Feminismo separatista

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Feminismo separatista é uma forma de feminismo radical que mantém que a oposição ao patriarcado quando é feita exclusivamente por mulheres e meninas.[1] Algumas feministas separatistas não acreditam que os homens podem fazer contribuições positivas para o movimento feminista e que, mesmo homens bem intencionados, replicam a dinâmica do patriarcado.[2]

A autora estadunidense Marilyn Frye descreve o feminismo separatista como uma "separação de vários tipos ou modalidades de homens e de instituições, relações, funções e atividades que são definidos pelo masculino, dominados por homens e operam em benefício de homens e a manutenção de privilégio masculino".[3]

Em um tratado sobre o feminismo socialista publicado em 1972, a União Popular da Libertação das Mulheres de Chicago diferencia o separatismo como uma "posição ideológica" e como uma "posição tática". Eles ainda distinguem o separatismo entre "prática pessoal" e "posição política".[4]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Christine Skelton, Becky Francis, Feminism and the Schooling Scandal, Taylor & Francis, 2009 ISBN 0-415-45510-3, ISBN 978-0-415-45510-7 p. 104.
  2. Sarah Hoagland, Lesbian Ethics: toward new value, p. 60, 154, 294.
  3. Marilyn Frye, "Some Reflections on Separatism and Power". In Feminist Social Thought: A Reader, Diana Tietjens Meyers (ed.) (1997) New York: Routledge, pp. 406–414.
  4. Chicago Women's Liberation Union, Hyde Park Chapter. Socialist Feminism: A Strategy for the Women's Movement, 1972, booklet