Flamínio Fávero

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Flamínio Fávero
Nascimento 26 de outubro de 1895
São Paulo
Morte 12 de fevereiro de 1982
São Paulo
Área Medicina Legal

Flamínio Fávero (São Paulo, 26 de outubro de 1895- São Paulo, 12 de fevereiro de 1982) foi um médico brasileiro.

Fez seus estudos primários em Indaiatuba e os estudos secundários em Itu, cidades do Estado de São Paulo.[1] Formado pela primeira turma (1913-1919) da recém-criada Faculdade de Medicina e Cirurgia de São Paulo, a qual posteriormente viria a constituir uma das unidades fundadoras da Universidade de São Paulo, foi discípulo do Prof. Oscar Freire de Carvalho, catedrático de Medicina Legal. Logo após sua formatura, tornou-se assistente da cátedra, a convite do Prof. Oscar Freire. Com o falecimento precoce do mestre da medicina legal, foi concursado para a cátedra em 1923, desenvolvendo, até sua aposentadoria, profícua atividade acadêmica em medicina legal, ética médica e medicina do trabalho. Foi diretor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e professor de Medicina Legal da Faculdade de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, até o ano de 1975.

Orientou, durante sua vida acadêmica, mais de 160 teses de doutoramento. Foi casado com a médica colega de turma Délia Ferraz Fávero, filha do pastor Bento Ferraz [2].

Pela intensa dedicação ao estudo da ética medica, foi um dos idealizadores do Conselho de Medicina, tendo sido seu primeiro diretor, na gestão de 1955 até 1958, e reeleito para a gestão seguinte (1959-1964). Sua inscrição no Conselho Regional de Medicina de São Paulo é a de número 001.

Justifica a criação do CRM em artigo publicado no jornal Folha da Manhã, em dezembro de 1955: “Já somos uma força, bem organizada pela Associação Paulista de Medicina e pela Associação Médica Brasileira”, escreveu. “Manifestemos praticamente essa força na direção de nossos interesses morais, entregando-os a uma entidade por nós escolhida e que cuidará deles. Com isso, sairemos das dificuldades éticas em que vivemos e entraremos na eficiência prática. A realidade é essa, todos havemos de convir. Foi imposta pela lei. Enfrentemos, pois, a realidade e demos o passo decisivo para tomarmos a direção que nos deve ser privativa na defesa ético-legal de nós mesmos.”

Foi pastor presbiteriano, tendo escrito diversas crônicas ligadas aos assuntos religiosos.

Sepultado no Cemitério dos Protestantes, em São Paulo.

Homenageado com a "Rua Professor Flamínio Fávero", na capital de São Paulo[3] e com a Escola Estadual Professor Flamínio Fávero, situada na Zona Norte da cidade de São Paulo.

Referências

  1. Jornal "A Manhã" edição de 26 de outubro de 1913
  2. «Título ainda não informado (favor adicionar)» (PDF). www.ebenezer.org.br 
  3. «Dicionário de ruas». www.dicionarioderuas.com.br [ligação inativa]
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