Expresso Fortaleza

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Expresso Fortaleza
Logo Expresso Fortaleza.svg
Plataforma B Terminal Messejana.jpg
Plataforma B do Terminal de Messejana destinada ao BRT
Informações
Proprietário Prefeitura de Fortaleza
Local Fortaleza
Tipo de transporte Bus Rapid Transit
Número de linhas 2
Número de estações 11
Tráfego 131 mil passageiros por dia
Tráfego anual Mais de 48 milhões
Chefe executivo José do Carmo Gondim
Sede Avenida dos Expedicionários, 5677, Vila União, Fortaleza.
Website Canal Mobilidade (ETUFOR)
Funcionamento
Início de funcionamento 18 de abril de 2015 (3 anos) (Corredor Antônio Bezerra-Papicu)
Início previsto Abril de 2018
(Corredor Messejana-Centro)
Fim de 2018
(Corredor Parangaba-Papicu)
Operadora(s) ETUFOR (Empresa de Transportes Urbanos de Fortaleza)
Socicam
Número de veículos 25
Comprimento dos veículos 18,6m (Articulado) 13,2m (Padron)
Dados técnicos
Headway 6 a 18 min
Extensão do sistema 17,4 km em funcionamento
Velocidade média 40km/h
Velocidade máxima 60km/h

O Expresso Fortaleza é um sistema de Bus Rapid Transit (BRT) localizado na cidade de Fortaleza.[1] Constituído por uma rede atual de um único corredor concluído, dois em construção e mais dois em projeto, completando os 5 corredores exclusivos projetados, que serão localizados nas principais avenidas da cidade, ligando todos os 7 terminais fechados de Fortaleza.[2] Fazendo ainda integração com as linhas Sul e Parangaba-Mucuripe e a futura linha Leste do Metrô de Fortaleza.[3] O Sistema foi inaugurado oficialmente no dia 18 de abril de 2015 pelo Prefeito de Fortaleza Roberto Cláudio e pelo Governador do Estado Camilo Santana, com a primeira etapa do Corredor Antônio Bezerra-Papicu, na Avenida Bezerra de Menezes.[4][5]

Histórico[editar | editar código-fonte]

O primeiro passo para a implantação do primeiro Corredor BRT da cidade foi a construção de dois grandes viadutos no cruzamento das avenidas Antônio Sales e Engenheiro Santana Junior, apresentada pela prefeitura no dia 5 de julho de 2013, em uma das regiões de maior fluxo de veículos de Fortaleza. Para a prefeitura, a obra orçada em R$ 17 milhões deve solucionar os congestionamentos na área, reduzindo o tempo médio do trecho para motoristas de 30 para 3 minutos. Para viabilização da obra, prefeitura afirma que será necessário o corte de 94 árvores do Parque do Cocó. No mesmo dia grupos organizados em redes sociais criticaram a estrutura do projeto. Eles citaram a falta de planejamento urbano que contemple ciclistas e pedestres. As pessoas também criticaram a altura dos viadutos sobrepostos, que causa impacto urbano negativo e bloqueia a visão do Parque do Cocó para quem mora nos prédios da vizinhança.

Após uma serie de protestos, ocupações, liminares e problemas judiciais, foi liberado no dia 24 de outubro de 2014 o primeiro nível do complexo viário, sendo o segundo liberado no mês seguinte em 2 de novembro, com a inauguração oficial realizada pela Prefeitura de Fortaleza no dia 29 daquele mesmo mês.[6][7]

Outro importante passo dado para a implantação do BRT foi a reforma e ampliação do Terminal Antônio Bezerra, entregue no dia 19 de setembro de 2014 pelo Prefeito Roberto Cláudio.[8][9][10] No dia 18 de abril de 2015 foi inaugurada a primeira etapa do Corredor Antônio Bezerra-Papicu, com os ônibus que trafegam pela Avenida Bezerra de Menezes passando para as faixas da esquerda e utilizando paradas no canteiro central da via, além de modificação de algumas linhas.[11] Enquanto as estações especiais, para embarque e desembarque dos BRTs só foram inauguradas no dia 18 de julho de 2015.[12][13] Em 15 janeiro de 2016 foi assinada a ordem de serviço para o início das obras de requalificação da Avenida Aguanambi, que dentre outras coisas, prevê a construção de 7 estações de embarque e desembarque, para o corredor BRT Messejana-Centro.[14]

Em outubro de 2014 chegou a Fortaleza o primeiro dos 8 ônibus articulados previstos para rodar na primeira etapa do Corredor Antônio Bezerra-Papicu, marcando a volta dos ônibus articulados a Fortaleza após 14 anos, posteriormente chegaram outros 7. Todos são equipados com ar condicionado, suspensão a ar, 6 portas sendo 3 convencionais a direita e 3 elevadas a esquerda para embarque em nível nas estações, motor central ou traseiro, câmbio automático, gps, piso taraflex, e assentos acolchoados.[15][16] Em 8 de Novembro de 2016 foi anunciado pelo então prefeito Roberto Cláudio a construção de um novo corredor exclusivo, ligando os bairros Conjunto Ceará e Parangaba prevista para ser inciada no começo de 2017.[17]

Corredores BRT[editar | editar código-fonte]

Ao todo serão cinco corredores expressos principais ao estilo BRT (Bus Rapid Transit), ligando os sete terminais de integração ao centro e a outras áreas da cidade: Antônio Bezerra-Papicu; Senador Fernandes Távora-Expedicionários; Messejana-Centro; Parangaba-Papicu; Augusto dos Anjos-José Bastos.

Corredor Antônio Bezerra-Papicu[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Corredor Antônio Bezerra-Papicu

Primeiro do corredor do sistema a ter suas obras iniciadas e a ser entregue a população, ligando o Terminal Antônio Bezerra ao Terminal Papicu passando pelo Centro da capital, com ao todo 17,4km e 11 estações, sendo 10 localizadas na Avenida Bezerra de Menezes, 1 na Rua Meton de Alencar, em frente ao Mercado São Sebastião.[18][19]

Durante seu traçado, utiliza as avenidas Mister Hull, Bezerra de Menezes, Domingos Olímpio, Antônio Sales, Engenheiro Santana Junior, além das ruas Meton de Alencar, Monsenhor Catão, Beni de Carvalho e Padre Valdevino. Conta com 2 viadutos (Celina Queiroz e Reitor Antônio Martins Filho, no bairro Cocó) e 2 tuneis (Av. Bezerra de Menezes com Avenida Humberto Monte e Av. Eng. Santana Junior com Avenida Padre Antônio Tomas).[20]

As obras iniciaram no dia 12 de julho de 2013 com um processo de corte de 94 árvores do Parque do Cocó, o que gerou uma serie de protestos. O prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, afirmou que as árvores derrubadas não são nativas da região, classificando-as como "invasoras". Prefeitura também se defende afirmando que, para cada árvore cortada, outras seis serão replantadas no parque, o dobro do que exige a lei ambiental. Manifestantes contrários à obra iniciaram um acampamento na área. Cerca de 20 barracas são montadas e um grupo de 40 pessoas passaram a se revezar na ocupação do Parque. Em meio a protestos, a Prefeitura de Fortaleza inicia o replantio de árvores no Parque do Cocó. Segundo a prefeitura, as árvores são nativas da região e são recolocadas na proporção de seis para cada uma derrubada, o dobro do que prevê a legislação ambiental.[21] Um laudo do Ibama então afirmou que a obra foi realizada de forma irregular, em área da União e sem autorização do poder federal. O laudo elaborado pelo Ibama, comprova que o desmatamento no Cocó foi realizado em área de manguezal, considerada pelo Código Florestal como área de preservação permanente, além de área de relevante interesse ambiental para a cidade de Fortaleza.[22]

Após audiência pública realizada no auditório do Ministério Público Federal (MPF-CE), o órgão anunciou que iria questionar a obra. Na mesma audiência, o superintendente do Patrimônio da União do Estado do Ceará (SPU-CE), Jorge Luiz Queiroz, anunciou que iria pedir o embargo da obra. O Impasse do Parque do Cocó passou a ser caso de Justiça e começa uma batalha de liminares e determinações judiciais. Em 16 de julho de 2013 o MPF por meio do procurador Oscar Costa Filho, pede o embargo da obra. O MPF alega que a área afeta terreno na época da União e foi iniciada sem a permissão desta esfera do poder. A obra possuía autorização dos órgãos estaduais e municipais. No mesmo dia, o juiz Francisco Chagas Barreto Alves, da 2ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Fortaleza, determinou de forma liminar a suspensão das obras dos viadutos. O prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio afirmou que iria recorrer da decisão, e as obras ficaram paradas.[23][24]

A justiça derruba a decisão liminar que impedia a continuidade das obras, e a Prefeitura de Fortaleza afirma que vai seguir com a construção dos viadutos. O então governador do Ceará, Cid Gomes, que apoiava as obras de responsabilidade da Prefeitura de Fortaleza, fez uma visita surpresa ao acampamento do Parque do Cocó para dialogar com os manifestantes. Cid escuta críticas dos manifestantes e tem um bate-boca com o vereador João Alfredo (PSOL), que é contrário à construção dos viadutos. Cid propõe ao grupo que eles saiam do acampamento e liberem a obras em troca da "legalização do Cocó". A legalização tornaria o Parque do Cocó protegido por lei e nele não seriam permitidas outras intervenções que pudessem gerar impacto ambiental. Os ativistas afirmam que são a favor da legalização, mas "não abrem mão" do acampamento e vão "lutar" contra os viadutos por causa dos impactos ambientais da obra. Após horas de debate, Cid Gomes deixa o local na madrugada de 7 de agosto sob vaia do grupo.[25]

A Guarda Municipal de Fortaleza expulsa os manifestantes acampados no Parque do Cocó durante a madrugada. Os ativistas resistiram ao ato, e a Guarda Municipal fez uso de tiros de bala de borracha, spray de pimenta e gás lacrimogêneo. Dezenas de campistas foram feridos e denunciaram suposto abuso de poder dos guardas municipais. Após a expulsão, as máquinas voltam a trabalhar no local e derrubam o restante das árvores que a prefeitura diz ser necessária para as obras. À tarde, manifestantes entram em conflito com a Guarda Municipal. Um guarda foi agredido pelos manifestantes e foi hospitalizado. Vários manifestantes foram agredidos pelos guardas durante o confronto. No fim da tarde, a Polícia Militar reforça a ação para dispersar os manifestantes. Com a ação da PM, o grupo recua da Avenida Engenheiro Santana Júnior até a Avenida Washington Soares. O protesto é dispersado com gás lacrimogêneo em meio aos carros no engarrafamento das avenidas. A justiça Federal embarga as obras do Cocó mais uma vez a pedido do Ministério Público Federal. A nova decisão determina também que policiais e máquinas que realizam as obras sejam retiradas do Parque do Cocó. Após decisão judicial que autoriza continuidade das obras e nova retiradas dos manifestantes do Parque do Cocó, órgãos debatem uma possível solução para o impasse sem que haja retirada com força policial. A decisão da Justiça determina que retirada seja realizada durante o dia (e não de madrugada, como foi feito na primeira vez) e com a presença de promotores da Justiça. A ação também deveria ser filmada.[26]

A Justiça concede à Prefeitura de Fortaleza o direito de retirar os manifestantes da área. O texto da determinação registra que a "ocupação irregular ocorre em protesto contra a realização de obra para construção de viadutos no cruzamento das avenidas mencionadas, bem como pela supressão de algumas árvores supostamente exóticas de pequena faixa de área (apesar do replantio em triplo)". Segundo a juíza, o grupo está "desvirtuando o uso comum e regular do denominado Parque do Cocó, com a instalação de barracas, cartazes, tapumes, entre outros, além do bloqueio de uma das principais entradas do Parque". No mesmo dia, o Ministério Público Federal pede na Justiça mais uma vez a paralisação das obras. Desta vez, o procurador Oscar Costa Filho afirma que a destruição da vegetação pela prefeitura foi três vezes maior que o previsto no projeto original. O juiz federal aceita o pedido feito pelo MPF no dia anterior, e as obras dos viadutos têm determinação para parar pela terceira vez. A decisão para retirar os manifestantes do local, no entanto, continua com autorização. Grupos se organizam na internet para resistir à ação de retirada dos manifestantes. Durante a manhã, Polícia Militar chega ao local para retirar os manifestantes do local. Grupos se acorrentam e se amarram às árvores para evitar a remoção.[27]

Após uma serie de protestos, ocupações, liminares e problemas judiciais, foi liberado no dia 24 de outubro de 2014 o primeiro nível do complexo viário, sendo o segundo liberado no mês seguinte em 2 de novembro, com a inauguração oficial realizada pela Prefeitura de Fortaleza no dia 29 daquele mesmo mês.

Em 16 de Setembro de 2015, passou a ser disponibilizado wi-fi gratuito nas estações. Para utilizar, basta realizar o cadastro oferecido pela Coordenadoria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Citinova). Os dados do usuário são solicitados e devem ser confirmados por e-mail. O acesso é liberado por cerca de uma hora e está limitado à área da estação. A capacidade e velocidade de acesso foram dimensionadas a partir de uma estimativa de quantidade de usuários das estações. O acesso é bloqueado para conteúdo impróprio.[28]

No dia 18 de outubro de 2016 foi o inaugurado pelo então prefeito de Fortaleza Roberto Claudio e o governador do estado do Ceará Camilo Satana o túnel da avenida Engenheiro Santana Júnior com avenida Padre Antônio Tómas, sendo este, a última etapa do pacote de ações de mobilidade anunciados pela Prefeitura de Fortaleza para interligar os terminais do Papicu e do Antônio Bezerra. O túnel foi nomeado em homenagem ao ex-deputado estadual Welington Landim, falecido em junho de 2015.[29]

Vista do Terminal da Parangaba, um dos terminais do corredor Parangaba-Papicu.

Corredor Parangaba-Papicu[editar | editar código-fonte]

O corredor Parangaba-Papicu, anteriormente nomeado como Eixo Via Expressa/Raul Barbosa, tem como objetivo ligar os terminais Papicu e Parangaba com mais velocidade passando por importantes vias como: Via Expressa, Raul Barbosa, Alberto Craveiro e Silas Munguba. A Prefeitura de Fortaleza iniciou no dia 30 de maio de 2015, as intervenções para implantação do túnel na Avenida Padre Antônio Tomás sob a Avenida Almirante Henrique Saboia (Via Expressa) e a rotatória com dois viadutos na Avenida Governador Raul Barbosa com Avenida General Murilo Borges. O anúncio foi feito no dia 25 de maio de 2015, no Paço Municipal, e integra as obras de mobilidade do projeto de mobilidade urbana do Eixo Via Expressa/Raul Barbosa, que contemplam o corredor. As intervenções custarão R$ 48 milhões, financiadas com recursos Caixa Econômica Federal (R$ 17 milhões para o túnel e R$ 31 milhões para a rotatória), com previsão de conclusão em até 16 meses após o início da obra. A rotatória terá 90 metros de diâmetro, dotada com duas faixas para tráfego e dois viadutos de cerca de 312 metros de extensão fazendo a ligação sertão-praia. A interseção de vias contará com seis pontos de travessia para pedestres, iluminação, padronização dos passeios e projeto paisagístico com a plantação de novas mudas e espécies nativas. Dentro do pacote do corredor de transporte público Parangaba/Papicu já foram concluídos e entregues em 2014: túnel Barros Pinho, localizado na Avenida Santos Dumont sob a Via Expressa; duplicação da Avenida Alberto Craveiro; restauração da Avenida Paulino Rocha; e túnel Jornalista Demócrito Dummar. [30]

Corredor Messejana-Centro[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Corredor Messejana-Centro

O Corredor Messejana-Centro, conhecido anteriormente como corredor BR 116-Aguanambi, tem como objetivo melhorar a fluidez no trânsito da cidade, possibilitando mais velocidade ao transporte público na região entre o terminal de Messejana e o Centro de Fortaleza, por meio de faixas e corredores exclusivos localizados em importantes vias da cidade como: Aguanambi, BR-116 e Domingos Olímpio. O projeto de implantação do corredor BR 116-Aguanambi contará com investimentos de cerca de R$ 290 milhões, sendo 50% financiado pelo BID e 50% do Governo Federal.

Plataforma C do terminal de Messejana.

O corredor contará com a construção de túnel no cruzamento avenidas Domingos Olímpio, Avenida Antônio Sales, Aguanambi é Dom Manuel, eliminando os semáforos do trecho. O canteiro central ao longo da Avenida Aguanambi receberá estações de embarque e desembarque dos ônibus articulados. Segundo a Prefeitura de Fortaleza, a pista terá três faixas para veículos e uma exclusiva para ônibus, que será localizada à esquerda, junto ao canteiro central. À direita da avenida, serão implantadas ciclovias junto às calçadas, que receberão projeto paisagístico com plantio de árvores e arbustos, sombreando todo o passeio. Com calçadas drenantes, conhecidas como “calçada verde”, o pedestre poderá usufruir de calçadas mais amplas, acessíveis e ecológicas. Próximo à sede da Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e de Cidadania (AMC), onde há um estreitamento na via, a avenida passará por um aumento do raio de curvatura no ponto. Com a correção, a prefeitura espera reduzir o número de acidentes de trânsito no local.[31]

Outra intervenção realizada foi a construção do novo terminal de Messejana, que teve uma ampliação de 70% do espaço, passando de 4 mil m² para 6,8 mil m² de área construída, passando a contar com três plataformas de embarque e desembarque, passarelas para pedestres, rampas e placas de sinalização de acordo com as normas de acessibilidade. Como parte do mesmo pacote de obras, uma nova praça está sendo construída em frente ao novo terminal e a Avenida Jornalista Tomaz Coelho está sendo ampliada para quatro faixas, sendo duas em cada sentido.[32][33][34]

Corredor Senador Fernandes Távora-Expedicionários[editar | editar código-fonte]

O Corredor Senador Fernandes Távora-Expedicionários será divido em três etapas, indo do Terminal do Conjunto Ceará até a Praça Coração de Jesus, no Centro de Fortaleza. Prometida para começar em 2014, a intervenção do Bus Rapid Transit (BRT), não chegou a iniciar efetivamente, tanto por falta de recurso da União para a Prefeitura, quanto por apresentar o que o Tribunal de Contas da União (TCU) considera “irregularidades graves”. No trecho I, houve apenas drenagem no valor de R$ 270.076,73. O projeto básico data de 2003 e sofreu alterações no trecho I, por meio de revisão de técnicos da CEF, em que 38,13% do valor total da etapa foi suprimido e 6,4% foi acrescido, alterando o valor do contrato de R$ 30.260.434,01 para R$ 20.672.448,82.[35]

No dia 8 de novembro de 2016 foi anunciado pelo prefeito de Fortaleza, Roberto Claudio a construção do mais ''novo corredor exclusivo da capital'', ligando os terminais do Conjunto Ceará a Parangaba, com início das obras previsto para Janeiro de 2017.[17] O projeto em questão se tratava do primeiro trecho do corredor Senador Fernandes Távora-Expedicionários, que no dia 17 de novembro de 2016 teve o aval do TCU anunciado. Com o aval, as intervenções podem ser retomadas em sua totalidade, em função de esclarecimentos prestados pela Secretaria Municipal da Infraestrutura (Seinf) ao TCU, referentes ao cálculo do dimensionamento do pavimento e estudos de viabilidade. Para o projeto há previsão de repasse do Orçamento Geral da União (OGU) de R$ 100 milhões, e da aplicação, a título de contrapartida, de R$ 96,291 milhões, totalizando o valor do investimento em R$ 196,29 milhões. De acordo com a Carta Consulta aprovada pelo Ministério das Cidades, R$ 125,3 milhões serão destinados às obras, ao trabalho social, ao projeto e ao gerenciamento e R$ 71,0 milhões às desapropriações.[35]

Trecho 1 [editar | editar código-fonte]

Irá da avenida D do Conjunto Ceará ao Terminal da Lagoa, com extensão de 5,7 km e cujas obras já foram licitadas, mediante o Edital RDC Presencial 8/2015, e contratadas por regime de empreitada por preço unitário, pelo valor inicial de R$ 30.260.434,01, alterado, por meio do 1º Termo Aditivo, para R$ 20.672.448,82.[35]

Trecho 2 [editar | editar código-fonte]

Irá do Terminal da Lagoa até a avenida Expedicionários, com extensão de 4,8 km e previsão de investimentos de R$ 158,1 milhões (obras: R$ 79,7 milhões; projetos: R$ 2,9 milhões; gerenciamento: R$ 1,4 milhão; trabalho social: R$ 3,1 milhões para trabalho social; e desapropriações/ reassentamentos: R$ 71,0 milhões).[35]

Trecho 3[editar | editar código-fonte]

Irá da avenida Expedicionários, segue até a rua Barão do Rio Branco e Senador Pompeu, com extensão de 5,2 km e previsão de investimentos de aproximadamente R$ 19,9 milhões (obras: R$ 18,7 milhões; projeto: R$ 0,8 milhão; gerenciamento: R$ 0,4 milhão).[35]

Projetos Cancelados ou Temporariamente adiados[editar | editar código-fonte]

Quando anunciado o Expresso Fortaleza deveria contar com 9 corredores expressos, sendo 7 em formato de BRT e 2 formato de BRS, mas por circunstancias não divulgadas alguns projetos caíram no esquecimento antes mesmo de serem executados. Foi o caso do corredores Perimetral-Juscelino Kubitschek, Primeiro Anel Expresso, Emílio de Menezes-Vital Brasil e Coronel Carvalho-Castelo Branco. Houve ainda os projetos cancelados de 3 outros corredores anunciados no pacote de mobilidade para a copa do mundo de 2014: BRT da Avenida Paulino Rocha, BRT da Avenida Dedé Brasil (Atualmente Avenida Dr. Silas Munguba) e BRT da Avenida Alberto Craveiro, sendo o traçado dos dois últimos integrados ao projeto do corredor Parangaba-Papicu.[36]

Corredor Perimetral-Juscelino Kubitschek[editar | editar código-fonte]

O corredor expresso Perimetral-Juscelino Kubitschek, teria 20,1 km de extensão, ligando a periferia de Fortaleza de Leste a Oeste pelos terminais Messejana e Antônio Bezerra, sendo possível a integração dos demais corredores radiais que ligam a periferia ao Centro da cidade. As obras de melhoramento viário abrangem a instalação de 80 estações de embarque e desembarque, 6 túneis, 2 viadutos, ciclovia e requalificação do pavimento e calçadas, proporcionando integração com os seguintes corredores: Antônio Bezerra-Papicu; Senador Fernandes Távora-Expedicionários; José Bastos-Augusto dos Anjos; Alberto Craveiro; Paulino Rocha; Via Expressa-Raul Barbosa e Silas Munguba. Tais intervenções tornarão a Avenida Perimetral em uma via expressa, ou seja, sem cruzamentos. A obra teria um investimento de R$ 297 milhões.[37]

Corredor do Primeiro Anel Expresso[editar | editar código-fonte]

Com um investimento previsto de R$ 189 milhões, o corredor do Primeiro Anel Expresso de Fortaleza, teria extensão de 6,8 km, fazendo a ligação entre o Mucuripe e a Avenida Presidente Castelo Branco, na altura da Escola de Aprendizes Marinheiros, criando um arco expresso que contorna a região central da cidade. Trata-se de um importante corredor de transporte que complementará o projeto original da Via Expressa, sendo dividido em dois trechos. O primeiro trecho inicia-se na Avenida Raul Barbosa, seguindo paralelo ao canal da Aerolândia e ao longo das Avenidas Borges de Melo, Aguanambi, Eduardo Girão, chegando à Avenida João Pessoa, perfazendo uma extensão de 4,8 km. O segundo trecho segue da Avenida Bezerra de Menezes, pela Avenida José Bastos, até chegar à Avenida Presidente Castelo Branco, completando 2 km de extensão. O projeto previa 28 estações de embarque e desembarque, 9 viadutos, 4 túneis, ciclovia e requalificação viária.[38]

Corredor Emílio de Menezes-Vital Brasil[editar | editar código-fonte]

Tinha como objetivo a implantação de 6,6 km de corredor preferencial para transporte público no modelo BRS ao longo das Ruas Emílio de Menezes e Vital Brasil, possibilitando ligação do Terminal do Conjunto Ceará ao corredor expresso José Bastos-Augusto dos Anjos e Perimetral, beneficiando os bairros Conjunto Ceará, Granja Portugal e Bom Sucesso. A estrutura básica do projeto foi alterada vindo a se tornar o Corredor Conjunto Ceará-Parangaba. Tinha um valor de financiamento estimado em R$ 55 milhões. [39]

Corredor Coronel Carvalho-Castelo Branco[editar | editar código-fonte]

Teria um investimento de R$ 49 milhões, seriam implantados 12,4 km de corredor expresso de ônibus no modelo BRS ao longo das Avenidas Cel. Carvalho, Radialista José Lima Verde e Presidente Castelo Branco. O corredor iria possibilitar a ligação expressa entre o Terminal Antônio Bezerra e a Avenida Alberto Nepomuceno, na zona central da cidade, proporcionando integração com os corredores cancelados Perimetral-Juscelino Kubitschek e 1º Anel Expresso. A requalificação das vias componentes deste corredor previa a implantação de um novo pavimento, recebendo os serviços de drenagem, padronização de calçadas, sinalização, paisagismo e iluminação. No projeto, ainda estava prevista 48 estações de embarque e desembarque. [40]

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

O Sistema atualmente conta com 10 estações de embarque e desembarque localizadas no canteiro central da avenida Bezerra de Meneses, e uma na lateral da rua Meton de Alencar, uma rede de faixas e corredores exclusivos de ônibus em importantes avenidas da cidade, além de dois corredores expressos: Antônio Bezerra-Centro e Antônio Bezerra-Papicu, ambos integrados as estações José de Alencar e São Benedito da Linha Sul do metrô e as estações do sistema de bicicletas compartilhas de Fortaleza, o Bicicletar.

Estações[editar | editar código-fonte]

As 11 estações do Expresso Fortaleza, utilizam um design moderno e inovador, com portas automáticas de vidro, internet wi-fi gratuita, rampas, barras de proteção, equipamentos sonoros e luminosos, piso tátil para pessoas deficientes visuais, mapa de localização em braile, peineis de informações sobre abrigos próximos, além de serem integradas ao sistema de Bicicletas compartilhadas de Fortaleza, o Bicicletar. As estações são divididas em duas partes: Uma plataforma elevada para embarque e desembarque para ônibus articulados é tipo pesado com portas á esquerda pertencentes as Linhas 222 e 200 que fazem parte respectivamente dos corredores Antônio Bezerra-Papicu e Antônio Bezerra-Centro, e a outra parte com abrigos localizados nos acessoas as plataformas para embarque e desembarque das demais 17 linhas de ônibus comuns que passam pela via. [41]

Terminais de Integração[editar | editar código-fonte]

Túnel de ligação entre as plataformas do Terminal do Antônio Bezerra.

Todos os sete terminais de integração da cidade (Antônio Bezerra, Papicu, Messejana, Conjunto Ceará, Lagoa, Parangaba é Siqueira) passarão por reforma e ampliação para melhor atender os usurários do transporte coletivo da capital. O Terminal do Antônio Bezerra foi o primeiro a ser reformado, passando a ter mais que o dobro do espaço original, passando de 12 mil m² para 29 mil m², tendo recebido um investimento de, aproximadamente, de R$ 21,5 milhões. O novo equipamento conta com plataformas com piso industrial, cobertura em estrutura metálica e pavimento rígido para circulação de ônibus. No total, são duas plataformas de embarque e desembarque e uma para a Administração, todas com amplas áreas para circulação de passageiros, com estações para receber os ônibus articulados e os convencionais. Para garantir o funcionamento adequado das 46 linhas de ônibus que passam pelo local, o terminal possui rampas e túneis de acesso de pedestres às plataformas, que evitam o cruzamento entre usuários e ônibus, proporcionado mais rapidez, comodidade e segurança. O terminal conta com duas entradas com bilheterias, prédio para a administração, posto de monitoramento, auditório, além de quatro conjuntos de banheiros acessíveis. Toda a sinalização do equipamento também foi pensada para facilitar o deslocamento dos passageiros, informando desde a localização dos serviços até a relação das linhas por plataforma. [42]

Terminais de Integração de Fortaleza
Terminais Bairro Regional Demanda inauguração
Transportes de Fortaleza.png
Papicu Papicu II 273 mil usuários por dia 23 de janeiro de 1993
Antônio Bezerra Antônio Bezerra III 218 mil usuários por dia 01 de julho de 1992
Messejana Messejana VI 149 mil usuários por dia 01 de julho de 1992
Parangaba Parangaba IV 190 mil usuários por dia 07 de Agosto de 1993
Siqueira Siqueira V 152 mil usuários por dia 22 de novembro de 1995
Conjunto Ceará Conjunto Ceará V 67 mil usuários por dia 07 de setembro de 1993
Lagoa Parangaba IV 53 mil usuários por dia 03 de julho de 1993

Centro Operacional Integrado (COI)[editar | editar código-fonte]

O Centro Operacional Integrado (COI) funciona na sede da Etufor e é responsável pelo serviço de monitoramento em tempo real das linhas, velocidade média dos ônibus e vans nas faixas exclusivas e corredores, bem como o pleno funcionamento dos sete terminais fechados, dos dois abertos, das estações do Corredor Expresso da Bezerra de Menezes por meio do circuito de câmeras. Com o uso da tecnologia, é possível acompanhar em tempo real a operação de transporte, readequando a frota dos ônibus, os intervalos e, se necessário, realizar o desvio de rotas em caso de acidentes, manifestações ou obras. Ao verificar o cumprimento de itinerários, a regularidade e o índice de confiabilidade, é possível diariamente estudar e analisar a parametrização do quadro de horários a partir de atrasos ou adiantamentos. Esse serviço está disponibilizado para a Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança (CIOPS), favorecendo a segurança dos usuários nas estações.[43][44][45]

Veículos[editar | editar código-fonte]

Nas estações do corredor Expresso Fortaleza operam 2 tipos de ônibus: Articulados (Sanfonados) e Comum tipo padron (ônibus que possui portas dos dois lados e maior capacidade).

Articulados (Sanfonados)[editar | editar código-fonte]

Os 8 veículos possuem 18,6 metros de comprimento, podem transportar até 180 passageiros, enquanto os ônibus comuns suportam no máximo 80. Todos possuem ar-condicionado. Dentre outros apetrechos, estão ausência de embreagem, banco regulável para o motorista e câmera de ré. As empresas Santa Cecília, Dragão do Mar, Maraponga, Siará Grande, Vega, Viação Fortaleza, Viação São José e Viação Urbana investiram em torno de R$ 7 milhões na aquisição dos ônibus articulados. Cada veículo custou, em média, R$ 750 mil. Os veículos são divididos em chassi Mercedes-Benz O500 MA e Volvo B340M, com carroceria Marcopolo Viale BRT, Neobus Mega BRT e Mascarello Gran Metro.[46]

Comum Padron[editar | editar código-fonte]

Os 17 veículos possuem 13,2 metros de extensão, e com cinco portas. Os veículos também são equipados com ar condicionado, câmeras, lixeiras, GPS, elevador para deficientes e painéis laterais eletrônicos para informar os itinerários. Apesar das portas altas do lado esquerdo, os veículos tem portas com degraus semelhantes aos convencionais do lado direito, o que possibilitaria o uso imediato nas paradas em nível com as calçadas. Os veículos foram adquiridos pelas empresas São José e Santa Cecília, e são divididos em chassi Volksbus/Man 17.260 OD, Mercedes-Benz OF 1724 e Volvo B270F, com carroceria Neobus Mega Plus e Mascarello Gran Via 2014.[47]

Referências

  1. «Fortaleza – Município prepara a implantação de mais dois corredores de BRT – Transporte Moderno». transportemodernoonline.com.br. Consultado em 9 de fevereiro de 2018. 
  2. «Terminais Urbanos». www.socicam.com.br. Consultado em 9 de fevereiro de 2018. 
  3. «Capital terá 7 corredores exclusivos de ônibus - Cidade - Diário do Nordeste». Diário do Nordeste. Consultado em 9 de fevereiro de 2018. 
  4. «Primeira fase do Corredor Expresso Fortaleza na Bezerra de Menezes começa com 26 linhas de ônibus alteradas». www.fortalbus.com. Consultado em 9 de fevereiro de 2018. 
  5. «Corredor Expresso na avenida Bezerra de Menezes começa a funcionar». www20.opovo.com.br. Consultado em 9 de fevereiro de 2018. 
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