Falsa equivalência

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Falsa equivalência é uma em que dois argumentos opostos parecem ser logicamente equivalentes quando de fato não são.

Essa falácia é categorizada como uma falácia de inconsistência.

Características[editar | editar código-fonte]

Uma maneira comum para essa falácia ser perpetuada é quando o compartilhamento de uma característica de dois objetos se assume que demonstram equivalência, especialmente em ordem de magnitude, quando a equivalência nao necessariamente é o resultado lógico. Falsa equivalência é o resultado comum quando uma similaridade anedótica é apontada como igual, mas a reivindicação de equivalência não se sustenta pois a similaridade é baseada na simplificação excessiva ou ignorância de fatos adicionais. A falácia costuma se apresentar no seguinte formato: "Se A é conjunto de 'c' e 'd', e B é o conjunto de 'd' e 'e', então, já que ambos contém d, A e B são iguais. Não é necessário que 'd' exista em ambos os conjuntos; apenas uma leve semelhança é requerida para que seja possível usar essa falácia.

Os exemplos seguintes são exemplos de falsa equivalência:

"Ambos são macios e fofos. Não existe diferença entre um cão e um gato"

"Todos sangramos vermelho. Não existe diferença de um pro outro"

"Democracia Social é só um nome bonito para Estado Totalitário"

Veja também[editar | editar código-fonte]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Phillips, Harry; Bostian, Patricia (2014). The Purposeful Argument: A Practical Guide, Brief Edition (second ed.). Cengage Learning. p. 129. ISBN 9781285982847.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]