Flávio Bolsonaro

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Flávio Bolsonaro
GOMN GORB
Senador pelo Rio de Janeiro
Período 1 de fevereiro de 2019
até a atualidade
Deputado estadual pelo Rio de Janeiro
Período 1° fevereiro de 2003
até 31 de janeiro de 2019
Dados pessoais
Nascimento 30 de abril de 1981 (38 anos)
Resende, Rio de Janeiro
Nacionalidade brasileiro
Progenitores Mãe: Rogéria Nantes Nunes Braga
Pai: Jair Bolsonaro
Partido PP (2003-2016)
PSC (2016-2018)[1]
PSL (2018-atualmente) [2]
Religião Cristão Protestante
Profissão Político, empresário e advogado
Website flaviobolsonaro.com.br
linkWP:PPO#Brasil

Flávio Nantes Bolsonaro GOMN GORB (Resende, 30 de abril de 1981) é um empresário, advogado e político brasileiro, filiado ao Partido Social Liberal (PSL) e comandante da legenda no Rio de Janeiro.[3][4][5] Possui especializações em Políticas Públicas pelo IUPERJ e em Empreendedorismo pela FGV.[6] É filho do atual presidente do Brasil Jair Bolsonaro.

Deputado estadual pelo estado do Rio de Janeiro desde 2003, foi eleito para seu quarto mandato nas eleições de 2014, com 160 359 votos.[7][8] No segundo mandato, foi presidente da Comissão Especial de Planejamento Familiar.[9] Em 2018, foi eleito senador pelo Rio de Janeiro.[10]

Carreira

Deputado estadual

Foi eleito para seu primeiro mandato em 2002. Reelegeu-se deputado estadual em 2006, 2010 e, na sua última candidatura, em 2014, para o mandato 2015–2019. Em abril de 2015, votou a favor da nomeação de Domingos Brazão para o Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, nomeação que foi muito criticada na época.[11]

Votou contra a privatização da CEDAE em 2017.[12]

Candidatura à Prefeitura do Rio

Deputado estadual Flávio Bolsonaro em formatura Grupamento de Intervenção Tática (GIT) da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária.

Em 23 de julho, na convenção do PSC em Bangu Atlético Clube, oficializou-se sua candidatura a prefeitura do Rio de Janeiro. O presidente nacional do partido, Pastor Everaldo, e seu pai, o deputado Jair Bolsonaro participaram do evento partidário. "A nossa candidatura é de protesto contra tudo o que está aí. Governar é eleger prioridades. E o grande ponto de interrogação é o que vai ser o Rio de Janeiro depois das Olimpíadas. Somente uma pessoa independente, de fora desse esquema corrupto da velha política é que vai ter a liberdade de fazer as verdadeiras mudanças", afirmou Flávio Bolsonaro, em discurso.

Nas eleições de 2016, disputou a Prefeitura do Rio e ficou em 4º lugar com 424.307 votos, que representaram 14% dos votos válidos, ficando fora do segundo turno disputado por Crivella (PRB) e Freixo (PSOL), porém à frente de candidatos como os deputados federais Indio da Costa (PSD), Jandira Feghali (PCdoB) e Alessandro Molon (REDE), além de outros quatro candidatos. Apesar da derrota, conseguiu eleger seu irmão, Carlos Bolsonaro, como o vereador mais votado do Rio de Janeiro.[13] No Grupo Bandeirantes de Comunicação realizou o primeiro debate entre os candidatos à prefeitura, a Band confirmou que no dia 25 de agosto abriria o calendário de debates no 1º turno.No segundo bloco do debate da Band, Flávio Bolsonaro passou mal e teve que deixar o debate.[14]

Flávio Bolsonaro é conhecido, assim como o pai, por posições polêmicas. Em entrevista de abril de 2011, na qual defendia as posições controversas do pai, Flávio Bolsonaro disse que a resposta do pai no programa CQC valorizava conceitos de "família", valores éticos e morais.[15]

O deputado estadual também defendeu a ditadura militar brasileira em entrevista publicada pelo Estadão em abril de 2011. Segundo ele, "Naquele tempo havia segurança, havia saúde, educação de qualidade, havia respeito. Hoje em dia a pessoa só tem o direito de quê? De votar. E ainda vota mal."[16] Bolsonaro afirmou que não teria havido ditadura no Brasil, pois a época teria sido "um período de transição para a democracia".[17]

Flávio Bolsonaro também é a favor da pena de morte e da diminuição da maioridade penal.[8][18]

Tiroteio

No dia 12 de abril de 2016, Flávio Bolsonaro e seu segurança, que também é policial militar, trocaram tiros com dois assaltantes que praticavam roubo em um carro à sua frente na zona oeste do Rio de Janeiro, um dos bandidos ficou ferido e fugiu de moto.[19]

Como outros membros da família Bolsonaro, Flávio se opõe ao que chama de "exploração midiática da aplicação de direitos humanos para o benefício do crime e dos criminosos".[8][20]

Senador da República (2019–presente)

Flávio concede entrevista como senador eleito.

Nas eleições de 2018, Flávio Bolsonaro foi candidato a senador pelo estado do Rio de Janeiro pelo Partido Social Liberal (PSL). A candidatura do então deputado estadual foi anunciada na convenção nacional do PSL, realizada no dia 22 de julho de 2018 em um centro de convenções situado na cidade do Rio de Janeiro. No mesmo evento, foi oficializada a candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência da República.[21][22] No pleito, Flávio obteve 4.380.418 votos (31,36% do total de votos válidos), sendo eleito para a 56.ª legislatura (2019–2023) do Senado Federal do Brasil.[23][10] No dia 06 de fevereiro de 2019, foi eleito 3º Secretário da Mesa Diretora do Senado Federal. [24]

Em 11 de junho de 2019, o presidente Jair Bolsonaro o condecorou com a medalha da Ordem do Mérito Naval, durante cerimônia alusiva à Batalha Naval do Riachuelo, no Grupamento de Fuzileiros Navais de Brasília, localizado às margens do Lago Paranoá. [25]

Controvérsias

Declarações sobre homossexuais

O deputado é acusado de homofobia por suas declarações, como, por exemplo, "o normal é ser heterossexual" e "duvido que algum pai tenha orgulho de ter um filho gay".[16] A fala, que reitera a posição de Jair Bolsonaro na televisão, foi repudiada por vários segmentos da sociedade brasileira.[26][27][28][29] Marcelo Tas, apresentador do CQC, afirmou que sente orgulho de sua filha homossexual e criticou as posições dos Bolsonaros.[30] De acordo com entrevista publicada no Jornal do Brasil, o deputado, que nega as acusações de racismo feitas ao pai, endossa a posição do pai em relação aos homossexuais.[31]

Em 2018, foi alvo de uma representação devido a vídeos em que afirmava que um "kit gay" contendo o livro Aparelho Sexual e Cia. havia sido distribuído pelo MEC a escolas, o que foi considerado pelo TSE como "difusão de fato sabidamente inverídico ... com prejuízo ao debate político".[32]

Caso Queiroz

Ver artigo principal: Caso Queiroz

Em dezembro de 2018, veio à tona um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) que apontou uma movimentação atípica no valor de R$ 1.236.838 em uma conta no nome de Fabrício José Carlos de Queiroz, policial militar e ex-assessor parlamentar de Flávio Bolsonaro, entre os dias 1º de janeiro de 2016 e 31 de janeiro de 2017. Fabrício Queiroz, que era motorista e segurança de Flávio, havia sido exonerado do gabinete do então deputado estadual no dia 15 de outubro de 2018. De acordo com o banco responsável pela conta, as movimentações financeiras de Queiroz seriam incompatíveis com o patrimônio, a atividade econômica ou ocupação profissional e a capacidade financeira do ex-assessor parlamentar.[33][34]

O relatório, que foi anexado pelo Ministério Público Federal (MPF) à investigação que deu origem à Operação Furna da Onça, também cita transações bancárias no total de R$ 324.774 em papel-moeda e de R$ 41.930 em cheques compensados na conta de Queiroz. Uma das transações citadas no relatório do Coaf é referente a um cheque de R$ 24 mil destinado a Michelle Bolsonaro, atual esposa do presidente Jair Bolsonaro.[34] Fabrício Queiroz recebia, de acordo com a folha de pagamento da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) de setembro de 2018, um salário de R$ 8.517 devido ao exercício de cargo em comissão de Assessor Parlamentar III no gabinete de Flávio Bolsonaro, valor este somado aos rendimentos mensais de R$ 12,6 mil da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ).[33]

O documento também apontou que Fabrício Queiroz recebeu depósitos em espécie e por meio de transferências de oito funcionários que já foram ou estão lotados no gabinete de Flávio Bolsonaro no período entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017. Entre estes funcionários, destacam-se: Nathalia Melo de Queiroz, filha de Fabrício Queiroz, que transferiu um total de R$ 86.429,35 (R$ 84.110,04 por meio de depósito e R$ 2.319,31 via transferência) para a conta do pai; e Marcia Oliveira de Aguiar, esposa de Queiroz, que fez repasses em dinheiro no valor de R$ 18.864,00 ao marido.[35] Tais movimentações levantaram a suspeita da existência de uma prática conhecida como "rachid", tanto no gabinete de Flávio quanto no de outros políticos, onde parlamentares ficam com parte dos salários de seus funcionários.[36]

O relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que possui 422 páginas, reúne informações a respeito de operações bancárias de 75 funcionários e ex-servidores da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), incluindo Fabrício Queiroz, citadas em comunicados sobre transações financeiras suspeitas. As operações suspeitas, que envolvem pessoas que trabalham ou trabalharam em 20 gabinetes de deputados estaduais do Rio de Janeiro de diferentes matizes ideológicas, totalizam mais de R$ 207 milhões.[37][38][39][nota 1]

Em entrevista dada ao SBT Brasil no dia 26 de dezembro de 2018, Fabrício Queiroz declarou que conseguia dinheiro por meio da compra e da revenda de carros, que iria dar explicações ao Ministério Público Federal a respeito dos depósitos de funcionários do gabinete de Flávio Bolsonaro em sua conta bancária e que Flávio nada tem a ver com as movimentações bancárias apontadas pelo relatório.[40][41] Já a chefia de gabinete de Flávio Bolsonaro afirmou que Queiroz trabalhou por mais de dez anos como segurança e motorista do deputado estadual, que o parlamentar não possui conhecimento de qualquer fato que desabone a conduta do ex-assessor parlamentar e que Fabrício Queiroz foi exonerado do gabinete em outubro de 2018 para que pudesse resolver questões relacionadas à passagem para a reserva remunerada como subtenente da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ).[42] Em nota, o Ministério Público Federal confirmou que incluiu o relatório do Coaf nas investigações feitas pela instituição mas esclareceu que nem todos os nomes citados no documento foram incluídos nas apurações pois nem todas as movimentações atípicas seriam, necessariamente, ilícitas.[34]

Em 17 de janeiro de 2019, Flávio Bolsonaro, utilizado de sua futura prerrogativa do Foro privilégiado, pediu ao STF que as investigações contra seu ex-assessor, Fabrício Queiroz, fossem paralisadas, pedido que foi aceito pelo ministro Luís Fux,[43] utilizado como argumentos que, supostamente, a atual investigação existiria "nulidades" e que ele, por ser um senador eleito, possuiria, logo, o direito do Foro privilégiado.[44][45]

No dia de 18 de janeiro de 2019, o Jornal Nacional da Rede Globo divulgou que eles receberam, com exclusividade do Coaf, partes de um relatório das investigações envolvendo o caso Queiroz, parte a qual constatou que entre os meses de junho e julho de 2017 houve uma grande movimentação de depósitos suspeitos na conta bancária de Flávio Bolsonaro. No total houve 48 depósitos nestes meses e a quantia das somas destes depósitos é de aproximadamente 96 mil reais. Chamou atenção do Coaf que todos estes depósitos são de R$2.000 reais cada, tendo alguns uma certa cronometragem para entrada destes depósitos e entre outras constatações as quais o Coaf considera atípicas.[46][47][48]

Ver também

Notas

  1. Para mais informações acerca das movimentações atípicas apontadas pelo relatório do Coaf, veja a subseção Operação Furna da Onça#Relatório sobre transações bancárias suspeitas.

Referências

  1. «No RJ, Flávio e Carlos Bolsonaro se filiam ao PSC». Partido Social Cristão. 15 de março de 2016. Consultado em 17 de março de 2016. Arquivado do original em 25 de março de 2016 
  2. «Presidente do PSL diz que Bolsonaro terá controle absoluto do partido quando se filiar». Época. 6 de fevereiro de 2018 
  3. «Perfil: Deputado Flávio Bolsonaro». Deputado Flávio Bolsonaro. Consultado em 30 de setembro de 2016. Arquivado do original em 17 de julho de 2014 
  4. «Flávio Bolsonaro é confirmado como candidato do PSC a prefeito do Rio». G1. Globo. 23 de julho de 2016. Consultado em 30 de setembro de 2016 
  5. «Presidente do PSL diz que Bolsonaro terá controle absoluto do partido quando se filiar». Época. 6 de fevereiro de 2018 
  6. Perfil, Eduardo Bolsonaro .
  7. «Flávio Bolsonaro», Eleições 2014 
  8. a b c «Perfil». Flávio Bolsonaro. Consultado em 17 de novembro de 2014. Arquivado do original em 17 de julho de 2014 
  9. «Flávio Bolsonaro». Deputados. Alerj. Consultado em 17 de novembro de 2014. Arquivado do original em 29 de novembro de 2014 
  10. a b «RJ elege Flávio Bolsonaro e Arolde de Oliveira para o Senado». G1. 7 de outubro de 2018. Consultado em 30 de dezembro de 2018 
  11. Zuazo, Pedro (29 de abril de 2015). «Conselheiro vapt-vupt: veja quem votou em Brazão para o TCE». Jornal Extra. Consultado em 8 de dezembro de 2016 
  12. «Saiba como votou cada deputado sobre a privatização da Cedae e veja opiniões». G1. 20 de fevereiro de 2017. Consultado em 18 de setembro de 2017 
  13. «Apuração Município Rio de Janeiro, RJ». Valor Econômico. Consultado em 5 de outubro de 2016 
  14. Redação e Jornal da Band (29 de março de 2016). «Eleições: Band acerta detalhes para os debates». Band. Consultado em 23 de junho de 2016. Arquivado do original em 16 de abril de 2016 
  15. «Filhos de Bolsonaro dizem que pai não é preconceituoso». G1. Abril de 2011 
  16. a b «Para filhos, Bolsonaro diz 'o que a maioria pensa'». Estadão 
  17. «'Eu tenho imunidade para falar ou para roubar', 'Eu não admito deixar que o homossexual entre na escola' diz Bolsonaro» 
  18. «O pensamento de Bolsonaro: família, homossexualidade, pena de morte… (vídeo)». 17 de novembro de 2014 [ligação inativa] 
  19. «Deputado Flávio Bolsonaro atira contra bandido em tentativa de assalto, na Zona Oeste do Rio». Extra Online. Consultado em 12 de abril de 2016 
  20. Uol Notícias. «"Direitos humanos só defende presidiário", diz Bolsonaro» 
  21. Mendonça, Alba (22 de julho de 2018). «PSL oficializa candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência, mas adia definição de vice». G1. Consultado em 30 de dezembro de 2018 
  22. Amorim, Daniela; Rezende, Constança (22 de julho de 2018). «Bolsonaro é oficializado candidato e fala que é o 'patinho feio' das eleições 2018». O Estado de S. Paulo. Consultado em 30 de dezembro de 2018 
  23. «Senado Rio de Janeiro: Flávio Bolsonaro (PSL) e Arolde de Oliveira (PSD) são eleitos». Gazeta do Povo. 7 de outubro de 2018. Consultado em 30 de dezembro de 2018 
  24. «Comissão Diretora - Senado Federal». www25.senado.leg.br. Consultado em 13 de fevereiro de 2019 
  25. notícias.uol.com.br, ed. (11 de junho de 2019). «Bolsonaro se reúne com Moro pela 1ª vez e o condecora após vazamentos». Consultado em 11 de junho de 2019 
  26. Leite, Paulo Moreira. «Quem protege Bolsonaro». Época. Globo 
  27. «Ministra: frases de Bolsonaro são 'caso explícito de racismo'». Terra 
  28. «Casal de sargentos gays responde a Bolsonaro». Congresso em foco 
  29. «OAB pedirá cassação de Jair Bolsonaro por declarações homofóbicas». Última instância. Consultado em 5 de abril de 2011. Arquivado do original em 2 de abril de 2011 
  30. «Marcelo Tas, Jair Bolsonaro e o orgulho de ter um filho gay». 45° 
  31. «"É óbvio que eu namoraria uma negra", diz filho de Bolsonaro». Jornal do Brasil. 29 de março de 2016. Consultado em 20 de setembro de 2016 
  32. «TSE diz que "kit gay" não existiu e proíbe Bolsonaro de disseminar notícia falsa». Congresso em Foco. 16 de outubro de 2018. Consultado em 16 de outubro de 2018 
  33. a b Serapião, Fábio (6 de dezembro de 2018). «Coaf relata conta de ex-assessor de Flávio Bolsonaro». O Estado de S. Paulo. Consultado em 13 de dezembro de 2018 
  34. a b c Gomes, Marcelo; Sarza, Diego (6 de dezembro de 2018). «Coaf aponta que ex-motorista de Flávio Bolsonaro movimentou mais de R$ 1,2 milhão em operações suspeitas». G1. Consultado em 13 de dezembro de 2018 
  35. «Oito funcionários fizeram depósitos em conta de ex-assessor de Flávio Bolsonaro». O Globo. 8 de dezembro de 2018. Consultado em 30 de dezembro de 2018 
  36. Nêumanne, José (14 de dezembro de 2018). «Olha o Rachid aí, gente!». O Estado de S. Paulo. Consultado em 30 de dezembro de 2018 
  37. «Coaf aponta movimentação suspeita em contas de servidores de 22 deputados da Alerj». G1. 7 de dezembro de 2018. Consultado em 13 de dezembro de 2018 
  38. Nogueira, Italo (12 de dezembro de 2018). «PSC, PT e PSOL aparecem em relatório do Coaf». Folha de S.Paulo. Consultado em 13 de dezembro de 2018 
  39. Piva, Juliana; Castro, Juliana; Mello, Igor (12 de dezembro de 2018). «Coaf identificou movimentação suspeita em transferências financeiras de 75 servidores da Alerj». O Globo. Consultado em 13 de dezembro de 2018 
  40. «'Sou um cara de negócios', diz ex-assessor de Flávio Bolsonaro ao explicar movimentações 'atípicas'». G1. 26 de dezembro de 2018. Consultado em 30 de dezembro de 2018 
  41. «Exclusivo! Assista entrevista com Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro». SBT Brasil. 26 de dezembro de 2018. Consultado em 30 de dezembro de 2018 
  42. Rezende, Constança (6 de dezembro de 2018). «Flávio Bolsonaro diz que PM goza de sua 'confiança e amizade'». O Estado de S. Paulo. Consultado em 13 de dezembro de 2018 
  43. «Ministro do STF manda suspender apuração sobre movimentação financeira de Fabrício Queiroz». G1. Consultado em 18 de janeiro de 2019 
  44. «Flávio Bolsonaro diz que acionou STF por ver "nulidades" em investigação». noticias.uol.com.br. Consultado em 18 de janeiro de 2019 
  45. Alessi, Gil (18 de janeiro de 2019). «Flavio Bolsonaro vai a STF por foro privilegiado e eleva temperatura da crise Queiroz». EL PAÍS. Consultado em 18 de janeiro de 2019 
  46. «Coaf aponta que Flávio Bolsonaro recebeu 48 depósitos suspeitos em 1 mês, no total de R$ 96 mil». G1. Consultado em 19 de janeiro de 2019 
  47. Sputnik. «Flávio Bolsonaro recebeu total de R$ 96 mil em 48 depósitos suspeitos, diz Coaf». br.sputniknews.com. Consultado em 19 de janeiro de 2019 
  48. «Em um mês, Flávio Bolsonaro recebeu R$ 96 mil em depósitos fracionados em dinheiro vivo, aponta Coaf». O Globo. 18 de janeiro de 2019. Consultado em 19 de janeiro de 2019 

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