Estrada da Rhodia

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Avenida Doutor Roberto Moreira
Avenida Albino José Barbosa de Oliveira
Nome popular Estrada da Rhodia
Identificador  PLN-010
CAM-212 
Tipo Via Municipal
Legislação Municipal
Extensão 14,35 km
Extremos
 • oeste:
 • leste:

Rua Manuel de Souza Filho e Rua Eugênio Beraldo, Paulínia, SP
Avenida Albino José Barbosa de Oliveira, Barão Geraldo, Campinas, SP
Interseções SP-332

A Estrada da Rhodia é a denominação popular dada a um conjunto de avenidas e vias vicinais que interligam os municípios de Campinas e Paulínia, pelos distritos de Barão Geraldo e Betel. É denominada oficialmente Avenida Doutor Roberto Moreira em Paulínia e Avenida Albino José Barbosa de Oliveira em Barão Geraldo, além de possuir um trecho sem denominação em Barão Geraldo, conhecido pelo nome genérico.

É uma avenida muito movimentada, dando acesso a vários condomínios residenciais em Betel e Barão Geraldo, além do polo industrial da Fazenda São Francisco, cuja a Rhodia é a principal empresa e que dá o nome popular da via.[1]

O início da via, em Paulínia, se dá com a junção das ruas Manuel de Souza Filho e Eugênio Beraldo, pouco antes da intersecção com a Rodovia Professor Zeferino Vaz (SP-332). Nesse trecho inicial está concentrado parte significativa do tráfego, por ser a principal saída para quem se dirige ao polo petroquímico de Paulínia e ao município de Cosmópolis.

Desde setembro de 2013 a manutenção e conservação do trecho campineiro da via foi assumida pela concessionária Rota das Bandeiras, que é responsável pelo Corredor Dom Pedro, formado pelas, entre outras, rodovias Dom Pedro e Prof. Zeferino Vaz. A medida foi regulamentada através de convênio entre o governo municipal e a concessionária, mas já estava prevista no contrato de concessão do Corredor Dom Pedro. A responsabilidade jurídica, entretanto, ainda cabe à prefeitura.[2]

Em novembro de 2014 um dos trechos da via, a ponte sobre o Ribeirão Anhumas, foi interditada pelas prefeituras de Paulínia e Campinas. A medida foi decorrente de um laudo encomendado pela empresa Rhodia apontar sérios problemas estruturais na obra, que possui mais de 20 anos de construção. No local passava diariamente 4 mil veículos, muitos pesados, como caminhões e ônibus de três linhas, uma municipal de Paulínia e duas da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo. Em maio de 2015 a prefeitura de Paulínia anunciou que abriria licitação para reconstrução da estrutura, mas até agosto nada havia sido publicado.[3][4]

As obras só iniciaram-se em outubro de 2018, com previsão para julho de 2019. As prefeituras de Paulínia e Campinas dividiram a responsabilidade pela reconstrução, com a prefeitura campineira ficando responsável pela demolição da estrutura antiga e o manejo do lixo resultante, e Paulínia sendo responsável pela construção em si.[5] O prazo inicial não foi concluído e no início de 2020 uma nova empresa foi contratada para a conclusão da obra, pois a construtora inicialmente escolhida abandonou a obra no final de 2019.[6] No dia 11 de julho de 2020, após seis anos com tráfego interrompido e um custo de R$ 7,1 milhões, foi inaugurado um par de pontes sobre o Ribeirão Anhumas.[7]

Características da Rodovia[editar | editar código-fonte]

Nos seus arredores há um importante pólo industrial formado por várias empresas, como a Rhodia, que respondem por parte importante da economia paulinense.

A estrada é uma rodovia vicinal que liga o centro do município Paulínia ao bairro de Betel e ao distrito campineiro de Barão Geraldo. Ela possui dois trechos distintos: o primeiro trecho, identificado como PLN 010, entre o centro de Paulínia e a região de Betel, que é duplicado e pavimentado. Esse trecho dá acesso a Cosmópolis através da SP 332 (Rodovia Professor Zeferino Vaz) e ao sul de Betel através da avenida Constante Pavan.

O segundo trecho, entre Betel e Barão Geraldo, é chamado de estrada da Rhodia e é composto por uma pista única pavimentada e dá acesso a Betel pela estrada do Morro Azul e avenida Alexandre Cazellatto e à região da Exxon, nas imediações da REPLAN, por um acesso rodoviário.

Referências

  1. «Estrada da Rhodia apresenta falta de infraestrutura e perigo para os motoristas». globotv.globo.com. 14 de outubro de 2013. p. 2:33. Consultado em 26 de dezembro de 2013 
  2. «Concessionária assume três vicinais em Campinas». correio.rac.com.br. 17 de setembro de 2013. Consultado em 26 de dezembro de 2013 
  3. [httphttp://paulinia.net/2014/11/27/ponte-estrada-rhodia-entre-betel-barao-geraldo-interditada «Ponte da Estrada da Rhodia entre Betel e Barão Geraldo é interditada»]. paulinia.net. 27 de novembro de 2014. Consultado em 29 de agosto de 2015 
  4. «Ponte da Estrada Rhodia ainda espera por reforma após 4 meses». correio.rac.com.br. 5 de maio de 2015. Consultado em 29 de agosto de 2015 
  5. [1]
  6. https://paulinia24horasnoticia.com/2020/04/13/empresa-vai-terminar-construcao-da-ponte-da-rhodia-por-r-11-milhao/
  7. https://correio.rac.com.br/_conteudo/2020/07/campinas_e_rmc/964131-sistema-viario-coloca-fim-a-seis-anos-de-espera.html