Ir para o conteúdo

Evanildo Bechara

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Evanildo Bechara
Evanildo Bechara na Comissão de Educação e Cultura do Senado, em 2014
Nome completoEvanildo Cavalcante Bechara
Nascimento
Morte
22 de maio de 2025 (97 anos)

Causa da mortefalência múltipla dos órgãos
Nacionalidadebrasileiro
Ocupaçãoprofessor, gramático e filólogo
Magnum opusModerna Gramática Portuguesa

Evanildo Cavalcante Bechara (Recife, 26 de fevereiro de 1928Rio de Janeiro, 22 de maio de 2025) foi um professor, gramático e filólogo brasileiro.

Biografia

[editar | editar código]

Evanildo Bechara foi membro correspondente da Academia das Ciências de Lisboa e da Academia Galega da Língua Portuguesa, doutor honoris causa pela Universidade de Coimbra, professor titular e emérito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e da Universidade Federal Fluminense (UFF), professor titular e o 50.° diretor-geral do Instituto Superior de Educação do Rio de janeiro (ISERJ), além de titular da cadeira n.º 16 da Academia Brasileira de Filologia e da cadeira 33 da Academia Brasileira de Letras.[1][2]

Bechara foi autor de várias das principais gramáticas da língua portuguesa destinadas tanto ao público leigo quanto a profissionais da área: Moderna Gramática Portuguesa (37.ª edição, Rio de Janeiro; Editora Lucerna, 1999); Gramática Escolar da Língua Portuguesa (1.ª edição, Rio de Janeiro; Editora Lucerna, 2001); Lições de Português pela Análise Sintática (18.ª edição, Rio de Janeiro; Editora Lucerna, 2004).

Foi ainda editor da revista Confluência, dedicada a temas linguísticos, editada pelo Liceu Literário Português.[3] E, entre 1971 e 1976, editou a revista Littera (16 volumes) para professores de português e literatura de língua portuguesa.[4]

Evanildo Bechara morreu aos 97 anos no dia 22 de maio de 2025 no Hospital Placi, em Botafogo, no Rio de Janeiro, onde estava internado após fraturar o fêmur no ano anterior. A causa da morte divulgada foi falência múltipla dos órgãos.[5][6]

Academia Brasileira de Letras

[editar | editar código]

Evanildo Bechara foi eleito para a cadeira 33 da Academia Brasileira de Letras em 11 de dezembro de 2000, na sucessão de Afrânio Coutinho, sendo recebido pelo acadêmico Sergio Corrêa da Costa em 25 de maio de 2001.

Obras autógrafas

[editar | editar código]

Referências

  1. Instituto Esportivo e Cultural Brasileirinho, Gestor do Projeto Brasileirinho. «O acordo por dentro e por fora (3) – Evanildo Bechara é professor da UERJ, da UFF e membro da ABL.». Consultado em 19 de setembro de 2015. Cópia arquivada em 19 de setembro de 2015 
  2. O Dia Online - iG. «Evanildo Bechara: 'Sendo que' e uma crítica infundada». Consultado em 19 de setembro de 2015. Cópia arquivada em 19 de setembro de 2015 
  3. Revista Confluência no sítio oficial do Liceu Literário Português
  4. «Biografia no site da ABL». Consultado em 19 de junho de 2021 
  5. «Morre Evanildo Bechara, um dos maiores gramáticos do Brasil, aos 97 anos». O Globo. 22 de maio de 2025. Consultado em 22 de maio de 2025 
  6. Cardoso, Alan. «Morre o acadêmico Evanildo Bechara, aos 97 anos». CNN Brasil. Consultado em 22 de maio de 2025 

Ligações externas

[editar | editar código]
Ícone de esboço Este artigo sobre uma pessoa é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.

Precedido por
Afrânio Coutinho
ABL - quinto acadêmico da cadeira 33
2000–2025
Sucedido por
Ana Maria Gonçalves
Precedido por
Serafim da Silva Neto
ABRAFIL - cadeira 16
Sucedido por
Charleston de Carvalho Chaves