a "depreciação das moedas fortes" pelos "desinvestimentos" e "deseconomias de escala", patrocinada pelos grupos econômicos (OPEP, por exemplo) que estavam acima dos Estados.[5]

Referências

  1. Online Etymology Dictionary. Douglas Harper, Historian. http://dictionary.reference.com/browse/stagflation (5 de maio de 2007).
  2. British House of Commons' Official Report (also known as Hansard), 17 de novembro de 1965, página 1,165.
  3. Edward Nelson; Kalin Nikolov (2002). Bank of England Working Paper (PDF) (Relatório) 
  4. N. Gregory Mankiw (25 de setembro de 2008). Principles of Macroeconomics. [S.l.]: Cengage Learning. p. 464. ISBN 0-324-58999-9 
  5. «Estagflação: o que é?». Economias.pt. Consultado em 24 de setembro de 2017 
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