Fast-food no Brasil

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Loja do Bob's
Loja do Habib's
Filial do China in Box

Segundo um estudo realizado pela EAE Business School, na América do Sul, ninguém gasta mais em fast-food do que os brasileiros, que estão apenas atrás de Estados Unidos (290,2 bilhões de reais), Japão (162,3 bilhões de reais) e China (130,2 bilhões de reais) em gastos no setor em todo o mundo.[1]

História[editar | editar código-fonte]

Em primeiro momento, a história das redes de alimentação rápida no país talvez tenha iniciado no Rio de Janeiro, quando na década de 1950 o americano Robert Falkenburg, ex-campeão de tênis no Torneio de Wimbledon (1948 e 1949), abriu a Falkenburg Sorvetes Ltda., que vendia exclusivamente sorvete de baunilha, com máquinas e receitas trazidas dos Estados Unidos. Nessa época, quando o jovem empreendedor acreditou na possibilidade de fazer sucesso no então Distrito Federal não existia o conceito de fast-food por aqui. Em 1952, abriu as portas da primeira loja Bob's, na Rua Domingos Ferreira, em Copacabana, lançando no Brasil o cachorro-quente (hot-dog), o hambúrguer, o milk-shake e o sundae.[carece de fontes?]

A primeira investida estrangeira de sucesso veio somente em 1979, com a abertura da primeira loja do McDonald's no Brasil, também no Rio de Janeiro, na rua Hilário de Gouveia, em Copacabana. Para se entender a proporção do crescimento do mercado desde então, a rede americana sozinha (em dados de 2005) emprega cerca de 34.000 funcionários e possui em operação 1.146 pontos de venda sendo 544 restaurantes, 602 quiosques e 49 unidades de McCafé. No mundo inteiro, o Brasil atualmente é o 8° maior mercado da empresa.[carece de fontes?]

Desde então, o mercado que ainda nos dias atuais se mantém fragmentado, viu uma quantidade de redes se instalar e buscar espaço regionalmente, mas algumas poucas marcas se estabeleceram nacionalmente: Subway (americana), McDonald's (americana), Habib's (brasileira, origem SP, ver História do Habib's), Giraffas (brasileira, origem DF), Bob's (americana e brasileira, origem RJ), Vivenda do Camarão (brasileira), Spoleto (brasileira, origem RJ) e Pizza Hut (americana), concorrentes diretos. O Habib’s e o Giraffa’s se juntam ao Bob’s, Subway e McDonald’s para comporem os cinco maiores grupos atuantes no mercado nacional, em número de pontos de venda e faturamento.[carece de fontes?]

O empreendedorismo nacional na área de alimentação rápida permitiu o crescimento e expansão de redes regionais: Vivenda do Camarão (originalmente de São Paulo) Bonaparte, Mr. Whim Burger & Pizza (originalmente de Sergipe), Marietta (originalmente de Brasília), Au Au (originalmente de Curitiba), Pitts Burg e Estupendo (as duas originalmente de Natal), A Petiskeira (originalmente de Porto Alegre), QG Pasteis e Companhia do Grelhado (originalmente de Goiânia). Outras redes multinacionais chegaram no Brasil para enfrentar seus concorrentes no estrangeiro, as mais recentes são: Burger King (americana), Havanna (argentina) e Starbucks (americana).[carece de fontes?]

São Paulo, nos anos 1970, contou com a presença da Well's, rede de lanchonetes ligada ao Pão de Açúcar dirigida pelo Greg Ryan, futuro senhor Mc Donald's.[carece de fontes?]

O fast food brasileiro, a partir da segunda década do século XXI, presencia a implementação e expansão da tendência americana do Food truck e da "gourmetização" de antigos lanches presentes no dia a dia do brasileiro como hambúrgueres, hot dogs e pizza.[carece de fontes?]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Dora Luz Romero. «Brasileiros estão entre os maiores consumidores de 'fast food' do mundo». El País. Consultado em 5 de agosto de 2016