Filosofia oriental

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Gravura representando Confúcio, o fundador do confucionismo, sistema filosófico muito difundido nos países do leste asiático.

A filosofia oriental é a filosofia desenvolvida nos países da Ásia Oriental e do Oriente Médio, como Índia, Irã, China, Coreia e Japão, além da filosofia islâmica e da filosofia judaica.[1]

Filosofia ocidental x filosofia oriental[editar | editar código-fonte]

Geralmente, a filosofia "oficial" é associada à filosofia desenvolvida na Europa e, mais recentemente, nos Estados Unidos. Porém esta é uma forma discriminatória de se conceber a filosofia, pois esta atividade também é desenvolvida com muita profundidade em outros pontos do mundo, como a Ásia por exemplo. Apesar de também poder ser chamada de "filosofia", a filosofia oriental guarda, no entanto, algumas características distintas em relação à filosofia ocidental.

A utilização de línguas com estrutura totalmente diferente em relação às línguas ocidentais, por exemplo, gera uma visão de mundo oriental bem distinta em relação à visão de mundo ocidental. A filosofia oriental também não marca de modo tão nítido oposições que caracterizam a cultura ocidental, como inteligível x sensível, divino x humano, cultura x natureza, mente x corpo, espírito x matéria e lógico-racional x estético-intuitivo.[2]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. MATTAR, J. Introdução à filosofia. São Paulo. Pearson Prentice Hall. 2010. p. 274, 275.
  2. MATTAR, J. Introdução à filosofia. São Paulo. Pearson Prentice Hall. 2010. p. 274, 275.
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