Fast-food no Brasil

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Loja do Bob's
Loja do Habib's
Filial do China in Box

Segundo um estudo realizado pela EAE Business School, na América do Sul, ninguém gasta mais em fast-food do que os brasileiros, que estão apenas atrás de Estados Unidos (290,2 bilhões de reais), Japão (162,3 bilhões de reais) e China (130,2 bilhões de reais) em gastos no setor em todo o mundo.[1]

História[editar | editar código-fonte]

Em 1952, abriu a primeira loja Bob's em Copacabana, lançando no Brasil o cachorro-quente (hot-dog), o hambúrguer, o milk-shake e o sundae.[carece de fontes?] A primeira investida estrangeira de sucesso veio somente em 1979, com a abertura da primeira loja do McDonald's no Brasil, também em Copacabana. Desde então, o mercado viu a entrada de várias redes com presença regional e algumas com presença nacional. Entre estas, estão Subway (americana), McDonald's (americana), Habib's (brasileira, origem SP, Giraffas (brasileira, origem DF), Bob's (americana e brasileira, origem RJ), Vivenda do Camarão (brasileira), Spoleto (brasileira, origem RJ) e Pizza Hut (americana). O Habib’s o Giraffa’s o Bob’s, Subway e McDonald’s são os cinco maiores grupos no mercado brasileiro, em número de pontos de venda e faturamento.[carece de fontes?]

Com o crescimento do setor, deu-se a ampliação de redes regionais como a Vivenda do Camarão (originalmente de São Paulo) Bonaparte, Mr. Whim Burger & Pizza (originalmente de Sergipe), Marietta (originalmente de Brasília), Au Au (originalmente de Curitiba), Pitts Burg e Estupendo (as duas originalmente de Natal), A Petiskeira (originalmente de Porto Alegre), QG Pasteis e Companhia do Grelhado (originalmente de Goiânia). Redes multinacionais mais recentes são: Burger King (americana), Havanna (argentina) e Starbucks (americana).[carece de fontes?]

São Paulo, nos anos 1970, contou com a presença da Well's, rede de lanchonetes ligada ao Pão de Açúcar dirigida pelo Greg Ryan, futuro senhor Mc Donald's.[carece de fontes?]

O fast food brasileiro, a partir da segunda década do século XXI, presencia a implementação e expansão da tendência americana do Food truck e da "gourmetização" de antigos lanches presentes no dia a dia do brasileiro como hambúrgueres, hot dogs e pizza.[carece de fontes?]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Dora Luz Romero. «Brasileiros estão entre os maiores consumidores de 'fast food' do mundo». El País. Consultado em 5 de agosto de 2016