Fábio Deivson Lopes Maciel

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Fábio
Fábio
Fábio em 2011
Informações pessoais
Nome completo Fábio Deivson Lopes Maciel
Data de nasc. 30 de setembro de 1980 (41 anos)
Local de nasc. Nobres, Mato Grosso, Brasil
Nacionalidade brasileiro
Altura 1,88 m
destro
Apelido Muralha Azul
Informações profissionais
Clube atual Cruzeiro
Número 1
Posição goleiro
Clubes profissionais
Anos Clubes
1997
1998–2000
2000
2000–2004
2005–
União Bandeirante
Atlético Paranaense
Cruzeiro (emp.)
Vasco da Gama
Cruzeiro
Seleção nacional
1997
1999
2003–2011
Brasil Sub-17
Brasil Sub-20
Brasil

Fábio Deivson Lopes Maciel, mais conhecido apenas como Fábio (Nobres, 30 de setembro de 1980), é um futebolista brasileiro que atua como goleiro. Atualmente joga no Cruzeiro.

Em 2010[1] e 2013, ele foi premiado com o título de melhor goleiro do Campeonato Brasileiro. Também foi eleito em quatro oportunidades (2006, 2008, 2010, 2013 e 2014) como melhor jogador do futebol mineiro. Além disso, acumula diversas premiações importantes vestindo a camisa do Cruzeiro.

É o jogador que mais atuou pela equipe do Cruzeiro, com mais de 900 jogos disputados, marca alcançada ao fim da temporada 2020/2021.[2] Fábio também é o jogador com mais partidas jogadas e sem sofrer gols na história do Campeonato Brasileiro e o terceiro atleta brasileiro com mais partidas disputadas pela Copa Libertadores da América.

Infância e juventude[editar | editar código-fonte]

Fábio nasceu no Mato Grosso, na cidade de Nobres, a 142 km da cidade de Cuiabá, onde viveu até os 11 anos. De Maracaju, ele e sua família seguiram para Aparecida do Taboado no Mato Grosso do Sul devido a uma transferência de trabalho do seu pai.[3] Na sua infância, enquanto jogava com os colegas de classe o sugeriram a buscar uma vaga na equipe da cidade. Enquanto morava no Mato Grosso do Sul, não tinha muito acesso ao futebol, com a televisão geralmente transmitindo uma partida por semana. Os poucos goleiros que conseguia ver, como Taffarel, Zetti, Dida, e Gilmar, viraram influências em seu estilo de jogo.[4]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Início[editar | editar código-fonte]

O primeiro time profissional de Fábio foi o União Bandeirante, onde iniciou em 1997. Depois, jogou pelo Atlético Paranaense, onde conquistou o Campeonato Paranaense de 1998.[3]

Em 1999, aos 19 anos, Fábio foi emprestado ao Cruzeiro, onde finalmente era alçado ao time principal, fazendo sua estreia em jogo contra o Universal-RJ, em 4 de março de 2000. O jogador se manteve no Cruzeiro por um ano, sendo reserva do goleiro André e ganhando o título da Copa do Brasil. Quando acabou o empréstimo, voltou ao União ainda em 2000 e logo foi para o Vasco da Gama.[3]

Vasco da Gama[editar | editar código-fonte]

Fábio permaneceu entre 2000 à 2005 no Vasco, se tornando titular absoluto da equipe em 2002, após a saída de Helton, e ganhando a Copa João Havelange e a Copa Mercosul em 2000 e o Campeonato Carioca em 2003.[3]

Em 2005, após algumas convocações para a Seleção Brasileira, o presidente vascaíno Eurico Miranda acusou Fábio de não ter se reapresentado ao time. Bloqueado de jogar no Vasco e impedido pelo regulamento de assinar com outra equipe, Fábio ficou quatro meses parado e no meio tempo processou o Vasco na Justiça do Trabalho. Durante o período, negociou seu retorno para o Cruzeiro.[4]

Cruzeiro[editar | editar código-fonte]

2005[editar | editar código-fonte]

Fabio reestreou no Cruzeiro em 2005, sob o comando do técnico Levir Culpi. Apesar de precisar voltar à forma após o período parado, voltou a ter boas atuações e já no ano seguinte voltou a ser convocado para a Seleção Brasileira.[4]

2006[editar | editar código-fonte]

Em 2006 conquistou com o Cruzeiro o título do Campeonato Mineiro e foi destaque do Troféu Telê Santana promovido pela TV Alterosa como o melhor jogador de Minas Gerais.[5]

2007[editar | editar código-fonte]

Viveu ano complicado, marcado por uma lesão e pela volta por cima no segundo semestre.

2008[editar | editar código-fonte]

Em 2008, voltou a ganhar o título estadual e mais uma vez o Troféu Telê Santana de melhor jogador de Minas Gerais.

2009[editar | editar código-fonte]

Em 2009, Fábio conquistou o Torneio de Verão no Uruguai e pela terceira vez o título do Campeonato Mineiro. Além disso, foi vice-campeão da Copa Libertadores da América.

2010[editar | editar código-fonte]

Em 2010, no dia 2 de junho, Fábio entrou para a história do Mineirão, tornando-se o terceiro goleiro a gravar suas mãos na Calçada da Fama do estádio.[6] Em novembro o jogador manifestou a sua satisfação em jogar pela equipe: "Hoje não trocaria o Cruzeiro por nenhum outro clube do Brasil e até mesmo do exterior."[7]

Em 6 de dezembro, após conquistar com o Cruzeiro a segunda colocação no Campeonato Brasileiro, Fábio foi laureado com o prêmio Bola de Prata de melhor goleiro da competição, concedido pela revista Placar[1]; conquistou o Prêmio Craque do Brasileirão de melhor goleiro do campeonato, concedido pela CBF; e foi eleito o melhor jogador de Minas Gerais no Troféu Telê Santana, promovido pela TV Alterosa; neste mesmo ano o goleiro foi o 10º melhor goleiro do mundo e conseguiu o feito de ser o segundo goleiro brasileiro a entrar ao top 10 de melhores goleiros do mundo.

2011[editar | editar código-fonte]

No dia 8 de fevereiro, Fábio renovou o contrato com o Cruzeiro até 2015.[8] No dia 2 de março, o goleiro defendeu pela décima primeira vez um pênalti na Copa Libertadores da América, em jogo válido contra o Deportes Tolima, da Colômbia, garantindo o empate sem gols, fora de casa em uma partida bastante disputada.[9] No dia 27 de julho, contra o Atlético Goianiense, Fábio completou 400 jogos pela equipe do Cruzeiro, em partida válida pelo Campeonato Brasileiro.[10]

2012[editar | editar código-fonte]

Em 7 de fevereiro, Fábio foi eleito o camisa 1 do Troféu Telê Santana de 2011. Com a premiação o atleta se isolou como recordista, com nove troféus em onze participações.[11]

2013[editar | editar código-fonte]

No dia 19 de maio, Fábio consolidou a carreira em emocionante partida pela final do Campeonato Mineiro, com duas defesas históricas, que garantiram a vitória do Cruzeiro contra o arquirrival, e o tornaram o melhor jogador em campo na partida.[12] Já no dia 5 de junho, após duas rodadas seguidas sem sua equipe vencer pelo Campeonato Brasileiro, Fábio fez quatro boas defesas em chutes de Alexandre Pato, no jogo contra o Corinthians, partida vencida pela sua equipe por 1 a 0, com gol de pênalti de Dagoberto.[13] No jogo da rodada seguinte, sofreu dois gols no empate com o Internacional por 2 a 2 em 8 de junho.[14] No jogo contra a Portuguesa, no dia 5 de julho, Fábio completou a marca de 500 partidas pelo Cruzeiro.[15]

No dia 13 de novembro, Fabio sagrou-se campeão brasileiro com o Cruzeiro, com quatro rodadas de antecedência, na partida contra o Vitória, vencida pela equipe mineira por 3 a 1. O goleiro atuou de maneira decisiva, fazendo defesas importantes e impedindo a reação do adversário.[16] Durante entrevista coletiva realizada após o jogo, Ney Franco, técnico da equipe baiana, chegou a apontar Fábio como o melhor jogador da partida.[17] No mesmo dia, no programa da ESPN "Jogo Limpo com André Plihal", o ex-goleiro Gilmar Rinaldi havia apontado Fábio como o melhor goleiro do Brasil no momento.[18] Esse "título" foi oficializado no dia 9 de dezembro, quando ganhou pela segunda vez o prêmio Bola de Prata como melhor jogador na posição, atuando pelo Campeonato Brasileiro.[19][20]

2014[editar | editar código-fonte]

No dia 7 de agosto, em entrevista coletiva, Fábio revelou seus planos para encerrar sua carreira em abril de 2016, quando seu contrato com o time mineiro termina.[21] Na partida do dia 7 de novembro contra o Criciúma, pelo Campeonato Brasileiro, Fábio completou 600 jogos com a camisa do Cruzeiro.[22]

No dia 23 de novembro, sagrou-se campeão brasileiro após a vitória do Cruzeiro sobre o Goiás por 2 a 1, com duas rodadas de antecedência.[23] Também bateu o recorde da competição (com o time) ao terminar o campeonato com 80 pontos, superando o recorde que pertencia ao São Paulo, que em 2008 terminou o campeonato com 78 pontos.

2016[editar | editar código-fonte]

Atingiu a marca de 700 jogos disputados pelo Cruzeiro no dia 17 de julho de 2016, no jogo contra o Fluminense.[24]

No dia 14 de agosto de 2016, durante o empate por 2–2 contra o Coritiba, em partida válida pela vigésima rodada do Campeonato Brasileiro, Fábio sofreu uma torção no joelho em um lance com o atacante turco Kazim, aos nove minutos do primeiro tempo.[25] O goleiro preferiu permanecer em campo, mas pediu substituição pouco depois de sofrer o segundo gol, sendo substituído por Lucas França. No lance, Fábio não conseguiu saltar para tentar a defesa e a bola acabou entrando no ângulo esquerdo. Os exames detectaram uma ruptura no ligamento cruzado anterior do joelho direito.[26][27] Após passar por uma cirurgia, o jogador ficou o resto da temporada afastado.[28]

2017[editar | editar código-fonte]

No dia 4 de janeiro, Fábio retornou aos trabalhos, cinco dias antes da reapresentação da equipe, para a fase final de recuperação do tratamento no joelho direito. Segundo o fisioterapeuta Charles Costa, o jogador está "evoluindo muito bem" e a perna lesionada apresenta um bom rendimento em níveis de força, amplitude, movimentos e flexibilidade. O jogador realizou atividades funcionais, que envolvem o gesto esportivo e movimentos específicos da posição.[29] No dia 13 de março, participou de um treino com a equipe sub-20 do Cruzeiro.[30]

No dia 9 de abril, após oito meses afastado, Fábio retornou aos gramados em partida contra o Democrata, válida pelo Campeonato Mineiro.[31][32] Com a ascensão de Rafael como substituto de Fábio, a vaga de goleiro titular passou a ser disputada entre o dois atletas.[33] No início do Campeonato Brasileiro, no entanto, Fábio retomou a posição de titular, em partida contra o São Paulo.[34]

Em 23 de agosto, Fábio teve participação crucial na classificação do Cruzeiro à final da Copa do Brasil. O Cruzeiro venceu o Grêmio por 1 a 0 no tempo normal, placar que levou a partida para a decisão por pênaltis, já que a equipe gaúcha tinha vencido a primeira partida pelo mesmo placar. Fábio salvou um pênalti decisivo e o Cruzeiro avançou para a final.[35]

No dia 27 de setembro, no último jogo da final contra o Flamengo, Fábio defendeu um pênalti e garantiu o título de campeão da Copa do Brasil, no Mineirão.[36][37][38]

2018[editar | editar código-fonte]

Em 8 de abril, contra o Atlético Mineiro, o Cruzeiro se impôs no jogo, fez valer o mando de campo e marcou os dois gols necessários para ser campeão do Campeonato Mineiro pela 37ª vez na história. Balançou a rede logo aos três minutos do primeiro tempo, com Arrascaeta. Com um sistema defensivo sólido, Fábio quase não sofreu sustos. O gol do título saiu dos pés de Thiago Neves, no início da etapa final, após cruzamento de Robinho.[39] A partir daí, foi segurar o resultado e esperar o apito do árbitro para erguer a taça.[40]

No dia 15 de agosto, Fábio atingiu a marca de 24 defesas em cobranças de pênaltis.[41] Esse número foi alcançado após o jogo de volta contra o Santos, pelas quartas de final da Copa do Brasil, quando o goleiro defendeu todas as três cobranças da equipe santista, garantindo a classificação do Cruzeiro para a semifinal da competição.[42]

Em 17 de outubro, Fábio conquistou sua terceira Copa do Brasil pelo Cruzeiro, ao vencer o Corinthians por 2–1, na Arena Corinthians.[43] Quatro dias depois, na vitória sobre a Chapecoense por 3–0, no Estádio Independência, Fábio completou 800 jogos pelo Cruzeiro.[44]

Seleção Nacional[editar | editar código-fonte]

Sub-17[editar | editar código-fonte]

Fábio foi o goleiro titular da campanha vitoriosa da Seleção Brasileira Sub-17 no Campeonato Mundial de 1997, fazendo pelo menos duas defesas para segurar a Seleção Ganesa na final.

Sub-20[editar | editar código-fonte]

Dois anos depois, foi titular da Seleção Brasileira Sub-20 na Copa do Mundo FIFA Sub-20 de 1999, sendo eliminado nas quartas de final pelo Uruguai.

Principal[editar | editar código-fonte]

Integrou os elenco da Seleção Brasileira na Copa das Confederações FIFA de 2003 e na Copa América de 2004; a segunda vencida pelo Brasil.

Após período longe, retornaria somente em 11 maio de 2011, para partidas amistosas.[45] No entanto, jamais estreou pela Seleção principal.[46]

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Atualizadas até 23 de julho de 2019.

Clubes[editar | editar código-fonte]

Clube Temporada Campeonato
nacional
Copa
nacional[a]
Competições
continentais[b]
Outros
torneios[c]
Total
Jogos Gols
sofridos
Jogos Gols
sofridos
Jogos Gols
sofridos
Jogos Gols
sofridos
Jogos Gols
sofridos
Vasco da Gama 2000 3 1 3 1
2001 2 1 3 5 8 8 13 14
2002 15 3 3 ? ? 3 4 27 41 33
2003 44 67 7 5 2 3 15 14 68 89
2004 19 27 4 4 16 15 39 46
Total no Vasco 83 99 14 9[e] 5[e] 11 42 64 150 181
Cruzeiro 2005 40 66 9 9 3 2 17[d] 12[d] 69 90
2006 36 41 6 6 1 0 16 8 59 55
2007 28 36 6 3 2 2 13 20 49 61
2008 38 44 10 14 14 13 62 71
2009 34 46 14 12 16 14 64 72
2010 36 34 12 12 13 14 61 60
2011 33 42 8 4 15 11 56 57
2012 37 51 5 5 12 12 54 68
2013 36 34 7 3 16 15 59 52
2014 36 36 8 10 10 10 17 8 71 64
2015 36 32 2 5 10 7 13 12 61 56
2016 19 33 5 4 15 11 39 48
2017 32 31 7 6 1 0 40 37
2018 29 25 8 6 9 5 15 8 61 44
2019 8 10 4 4 7 2 15 9 34 25
Total no Cruzeiro 478 561 67 61 86 70 208 167 839 860

Pênaltis defendidos[editar | editar código-fonte]

1 – Sandro (Paraná) | Campeonato Brasileiro de 2005

2 – Diego Marangon (Nacional-AM) | Copa do Brasil de 2006

3 – Nilmar (Internacional) | Campeonato Brasileiro de 2008

4 – Sergio Blanco (Nacional-URU) | Torneio de Verão de 2009

5 – Juan (Flamengo) | Campeonato Brasileiro de 2009[47]

6 – Ronaldo (Corinthians) | Campeonato Brasileiro de 2009[48]

7 – Tiago Pereira (Caldense) | Campeonato Mineiro de 2010

8 – Tiago Pereira (Caldense) | Campeonato Mineiro de 2010

9 – Renato Cajá (Botafogo) | Campeonato Brasileiro de 2010[49]

10 – Bruno César (Corinthians) | Campeonato Brasileiro de 2010[50]

11 – Medina (Tolima-COL) | Copa Libertadores da América de 2011[51]

12 – Luís Fabiano (São Paulo) | Campeonato Brasileiro de 2011[52]

13 – Fábio Júnior (América-MG) | Campeonato Mineiro de 2012

14 – Luís Fabiano (São Paulo) | Campeonato Brasileiro de 2012

15 – Ronaldinho (Atlético Mineiro) | Campeonato Brasileiro de 2012[53]

16 – Fred (Fluminense) | Campeonato Brasileiro de 2013[54]

17 – Lucão* (São Paulo) | Copa Libertadores da América de 2015[55]

18 – Luís Fabiano* (São Paulo) | Copa Libertadores da América de 2015[56]

19 – Diego Renan (Vitória) | Copa do Brasil de 2016[57]

20 – Luan* (Grêmio) | Copa do Brasil de 2017[58]

21 – Diego* (Flamengo) | Copa do Brasil de 2017[36]

22 – Bruno Henrique* (Santos) | Copa do Brasil de 2018[59]

23 – Rodrygo* (Santos) | Copa do Brasil de 2018[59]

24 – Jean Mota* (Santos) | Copa do Brasil de 2018[59]

25 – Luan (Grêmio) | Campeonato Brasileiro de 2018[60]

26 – Ricardo Bueno (Ceará) | Campeonato Brasileiro de 2019[61]

27 – João Pedro* (Fluminense) | Copa do Brasil de 2019[62]

28 – Yago Pikachu (Vasco da Gama) | Campeonato Brasileiro de 2019[63]

29 – Diogo Peixoto (Uberlândia) | Campeonato Mineiro de 2020[64]

30 – Yuri Almeida* (Boa) | Copa do Brasil de 2020[65]

31 – Renato Cajá (Juventude) | Campeonato Brasileiro de 2020 - Série B[66]

32 – Paulinho Dias (Tombense) | Campeonato Mineiro de 2021[67]

33 – Guilherme Lucena* (Juazeirense) | Copa do Brasil de 2021[68]

34 - Léo Gamalho (Coritiba) | Campeonato Brasileiro de 2021 - Série B

*Defesas em disputas por pênaltis

Títulos[editar | editar código-fonte]

Atlético Paranaense
Vasco da Gama
Cruzeiro
Seleção Brasileira

Prêmios individuais[editar | editar código-fonte]

  • Bola de Prata da Revista Placar de Melhor Goleiro do Campeonato Brasileiro: 2010 e 2013[69]
  • Prêmio Craque do Brasileirão de Melhor Goleiro do Campeonato Brasileiro: 2010[1] e 2013
  • Luva de Ouro da Copa do Brasil: 2019
  • Troféu Guará de Melhor Goleiro do ano: 2006, 2008, 2009, 2010, 2011, 2012, 2017 e 2018
  • Troféu Telê Santana de Melhor Goleiro do ano: 2006, 2008, 2009, 2010, 2011, 2012, 2013, 2014, 2015, 2017, 2018[70], 2019 e 2020
  • Troféu Telê Santana de Melhor Jogador do ano: 2006, 2008, 2010 e 2013
  • Troféu Telê Santana Bolsa de Craques de Melhor Jogador do ano: 2014
  • Troféu Telê Santana de Fair Play: 2007
  • Troféu Telê Santana de Destaque Especial: 2016
  • Troféu Globo Minas de Melhor Goleiro do Campeonato Mineiro: 2006, 2008, 2009, 2010, 2011, 2013, 2018, 2019 e 2021
  • Troféu Globo Minas de Craque do Campeonato Mineiro: 2021

Demais reconhecimentos[editar | editar código-fonte]

  • Eleito pela Fox Sports o Melhor Goleiro do Futebol Brasileiro na década (2011–20)[71]
  • Eleito pelo Globo Esporte o Melhor Goleiro da história do Cruzeiro (1921–2021)
  • Eleito pelo Portal UAI o Melhor Jogador do Cruzeiro na década (2011–20)[72]
  • Eleito pelo Portal UAI o Melhor Jogador do Futebol Mineiro na década (2011–20)
  • Eleito pela ESPN Brasil o Melhor Jogador do Cruzeiro na década (2011–20)
  • Presente na Calçada da Fama do Mineirão com suas mãos gravadas: 2010

Recordes[editar | editar código-fonte]

  • Jogador com mais partidas na história do Cruzeiro (2000; 2005–presente): 965 partidas
  • 4º jogador com mais partidas na história de um clube brasileiro (2000; 2005–presente): 965 partidas
  • 4º jogador com mais títulos oficiais na história do Cruzeiro (2000; 2005–presente): 12 taças
  • Jogador com mais partidas na história do Campeonato Brasileiro (2000–presente): 596 partidas
  • Goleiro com mais partidas sem sofrer gols na história do Campeonato Brasileiro de pontos corridos (2003–presente): 170 partidas
  • 3º jogador brasileiro com mais partidas na história da Copa Libertadores da América: 81 partidas
  • Recordista de atuações em clássicos Cruzeiro x Atlético/MG (2000; 2005–presente): 65 partidas[73]

Referências

  1. a b c «Bola de Prata Placar 2010». VEJA. 7 de agosto de 2015. Consultado em 22 de julho de 2021 
  2. «Aos 40 anos, Fábio completa 900 jogos pelo Cruzeiro; feito é raro no mundo». Superesportes. 8 de outubro de 2020. Consultado em 22 de julho de 2021 
  3. a b c d Fábio - Que fim levou? Terceiro Tempo
  4. a b c Fábio revela divisor de águas na carreira, fala de críticas e títulos na Toca da Raposa, Estado de Minas
  5. «Seleção Telê Santana». Troféu Telê Santana. Consultado em 22 de julho de 2021 
  6. Rodrigo Fuscaldi (2 de junho de 2010). «Goleiro Fábio grava as mãos na Calçada da Fama do Mineirão». GloboEsporte.com. Consultado em 22 de julho de 2021 
  7. «Fábio: não troco o Cruzeiro por nenhum clube do Brasil ou exterior». Terra. 19 de novembro de 2010. Consultado em 22 de julho de 2021 
  8. «Fábio renova com o Cruzeiro por cinco anos». O Globo. 8 de fevereiro de 2011. Consultado em 22 de julho de 2021 
  9. «Fábio defende pênalti e garante empate do Cruzeiro contra Tolima fora de casa». UOL. 2 de março de 2011. Consultado em 22 de julho de 2021 
  10. «Fábio completa 400 jogos com a camisa do Cruzeiro na quarta-feira». Terra. 25 de julho de 2011. Consultado em 22 de julho de 2021 
  11. Gilmar Laignier (7 de fevereiro de 2012). «Fábio é o goleiro da seleção Telê Santana e dispara como recordista de premiações». Superesportes. Consultado em 3 de julho de 2020 
  12. «Goleiro Fábio lamenta vice-campeonato mineiro do Cruzeiro». Terra. 19 de maio de 2013. Consultado em 22 de julho de 2021 
  13. Diego Ribeiro (6 de junho de 2013). «De pênalti, Cruzeiro bate Corinthians e assume a liderança do Brasileirão». GloboEsporte.com. Consultado em 22 de julho de 2021 
  14. «Com um a menos, Cruzeiro segura empate com o Internacional: 2 a 2». GloboEsporte.com. 8 de junho de 2013. Consultado em 22 de julho de 2021 
  15. «Em dia histórico para Fábio, Cruzeiro e Portuguesa só empatam no Canindé». UOL. 6 de julho de 2013. Consultado em 3 de julho de 2020 
  16. Nelson Oliveira (14 de novembro de 2013). «Em dia de defesas de Fábio e gols perdidos, Vitória fica mais longe do G-4». Terra. Consultado em 22 de julho de 2021 
  17. «Ney Franco elogia eficiência do Cruzeiro e 'culpa' Fábio por derrota». Jornal Correio. 14 de novembro de 2013. Consultado em 22 de julho de 2021 
  18. «Gilmar Rinaldi aponta Fábio como atual melhor goleiro e diz que Rafael 'perde tempo precioso' na Europa». ESPN.com.br. 13 de novembro de 2013 
  19. Tarcísio Badaró (30 de novembro de 2013). «Fábio lamenta ser 'esquecido' na Seleção, mas comemora premiação». GloboEsporte.com. Consultado em 22 de julho de 2021 
  20. Jean Pereira Santos e Lucas Borges (9 de dezembro de 2013). «À espera de Felipão, Fábio leva sua segunda Bola de Prata». ESPN.com.br. Consultado em 3 de julho de 2020 
  21. Tarcísio Badaró (7 de agosto de 2014). «Fábio tem planos de encerrar carreira em 2016: "Não vai ser uma surpresa"». GloboEsporte.com. Consultado em 3 de julho de 2020 
  22. «Fábio completou 600 jogos com a camisa do Cruzeiro». TV Alterosa 
  23. «Cruzeiro vence e conquista Brasileirão 2014 com duas rodadas de antecedência». Portal EBC. 23 de novembro de 2014 
  24. Maurício Paulucci (16 de julho de 2016). «Fábio completa 700 jogos e brinca: "Trocaria 100 jogos por dez pontos"». GloboEsporte.com. Consultado em 22 de julho de 2021 
  25. Rafael Arruda (14 de agosto de 2016). «Goleiro Fábio sofre torção no joelho direito e passará por exames nesta segunda-feira». Superesportes. Consultado em 22 de julho de 2021 
  26. Marco Antônio Astoni (15 de agosto de 2016). «Com ruptura no joelho direito, Fábio não joga mais este ano pelo Cruzeiro». GloboEsporte.com. Consultado em 22 de julho de 2021 
  27. «Exames apontam ruptura de ligamento do joelho, e Fábio só deve voltar a jogar em 2017». ESPN.com.br. 15 de agosto de 2016. Consultado em 22 de julho de 2021 
  28. «Goleiro Fábio passa por cirurgia e vai iniciar a fisioterapia "em breve"». GloboEsporte.com. 21 de agosto de 2016. Consultado em 22 de julho de 2021 
  29. «Fábio antecipa pré-temporada no Cruzeiro para concluir tratamento de lesão no joelho». Superesportes. 4 de janeiro de 2017. Consultado em 3 de julho de 2020 
  30. Thiago Fernandes (13 de março de 2017). «Recuperado de lesão, Fábio treina com equipe sub-20 do Cruzeiro». UOL Esporte. Consultado em 3 de julho de 2020 
  31. «Fábio fala da emoção no retorno e cita coerência na disputa com Rafael». GloboEsporte.com. 9 de abril de 2017. Consultado em 3 de julho de 2020 
  32. «Fábio volta e esquenta disputa: 'Se eu não tiver oportunidade, fica difícil ter coerência'». Superesportes. 9 de abril de 2017. Consultado em 3 de julho de 2020 
  33. FERNANDES, Thiago (13 de abril de 2017). «Por que vitória de Rafael sobre Fábio no Cruzeiro é apenas momentânea». UOL Esporte 
  34. «Fábio recupera titularidade e tem atuação tranquila diante do São Paulo». UOL. 14 de maio de 2017. Consultado em 22 de julho de 2021 
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