Estrada de Ferro Campos a Carangola

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa

A estrada de ferro E. F. Campos a Carangola foi uma companhia ferroviária brasileira que operava no norte do estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Lei da Província do Rio de Janeiro de 12/04/1872, concedeu ao referido Francisco Portela, Mariano Alves de Vasconcelos, Manoel Rodrigues Peixoto e Chrysantho Leite de Miranda Sá,a autorização para construção de ferrovia ligando Campos dos Goytacazes aos Tombos do Carangola, na fronteira com Minas Gerais, em bitola métrica, passando pelos vales dos rios Muriaé e, do seu afluente, o Carangola.

Lei da Província do Rio de Janeiro.

A Estrada de Ferro Campos a Carangola, teve sua pedra fundamental lançada na cidade de Campos dos Goytacazes,[1] em 14 de junho de 1875. No mesmo local aonde a Estrada de Ferro Macaé e Campos abriu a sua estação, em 13 de setembro do mesmo ano.

Chegou, em 1883, a Porto Alegre, depois Villa de São José do Avahy (1887) e atual Itaperuna (1889),[2] atingindo, em 26 de outubro de 1887, Santo Antônio do Carangola (1879), (Santo Antônio (1845), Santo Antônio dos Macacos, depois Santo Antônio de Porciúncula (1926)), atual Porciúncula (1938), seu término.[3]

Em 2 de maio de 1883, a empresa foi incorporada pela Estrada de Ferro Leopoldina.

A Linha até Porciúncula foi extinta pela Rede Ferroviária Federal em 31 de dezembro de 1973 no trecho entre Porciúncula e Itaperuna e, em 1 de novembro de 1977, no restante da linha.[4]

Operava em linha com bitola métrica.

Notas

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Ícone de esboço Este artigo sobre transporte ferroviário é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.