Eurícledes Formiga

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Eurícledes Formiga
Nome completo José Eurícledes Ferreira
Nascimento 19 de junho de 1924
São João do Rio do Peixe, Paraíba
Morte 9 de maio de 1983 (58 anos)
São Paulo, São Paulo
Ocupação Advogado, jornalista, poeta e médium espírita.

José Eurícledes Ferreira, mais conhecido como Eurícledes Formiga (São João do Rio do Peixe, 19 de junho de 1924 - São Paulo, 9 de maio de 1983[1]) foi um advogado, jornalista, poeta e espírita brasileiro.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Vida Pessoal e Profissional[editar | editar código-fonte]

Filho de José Ferreira Sá e Anna Ferreira Formiga, teve dois irmãos e duas irmãs. Casou-se com Annabel Maria Almeida Ferreira. Teve três filhos: Miguel Vinícius Almeida Ferreira, Marcus Vinícius de Almeida Ferreira (Quito) e Maria de Fátima Almeida Ferreira (Fafá). Residiu também nas cidades de Maceió, Salvador, Fortaleza, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo. Jornalista profissional, ingressou na "Gazeta de Notícias", durante oito anos, em Fortaleza no ano de 1946. Redator da "Folha de S.Paulo", colaborou em outros jornais paulistas como "A Gazeta", e Rádio "Gazeta", no programa "Enciclopédia no Ar", de Fernandes Soares e na extinta TV Excelsior de São Paulo. Também trabalhou no Ministério da Justiça. Formou-se em Direito pela Faculdade de Direito de Guarulhos, em 1973.

Médium Espírita[editar | editar código-fonte]

Alertado primeiro pelo espírito de Joana de Ângelis, quando em visita à Divaldo Franco, Eurícledes não deu importância à mensagem; mas em 1973 recebeu novo aviso de Chico Xavier, alertando que sua missão como médium estava atrasada em 10 anos. A advertência surtiu efeito, dando início a uma procura por centros espíritas em que pudesse desenvolver suas potencialidades. Eurícledes desenvolveu a mediunidade sob várias formas quando trabalhou no Centro Espírita Perseverança, em São Paulo, entre 1973 e 1983, quando de sua morte. Desenvolveu a psicofonia, a incorporação, vidência e audiência, além da psicografia. Sua atividade foi intensa nos dez últimos anos de vida.

Morte[editar | editar código-fonte]

Eurícledes Formiga morreu em São Paulo, vítima de choque cardiogênico.[2]

Obras[editar | editar código-fonte]

Poesia:

  • Baladas da Minha Vida (1949)
  • Vitral da Madrugada (1952)
  • O Cavaleiro do Mar (1955)
  • As Rosas Estão Abertas (1968)
  • Canto do Semeador (1972)
  • Chão de Oferta (1978)
  • Antologia (Obras Póstuma) (1998)

Mediúnicos:

  • Luz na Madrugada
  • Notícias do Além
  • Mais Vida
  • Construções do Espírito
  • Centelhas da Vida
  • Olá Amigos
  • Motoqueiros no Além

Referências

  1. FORMIGA, Miguel. Eurícledes Formiga - De Poeta a Médium. São Paulo: Ed. Vivaluz, 1ª ed. 2010.
  2. http://www.euricledesformiga.com.br/page003.aspx.
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