Fausto Rocha

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Fausto Rocha (à direita), em 1980.

Fausto Auromir Lopes Rocha, mais conhecido como Fausto Rocha (São Paulo, 4 de novembro de 1938Campinas, 7 de abril de 2011), foi um apresentador de televisão, professor universitário, radialista e político brasileiro.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Filho de Fausto Martins Rocha e de Odete Lopes dos Santos Rocha, bacharelou-se em Direito na Faculdade do Vale Paraibano, na turma de 1966.

Na televisão, sua carreira teve início na década de 1960, na TV Tupi São Paulo, apresentando o telejornal Imagens do Dia. De 1975 a 1979, exerceu a função de locutor oficial do Palácio dos Bandeirantes, na gestão do governador Paulo Egydio Martins.

Em 1978, concorreu ao cargo de deputado estadual pela ARENA e foi o candidato mais votado de seu partido. Assumiu, assim, mandato na 9ª legislatura (1979-1983) da Assembleia Legislativa de São Paulo, período em que integrou as comissões de Constituição e Justiça, Finanças e Orçamento, Esportes e Turismo, e Promoção Social, além da comissão especial de investigação da situação dos menores abandonados.

Durante o governo de Paulo Maluf, já no PDS (criado após a extinção da ARENA), exerceu o cargo de secretário extraordinário da Desburocratização, entre 1981 e 1982.

Em 1982, foi reeleito deputado estadual pelo PDS. Nesse mandato (10ª legislatura), fez parte das comissões de Relações do Trabalho e Cultura, Ciência e Tecnologia.

Em 1986, foi eleito deputado federal para a Assembleia Nacional Constituinte, tornando-se integrante titular da Subcomissão da Ciência e Tecnologia e da Comunicação, e da Comissão de Família, da Educação, Cultura e Esportes.

Filiou-se ao PFL e integrou o bloco parlamentar evangélico. Nesse mandato, votou a favor da licença paternidade e da licença gestante, e do mandato de cinco anos do presidente José Sarney.

Em 1989, reelegeu-se deputado federal pelo PRN (o mesmo que elegeu presidente da República Fernando Collor de Mello), sendo o candidato evangélico mais votado do país. Em 1992, votou pelo impeachment do presidente Collor e, no ano seguinte, filiou-se ao PSD.

Após o fim do mandato, em 1995, não mais concorreu a cargos eletivos, passando a dedicar-se à carreira empresarial na área jornalística — era dono de uma emissora de TV no interior de São Paulo e de duas revendas de automóveis em Campinas.

Morreu de parada cardíaca e foi sepultado no Cemitério do Araçá.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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