Eu, Carolina

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Eu, Carolina: a história verdadeira
Autor(es) Carolina Salgado, Maria Fernanda Freitas, Leonor Pinhão
Idioma Português
País Portugal Portugal
Assunto Apito Dourado
Género Autobiografia
Editora Dom Quixote
Editor Tereza Coelho
Lançamento 2006
Páginas 157
ISBN 978-972-20-3263-1

Eu, Carolina: a história verdadeira é um livro biográfico lançado em 2006, onde são relatados os acontecimentos vividos por Carolina Salgado desde a altura em que, trabalhando num bar de alterne, conheceu Pinto da Costa, até ao fim da relação com ele.

Desde o seu inicio foi envolto em polémica, ao trazer a público acusações de tráfico de influências, corrupção e agressões fortuitas no mundo do desporto por parte de elementos ligados ao FC Porto, em especial pelo seu ex-companheiro e presidente do Clube, e que prontamente foram recusadas pelos visados todas as acusações. O Ministério Público considerou sérias e fundamentadas as descrições feitas no livro, tendo levado a cabo a re-abertura do processo Apito Dourado, baseado nos novos factos descritos no livro [1].

Controvérsia[editar | editar código-fonte]

Com a reabertura do processo Apito Dourado, baseado nas informações de Carolina Salgado, o livro catapultou para os tops de vendas. Contudo, ao longo do tempo, a autora foi sendo desacreditada. Primeiramente, surgiram rumores de que a autora não fora Carolina Salgado, mas sim uma professora de português, Maria Fernanda de Freitas, redigindo uma primeira versão do livro a partir de depoimentos de Carolina Salgado. Posteriormente surgiram inúmeros rumores e acusações de que Luís Filipe Vieira, teria não só patrocinado com 20 mil euros o livro, mas igualmente manipulado as afirmações de Carolina perante a justiça.[2] No livro, Carolina revela ainda que a mando de Pinto da Costa contratou capangas para agredirem Ricardo Bexiga, contudo, em posteriores declarações ao Ministério Público, a mesma não confirmou a afirmação.[3][4]

Sendo um elemento considerado importante na compreensão do sub-mundo desportivo em Portugal, o livro foi adaptado para o cinema com o titulo de Corrupção.[5]

Referências

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