Estigma (parapsicologia)

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Estigma em Medicina usa-se este nome quando sem instrumentos ou causas normais externas, surgem marcas tipo úlceras, chagas, ferimentos, queimaduras, bolhas, vesicações etc. Fala-se também de Estigmas Invisíveis: Dores que se produzem sem a presença visível de feridas físicas nas partes estigmatizáveis, todavia o termo "Estigmas" para a parapsicologia designa marcas especificamente de tipo religioso.

São Francisco de Assis, o primeiro de que se tem notícia de ter manifestas no corpo as Chagas de Cristo. Recebeu-as no Monte Alverne, na Toscana, em setembro de 1224 e procurava, por humildade, disfarçá-las com ataduras. A ele se atribui o comentário : “Tanto é o bem que eu espero, que toda pena é um prazer para mim.” Francisco não teve a doçura de vida que às vezes se divulga, cantando ao sol e à lua, numa perfeita e suave harmonia com a natureza. Antes se deve entender que a sua profunda harmonia e sintonia com os todos os seres, principalmente com os seus irmãos – fatos que também se deram com Santa Clara – são resultados de uma perfeita sintonia com Cristo através da participação em seus sofrimentos e suas aflições. Não apenas isso. Também a compreensão de que esses sofrimentos, os de Cristo e os vividos por amor a Cristo, são a fonte da graça para a expiação dos pecados que sem cessar se cometem no mundo. Esses sentimentos são o substancial da graça dos estigmas.

São mais de 300 os estigmatizados de que se tem notícia, entre eles Santa Gema, Santa Catarina de Sena, Anne Catherine Emmerich, dos quais 62 canonizados ou beatificados. No século XX, temos um exemplo marcante em Padre Pio de Pietrelcina, capuchinho italiano, falecido em 23/09/68, aos 81 anos, canonizado em 1999 por João Paulo II. Dele disse Paulo VI, dirigindo-se aos Superiores da Ordem dos Capuchinhos: “Olhai a fama que alcançou, quantos devotos do mundo inteiro se reúnem ao seu redor! Mas por quê? Por ser talvez um filósofo? Por ser um sábio? Por ter muitos meios à sua disposição? Não! Porque celebrava a Missa humildemente, confessava de manhã até a noite e era – como dizê-lo?! – a imagem impressa dos estigmas de Nosso Senhor. Era um homem de oração e sofrimento.”


Referência bibliográfica[editar | editar código-fonte]

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