Eusébio Blasco

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Eusebio Blasco
Busto de Eusébio Blasco, situado no Parque Grande em Zaragoza, Espanha
Nascimento 1844
Zaragoza, Flag of Spain.svg Espanha
Morte 1903
Madrid, Flag of Spain.svg Espanha
Ocupação escritor
Género literário romancista e teatrólogo
Movimento literário Romantismo
Serviço militar
País Flag of Spain.svg Espanha

Eusebio Blasco Soler (Zaragoza, 1844 - Madrid, 1903) é um escritor espanhol.

Biografia[editar | editar código-fonte]

De família aristocrática, irmão do também dramaturgo Ricardo Blasco, começou sua carreira jornalística em Zaragoza, no semanário satírico La Fritada (1862), e ali estreou sua primeira obra teatral: Vidas ajenas. Com 19 anos, mudou-se para Madrid para trabalhar como jornalista nos mais influentes jornais e revistas da época, tais como Gil Blas e La Discusión.

Em 1866, participou dos distúrbios revolucionários do ano anterior, o que o obrigou a mudar-se Paris entre 18676 e 1868. Em 1869, faz a cobertura da inauguração do canal de Suez e torna-se secretário do ministro de Governo de Nicolás María Rivero.

Seu livro París íntimo: impresiones, biografías instantáneas, retratos y siluetas (1894) mostra os 13 anos que morou em Paris, onde foi redator do Le Figaro. Fundou em 1899 a importante revista Vida Nueva. Ainda na area da imprensa, encontra-se colaboração da sua autoria na revista A Leitura[1] (1894-1896).

Obras[editar | editar código-fonte]

Foi um escritor profícuo, totalizando 27 volumes na edição de suas Obras completas (Madri: 1903-1906). Destacou-se como comediógrafo (com mais de setenta comédias), novelista (Los dulces de la boda, 1872; Busilis: relación contemporánea, 1881) e poeta (Arpegios, 1866; Epigramas, 1881). Frequentou e conheceu a boemia, a fama e o fracasso. Igualmente destaca-se a obra O jovem Telêmaco, considerada a primeira peça espanhola do gênero teatral bufo, paródia do romance As aventuras de Telêmaco: filho de Ulisses, de Fénelon.

Placa dedicada ao autor no Teatro Principal de Zaragoza.

Narrativa[editar | editar código-fonte]

Poesia[editar | editar código-fonte]

  • Arpegios, 1866.
  • Soledades, 1876.
  • Poesías festivas, 1880.
  • Epigramas, 1881.

Teatro[editar | editar código-fonte]



Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • R. Lacudena Brualla, marqués de la Cadena, Eusebio Blasco, periodista. Boceto para una biografía. Zaragoza, 1932.
  • Mariano A. Faci Ballabriga, Don Eusebio Blasco y Soler: zaragozano, aragonés y pilarista. Zaragoza: Ayuntamiento de Zaragoza, 2003.
  • Pedro Víllora, Teatro frívolo: El joven Telémaco, La corte de Faraón, Las Leandras. Madrid: Fundamentos, 2007.

Referências


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